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Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:
Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Mesmo após tratamento otimizado, o paciente evolui com rebaixamento do nível de consciência e bradipneia, necessitando intubação orotraqueal (IOT). Após IOT e ventilação mecânica, as pressões de pico estão elevadas (> 50 cmH2O), e o capnograma mostra hipercapnia persistente (PaCO2: 70 mmHg), com auto-PEEP visível. O ventilador está em volume controlado, VC: 6 mL/kg; FR: 20 irpm; PEEP: 8 cmH2O; FiO2: 60%.

Qual deve ser o ajuste ventilatório inicial para reduzir o risco de barotrauma e hiperdistensão dinâmica nesse paciente?
 

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Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:
Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Qual deve ser a conduta imediata e prioritária nesse momento?
 

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Na reanimação cardiorespiratória pediátrica (RCP) com ritmo não chocável (assistolia/atividade elétrica sem pulso), qual sequência de prioridades e medicação representa o manejo inicial conforme as diretrizes?
 

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Segundo as diretrizes da Global Initiative for Asthma (GINA), qual achado clínico indica intubação orotraqueal imediata na crise asmática?
 

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Paciente do sexo feminino, 45 anos de idade, em uso de sertralina por transtorno depressivo e amiodarona por antecedente de extrassitolia ventricular, chega ao pronto antedimento com história de síncope há 10 minuto, apresentando PA: 110 × 70 mmHg e SatO2: 96% aa. Realizou-se o eletrocardiograma a seguir:
Enunciado 4482343-1 (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Qual é a conduta nesse caso?
 

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Paciente do sexo masculino, 35 anos de idade, politrauma, com traumatismo crânio encefálico grave, chega à sala de emergência trazido pelo serviço de resgate com escala de coma de Glasgow de 5, com pupilas anisocóricas e hipertensão intracraniana (PIC = 28 mmHg) no monitor, associado a PA: 150 × 90 mmHg e FC: 122 bpm.

Qual é a intervenção terapêutica imediata?
 

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Sobre o tratamento do choque anafilático, assinale a alternativa correta.
 

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Sobre a arritmia evidenciada no eletrocardiograma de repouso a seguir, assinale a alternativa correta.
Enunciado 4482340-1 (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
 

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Paciente de 67 anos de idade, portadora de DPOC e diabetes mellitus tipo 2, comparece à consulta de revisão após alta hospitalar por pneumonia adquirida na comunidade. Encontra-se clinicamente estável, em seguimento ambulatorial, e relata calendário vacinal incompleto.

Considerando seu perfil clínico e o risco de complicações respiratórias e infecciosas, qual deve ser a prioridade em relação à vacinação para proteção contra desfechos graves segundo o calendário vacinal do adulto?
 

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Paciente de 54 anos de idade, com história de febre, cefaleia intensa, vômitos e rebaixamento do nível de consciência há 24h. Glasgow 11; FC: 118 bpm; PA: 86 × 54 mmHg; Tax: 38,6 ºC; petéquias em tronco. SpO2: 96% em O2. Realizou-se a tomografia de crânio a seguir:
Enunciado 4482338-1 (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Qual é a prioridade terapêutica inicial?
 

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