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Em um centro de reabilitação, uma equipe multiprofissional composta por um psicólogo, um fisioterapeuta e um terapeuta ocupacional atendeu a uma paciente, que sofreu um acidente vascular cerebral. Após um período de avaliação, a equipe decidiu elaborar um relatório multiprofissional para documentar o progresso da paciente e planejar as próximas etapas do tratamento. De acordo com a Resolução nº 6, de 29 de março de 2019, qual das seguintes opções deve ser corretamente incluída no relatório multiprofissional?
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Um psicólogo clínico atendeu a uma paciente, que apresentou sintomas de ansiedade e depressão. Após cinco sessões, o psicólogo decidiu elaborar um relatório psicológico detalhado para encaminhar a paciente a um psiquiatra. Considerando a Resolução nº 6/2019 do Conselho Federal de Psicologia, que orienta a elaboração de documentos escritos produzidos pelo psicólogo, o que o psicólogo deverá incluir em seu relatório?
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A Resolução nº 6, de 29 de março de 2019, institui regras para a elaboração de documentos psicológicos, dentre estes encontram-se os relatórios psicológicos. Portanto, essa Resolução pode ser considerada como um importante instrumento norteador e de respaldo técnico-científico para o profissional de psicologia.
(CFP, 06/2019.)
Baseado no enunciado, observe o texto a seguir:
“C foi encaminhado pelo SOE à psicóloga porque tem se isolado dos colegas, não brinca no recreio e, às vezes, chora. Diz não gostar de sua casa, porque fica muito só”.
(Cunha, 2000 p. 517.)
O texto mencionado anteriormente compõe dados dos subitens que compõem os itens obrigatórios em um relatório psicológico. Assinale a alternativa que apresenta esses subitens corretamente.
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: TJ-MG
B, 3 anos, nasceu do relacionamento de P, 35 anos, e R, 38 anos, que durou alguns meses pós-gestação. Atualmente B reside com a genitora, que afirma dificuldades em relação à comunicação com o genitor, não concordando com suas atitudes e modos de visitações: “aparece quando quer e delega os cuidados do filho à atual companheira”. O genitor afirma que P intencionalmente tenta dificultar seu convívio com o filho, praticando ato de alienação parental, provocando interferência na formação psicológica da criança e trazendo prejuízos no vínculo com seu filho. Por estas questões P e R estão em processo judicial para definir os cuidados de B. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), pode-se afirmar que o caso mencionado transcreve uma forma de violência
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Considere a situação hipotética a seguir:
AM é um menino de 8 anos que estuda em uma escola municipal próxima à sua residência. É o terceiro filho de M e E, que se casaram ainda jovens e ambos trabalham intensamente para prover os cuidados e sobrevivência familiar. E é funcionário de uma empresa de laticínios, M cuida da casa e dos filhos e trabalha com facção de roupas em casa, assim consegue ajudar nas despesas mensais. Nos últimos dias, M tem sido chamada com frequência na escola, por questões comportamentais de AM. A professora relatou para a genitora que nas últimas semanas AM tem apresentado comportamentos agressivos com ela e com os colegas: “ultimamente ele tem agredido todos ao redor e procura resolver seus conflitos por meio da agressão física ou verbal”. Em conversa com a professora, M afirmou que tem estado muito cansada e sem paciência e que ultimamente tem ficado nervosa e às vezes agride fisicamente o filho. Apesar de saber que sua atitude de correção com o filho está errada, M afirma que não está tendo controle da situação e que na última semana chegou a deixar marcas no corpo de AM em uma de suas tentativas de corrigi-lo.
Considerando o caso em questão e a Lei nº 14.344/2022, analise as afirmativas a seguir sobre as intervenções e finalidades nas situações de violência contra a criança e o adolescente, identificando as ações corretas em relação ao caso de AM.
I. Promover a reparação integral dos direitos da criança e do adolescente.
II. Mapear as ocorrências das formas de violência e suas particularidades no território nacional.
III. Promover o atendimento da criança e do adolescente para minimizar as sequelas da violência sofrida.
Está correto o que se afirma em
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: TJ-MG
L, sexo feminino, 12 anos de idade, foi encaminhada pela agente comunitária de saúde do bairro, para um serviço de atendimento do SUAS (Sistema Único de Assistência Social) por permanecer na rua do seu bairro e arredores durante o dia e parte da noite e por histórico de agressão familiar. Vizinhos afirmaram para a agente de saúde que a menina não frequenta a escola com regularidade e que sua alimentação parece ser precária. Ela reside com sua genitora que passa parte do tempo realizando trabalhos autônomos, faz uso de álcool frequentemente, e, quando exagera na bebida, não consegue voltar para casa. Isso acarreta prejuízos e negligência em seus cuidados maternos. L não tem contato com o seu genitor, tem alguns familiares maternos, porém, sem proximidade. Estes não residem no mesmo município. A assistência à criança e ao adolescente em situação de violência doméstica e familiar deverá ser prestada de forma articulada e conforme os princípios e as diretrizes do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) que foi promulgado pela Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (ECA, 1990) e leis complementares. De acordo com o caso hipotético mencionado e em conformidade com a legislação nº 14.344, de 24 de maio de 2022, sobre a assistência à criança e ao adolescente em situação de violência doméstica familiar, podemos afirmar que a intervenção a ser realizada com L está corretamente descrita em:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: TJ-MG
J, solteira 42 anos, funcionária pública, mãe de L, 6 anos, residem em casa própria, contam com a ajuda de seus familiares para os cuidados de L. O pai de L reside no mesmo município e afirma não ter contato frequente com a filha por conta de seu trabalho e divergências em relação a fatores financeiros e educacionais sobre a filha com a genitora. Contudo, nos últimos meses, o genitor tem pedido para visitar a filha com maior frequência e tem demonstrado interesse em compartilhar os cuidados da filha com a genitora. Diante da situação, J decidiu entrar com o pedido de formalização da guarda de L, alegando que sempre cuidou da filha e que, por isso, tem melhores condições para exercê-la, e que possui mais aptidão para propiciar a L. cuidados em torno de saúde, educação, afeto, vínculos familiares e maior segurança. Com base na Lei nº 11.698, de 13 de junho de 2008, analise o caso e assinale a modalidade correta de guarda solicitada por J, genitora de L.
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: TJ-MG
Uma psicóloga atuante no Sistema Único de Saúde (Sus) recebeu encaminhamento do psicólogo educacional para atendimento de uma menina de 8 anos, por apresentar sintomas compatíveis a crises de ansiedade e angústia de separação. A criança tem chorado com frequência ao chegar na escola; relata ter medo da mãe ir embora e não voltar para buscá-la. Ao iniciar o atendimento à criança, a psicóloga realizou primeiramente a entrevista com os genitores que aconteceu em momentos distintos pelo fato dos pais serem separados e não terem um bom relacionamento. Após a entrevista inicial, a profissional iniciou as sessões com a menina. Durante o atendimento com a menina e, ainda, considerando dados das entrevistas iniciais, a psicóloga conseguiu perceber alguns fatores, promovidos pelos genitores, que podem causar interferência na formação psicológica da criança, o que pode contribuir também para os sintomas de ansiedade e angústia de separação e acarretar prejuízo em relação ao vínculo da criança com os genitores. Como mencionado no caso em questão, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) aponta que: “_________________ assim entendido como a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente, promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou por quem os tenha sob sua autoridade, guarda ou vigilância, que leve ao repúdio de genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculo com este”. Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Em uma audiência de conciliação, o juiz informou o pai e a mãe sobre o significado da guarda compartilhada, descrevendo para eles a sua importância, a sua similitude de deveres assim como de direitos atribuídos aos genitores. Informou também sobre as sanções pelo descumprimento de suas cláusulas. Mesmo diante do diálogo, neste caso, não houve acordo entre a mãe e o pai em relação à guarda do filho. Diante do exposto, assinale a afirmativa correta.
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Durante um plantão noturno, uma enfermeira observou que um dos pacientes apresentava comportamento atípico. Ele relatou estar ouvindo vozes que ninguém mais ouvia e parecia responder a estímulos visuais inexistentes. Além disso, sua capacidade de manter a atenção estava claramente prejudicada, alternando entre momentos de hiperfoco em detalhes irrelevantes e períodos de desatenção completa. Considerando essas observações, qual das seguintes opções descreve corretamente as alterações nas funções da consciência, da sensopercepção e da atenção do paciente?
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