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Acerca do uso pedagógico de obras de arte no ensino médio,
assinale a opção que apresenta a assertiva alinhada às
perspectivas de Heidegger e Gadamer sobre arte e sentido.
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Considerando a perspectiva crítica de Benjamin, Adorno e
Horkheimer sobre arte e capitalismo, um professor decidiu
analisar com a turma uma música amplamente difundida pela
indústria cultural, discutindo sua estrutura repetitiva, seu apelo
comercial e a forma como é consumida pelos jovens.
Assinale a opção que apresenta o objetivo filosófico da referida atividade.
Assinale a opção que apresenta o objetivo filosófico da referida atividade.
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Cândido Portinari. O lavrador de café. Internet:<www.commons.wikimedia.org> Em uma aula interdisciplinar, o professor utilizou uma imagem da pintura O lavrador de café, de Cândido Portinari, mostrada acima, para trabalhar simultaneamente conteúdos de filosofia e história. A atividade consistia na seguinte sequência.
1) Analisar a figura do trabalhador rural representado na obra, discutindo conceitos filosóficos como alienação, trabalho e dignidade humana (por exemplo, no pensamento de Marx e outras teorias críticas do trabalho).
2) Relacionar a imagem ao contexto histórico da economia cafeeira no Brasil, abordando desigualdade social, concentração fundiária e o papel do café no processo de modernização brasileira no início do século XX.
3) Debater como a arte pode funcionar como documento histórico e, ao mesmo tempo, como interpretação crítica da realidade social.
Assinale a opção que apresenta um motivo pelo qual essa proposta didática representa uma boa estratégia de seleção e articulação de conteúdos.
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Edvard Munch. O grito. Internet:<www.commons.wikimedia.org> Durante uma aula, um professor mostra uma imagem da obra O grito (exibida acima), de Edvard Munch, e pede aos alunos que discutam como a arte pode afirmar a vida e expressar vitalidade. Assinale a opção que apresenta o teórico cuja perspectiva filosófica se aplica adequadamente à ideia de afirmação da vida expressa pela pintura.
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Vênus de Milo. Internet:<www.commons.wikimedia.org>
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O técnico, representado no sentido mais amplo e segundo
suas múltiplas manifestações, é considerado como o plano que o
ser humano projeta; este plano finalmente o força a decidir entre
tornar-se escravo de seu plano ou permanecer senhor dele.
Pela representação da totalidade do universo técnico,
reduz-se tudo ao ser humano e chega-se, quando muito, a
reivindicar uma ética para o universo da técnica. Cativos dessa
representação, confirmamo-nos na convicção de que a técnica é
apenas um negócio do ser humano. Passa-se por alto o apelo do
ser, que fala na essência da técnica.
Distanciemo-nos, afinal, do hábito de representar o
elemento técnico apenas tecnicamente, isto é, a partir do ser
humano e de suas máquinas. Ouçamos o apelo cujo alvo em
nossa época não é apenas o ser humano, mas tudo o que é,
natureza e história, sob o ponto de vista de seu ser.
Martin Heidegger. O princípio da identidade. In: Martin Heidegger.
Conferências e escritos filosóficos. Coleção Os Pensadores, v. 45.
São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 381-382 (com adaptações).
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Digo que um animal, uma espécie, um indivíduo está
corrompido quando perde seus instintos, quando escolhe, prefere
o que lhe é desvantajoso. Uma história dos “sentimentos
superiores”, dos “ideais da humanidade” — e é possível que eu
tenha de escrevê-la — também seria quase a explicação de
por que o homem se acha tão corrompido.
A vida mesma é, para mim, instinto de crescimento, de
duração, de acumulação de forças, de poder: onde falta a vontade
de poder, há declínio. Meu argumento é que a todos os supremos
valores da humanidade falta essa vontade — que valores de
declínio, valores niilistas preponderam sob os nomes mais
sagrados.
Friedrich Nietzsche. O anticristo. Paulo César de Souza (Trad.). São Paulo: Cia. das Letras, 2007, p. 6.
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Em seu célebre diálogo Górgias, Platão atribui a Sócrates
a seguinte declaração:
“Pelo menos eu não quereria nem um nem outro, mas se fosse necessário ou cometer injustiça ou sofrê-la, preferiria sofrer a cometer injustiça. Cometer injustiça é pior que sofrê-la.”
Considerando a declaração atribuída a Sócrates no diálogo Górgias, de Platão, assinale a opção correta acerca do pensamento platônico sobre a justiça e a injustiça.
“Pelo menos eu não quereria nem um nem outro, mas se fosse necessário ou cometer injustiça ou sofrê-la, preferiria sofrer a cometer injustiça. Cometer injustiça é pior que sofrê-la.”
Considerando a declaração atribuída a Sócrates no diálogo Górgias, de Platão, assinale a opção correta acerca do pensamento platônico sobre a justiça e a injustiça.
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O poema é belo, ou seja, o leitor não quer que ele seja
diferente.
Simone Weil. Espera de Deus. Karin Andrea de Guise (Trad.). Petrópolis: Vozes, 2019, p. 114.
Com base no trecho apresentado, da filósofa Simone Weil, assinale a opção correta.
Simone Weil. Espera de Deus. Karin Andrea de Guise (Trad.). Petrópolis: Vozes, 2019, p. 114.
Com base no trecho apresentado, da filósofa Simone Weil, assinale a opção correta.
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John Dewey estava convencido de que a educação havia
falhado porque ela era culpada de um tremendo erro de categoria:
confundir os produtos finais da investigação — refinados e
acabados — com a matéria inicial da investigação — crua e bruta
—, tentando fazer com que os estudantes aprendessem as
soluções em vez de investigar os problemas e se engajassem por
si mesmos na investigação. Assim como os cientistas aplicam o
método científico para explorar situações problemáticas, os
estudantes também devem fazer o mesmo se quiserem aprender a
pensar por si mesmos. Em vez disso, pedimos a eles que estudem
os resultados finais daquilo que os cientistas descobriram;
negligenciamos o processo e nos fixamos no produto. Quando os
problemas não são explorados em primeira mão, nenhum
interesse ou motivação é gerado — e o que continuamos
chamando de educação é uma charada e um arremedo.
O caminho que Dewey propôs é que o processo educacional em
sala de aula deve tomar como modelo o processo de investigação
científica.
Matthew Lipman. Thinking in education [O pensar na educação].
Cambridge: Cambridge University Press, 2003, p. 20 (com adaptações).
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