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Com base na Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2025, assinale a alternativa
INCORRETA.
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De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, elaborada pela Sociedade Brasileira de
Cardiologia, Sociedade Brasileira de Hipertensão e Sociedade Brasileira de Nefrologia, assinale a alternativa
INCORRETA.
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Homem de 67 anos, natural de Garanhuns (PE) e portador de doença renal crônica estágio 3, procura atendimento
devido à dor súbita, intensa e inchaço no hálux direito, iniciados há 24 horas. O quadro começou durante a
madrugada, após um jantar com carne vermelha, frutos do mar e consumo de cerveja artesanal. Relata que a dor
piora até com o toque do lençol. No exame físico, a articulação metatarsofalangeana direita encontra-se quente,
eritematosa, edemaciada e com limitação funcional marcada. Exames laboratoriais mostram ácido úrico 9,8 mg/dL,
creatinina 1,9 mg/dL, VHS 35 mm/h e PCR 12 mg/L. Qual o diagnóstico mais provável?
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Mulher de 45 anos procura atendimento por fadiga progressiva, ganho de peso não explicado e constipação há seis
meses. Relata pele mais ressecada, intolerância ao frio e sonolência excessiva. Menciona que a mãe teve “problema
na tireoide” e usou hormônio por muitos anos. O exame mostra discreta lentificação psicomotora e pele fria. Os
exames revelam TSH 12 mUI/L, T4 livre 0,6 ng/dL e anticorpo anti-TPO positivo.
Qual é o diagnóstico e a conduta mais adequada?
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Mulher de 52 anos apresenta nefrolitíase recorrente há três anos, além de fadiga crônica, dor óssea difusa e
constipação ocasional. Os exames mostram cálcio sérico de 11,6 mg/dL, PTH de 125 pg/mL, fósforo de 2,2 mg/dL,
vitamina D de 35 ng/mL e função renal normal. Não utiliza suplementos e não houve imobilização prolongada.
Qual é o diagnóstico e o tratamento mais indicado?
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Homem de 38 anos, previamente hígido, apresenta trombose venosa profunda proximal em membro inferior direito
após longa viagem aérea. Não faz uso de hormônios ou anabolizantes. A investigação laboratorial, realizada no
momento adequado e sem interferência da anticoagulação ou do evento agudo, mostrou Fator V Leiden heterozigoto
positivo, com proteína C, proteína S e antitrombina normais.
Qual é a conduta mais adequada?
Qual é a conduta mais adequada?
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Homem de 35 anos, portador de lúpus eritematoso sistêmico com artrite e nefrite classe III, iniciou prednisona 1
mg/kg/dia há 10 dias por surto moderado. A partir do sétimo dia, familiares notaram insônia, fala acelerada e
euforia, que evoluíram para irritabilidade, alucinações auditivas e comportamento desorganizado nas últimas 48
horas. No exame, está agitado, desatento e taquicárdico (FC 110 bpm), sem febre, rigidez de nuca ou déficits focais.
Os exames mostram ureia 36 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, sódio 140 mEq/L, glicemia 95 mg/dL, TSH normal e
função hepática preservada. A ressonância é normal, o líquor apresenta 2 células/mm³, proteína 28 mg/dL, glicose 65
mg/dL e PCR-HSV negativo. Anti-DNA em queda e C3/C4 em recuperação, afastando neuro-LES ativo.
Qual é a conduta mais apropriada?
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Homem de 65 anos, natural de Limoeiro (PE), portador de cirrose hepática alcoólica há oito anos, chega ao hospital
de referência em Recife com dispneia progressiva há 10 dias e dor torácica leve à direita, sem febre, tosse ou perda
de peso. Relata aumento do volume abdominal e edema em membros inferiores. Encontra-se em bom estado geral,
com mucosas descoradas e icterícia discreta. Ao exame, apresenta ascite moderada, edema bilateral de pernas
(2+/4+) e redução do murmúrio vesicular na base direita, com macicez até o terço médio do hemitórax. A pressão
arterial é 104×68 mmHg, frequência cardíaca 88 bpm e saturação de 93% em ar ambiente. A radiografia de tórax
evidencia derrame pleural volumoso à direita, sem sinais de consolidação. A toracocentese mostra proteína pleural
de 1,8 g/dL, DHL 120 U/L, relação proteína pleural/sérica de 0,3, relação DHL pleural/sérica de 0,4, glicose de 95
mg/dL, pH 7,45, citologia com poucas células mesoteliais sem predomínio celular e cultura negativa.
Com base no quadro clínico e laboratorial, qual o diagnóstico mais provável?
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Mulher de 70 anos, diabética tipo 2, com infarto prévio há 2 anos, usa metformina 1000 mg/dia. Está assintomática,
com HbA1c de 7,5%, TFG de 68 mL/min/1,73 m², LDL de 72 mg/dL, pressão bem controlada e IMC de 29 kg/m².
Segundo as Diretrizes da SBD 2025, qual é a melhor estratégia para otimizar o controle metabólico e reduzir o risco
cardiovascular?
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A IARC, Agência Internacional para Pesquisa em Câncer, publicou em 2023 uma revisão sistemática identificando
13 tipos de neoplasias com associação causal comprovada com a obesidade. Esses resultados foram posteriormente
reforçados por uma grande análise de coorte publicada na JAMA Oncology em 2025, que destacou o excesso de
gordura corporal como o segundo fator de risco modificável mais relevante para o desenvolvimento de câncer no
mundo, ficando atrás apenas do tabagismo.
Diante dessas evidências, todas as neoplasias abaixo apresentam associação causal estabelecida com a obesidade, EXCETO
Diante dessas evidências, todas as neoplasias abaixo apresentam associação causal estabelecida com a obesidade, EXCETO
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