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Julgue o item subsecutivo, referente às ideias e aos aspectos linguísticos do texto anterior.
Na linha 3, a forma verbal “Pode-se” foi empregada no sentido de é possível.
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Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.
O verbo haver foi empregado na linha 18 como sinônimo de existir. Embora esses verbos tenham sentido semelhante, a substituição de um pelo outro no texto modificaria as relações sintáticas entre o verbo e o termo “um pressuposto” (l.19).
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Julgue o item seguinte, a respeito do texto precedente.
O emprego do diminutivo no texto está relacionado à expressão de afeto e ao gênero textual: carta familiar.
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Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.
O texto é predominantemente argumentativo, o que pode ser comprovado pela seleção de palavras que remetem às posições e às opiniões dos seus autores.
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Julgue o item subsecutivo, referente às ideias e aos aspectos linguísticos do texto anterior.
O emprego das vírgulas no terceiro período do texto justifica-se pela mesma regra de pontuação.
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No que concerne aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
O termo composto “a nova distribuição e planificação linguística” (l.13) e a oração “que a língua popular brasileira tinha de diferençar-se inelutavelmente da de Portugal” (l. 16 a 18) desempenham a mesma função sintática nos períodos em que ocorrem.
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A respeito dos aspectos gramaticais desse poema, julgue o item a seguir.
Considerando-se as regências do verbo esquecer prescritas para o português, estaria correta a seguinte reescrita para a oração “Já esqueci a língua” (v.13): Já esqueci da língua.
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A respeito dos aspectos gramaticais desse poema, julgue o item a seguir.
O nome próprio “Carlos Góis” (v.8) funciona como o núcleo do termo “Professor Carlos Góis”.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas

Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.
O primeiro parágrafo do texto é um período composto por orações coordenadas.
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Qualquer língua, escrita ou não, tem uma gramática
que é complexa. Do ponto de vista naturalista, não faz sentido
afirmar que há gramáticas melhores e gramáticas piores. Não
é certo, por exemplo, dizer que a gramática que produz Os
meninos saíram é melhor do que a que produz Os menino saiu.
Ambas as frases cumprem a sua função, que é transmitir um
certo conteúdo. São duas maneiras de chegar ao mesmo lugar.
São duas gramáticas distintas, uma em que a pluralidade é
marcada em todos os termos da oração, outra em que o plural
aparece marcado apenas no artigo.
Mas esses dois modos de falar não são avaliados
socialmente da mesma maneira. O valor social de cada um
deles é muito diferente. Aquele que fala Os menino saiu não
sabe falar, diz a voz que define qual variedade está correta.
Só que há línguas, como o inglês, em que o plural só ocorre em
um dos termos: The tall boys left (tradução literal possível,
desconsiderada a marca de plural: O alto meninos saiu).
É claro que a gramática do inglês não é a mesma gramática do
português, mas o nosso ponto é que o plural só está em um
lugar na oração do inglês e isso não recebe uma avaliação
negativa. No português do dia a dia, é possível marcar o plural
em apenas um dos elementos, mas isso é avaliado
negativamente.
Roberta Pires de Oliveira e Sandra Quarezemin. Gramáticas na escola. Petrópolis: Vozes, 2016, p. 44 (com adaptações)
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
A oração “que a gramática do inglês não é a mesma gramática do português” (l. 18 e 19) exerce a função de complemento do vocábulo “claro” (l.18).
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