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Foram encontradas 151 questões.

Paulo é proprietário de um sítio. Pedro é locatário desse imóvel. João é o caseiro. De acordo com o Código Civil brasileiro, Paulo, Pedro e João são considerados, respectivamente,
 

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1394584 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
O statement utilizado em uma cláusula de seleção SQL ANSI que permite a criação de uma cópia backup da tabela é
 

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1394285 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Uma instalação consumiu em um mês 7.300 MWh com fator de carga 0,5 e fator de demanda 0,8. A potência instalada é
 

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1393282 Ano: 2006
Disciplina: Direito Penal
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
João, maior, ingressou numa residência pela porta que estava aberta e Pedro, com 12 anos de idade, ficou do lado de fora, vigiando. Após a subtração de objetos de valor, João fugiu do local em companhia de Pedro, que não participou dos lucros decorrentes da venda do produto do crime. Nesse caso, João
 

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É exemplo do exercício do poder hierárquico da Administração a

 

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É elemento próprio do regime jurídico dos consórcios públicos

 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Edifício Master
O cineasta brasileiro Eduardo Coutinho produziu um belíssimo documentário, intitulado Edifício Master. O Master é um prédio de Copacabana, em que há 276 conjugados (23 por andar), onde vivem mais ou menos 500 pessoas. Coutinho e sua equipe ficaram no prédio por um mês, filmando entrevistas. Na montagem final, aparecem depoimentos de 37 moradores.
Antes de assistir ao filme, ao anoitecer, contemple o tabuleiro de janelas acesas na fachada de um grande prédio. A luz trêmula dos televisores parece sugerir uma banalidade comum. Alguém dirá: são vidas massificadas (sempre subentendendo: à diferença da minha, não é?). Mas as sombras que se movimentam atrás das cortinas falam de existências concretas: quem são nossos vizinhos?
Fique mais um pouco na frente do prédio e considere o paradoxo da modernidade urbana: uma extrema proximidade física, vidas que se tecem a poucos metros umas das outras, atrás de uma parede ou de um piso, mas que mal se cruzam. Os prédios em que moramos são aldeias paradoxais: compartilhamos cheiros, barulhos, gritos, sem por isso saber o que define a nossa tribo; ou seja, sem saber o que temos em comum ou mesmo sem admitir que tenhamos algo em comum. Até porque, em geral, preferimos curtir a ilusão de nossa unicidade absoluta.
Qual é o comum denominador de humanidade que reconhecemos em nossos vizinhos e semelhantes? O filme de Coutinho responde. Graças a ele, descobrimos que nossos vizinhos não são exóticos; ao contrário, são banais, mas, apesar disso, suas vidas são tão únicas quanto as nossas.
Em suma, somos todos membros da mesma tribo moderna justamente por isso: porque somos todos únicos. No edifício Master, nos sentiríamos em casa, não apesar da diversidade das escolhas e dos destinos, mas por causa dessa diversidade.
(Adaptado de Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Caso o autor se dirigisse ao leitor do texto tratando-o por tu, as formas verbais contemple, fique e considere seriam assim flexionadas:
 

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1392066 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Em uma escola de 200 alunos, tem-se que 120 jogam futebol, 100 jogam basquete e 60 jogam futebol e basquete. Sabendo-se que não existe outra modalidade de esporte nesta escola, é correto afirmar que o número de alunos que não praticam futebol ou basquete é
 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Edifício Master
O cineasta brasileiro Eduardo Coutinho produziu um belíssimo documentário, intitulado Edifício Master. O Master é um prédio de Copacabana, em que há 276 conjugados (23 por andar), onde vivem mais ou menos 500 pessoas. Coutinho e sua equipe ficaram no prédio por um mês, filmando entrevistas. Na montagem final, aparecem depoimentos de 37 moradores.
Antes de assistir ao filme, ao anoitecer, contemple o tabuleiro de janelas acesas na fachada de um grande prédio. A luz trêmula dos televisores parece sugerir uma banalidade comum. Alguém dirá: são vidas massificadas (sempre subentendendo: à diferença da minha, não é?). Mas as sombras que se movimentam atrás das cortinas falam de existências concretas: quem são nossos vizinhos?
Fique mais um pouco na frente do prédio e considere o paradoxo da modernidade urbana: uma extrema proximidade física, vidas que se tecem a poucos metros umas das outras, atrás de uma parede ou de um piso, mas que mal se cruzam. Os prédios em que moramos são aldeias paradoxais: compartilhamos cheiros, barulhos, gritos, sem por isso saber o que define a nossa tribo; ou seja, sem saber o que temos em comum ou mesmo sem admitir que tenhamos algo em comum. Até porque, em geral, preferimos curtir a ilusão de nossa unicidade absoluta.
Qual é o comum denominador de humanidade que reconhecemos em nossos vizinhos e semelhantes? O filme de Coutinho responde. Graças a ele, descobrimos que nossos vizinhos não são exóticos; ao contrário, são banais, mas, apesar disso, suas vidas são tão únicas quanto as nossas.
Em suma, somos todos membros da mesma tribo moderna justamente por isso: porque somos todos únicos. No edifício Master, nos sentiríamos em casa, não apesar da diversidade das escolhas e dos destinos, mas por causa dessa diversidade.
(Adaptado de Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Os prédios em que moramos são aldeias paradoxais: compartilhamos cheiros, barulhos, gritos, sem por isso saber o que define a nossa tribo (...).
No contexto da frase acima, a expressão sublinhada tem sentido equivalente ao da expressão
 

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Um torneio de tênis é disputado em um clube por quatro jogadores. Cinco torcedores são entrevistados para darem seus palpites sobre os dois prováveis finalistas:
Enunciado 1391552-1
No final do torneio, verificou-se que um dos torcedores acertou os dois finalistas e cada um dos demais acertou somente um dos finalistas. Então, o torcedor que acertou os dois finalistas foi o
 

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