Foram encontradas 70 questões.
Leia o texto a seguir.
Sujeito de Sorte
Belchior
Presentemente eu posso me
Considerar um sujeito de sorte
Porque apesar de muito moço
Me sinto são e salvo e forte
E tenho comigo pensado
Deus é brasileiro e anda do meu lado
E assim já não posso sofrer no ano passado
Tenho sangrado demais
Tenho chorado pra cachorro
Ano passado eu morri
Mas esse ano eu não morro
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/belchior/344922/>. Acesso em: 09 jul. 2024. [Adaptado].
Nos versos “Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro. Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro”, tem-se
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Leia a tirinha a seguir.

Disponível em: <https://gediscursivos.wordpress.com/2015/11/18/mafalda-sentido-humor-e-historicidade/>. Acesso em: 07 jun. 2024.
Há, nos balões de pensamento da Mafalda, ao menos, uma oração subordinada
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Leia o texto a seguir.
Maria da Penha, que dá nome à lei, é ameaçada e receberá proteção
Ativista Maria da Penha foi alvo de diversas ameaças nas redes sociais e agora receberá a proteção de agentes de segurança no Ceará
Disponível em: <https://www.metropoles.com/brasil/maria-da-penha-que-da-nome-a-lei-recebe-ameacas-e-recebera-protecao>. Acesso em: 07 jun. 2024.
Ao analisar a manchete “Maria da Penha, que dá nome à lei, é ameaçada e receberá proteção”, sabe-se que
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Observe a imagem a seguir.

Disponível em: <https://www.facebook.com/osmemescomhumor/posts/d41d8cd9/2051460754944130/?locale=es_LA>. Acesso em: 09 jul. 2024.
Considerando os aspectos verbais e não verbais do texto, o sentido do meme é construído por meio do uso de uma
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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
O complexo de falar difícil
Bom, sabemos que em nosso meio somos julgados até por uma olhada mal dada. Por conta disso, criou-se um ambiente onde o requinte de falar difícil se tornou um cartão de visitas indispensável não só para os aplicadores da lei, mas também para nós estudantes de Direito. O problema é: Por que isso acontece? Falar difícil é um problema? Por que não usamos como palavra de ordem a simplicidade?
O que importa realmente é que o(a) detentor(a) do notável saber jurídico saiba quando e como deve fazer uso de um português rebuscado, até porque não existe a necessidade de alguém entrar numa padaria de manhã com aquela cara de sono falando o seguinte: “Por obséquio, Vossa Senhoria teria a hipotética possibilidade de estabelecer com minha pessoa uma relação de compra e venda, mediante as imposições dos códigos Civil e do Consumidor, para que seja possível a obtenção de 10 pãezinhos em temperatura estável para que a relação pecuniária no valor de R$ 5,00 seja plenamente legítima e capaz de saciar minha fome matinal?”.
O problema é que temos uma cultura de valorizar quem demonstra ser inteligente ao invés de valorizar quem é. Pela nossa lógica, todo mundo que fala difícil tende a ser mais inteligente do que quem valoriza o simples, e 99,9% das pessoas que estivessem na padaria iriam ficar boquiabertas se alguém fizesse uso das palavras que eu disse acima em plenas 7 da manhã em vez de dizer: “Bom dia! O senhor poderia me vender cinco reais de pão francês?”.
Agora entramos na parte interessante: o que realmente é falar difícil? Simplesmente fazer uso de palavras que a maioria não faz ideia do que seja é um ato de falar difícil? Eu penso que não, mas é assim que muita gente age. Falar difícil é fazer uso do simples, mas com coerência e coesão, deixar tudo amarradinho gramaticalmente falando. Falar difícil pode fazer alguém parecer inteligente, mas não por muito tempo. É claro que em alguns momentos não temos como fugir do português rebuscado, do juridiquês propriamente dito, como no caso de documentos jurídicos, entre outros.
Disponível em: <https://diariojurista.com.br/o-complexo-de-falar-dificil/>. Acesso em: 07 jun. 2024. [Adaptado].
O uso das aspas, no texto em análise, tem a mesma função no trecho:
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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
O complexo de falar difícil
Bom, sabemos que em nosso meio somos julgados até por uma olhada mal dada. Por conta disso, criou-se um ambiente onde o requinte de falar difícil se tornou um cartão de visitas indispensável não só para os aplicadores da lei, mas também para nós estudantes de Direito. O problema é: Por que isso acontece? Falar difícil é um problema? Por que não usamos como palavra de ordem a simplicidade?
O que importa realmente é que o(a) detentor(a) do notável saber jurídico saiba quando e como deve fazer uso de um português rebuscado, até porque não existe a necessidade de alguém entrar numa padaria de manhã com aquela cara de sono falando o seguinte: “Por obséquio, Vossa Senhoria teria a hipotética possibilidade de estabelecer com minha pessoa uma relação de compra e venda, mediante as imposições dos códigos Civil e do Consumidor, para que seja possível a obtenção de 10 pãezinhos em temperatura estável para que a relação pecuniária no valor de R$ 5,00 seja plenamente legítima e capaz de saciar minha fome matinal?”.
O problema é que temos uma cultura de valorizar quem demonstra ser inteligente ao invés de valorizar quem é. Pela nossa lógica, todo mundo que fala difícil tende a ser mais inteligente do que quem valoriza o simples, e 99,9% das pessoas que estivessem na padaria iriam ficar boquiabertas se alguém fizesse uso das palavras que eu disse acima em plenas 7 da manhã em vez de dizer: “Bom dia! O senhor poderia me vender cinco reais de pão francês?”.
Agora entramos na parte interessante: o que realmente é falar difícil? Simplesmente fazer uso de palavras que a maioria não faz ideia do que seja é um ato de falar difícil? Eu penso que não, mas é assim que muita gente age. Falar difícil é fazer uso do simples, mas com coerência e coesão, deixar tudo amarradinho gramaticalmente falando. Falar difícil pode fazer alguém parecer inteligente, mas não por muito tempo. É claro que em alguns momentos não temos como fugir do português rebuscado, do juridiquês propriamente dito, como no caso de documentos jurídicos, entre outros.
Disponível em: <https://diariojurista.com.br/o-complexo-de-falar-dificil/>. Acesso em: 07 jun. 2024. [Adaptado].
A partir da leitura do texto, sabe-se que a crítica presente nele tem relação com
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Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Imperdível
Vende-se uma casa encantada
No topo da mais alta montanha.
Tem dois amplos salões
Onde você poderá oferecer banquetes
Para os duendes e anões
Que moram na floresta ao lado.
Tem jardineiras nas janelas,
Onde convém plantar margaridas.
Tem quartos de todas as cores
Que aumentam ou diminuem
De acordo com seu tamanho
E na garagem há vagas
Para todos os seus sonhos.
MURRAY, Roseana. Classificados poéticos. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2004.
A escolha de um gênero textual se dá em virtude de um propósito comunicacional, podendo haver certa maleabilidade e mistura de gêneros na construção de textos. Observa-se, portanto, uma intergenericidade. No texto em análise, isso acontece, pois trata-se de
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Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Imperdível
Vende-se uma casa encantada
No topo da mais alta montanha.
Tem dois amplos salões
Onde você poderá oferecer banquetes
Para os duendes e anões
Que moram na floresta ao lado.
Tem jardineiras nas janelas,
Onde convém plantar margaridas.
Tem quartos de todas as cores
Que aumentam ou diminuem
De acordo com seu tamanho
E na garagem há vagas
Para todos os seus sonhos.
MURRAY, Roseana. Classificados poéticos. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2004.
Em “Tem dois amplos salões / Onde você poderá oferecer banquetes”; “Tem jardineiras nas janelas, / Onde convém plantar margaridas.” e “Tem quartos de todas as cores / Que aumentam ou diminuem” há pronomes relativos. Tais pronomes desempenham, respectivamente, as seguintes funções sintáticas no contexto em que estão inseridos:
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Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Imperdível
Vende-se uma casa encantada
No topo da mais alta montanha.
Tem dois amplos salões
Onde você poderá oferecer banquetes
Para os duendes e anões
Que moram na floresta ao lado.
Tem jardineiras nas janelas,
Onde convém plantar margaridas.
Tem quartos de todas as cores
Que aumentam ou diminuem
De acordo com seu tamanho
E na garagem há vagas
Para todos os seus sonhos.
MURRAY, Roseana. Classificados poéticos. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2004.
Analisando os trechos “Tem dois amplos salões / Onde você poderá oferecer banquetes”; “Tem jardineiras nas janelas, / Onde convém plantar margaridas.” e “Tem quartos de todas as cores / Que aumentam ou diminuem”, os pronomes relativos presentes nos versos se referem, respectivamente, aos termos
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Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: Verbena
Orgão: TJ-GO
Nos termos do Código de Organização Judiciária do Estado de Goiás, Lei Estadual nº 21.268/2022, para o efeito de administração do Poder Judiciário, o território do Estado de Goiás divide-se em Comarcas, Distritos Judiciários e Unidades Judiciárias de Primeiro e Segundo Grau, entendendo-se como
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