Foram encontradas 721 questões.
A corrente da linguística que concebe que as línguas humanas são sistemas computacionais que ganham corpo biologicamente como órgãos da mente/cérebro, possuem natureza modular e operam de forma mais ou menos autônoma, é denominada de
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais de matemática do Brasil apresentam muitos aspectos que são importantes para a prática em sala de aula. Um deles é o aspecto instrumental da matemática. Esse aspecto se refere
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No que diz respeito à descrição sincrônica da língua, é correto afirmar que
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Relativamente poucos falantes de uma língua conhecem bem a sua evolução histórica; e, no entanto, aprendendo-a naturalmente na infância, chegam a falá-la de acordo com certos princípios sistemáticos ou “regras”, “imanentes” nos enunciados que ouvem à sua volta. Na linguística moderna, a esse processo, por que passam as crianças desde a infância, dá-se o nome de
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Tabela para as questões 46 e 47.
A tabela seguinte apresenta as temperaturas máxima e mínima de uma região em um ano
Mês | Mínima (°C) | Máxima (°C) |
Janeiro | 17° | 27° |
Fevereiro | 17° | 27° |
Março | 18° | 27° |
Abril | 17° | 27° |
Maio | 15° | 26° |
Junho | 13° | 25° |
Julho | 13° | 25° |
Agosto | 15° | 27° |
Setembro | 16° | 28° |
Outubro | 17° | 28° |
Novembro | 18° | 27° |
Dezembro | 18° | 26° |
.
A mediana da temperatura máxima é igual a
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Tabela para as questões 46 e 47.
A tabela seguinte apresenta as temperaturas máxima e mínima de uma região em um ano
Mês | Mínima (°C) | Máxima (°C) |
Janeiro | 17° | 27° |
Fevereiro | 17° | 27° |
Março | 18° | 27° |
Abril | 17° | 27° |
Maio | 15° | 26° |
Junho | 13° | 25° |
Julho | 13° | 25° |
Agosto | 15° | 27° |
Setembro | 16° | 28° |
Outubro | 17° | 28° |
Novembro | 18° | 27° |
Dezembro | 18° | 26° |
.
A moda da temperatura mínima é igual a
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Texto para as questões de 33 a 36.
Língua é produto do meio social e, uma vez constituída, tem um papel ativo no processo de conhecimento e comportamento do homem. A língua não é uma nomenclatura, que se sobrepõe a uma realidade pré-categorizada, ela é que classifica a realidade. Tomemos um exemplo: em português, chama-se de posse a investidura, por exemplo, na presidência da República; em inglês, inauguration; em francês, investiture. A palavra portuguesa dá ideia de assenhorear-se de alguma coisa, de domínio; a inglesa indica apenas começo; a francesa diz respeito ao recebimento de uma função. Esses termos têm, sem dúvida, relação com a maneira como concebemos o poder do Estado.
A língua desenvolve-se historicamente e, uma vez constituída, impõe aos falantes uma maneira de organizar o mundo. Quando Wilhelm von Stock traduzia Antero de Quental para o alemão, escreveu ao poeta português sobre a dificuldade de verter para o alemão o soneto Mors-Amor, porque as duas figuras alegóricas – o Amor e a Morte – têm gêneros diferentes nas duas línguas (o amor/ die Liebe – a morte/der Tod). Responde Antero que “esse é um caso interessante de influência da língua sobre a imaginação”, pois representam a morte como mulher os falantes de uma língua em que a palavra para designá-la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.
José Luiz Fiorin. Língua, discurso e política. In: Alea: Estudos
Neolatinos, v. 11, n.º 1, p. 148-165, 2009.
Assinale a alternativa que apresenta proposta de reescrita gramaticalmente correta e coerente para o seguinte período do texto: “A língua desenvolve-se historicamente e, uma vez constituída, impõe aos falantes uma maneira de organizar o mundo.”
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Texto para as questões de 33 a 36.
Língua é produto do meio social e, uma vez constituída, tem um papel ativo no processo de conhecimento e comportamento do homem. A língua não é uma nomenclatura, que se sobrepõe a uma realidade pré-categorizada, ela é que classifica a realidade. Tomemos um exemplo: em português, chama-se de posse a investidura, por exemplo, na presidência da República; em inglês, inauguration; em francês, investiture. A palavra portuguesa dá ideia de assenhorear-se de alguma coisa, de domínio; a inglesa indica apenas começo; a francesa diz respeito ao recebimento de uma função. Esses termos têm, sem dúvida, relação com a maneira como concebemos o poder do Estado.
A língua desenvolve-se historicamente e, uma vez constituída, impõe aos falantes uma maneira de organizar o mundo. Quando Wilhelm von Stock traduzia Antero de Quental para o alemão, escreveu ao poeta português sobre a dificuldade de verter para o alemão o soneto Mors-Amor, porque as duas figuras alegóricas – o Amor e a Morte – têm gêneros diferentes nas duas línguas (o amor/ die Liebe – a morte/der Tod). Responde Antero que “esse é um caso interessante de influência da língua sobre a imaginação”, pois representam a morte como mulher os falantes de uma língua em que a palavra para designá-la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.
José Luiz Fiorin. Língua, discurso e política. In: Alea: Estudos
Neolatinos, v. 11, n.º 1, p. 148-165, 2009.
Quanto aos aspectos linguísticos usados na construção dos sentidos, é correto afirmar que o texto
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Texto para as questões de 33 a 36.
Língua é produto do meio social e, uma vez constituída, tem um papel ativo no processo de conhecimento e comportamento do homem. A língua não é uma nomenclatura, que se sobrepõe a uma realidade pré-categorizada, ela é que classifica a realidade. Tomemos um exemplo: em português, chama-se de posse a investidura, por exemplo, na presidência da República; em inglês, inauguration; em francês, investiture. A palavra portuguesa dá ideia de assenhorear-se de alguma coisa, de domínio; a inglesa indica apenas começo; a francesa diz respeito ao recebimento de uma função. Esses termos têm, sem dúvida, relação com a maneira como concebemos o poder do Estado.
A língua desenvolve-se historicamente e, uma vez constituída, impõe aos falantes uma maneira de organizar o mundo. Quando Wilhelm von Stock traduzia Antero de Quental para o alemão, escreveu ao poeta português sobre a dificuldade de verter para o alemão o soneto Mors-Amor, porque as duas figuras alegóricas – o Amor e a Morte – têm gêneros diferentes nas duas línguas (o amor/ die Liebe – a morte/der Tod). Responde Antero que “esse é um caso interessante de influência da língua sobre a imaginação”, pois representam a morte como mulher os falantes de uma língua em que a palavra para designá-la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.
José Luiz Fiorin. Língua, discurso e política. In: Alea: Estudos
Neolatinos, v. 11, n.º 1, p. 148-165, 2009.
A respeito dos aspectos linguísticos do trecho “‘esse é um caso interessante de influência da língua sobre a imaginação’, pois representam a morte como mulher os falantes de uma língua em que a palavra para designá-la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.”, é correto afirmar que
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- Interpretação de TextosVariação da LinguagemLinguagem Oral e Escrita
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemLinguagem Verbal e Não Verbal
Texto para as questões de 33 a 36.
Língua é produto do meio social e, uma vez constituída, tem um papel ativo no processo de conhecimento e comportamento do homem. A língua não é uma nomenclatura, que se sobrepõe a uma realidade pré-categorizada, ela é que classifica a realidade. Tomemos um exemplo: em português, chama-se de posse a investidura, por exemplo, na presidência da República; em inglês, inauguration; em francês, investiture. A palavra portuguesa dá ideia de assenhorear-se de alguma coisa, de domínio; a inglesa indica apenas começo; a francesa diz respeito ao recebimento de uma função. Esses termos têm, sem dúvida, relação com a maneira como concebemos o poder do Estado.
A língua desenvolve-se historicamente e, uma vez constituída, impõe aos falantes uma maneira de organizar o mundo. Quando Wilhelm von Stock traduzia Antero de Quental para o alemão, escreveu ao poeta português sobre a dificuldade de verter para o alemão o soneto Mors-Amor, porque as duas figuras alegóricas – o Amor e a Morte – têm gêneros diferentes nas duas línguas (o amor/ die Liebe – a morte/der Tod). Responde Antero que “esse é um caso interessante de influência da língua sobre a imaginação”, pois representam a morte como mulher os falantes de uma língua em que a palavra para designá-la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.
José Luiz Fiorin. Língua, discurso e política. In: Alea: Estudos
Neolatinos, v. 11, n.º 1, p. 148-165, 2009.
Segundo o texto, é correto concluir que as línguas
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