Foram encontradas 120 questões.
Qualquer língua, escrita ou não, tem uma gramática
que é complexa. Do ponto de vista naturalista, não faz sentido
afirmar que há gramáticas melhores e gramáticas piores. Não
é certo, por exemplo, dizer que a gramática que produz Os
meninos saíram é melhor do que a que produz Os menino saiu.
Ambas as frases cumprem a sua função, que é transmitir um
certo conteúdo. São duas maneiras de chegar ao mesmo lugar.
São duas gramáticas distintas, uma em que a pluralidade é
marcada em todos os termos da oração, outra em que o plural
aparece marcado apenas no artigo.
Mas esses dois modos de falar não são avaliados
socialmente da mesma maneira. O valor social de cada um
deles é muito diferente. Aquele que fala Os menino saiu não
sabe falar, diz a voz que define qual variedade está correta.
Só que há línguas, como o inglês, em que o plural só ocorre em
um dos termos: The tall boys left (tradução literal possível,
desconsiderada a marca de plural: O alto meninos saiu).
É claro que a gramática do inglês não é a mesma gramática do
português, mas o nosso ponto é que o plural só está em um
lugar na oração do inglês e isso não recebe uma avaliação
negativa. No português do dia a dia, é possível marcar o plural
em apenas um dos elementos, mas isso é avaliado
negativamente.
Roberta Pires de Oliveira e Sandra Quarezemin. Gramáticas na escola. Petrópolis: Vozes, 2016, p. 44 (com adaptações)
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
De acordo com o texto, “a voz que define qual variedade está correta” (l.14) faz uma avaliação apenas social das gramáticas do português.
Provas
Qualquer língua, escrita ou não, tem uma gramática
que é complexa. Do ponto de vista naturalista, não faz sentido
afirmar que há gramáticas melhores e gramáticas piores. Não
é certo, por exemplo, dizer que a gramática que produz Os
meninos saíram é melhor do que a que produz Os menino saiu.
Ambas as frases cumprem a sua função, que é transmitir um
certo conteúdo. São duas maneiras de chegar ao mesmo lugar.
São duas gramáticas distintas, uma em que a pluralidade é
marcada em todos os termos da oração, outra em que o plural
aparece marcado apenas no artigo.
Mas esses dois modos de falar não são avaliados
socialmente da mesma maneira. O valor social de cada um
deles é muito diferente. Aquele que fala Os menino saiu não
sabe falar, diz a voz que define qual variedade está correta.
Só que há línguas, como o inglês, em que o plural só ocorre em
um dos termos: The tall boys left (tradução literal possível,
desconsiderada a marca de plural: O alto meninos saiu).
É claro que a gramática do inglês não é a mesma gramática do
português, mas o nosso ponto é que o plural só está em um
lugar na oração do inglês e isso não recebe uma avaliação
negativa. No português do dia a dia, é possível marcar o plural
em apenas um dos elementos, mas isso é avaliado
negativamente.
Roberta Pires de Oliveira e Sandra Quarezemin. Gramáticas na escola. Petrópolis: Vozes, 2016, p. 44 (com adaptações)
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
A informação expressa na oração “No português do dia a dia, é possível marcar o plural em apenas um dos elementos” (l. 21 e 22) é o que marca, na argumentação, a oposição entre o tratamento dado à gramática do inglês e à do português quanto ao emprego do plural.
Provas
Qualquer língua, escrita ou não, tem uma gramática
que é complexa. Do ponto de vista naturalista, não faz sentido
afirmar que há gramáticas melhores e gramáticas piores. Não
é certo, por exemplo, dizer que a gramática que produz Os
meninos saíram é melhor do que a que produz Os menino saiu.
Ambas as frases cumprem a sua função, que é transmitir um
certo conteúdo. São duas maneiras de chegar ao mesmo lugar.
São duas gramáticas distintas, uma em que a pluralidade é
marcada em todos os termos da oração, outra em que o plural
aparece marcado apenas no artigo.
Mas esses dois modos de falar não são avaliados
socialmente da mesma maneira. O valor social de cada um
deles é muito diferente. Aquele que fala Os menino saiu não
sabe falar, diz a voz que define qual variedade está correta.
Só que há línguas, como o inglês, em que o plural só ocorre em
um dos termos: The tall boys left (tradução literal possível,
desconsiderada a marca de plural: O alto meninos saiu).
É claro que a gramática do inglês não é a mesma gramática do
português, mas o nosso ponto é que o plural só está em um
lugar na oração do inglês e isso não recebe uma avaliação
negativa. No português do dia a dia, é possível marcar o plural
em apenas um dos elementos, mas isso é avaliado
negativamente.
Roberta Pires de Oliveira e Sandra Quarezemin. Gramáticas na escola. Petrópolis: Vozes, 2016, p. 44 (com adaptações)
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
Infere-se do texto que uma boa gramática é aquela que produz frases que transmitem conteúdo, ou seja, frases que se prestam à veiculação de informação.
Provas

No que se refere ao texto precedente, julgue o item a seguir.
A expressão “engenharia reversa” (l.24) refere-se à atitude dos bons escritores de ler boa prosa para, por meio da leitura, refletir sobre como um bom texto é escrito e, assim, aprender a escrever bem.
Provas
A respeito do projeto político-pedagógico (PPP), julgue o item subsequente.
O PPP privilegia a qualidade e o profissionalismo, para um desempenho competente e comprometido com as responsabilidades da categoria docente, por meio de um comportamento ético e político, próprio de uma prática profissional.
Provas

A figura I ilustra a situação em que uma barra homogênea de tamanho L encontra-se inicialmente em repouso em um referencial inercial R. Em um momento posterior, conforme mostrado na figura II, a barra separa-se em duas barras menores e iguais, que se deslocam em sentidos contrários com igual velocidade, em um processo que conserva a energia da barra.
Considerando essas informações e os princípios da relatividade especial e a transformação de Lorentz, julgue o próximo item.
A massa de repouso da barra na figura I é maior que a soma das massas de repouso das barras na figura II.
Provas

A figura I ilustra a situação em que uma barra homogênea de tamanho L encontra-se inicialmente em repouso em um referencial inercial R. Em um momento posterior, conforme mostrado na figura II, a barra separa-se em duas barras menores e iguais, que se deslocam em sentidos contrários com igual velocidade, em um processo que conserva a energia da barra.
Considerando essas informações e os princípios da relatividade especial e a transformação de Lorentz, julgue o próximo item.
Em relação ao referencial R, a soma dos tamanhos das duas barras na figura II é maior que L.
Provas

A figura I ilustra a situação em que uma barra homogênea de tamanho L encontra-se inicialmente em repouso em um referencial inercial R. Em um momento posterior, conforme mostrado na figura II, a barra separa-se em duas barras menores e iguais, que se deslocam em sentidos contrários com igual velocidade, em um processo que conserva a energia da barra.
Considerando essas informações e os princípios da relatividade especial e a transformação de Lorentz, julgue o próximo item.
Para o referencial próprio no pedaço da barra que se move para a esquerda, na figura II, as duas partes da barra terão o mesmo tamanho.
Provas

A figura precedente mostra o esquema básico de um experimento de fenda dupla de Young, em que frentes de onda plana incidem sobre duas fendas bem estreitas. Após atravessar as fendas, as frentes de onda incidem em um anteparo a uma distância D das fendas. Na figura, r1 e r2 são as distâncias entre cada uma das fendas e um ponto P no anteparo e d é a distancia entre as fendas.
Tendo como referência essas informações, julgue o seguinte item.
A localização y dos máximos de intensidade da onda no anteparo não depende do comprimento de onda da onda incidente.
Provas

A figura precedente mostra o esquema básico de um experimento de fenda dupla de Young, em que frentes de onda plana incidem sobre duas fendas bem estreitas. Após atravessar as fendas, as frentes de onda incidem em um anteparo a uma distância D das fendas. Na figura, r1 e r2 são as distâncias entre cada uma das fendas e um ponto P no anteparo e d é a distancia entre as fendas.
Tendo como referência essas informações, julgue o seguinte item.
Não existe posição y no anteparo onde a intensidade da onda é nula.
Provas
Caderno Container