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Resposta global à varíola dos macacos caminha para repetir desigualdade da Covid-19
Sem que tenhamos ainda superado o impacto da Covid-19, enfrentamos agora uma nova emergência de saúde pública, a
varíola dos macacos. Ao lado dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de mortes (11) e ocupa a segunda posição em
número de casos, de acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Um fato cada vez mais evidente é
que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando
milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos.
Nos últimos anos, surtos de varíola dos macacos já afetavam países da África, sendo República Democrática do Congo
e Nigéria os mais impactados. Felizmente, há como preveni-la. É provável que vacinas já existentes para a varíola comum
gerem uma proteção cruzada para outros vírus da mesma família. Portanto, há indícios de que podem ser eficazes para a
varíola dos macacos, e testes de efetividade estão sendo realizados.
No entanto, essa era uma doença negligenciada, com deficiências na capacidade de resposta nos países onde é endêmica. Ao chegar a quase 100 países não endêmicos, ela ganhou destaque, mas os locais mais afetados seguem excluídos.
Isso porque a vacina hoje considerada mais eficaz, a
Jynneos
, tem estoques muito baixos e preço muito alto. Para complicar, toda produção é controlada por uma única empresa.
Apesar de a empresa, a
Bavarian Nordic
, ser dinamarquesa, mais de 7 milhões das 10 milhões de doses fabricadas até
agora pertencem aos EUA, que financiaram seu desenvolvimento. O resto foi comprado por Canadá, Austrália, Israel e países
europeus. Novos lotes estão sendo produzidos, mas em quantidades limitadas.
A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) anunciou em setembro acordo para comprar 130 mil doses para 12 países
da América Latina, incluindo o Brasil, que contratou 50 mil. No entanto, só 9.800 chegaram até o momento. O acesso a medicamentos também é um desafio. Das 11 mortes ocorridas no Brasil, ao menos 6 foram de pessoas com HIV/Aids, o que revela
a necessidade de uma diretriz específica de tratamento rápido para casos graves nesta população. Um entrave é que o antiviral
Tecovirimat
, melhor opção até o momento, tem estoques reduzidos e a maior parte está de posse dos EUA.
Países africanos ainda não receberam nenhuma vacina, e há muita incerteza sobre quando isso irá acontecer. A empresa
declarou capacidade produtiva entre 30 e 40 milhões de doses anuais, na melhor das hipóteses, e tem dúvidas se consegue responder à demanda.
Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da
Bavarian
Nordic
já disse que o preço será igual para todos.
Como se não bastassem exemplos de outras pandemias, essa é mais uma demonstração do que ocorre quando uma
tecnologia essencial de saúde é patenteada e colocada em situação de monopólio. Desigualdades são reforçadas, vacinas,
diagnósticos e medicamentos se tornam bens de luxo e uma crise torna-se oportunidade de lucro.
Mas há saídas. Cada vez mais as tecnologias de saúde são desenvolvidas com investimentos públicos. O conhecimento
gerado dessa forma não pode ser controlado de forma exclusiva por uma empresa. Deve ser aberto, permitindo diversas fontes
de produção.
Além disso, investimentos planejados nas estratégias globais de resposta a pandemias precisam contemplar produtores em todas as regiões. Essa diversidade é fundamental para obter equidade no acesso a tecnologias. Regras mais efetivas
de transparência para investimentos em pesquisa, formulação de preços e contratos de compra e distribuição também
têm papel-chave.
Não é absurdo conceber um mundo onde nenhum país fica para trás em uma crise de saúde, onde vacinas e outras
tecnologias de saúde são tratadas como bens comuns e decisões sobre como enfrentar uma pandemia são guiadas pela
solidariedade, transparência e ética. Absurdo é seguir aceitando como inevitáveis as crises de acesso a medicamentos,
diagnósticos e vacinas.
(Felipe de Carvalho. Em: 16/11/2022. Disponível em: https://www.msf.org.br/noticias/resposta-global-a-variola-dos-macacos-caminha-pararepetir-desigualdade-da-covid-19/.)
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Sem que tenhamos ainda superado o impacto da Covid-19, enfrentamos agora uma nova emergência de saúde pública, a
varíola dos macacos. Ao lado dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de mortes (11) e ocupa a segunda posição em
número de casos, de acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Um fato cada vez mais evidente é
que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando
milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos.
Nos últimos anos, surtos de varíola dos macacos já afetavam países da África, sendo República Democrática do Congo
e Nigéria os mais impactados. Felizmente, há como preveni-la. É provável que vacinas já existentes para a varíola comum
gerem uma proteção cruzada para outros vírus da mesma família. Portanto, há indícios de que podem ser eficazes para a
varíola dos macacos, e testes de efetividade estão sendo realizados.
No entanto, essa era uma doença negligenciada, com deficiências na capacidade de resposta nos países onde é endêmica. Ao chegar a quase 100 países não endêmicos, ela ganhou destaque, mas os locais mais afetados seguem excluídos.
Isso porque a vacina hoje considerada mais eficaz, a
Jynneos
, tem estoques muito baixos e preço muito alto. Para complicar, toda produção é controlada por uma única empresa.
Apesar de a empresa, a
Bavarian Nordic
, ser dinamarquesa, mais de 7 milhões das 10 milhões de doses fabricadas até
agora pertencem aos EUA, que financiaram seu desenvolvimento. O resto foi comprado por Canadá, Austrália, Israel e países
europeus. Novos lotes estão sendo produzidos, mas em quantidades limitadas.
A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) anunciou em setembro acordo para comprar 130 mil doses para 12 países
da América Latina, incluindo o Brasil, que contratou 50 mil. No entanto, só 9.800 chegaram até o momento. O acesso a medicamentos também é um desafio. Das 11 mortes ocorridas no Brasil, ao menos 6 foram de pessoas com HIV/Aids, o que revela
a necessidade de uma diretriz específica de tratamento rápido para casos graves nesta população. Um entrave é que o antiviral
Tecovirimat
, melhor opção até o momento, tem estoques reduzidos e a maior parte está de posse dos EUA.
Países africanos ainda não receberam nenhuma vacina, e há muita incerteza sobre quando isso irá acontecer. A empresa
declarou capacidade produtiva entre 30 e 40 milhões de doses anuais, na melhor das hipóteses, e tem dúvidas se consegue responder à demanda.
Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da
Bavarian
Nordic
já disse que o preço será igual para todos.
Como se não bastassem exemplos de outras pandemias, essa é mais uma demonstração do que ocorre quando uma
tecnologia essencial de saúde é patenteada e colocada em situação de monopólio. Desigualdades são reforçadas, vacinas,
diagnósticos e medicamentos se tornam bens de luxo e uma crise torna-se oportunidade de lucro.
Mas há saídas. Cada vez mais as tecnologias de saúde são desenvolvidas com investimentos públicos. O conhecimento
gerado dessa forma não pode ser controlado de forma exclusiva por uma empresa. Deve ser aberto, permitindo diversas fontes
de produção.
Além disso, investimentos planejados nas estratégias globais de resposta a pandemias precisam contemplar produtores em todas as regiões. Essa diversidade é fundamental para obter equidade no acesso a tecnologias. Regras mais efetivas
de transparência para investimentos em pesquisa, formulação de preços e contratos de compra e distribuição também
têm papel-chave.
Não é absurdo conceber um mundo onde nenhum país fica para trás em uma crise de saúde, onde vacinas e outras
tecnologias de saúde são tratadas como bens comuns e decisões sobre como enfrentar uma pandemia são guiadas pela
solidariedade, transparência e ética. Absurdo é seguir aceitando como inevitáveis as crises de acesso a medicamentos,
diagnósticos e vacinas.
(Felipe de Carvalho. Em: 16/11/2022. Disponível em: https://www.msf.org.br/noticias/resposta-global-a-variola-dos-macacos-caminha-pararepetir-desigualdade-da-covid-19/.)
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Sem que tenhamos ainda superado o impacto da Covid-19, enfrentamos agora uma nova emergência de saúde pública, a
varíola dos macacos. Ao lado dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de mortes (11) e ocupa a segunda posição em
número de casos, de acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Um fato cada vez mais evidente é
que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando
milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos.
Nos últimos anos, surtos de varíola dos macacos já afetavam países da África, sendo República Democrática do Congo
e Nigéria os mais impactados. Felizmente, há como preveni-la. É provável que vacinas já existentes para a varíola comum
gerem uma proteção cruzada para outros vírus da mesma família. Portanto, há indícios de que podem ser eficazes para a
varíola dos macacos, e testes de efetividade estão sendo realizados.
No entanto, essa era uma doença negligenciada, com deficiências na capacidade de resposta nos países onde é endêmica. Ao chegar a quase 100 países não endêmicos, ela ganhou destaque, mas os locais mais afetados seguem excluídos.
Isso porque a vacina hoje considerada mais eficaz, a
Jynneos
, tem estoques muito baixos e preço muito alto. Para complicar, toda produção é controlada por uma única empresa.
Apesar de a empresa, a
Bavarian Nordic
, ser dinamarquesa, mais de 7 milhões das 10 milhões de doses fabricadas até
agora pertencem aos EUA, que financiaram seu desenvolvimento. O resto foi comprado por Canadá, Austrália, Israel e países
europeus. Novos lotes estão sendo produzidos, mas em quantidades limitadas.
A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) anunciou em setembro acordo para comprar 130 mil doses para 12 países
da América Latina, incluindo o Brasil, que contratou 50 mil. No entanto, só 9.800 chegaram até o momento. O acesso a medicamentos também é um desafio. Das 11 mortes ocorridas no Brasil, ao menos 6 foram de pessoas com HIV/Aids, o que revela
a necessidade de uma diretriz específica de tratamento rápido para casos graves nesta população. Um entrave é que o antiviral
Tecovirimat
, melhor opção até o momento, tem estoques reduzidos e a maior parte está de posse dos EUA.
Países africanos ainda não receberam nenhuma vacina, e há muita incerteza sobre quando isso irá acontecer. A empresa
declarou capacidade produtiva entre 30 e 40 milhões de doses anuais, na melhor das hipóteses, e tem dúvidas se consegue responder à demanda.
Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da
Bavarian
Nordic
já disse que o preço será igual para todos.
Como se não bastassem exemplos de outras pandemias, essa é mais uma demonstração do que ocorre quando uma
tecnologia essencial de saúde é patenteada e colocada em situação de monopólio. Desigualdades são reforçadas, vacinas,
diagnósticos e medicamentos se tornam bens de luxo e uma crise torna-se oportunidade de lucro.
Mas há saídas. Cada vez mais as tecnologias de saúde são desenvolvidas com investimentos públicos. O conhecimento
gerado dessa forma não pode ser controlado de forma exclusiva por uma empresa. Deve ser aberto, permitindo diversas fontes
de produção.
Além disso, investimentos planejados nas estratégias globais de resposta a pandemias precisam contemplar produtores em todas as regiões. Essa diversidade é fundamental para obter equidade no acesso a tecnologias. Regras mais efetivas
de transparência para investimentos em pesquisa, formulação de preços e contratos de compra e distribuição também
têm papel-chave.
Não é absurdo conceber um mundo onde nenhum país fica para trás em uma crise de saúde, onde vacinas e outras
tecnologias de saúde são tratadas como bens comuns e decisões sobre como enfrentar uma pandemia são guiadas pela
solidariedade, transparência e ética. Absurdo é seguir aceitando como inevitáveis as crises de acesso a medicamentos,
diagnósticos e vacinas.
(Felipe de Carvalho. Em: 16/11/2022. Disponível em: https://www.msf.org.br/noticias/resposta-global-a-variola-dos-macacos-caminha-pararepetir-desigualdade-da-covid-19/.)
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Sem que tenhamos ainda superado o impacto da Covid-19, enfrentamos agora uma nova emergência de saúde pública, a
varíola dos macacos. Ao lado dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de mortes (11) e ocupa a segunda posição em
número de casos, de acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Um fato cada vez mais evidente é
que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando
milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos.
Nos últimos anos, surtos de varíola dos macacos já afetavam países da África, sendo República Democrática do Congo
e Nigéria os mais impactados. Felizmente, há como preveni-la. É provável que vacinas já existentes para a varíola comum
gerem uma proteção cruzada para outros vírus da mesma família. Portanto, há indícios de que podem ser eficazes para a
varíola dos macacos, e testes de efetividade estão sendo realizados.
No entanto, essa era uma doença negligenciada, com deficiências na capacidade de resposta nos países onde é endêmica. Ao chegar a quase 100 países não endêmicos, ela ganhou destaque, mas os locais mais afetados seguem excluídos.
Isso porque a vacina hoje considerada mais eficaz, a
Jynneos
, tem estoques muito baixos e preço muito alto. Para complicar, toda produção é controlada por uma única empresa.
Apesar de a empresa, a
Bavarian Nordic
, ser dinamarquesa, mais de 7 milhões das 10 milhões de doses fabricadas até
agora pertencem aos EUA, que financiaram seu desenvolvimento. O resto foi comprado por Canadá, Austrália, Israel e países
europeus. Novos lotes estão sendo produzidos, mas em quantidades limitadas.
A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) anunciou em setembro acordo para comprar 130 mil doses para 12 países
da América Latina, incluindo o Brasil, que contratou 50 mil. No entanto, só 9.800 chegaram até o momento. O acesso a medicamentos também é um desafio. Das 11 mortes ocorridas no Brasil, ao menos 6 foram de pessoas com HIV/Aids, o que revela
a necessidade de uma diretriz específica de tratamento rápido para casos graves nesta população. Um entrave é que o antiviral
Tecovirimat
, melhor opção até o momento, tem estoques reduzidos e a maior parte está de posse dos EUA.
Países africanos ainda não receberam nenhuma vacina, e há muita incerteza sobre quando isso irá acontecer. A empresa
declarou capacidade produtiva entre 30 e 40 milhões de doses anuais, na melhor das hipóteses, e tem dúvidas se consegue responder à demanda.
Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da
Bavarian
Nordic
já disse que o preço será igual para todos.
Como se não bastassem exemplos de outras pandemias, essa é mais uma demonstração do que ocorre quando uma
tecnologia essencial de saúde é patenteada e colocada em situação de monopólio. Desigualdades são reforçadas, vacinas,
diagnósticos e medicamentos se tornam bens de luxo e uma crise torna-se oportunidade de lucro.
Mas há saídas. Cada vez mais as tecnologias de saúde são desenvolvidas com investimentos públicos. O conhecimento
gerado dessa forma não pode ser controlado de forma exclusiva por uma empresa. Deve ser aberto, permitindo diversas fontes
de produção.
Além disso, investimentos planejados nas estratégias globais de resposta a pandemias precisam contemplar produtores em todas as regiões. Essa diversidade é fundamental para obter equidade no acesso a tecnologias. Regras mais efetivas
de transparência para investimentos em pesquisa, formulação de preços e contratos de compra e distribuição também
têm papel-chave.
Não é absurdo conceber um mundo onde nenhum país fica para trás em uma crise de saúde, onde vacinas e outras
tecnologias de saúde são tratadas como bens comuns e decisões sobre como enfrentar uma pandemia são guiadas pela
solidariedade, transparência e ética. Absurdo é seguir aceitando como inevitáveis as crises de acesso a medicamentos,
diagnósticos e vacinas.
(Felipe de Carvalho. Em: 16/11/2022. Disponível em: https://www.msf.org.br/noticias/resposta-global-a-variola-dos-macacos-caminha-pararepetir-desigualdade-da-covid-19/.)
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Em 02/05/2023, um produto foi vendido e o seu valor de R$ 30.000,00 seria recebido a prazo com acréscimo de juros simples
de 3% ao mês. O contrato de venda previa que o comprador pagaria o valor nominal da dívida por meio de uma única duplicata
em 02/10/2023. Porém, a empresa vendedora, passando por dificuldades de caixa, compareceu a uma instituição financeira
e descontou a duplicata no dia 02/08/2023. A instituição financeira utilizou uma taxa de desconto comercial simples de 10%
ao mês e, então, liberou à empresa vendedora o valor líquido deduzido do desconto. Considerando exclusivamente as informações apresentadas, assinale o valor líquido liberado pela instituição financeira em 02/08/2023.
(Para os cálculos admita o mês comercial com 30 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos.)
(Para os cálculos admita o mês comercial com 30 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos.)
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Determinado equipamento no valor de R$ 120.000,00 foi adquirido por uma empresa por meio de financiamento com taxa
de juros compostos de 3% ao trimestre embutida no valor das prestações. A instituição financeira que concedeu o financiamento informou que ele será liquidado em seis prestações trimestrais consecutivas utilizando-se do Sistema Francês de
Amortização. Sabe-se que a primeira prestação será paga seis meses após a efetivação do financiamento e está previsto que
os juros serão capitalizados e acrescidos ao saldo devedor durante este período. Considerando exclusivamente as informações
apresentadas, assinale a alternativa que mais se aproxima do valor total dos juros a apropriar que a empresa compradora
deverá contabilizar no reconhecimento inicial da aquisição do veículo.
(Para os cálculos admita o mês comercial com 30 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos.)
(Para os cálculos admita o mês comercial com 30 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos.)
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Questão presente nas seguintes provas
Um produto no valor de R$ 10.437,63 foi comprado em 10/06/2023 para pagamento a prazo por meio de seis duplicatas com
juros simples de 1% ao mês embutidos, conforme o seguinte cronograma de pagamentos:
Sabe-se que, no dia 10/09/2023, imediatamente após ter efetuado o pagamento da 3ª duplicata, uma renegociação foi realizada e as três últimas duplicatas seriam trocadas por somente uma única, para vencimento em 10/01/2024, também com juros simples de 1% ao mês embutidos. Considerando exclusivamente as informações apresentadas e que não há qualquer capitalização de juros na renegociação, assinale a alternativa que mais se aproxima do valor desta única duplicata a ser quitada em 10/01/2024.
(Para os cálculos admita o mês comercial com 30 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos.)
Sabe-se que, no dia 10/09/2023, imediatamente após ter efetuado o pagamento da 3ª duplicata, uma renegociação foi realizada e as três últimas duplicatas seriam trocadas por somente uma única, para vencimento em 10/01/2024, também com juros simples de 1% ao mês embutidos. Considerando exclusivamente as informações apresentadas e que não há qualquer capitalização de juros na renegociação, assinale a alternativa que mais se aproxima do valor desta única duplicata a ser quitada em 10/01/2024.
(Para os cálculos admita o mês comercial com 30 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos.)
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Um veículo com valor de tabela de R$ 150.000,00 pode ser adquirido em uma concessionária exclusivamente nas seguintes
condições de pagamento:
• Opção 1 : à vista por R$ 148.000,00; ou
• Opção 2 : entrada de 50% do valor de tabela e o restante em três prestações postecipadas, mensais, iguais e consecutivas. Caso escolha essa opção de pagamento, o consumidor ainda terá que pagar, três meses após a terceira prestação, uma parcela adicional de R$ 10.000,00.
Considerando exclusivamente as informações apresentadas, e que na data da aquisição do veículo o consumidor tenha à sua disposição somente o valor para pagamento à vista, assinale a taxa efetiva mensal de juros compostos implícita, caso o consumidor escolha adquirir o veículo por meio da Opção 2 ao invés da Opção 1.
(Para os cálculos admita o mês comercial com 30 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos.)
• Opção 1 : à vista por R$ 148.000,00; ou
• Opção 2 : entrada de 50% do valor de tabela e o restante em três prestações postecipadas, mensais, iguais e consecutivas. Caso escolha essa opção de pagamento, o consumidor ainda terá que pagar, três meses após a terceira prestação, uma parcela adicional de R$ 10.000,00.
Considerando exclusivamente as informações apresentadas, e que na data da aquisição do veículo o consumidor tenha à sua disposição somente o valor para pagamento à vista, assinale a taxa efetiva mensal de juros compostos implícita, caso o consumidor escolha adquirir o veículo por meio da Opção 2 ao invés da Opção 1.
(Para os cálculos admita o mês comercial com 30 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos.)
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Uma determinada pessoa realizará três depósitos anuais, iguais e consecutivos no valor de R$ 50.000,00 cada, em uma aplicação financeira que remunera uma taxa de juros compostos de 15% ao ano. Sabe-se que os três depósitos efetivados nesta
aplicação financeira permanecerão rendendo juros para permitir à pessoa realizar futuramente saques mensais, iguais e consecutivos de forma perpétua. Outra informação é que, após cada saque, o saldo remanescente na aplicação financeira continuará rendendo juros compostos a uma taxa de 1,1715% ao mês (equivalente mensal da taxa de 15% ao ano inicialmente
contratada). Considerando exclusivamente as informações apresentadas, e que o primeiro saque seria realizado cinco anos
após o primeiro depósito, assinale a alternativa que mais se aproxima do valor máximo de cada saque mensal que a pessoa
poderá realizar.
( Para os cálculos admita o ano comercial com 360 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos .)
( Para os cálculos admita o ano comercial com 360 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos .)
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O preço do produto
A
é R$ 10.000,00. A loja em que esse produto é comercializado oferece aos clientes a opção de pagá-lo com
uma entrada de R$ 4.000,00 (no ato da compra) e o restante do preço do produto para pagamento parcelado em prestações
iguais, mensais e consecutivas, com taxa mensal efetiva de juros compostos equivalente a uma taxa de 4% ao bimestre embutida no valor dessas prestações. Sabe-se que um cliente deseja adquirir o produto
A
; todavia, solicita à loja que o valor de cada
prestação mensal seja o mais próximo possível de R$ 800,00, tendo em vista que este valor representa a sua disponibilidade
máxima de dinheiro para pagamento mensal de cada prestação. Considerando exclusivamente as informações apresentadas,
e que a primeira prestação seria paga dois meses após o pagamento da entrada, assinale a alternativa que evidencia
corretamente o número inteiro exato de prestações, e o respectivo valor máximo aproximado de cada uma, que o cliente
deveria pagar referente à parte parcelada da dívida.
(Para os cálculos admita o mês comercial com 30 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos. Admita, ainda, que log 2 0,84852927= –0,23696367 e log 2 1,01980390 = 0,02829176.)
(Para os cálculos admita o mês comercial com 30 dias e desconsidere qualquer incidência de impostos. Admita, ainda, que log 2 0,84852927= –0,23696367 e log 2 1,01980390 = 0,02829176.)
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