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Foram encontradas 510 questões.

1315028 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCAB
Orgão: SOPH

Integra o rol dos direitos sociais previstos na Constituição Federal vigente:

 

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1314963 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual do Trabalho
Banca: FUNCAB
Orgão: SOPH
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Nos dissídios individuais submetidos ao procedimento sumaríssimo:
 

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1314958 Ano: 2014
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: SOPH
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Uma ligação em que a telefonista tenha utilizado a sequência: 0 + Código da Operadora + DDD + Número do Telefone:
 

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1314622 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FUNCAB
Orgão: SOPH
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Qual alternativa apresenta uma referência que NÃO se identifica como uma característica da Margem de Contribuição total ou unitária?
 

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1313812 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: FUNCAB
Orgão: SOPH
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Sabendo que em um modelo de regressão a soma dos quadrados dos erros (SQE) é igual a 20 e a soma dos quadrados total corrigida (SQT) é igual a 80, determine o valor para o coeficiente de determinação \( (R^2) \).

 

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1312541 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SOPH
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

As leis do internauta médio

Sinto-me à vontade para falar desta criatura nascida da estatística, o brasileiro médio conectado à rede, porque ele só existe no mundo virtual da matemática. Portanto, não ofende ninguém. Sim, porque, o brasileiro médio, dentro ou fora da rede, pra começar, ofende todo mundo mas não aceita críticas e não leva desaforos pra sua homepage.

Ao longo de mais de uma década de comunicação online tenho observado atentamente o comportamento deste internauta médio e, mesmo sem competência analítica e sem dados de pesquisa tenho, senão conclusões, uma coleção de sentimentos sobre os milhões de pessoas com quem já me relacionei, direta ou indiretamente. E uma coisa posso afirmar: o internauta médio não é burro, mas é muito impulsivo, agressivo, crítico, reativo e sobretudo pessimista.

A primeira lei do internauta médio é a lei da não inércia: nada fica como está, pois tudo o que existe de bom ou ruim, sempre tende a piorar. Vejo a aplicação desta lei diariamente nos comentários do meu blog. São frases como ‘esse blog já foi melhor’, ‘antigamente você postava mais’, ‘você já era’, ‘isso aqui já teve melhores dias’. Mas isso é pinto comparado à demonstração de força da primeira lei durante os ataques do PCC. Todo mundo que soube de um fato em sua cidade, disse que foi no seu bairro. Se foi no bairro, na hora de contar, as pessoas transferiam os tiros para sua rua. E se foi de fato nas imediações de sua rua, no relato virou ‘praticamente em frente à minha casa, escola, trabalho’. Todo mundo fez questão de exagerar e dramatizar todos os fatos. Sem contar a onda de boatos, sempre no sentido de piorar o que já era péssimo. Virou quase uma febre, uma mania.

A segunda lei é o princípio fundamental da dinâmica do julgamento dos outros. A resultante de tudo que age sobre uma pessoa é igual ao produto de suas medidas (como estatura, idade, massa) pelos seus bens materiais. Mesmo sendo solidário com o coitadinho, mesmo tendo compaixão pelos que sofrem, o internauta brasileiro médio gosta mesmo é de poder, fama e ostentação. É isso que ele quer, é isso que o atrai, para o bem ou para o mal e por isso ele exige que todos os seus ídolos, aqueles a quem ele adora odiar, mantenham essas características em dia, para que ele possa invejá-los e tentar destruí-los no conforto de sua casa. Brasileiro não gosta de chutar cachorro morto, gosta de chutar cachorro feio. Feio e pobre. Só passam pelos critérios de julgamento os que têm corpos perfeitos e fortunas visíveis, obtidos por qualquer meio lícito ou ilícito.

A terceira e última lei do internauta brasileiro médio é a lei da virtude e compensação: ‘a cada virtude corresponde um defeito contrário de igual intensidade e no sentido de derrubar a pessoa’. Basta perceber um ponto positivo de um ser humano para que a terceira lei entre em ação dizendo que ‘em compensação ela tem um defeito péssimo’. Exemplos vividos e observados são coisas como ‘o Jô é inteligente mas é gordo’, ‘a Miriam Leitão é competente mas é esquisita’, ‘a Gisele é perfeita mas é chata’, ‘a Sabrina é gostosa mas é burra’, ‘o Silvio Santos é rico mas é doido’. Nem os ídolos do futebol escapam. Agora o alvo preferido é o Ronaldinho Gaúcho, ‘que joga bonito mas é feio que dói’. Como se ser o melhor jogador do mundo não fosse suficiente para um craque de futebol. Ronaldinho, Xuxa e até Ayrton Senna já foram desabonados por diferentes razões, inclusive as de foro íntimo, como a orientação sexual de alguns. Talvez a única pessoa que tenha escapado ilesa oficialmente seja o Rei Roberto Carlos, já que ninguém diz ou escreve que ele é famoso mas é perneta. Mas isso, apenas porque o internauta médio tem medo de atacar as instituições consagradas. (A última vez que ouvi falar sobre a perna mecânica de Roberto foi numa letra de música do ousadíssimo porém extinto Joelho de Porco, que a chamava de Margarida.) Em suma, ninguém é bom o suficiente para ter suas virtudes em primeiro plano. Sempre há um problema que desmerece ou desabona até o melhor dos melhores.

O resultado desses enunciados compõe um quadro triste e sombrio do internauta médio, que pode não corresponder a você. Talvez porque você não faça parte da média. Ou porque a lei se aplica também a mim, pois embora a cronista seja experiente é muito exagerada; e apesar de alguns poucos bens não tem uma linda imagem; e, principalmente, porque nenhuma crônica escrita é tão boa que não possa ser piorada na edição.

(HERMANN, Rosana. Blônicas, 24 maio 2006. Disponível

em: <http://blonicas.zip.net.> Acesso em: 07 fevereiro 2014. Adaptado)

No texto, são apresentadas três leis que explicam o comportamento do internauta brasileiro médio. Em termos gerais, resumindo em um único substantivo as tendências expostas, que comportamentos são identificados, respectivamente, por essas leis?

 

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1312486 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SOPH
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

As leis do internauta médio

Sinto-me à vontade para falar desta criatura nascida da estatística, o brasileiro médio conectado à rede, porque ele só existe no mundo virtual da matemática. Portanto, não ofende ninguém. Sim, porque, o brasileiro médio, dentro ou fora da rede, pra começar, ofende todo mundo mas não aceita críticas e não leva desaforos pra sua homepage.

Ao longo de mais de uma década de comunicação online tenho observado atentamente o comportamento deste internauta médio e, mesmo sem competência analítica e sem dados de pesquisa tenho, senão conclusões, uma coleção de sentimentos sobre os milhões de pessoas com quem já me relacionei, direta ou indiretamente. E uma coisa posso afirmar: o internauta médio não é burro, mas é muito impulsivo, agressivo, crítico, reativo e sobretudo pessimista.

A primeira lei do internauta médio é a lei da não inércia: nada fica como está, pois tudo o que existe de bom ou ruim, sempre tende a piorar. Vejo a aplicação desta lei diariamente nos comentários do meu blog. São frases como ‘esse blog já foi melhor’, ‘antigamente você postava mais’, ‘você já era’, ‘isso aqui já teve melhores dias’. Mas isso é pinto comparado à demonstração de força da primeira lei durante os ataques do PCC. Todo mundo que soube de um fato em sua cidade, disse que foi no seu bairro. Se foi no bairro, na hora de contar, as pessoas transferiam os tiros para sua rua. E se foi de fato nas imediações de sua rua, no relato virou ‘praticamente em frente à minha casa, escola, trabalho’. Todo mundo fez questão de exagerar e dramatizar todos os fatos. Sem contar a onda de boatos, sempre no sentido de piorar o que já era péssimo. Virou quase uma febre, uma mania.

A segunda lei é o princípio fundamental da dinâmica do julgamento dos outros. A resultante de tudo que age sobre uma pessoa é igual ao produto de suas medidas (como estatura, idade, massa) pelos seus bens materiais. Mesmo sendo solidário com o coitadinho, mesmo tendo compaixão pelos que sofrem, o internauta brasileiro médio gosta mesmo é de poder, fama e ostentação. É isso que ele quer, é isso que o atrai, para o bem ou para o mal e por isso ele exige que todos os seus ídolos, aqueles a quem ele adora odiar, mantenham essas características em dia, para que ele possa invejá-los e tentar destruí-los no conforto de sua casa. Brasileiro não gosta de chutar cachorro morto, gosta de chutar cachorro feio. Feio e pobre. Só passam pelos critérios de julgamento os que têm corpos perfeitos e fortunas visíveis, obtidos por qualquer meio lícito ou ilícito.

A terceira e última lei do internauta brasileiro médio é a lei da virtude e compensação: ‘a cada virtude corresponde um defeito contrário de igual intensidade e no sentido de derrubar a pessoa’. Basta perceber um ponto positivo de um ser humano para que a terceira lei entre em ação dizendo que ‘em compensação ela tem um defeito péssimo’. Exemplos vividos e observados são coisas como ‘o Jô é inteligente mas é gordo’, ‘a Miriam Leitão é competente mas é esquisita’, ‘a Gisele é perfeita mas é chata’, ‘a Sabrina é gostosa mas é burra’, ‘o Silvio Santos é rico mas é doido’. Nem os ídolos do futebol escapam. Agora o alvo preferido é o Ronaldinho Gaúcho, ‘que joga bonito mas é feio que dói’. Como se ser o melhor jogador do mundo não fosse suficiente para um craque de futebol. Ronaldinho, Xuxa e até Ayrton Senna já foram desabonados por diferentes razões, inclusive as de foro íntimo, como a orientação sexual de alguns. Talvez a única pessoa que tenha escapado ilesa oficialmente seja o Rei Roberto Carlos, já que ninguém diz ou escreve que ele é famoso mas é perneta. Mas isso, apenas porque o internauta médio tem medo de atacar as instituições consagradas. (A última vez que ouvi falar sobre a perna mecânica de Roberto foi numa letra de música do ousadíssimo porém extinto Joelho de Porco, que a chamava de Margarida.) Em suma, ninguém é bom o suficiente para ter suas virtudes em primeiro plano. Sempre há um problema que desmerece ou desabona até o melhor dos melhores.

O resultado desses enunciados compõe um quadro triste e sombrio do internauta médio, que pode não corresponder a você. Talvez porque você não faça parte da média. Ou porque a lei se aplica também a mim, pois embora a cronista seja experiente é muito exagerada; e apesar de alguns poucos bens não tem uma linda imagem; e, principalmente, porque nenhuma crônica escrita é tão boa que não possa ser piorada na edição.

(HERMANN, Rosana. Blônicas, 24 maio 2006. Disponível

em: <http://blonicas.zip.net.> Acesso em: 07 fevereiro 2014. Adaptado)

“Sem contar a onda de boatos, sempre no sentido de piorar o que já era péssimo.” (§ 3)

A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.

I. DE BOATOS é uma locução adverbial de modo e exerce a função sintática de adjunto adverbial.

II. QUE é um pronome relativo e retoma a ideia de aquilo, produzida pelo pronome O, que o antecede.

III. É desnecessário explicar a palavra ONDA, pois é um substantivo que pertence ao registro formal da língua escrita.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

 

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Questão presente nas seguintes provas
1312343 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNCAB
Orgão: SOPH
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Uma das alternativas a seguir faz uma referência, relacionada com a apuração do IR e da CSLL pelas empresas, que O está de acordo com a legislação vigente sobre o tema. Identifique-a.
 

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1311746 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SOPH

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

31 de maio

[...]

Itália e Bulgária empatam de um a um no primeiro dia da Copa do México. Um bilhão e meio de pessoas assistem ao jogo pela televisão de 140 países. E no estádio, nada menos de cem mil testemunhas. São muitos olhos para tão pouco futebol. Mas, por favor, sejamos compreensivos. Uma estreia, seja no amor, seja no futebol, é sempre assim: tensa e temível. A febre das estreias descompassa o coração, eriça os nervos e retesa os músculos.

O ritual da Copa do Mundo é pomposo: tem hino, tem bandeira, tem multidão. Tanta solenidade assim perturba o espírito humano. A pressão psicológica da competição soma-se à rarefação do ar a dois mil metros de altitude, e acaba o jogador privado de uma importante virtude atlética, que é a noção do próprio corpo. Sem a medida do tempo e do espaço, o rendimento físico e técnico do jogador cai sensivelmente. O sangue ferve pelas veias na guerra secreta dos hormônios. A adrenalina custa a chegar, o ácido lático chega cedo demais. É um desacerto profundo no metabolismo do atleta.

Em campo, duas equipes sitiadas de tensões. Estádio inclemente, boca de fogo clamando vitória, vitória, vitória. Copa do Mundo, delírio de muitos, sagração de tão poucos. Deitemos um sopro de indulgência na ciranda do Mundial, porque há muito mais espinhos do que mel no caminho do Olimpo.

(NOGUEIRA, Armando. 31 de maio. In: Bola de Cristal. Rio de Janeiro: Globo, 1987. p. 16. Adaptado)

No fragmento “[...] e ACABA o jogador privado de uma importante virtude atlética [...]” (parágrafo 2), o termo destacado expressa:

 

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1309247 Ano: 2014
Disciplina: Direito Marítimo e Portuário
Banca: FUNCAB
Orgão: SOPH
Provas:
Sobre os critérios para julgamento nas licitações de concessão de porto organizado e de arrendamento de instalação portuária, é correto afirmar que:
 

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