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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais Pedagógicos
A concepção de preparação para o trabalho, que fundamenta o Artigo 35 da LDB, de acordo com o Parecer CNE no 15/98 – CEB,
I. aponta para a superação da dualidade do ensino médio: formação de todos, para todos os tipos de trabalho.
II. enfatiza a preparação para profissões de prestígio no mercado de trabalho, incentivando os jovens.
III. valoriza a capacidade de continuar aprendendo para ajustar-se às mudanças nas demandas do mercado de trabalho.
IV. valoriza a formação inicial escolar do profissional, pois é ela que provê a teoria que será aplicada futuramente.
V. enfatiza os aspectos pragmáticos do currículo encorajando os jovens ao trabalho, para diminuir a pressão por vagas na universidade.
VI. entende a preparação para o trabalho como fortemente dependente da capacidade de aprendizagem e vinculada ao currículo como um todo.
Estão corretas APENAS as afirmativas
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De acordo com a Deliberação CEE no 11/1998, que dispõe sobre o funcionamento de cursos de Educação à Distância e de Presença Flexível no Estado de São Paulo, os cursos ministrados sob a forma de educação à distância serão organizados em regime especial, com
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- LegislaçãoEducação de Jovens e Adultos - ENCEJA E PROEJA - Decretos e portarias
- Temas Educacionais Pedagógicos
De acordo com a Deliberação CEE no 9/2000, os cursos presenciais correspondentes aos quatro últimos anos de escolaridade do ensino fundamental terão a duração mínima de 1.600 horas de efetivo trabalho escolar e os cursos presenciais correspondentes ao ensino médio terão a duração mínima de 1.200 horas de efetivo trabalho escolar.
As idades mínimas para a matrícula inicial nesses cursos, são, respectivamente:
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- LegislaçãoEducação de Jovens e Adultos - ENCEJA E PROEJA - Decretos e portarias
- Temas Educacionais Pedagógicos
Segundo a Deliberação CEE n° 9/1999 que institui a modalidade de Educação de Jovens e Adultos com atendimento individualizado e presença flexível e fixa normas para autorização de cursos no sistema de ensino do Estado de São Paulo - as autorizações para funcionamento desses cursos se darão desde que observadas as seguintes exigências:
I. apresentar proposta pedagógica e programa de ensino elaborados com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, Médio ou Educação Profissional de Nível Técnico.
II. comprovar condições físicas e uso de metodologias que permitam atendimento individualizado.
III. comprovar experiência educacional de cursos presenciais de Educação de Jovens e Adultos.
IV. atender às normas relativas aos procedimentos de avaliação no processo e final.
Estão corretas APENAS as afirmativas
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"Como posso atender os alunos com dificuldades visuais e auditivas de minha sala de aula, se não entendo nada desse assunto e tenho mais 34 alunos para ensinar? O discurso da inclusão não pode ser tomado a sério quando se pede para trabalhar sem nenhum suporte de trabalho para os professores, que têm que 'ser abertos' e sempre entenderem as dificuldades dos alunos."
Este desabafo, de uma professora da rede estadual de ensino, pode ser discutido à luz das normas fixadas na Deliberação CEE no 5/2000, quando esta explicita que o trabalho pedagógico com alunos que apresentam necessidades educacionais especiais nas classes comuns deve envolver
I. materiais didáticos auxiliares e mobiliário adequado nas salas de ensino comum.
II. acompanhamento e reforço contínuo por parte do professor da classe.
III. trabalho suplementar com professor especialista, quando for o caso.
IV. acompanhamento contínuo por parte da coordenação pedagógica da escola ao professor e devida formação específica em horário determinado.
Estão corretas APENAS as afirmativas
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Lourdes Marcelino Machado discutindo a gestão da Unidade Escolar, no artigo "Quem embala a escola" defende que
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Um supervisor visita pela primeira vez a escola indígena localizada no interior de uma aldeia guarani, que faz parte de seu setor. Depara-se com práticas bilingües, calendário próprio e um professor que lhe pede orientação para a construção do currículo que está elaborando com a comunidade e providências para a regularização da escola, solicitando-lhe, ainda, um exemplar do Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Nesta situação,
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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais Pedagógicos
Para a Educação Profissional de Nível Técnico, normatizada pelo Artigos 39 a 42, da LDB (Lei nº 9.349/96) e pelo Parecer CNE-CEB no 16/99,
I. há três níveis de educação profissional: básico, técnico e tecnológico e o nível técnico se destina a proporcionar habilitação profissional a alunos matriculados ou egressos do ensino médio.
II. atualmente habilitação profissional tem um sentido: habilitação técnica de nível médio. Não há mais habilitações parciais e plenas: ou é habilitado ou não é. Desaparecem, portanto, as figuras do auxiliar técnico e da habilitação parcial.
III. a estética da sensibilidade, a política da igualdade e a ética da identidade são valores orientadores da educação básica, mas não são seguidos pela educação profissional que tem seus valores e diretrizes específicos.
IV. a educação profissional deve contextualizar competências, colocando-se a prática como metodologia que põe em ação o aprendizado e supõe o desenvolvimento de atividades tais como estudos de caso, projetos, estágios e exercício profissional efetivo.
V. o planejamento de novos cursos deve ser feito pelo Diretor e Coordenadores, apoiados em procedimentos que vêm dando certo em outras escolas. Novas diretrizes e participação de docentes recém admitidos põem em risco o patamar de sucesso já alcançado.
Estão corretas APENAS as afirmativas
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A "Classe de Aceleração" é uma das medidas adotadas pela Secretaria de Estado da Educação para recuperar a trajetória de aluno em situação de defasagem idade-série, garantindolhe a aquisição das ferramentas que o ajudem no processo de compreensão do mundo, de participação social e de construção de uma nova realidade. Essas ferramentas constituem o núcleo privilegiado para a revisão do que seria indispensável ao aluno para a sua reintegração no percurso regular do Ensino Fundamental. Para essa retomada, será preciso
I. conhecer os alunos em suas semelhanças e especificidades, para organizar formas de trabalho que possam atendê-los, em grupos ou individualmente.
[II. construir um novo projeto pedagógico, com novos conteúdos e recursos didáticos, para atender as características próprias desses alunos.
III. priorizar princípios e delinear um padrão metodológico favorável à mobilização de interesses e de participação desses alunos no processo de ensino-aprendizagem.
IV. detalhar pontos de chegada, especificando os conteúdos e as diferentes dimensões ou níveis de aquisição.
V. rever as expectativas que representam aquisições possíveis de serem alcançadas pelos alunos em geral, para adequá-las às características desse grupo.
A alternativa que contém apenas afirmativas constantes das orientações gerais da Secretaria de Educação sobre a Proposta "Classe de Aceleração" é
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Uma supervisora, ao participar de uma reunião do conselho de classe de uma das escolas de seu setor, deparou-se com uma visão de disciplina como pré-requisito para o trabalho pedagógico escolar e entendida como comportamento ordeiro, indispensável para assimilar ensinamentos do professor em sala de aula. Concordando com Júlio G. Aquino, contrapôs, o entendimento da disciplina na escola como
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