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Foram encontradas 678 questões.

2053187 Ano: 2021
Disciplina: Sociologia
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
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Analise as afirmativas correlatas e a relação proposta entre elas.

I. “A barganha política que se realiza por meio do clientelismo (troca de bens ou serviços pelo voto) com as classes populares reforça as categorias de subcidadãos ou cidadãos incompletos.”

PORQUE

II. “A lógica em que a cidadania se submete à política deve ser invertida ao exercício pleno da cidadania que deve nortear o fazer político e o seu resultado. Em suma, a ação da cidadania é que deverá ser a condutora do poder político.”

Assinale a alternativa correta.

 

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2053186 Ano: 2021
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR

A partir do século XVI, os europeus começaram a conquistar o continente Americano e entraram em conflito com as populações aqui existentes. A partir da emancipação política, foi colocada em evidência a ocupação das terras paranaenses, principalmente após a vinda de imigrantes. Como as populações indígenas ocupavam essa região, tornou-se necessário criar políticas em relação ao destino dos indígenas. Fatos históricos ligados à ocupação do estado do Paraná indicam que:

 

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2053185 Ano: 2021
Disciplina: Sociologia
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
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Max Weber (1864-1920), filósofo alemão, é conhecido pela sua obra “A ética protestante e o espírito do capitalismo”, na qual descreve a influência da religião para o desenvolvimento do capitalismo nos Estados Unidos, além da obra “Economia e Sociedade” que reúne os principais elementos de sua teoria. Considerando sua teoria sobre o Estado, analise as afirmativas a seguir.

I. Apresenta uma visão positiva do Estado Moderno ao relacioná-lo com o processo de dominação racional legal (burocracia) e, em última instância, como o detentor do monopólio legítimo da violência.

II. Desenvolve uma análise do Estado enquanto entidade política baseada em uma estrutura de poder e dominação.

III. Para ele, a existência de regras precede o Estado. Todas as sociedades, ao longo da História, criaram normas e princípios com a finalidade de orientar as relações entre grupos e pessoas.

Está correto o que se afirma em

 

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2053184 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR

“Antônio Nóvoa, Catedrático da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa e Presidente da Associação Internacional de História da Educação, garante que o melhor lugar para aprender a lecionar é a própria escola e que ‘neste século, devido à complexidade do fenômeno educativo, à diversidade das crianças que estudam e aos dilemas morais e culturais que seremos chamados a enfrentar, teremos que repensar o horizonte ético da profissão (...). Para mim, ser professor no século XXI é reinventar um sentido para a escola, tanto do ponto de vista ético quanto cultural’.”

(Disponível em: https://novaescola.org.br

/conteudo/179/entrevistaformacao- antonio-novoa. Acesso em: 26/08/2021. Adaptado.)

A principal função do trecho é:

 

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2053182 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR

Impactos da pandemia na educação

Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid-19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

“Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.

(Disponível em: https://www.futura.org.br/

impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)

Considerando as ideias textuais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) “Dois a cada três alunos” representa o quantitativo aproximado de “70% dos alunos”.

( ) O ensino remoto proporciona a transformação individual, mas não a coletiva, por não haver conteúdo.

( ) Os impactos negativos causados pela pandemia na educação brasileira farão com que as crianças de dez anos não aprendam a ler adequadamente um texto simples.

( ) O ensino remoto é um impositivo necessário no contexto pandêmico.

( ) Um dos objetivos da educação é proporcionar a construção do bem comum.

A sequência está correta em

 

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2053181 Ano: 2021
Disciplina: Sociologia
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
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“O trabalhador não para de trabalhar quando produz o valor correspondente ao pagamento da sua força de trabalho.”

(Tavares, 2009. P. 6.)

O trecho destacado se refere a:

 

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2053180 Ano: 2021
Disciplina: Sociologia
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
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“Eles estão colocando o problema na sociedade. E, você sabe, não existe essa coisa de sociedade. Há homens e mulheres individuais e há famílias.”

(Margaret Thatcher.)

Sociedade é um conjunto de seres que convivem de forma organizada. A palavra vem do Latim societas, que significa “associação amistosa com outros”. As sociedades humanas são objeto de estudo da sociologia e diferentes pensadores teorizaram sobre ela, produzindo um conjunto diverso de visões. Assinale, a seguir, a correspondência correta entre a visão de sociedade e o respectivo autor.

 

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2053179 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR

Impactos da pandemia na educação

Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid-19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”c, explica.

Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidasb. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”d, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

“Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casaa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.

(Disponível em: https://www.futura.org.br/

impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)

Foram retirados do texto parte de parágrafos reescritos, evidenciando algumas inadequações. É possível inferir que houve perda de sentido em:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2053178 Ano: 2021
Disciplina: Sociologia
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
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“A criminalização a que estão sujeitos por toda a Europa os militantes dos movimentos sociais de desempregados, de sem teto e contra a discriminação como podemos ver de forma extrema nos ataques promovidos pela polícia aos manifestantes antiglobalização em Gênova, durante o encontro do G8, no verão de 2001 – não pode ser entendida fora do sentido amplo da penalização da pobreza.”

(Wacquant, 2008. P. 93.)

A penalização da pobreza é um fenômeno que vem sendo observado não só na Europa e em países centrais, mas também em países periféricos como o Brasil. É possível afirmar que esse fenômeno expressa, EXCETO:

 

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2053176 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR

Impactos da pandemia na educação

Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid-19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

“Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.

(Disponível em: https://www.futura.org.br/

impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)

“Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.” Os verbos destacados estão flexionados nos seguintes tempos e modos verbais, respectivamente:

 

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