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Foram encontradas 410 questões.

931903 Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNCERN
Orgão: TJ-RN
Árvores Binárias permitem a organização de dados de forma hierárquica, tratando os dados armazenados muitas vezes por níveis.
Em relação às árvores binárias, é correto afirmar:
 

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931883 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCERN
Orgão: TJ-RN
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Na filosofia da educação, existem grupos que interpretam o sentido da educação na sociedade de maneira diversa. Essas compreensões de educação se sedimentam em teorias educacionais, que, por sua vez, se ancoram em tendências pedagógicas na prática escolar.
Nesse sentido, assinale a opção que traz a relação correta entre teoria educacional e tendência pedagógica.
 

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931843 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCERN
Orgão: TJ-RN
Com o uso das novas mídias digitais, a convergência de mídias tornou-se possível. Utilizando a TV digital, o usuário terá, cada vez mais, maior possibilidade de interação em tempo real.
Com relação a TV digital no Brasil, é correto afirmar que
 

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931833 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCERN
Orgão: TJ-RN
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Sobre a organização da Justiça nos Estados, é correto afirmar:

 

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931781 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNCERN
Orgão: TJ-RN
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Suponha que uma autarquia federal realizou a aquisição de um veículo ao custo total de R$ 100.000,00 com o objetivo de utilizá-lo no dia a dia da instituição. Foi determinado que esse veículo será utilizado por cinco anos e, transcorrido esse tempo, será vendido por 10% do valor da aquisição.
Com base nessas informações e no uso do método de depreciação das quotas constantes, assinale a opção correta.
 

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931770 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCERN
Orgão: TJ-RN
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Conforme previsão constitucional, é vedado aos juízes

 

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931745 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: FUNCERN
Orgão: TJ-RN
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Considere a figura a seguir.
enunciado 2040461-1
Em uma análise da figura acima, as curvas A, B e C, em relação à curtose, são classificadas, respectivamente, como
 

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931741 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNCERN
Orgão: TJ-RN
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Na evolução da Teoria Geral da Administração, enquanto a Teoria Clássica caracteriza o homo economicus e a Teoria das Relações Humanas, o homem social, a Teoria Estruturalista focaliza o homem organizacional.
O homem organizacional desempenha diferentes papéis em várias organizações e, para ser bem-sucedido em todas essas organizações, precisa ter as seguintes características de personalidade:
 

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931712 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: TJ-RN
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‘Está no livrinho?’
Carlos Ayres Britto
Jurista, foi presidente do Supremo Tribunal Federal STF
e do Tribunal Superior Eleitoral TSE
O genial brasileiro Tobias Barreto (1838-1889) era contundente com os pseudointelectuais que “se achavam”, falemos assim. Ia na jugular dos escritores que não se davam conta do mico em que habitualmente incidiam com suas análises e teorizações de fundo de quintal. Fruto de uma visão de mundo que não era senão a mais rasteira cumplicidade entre o provincianismo colonial brasileiro e os balofos privilégios da monarquia igualmente brasileira, com o seu acabrunhante séquito de patriarcalismo, racismo, patrimonialismo, compadrio, nepotismo, fisiologismo, autoritarismo, soberba, cartorialismo e o tão renitente quanto ilícito enriquecimento privado à custa do erário. Donde resultou o conhecido trocadilho do padre Antônio Vieira (1608-1697): “Os governadores chegam pobres às Índias ricas e retornam ricos das Índias pobres”.
Pois bem, Tobias sapecava em tais personagens o rótulo de “figuras caricatas”. Encarnação do “baixo cômico”. Retrato não muito distante do que hoje é apelidado, já na esfera política nacional, de baixo clero parlamentar, que, no entanto, cresceu nas últimas eleições e tem influenciado o desempenho dos governantes centrais do País. Vale dizer, Legislativo e Executivo mais e mais se têm inclinado a confundir presidencialismo de coalizão programática (válido mecanismo de governabilidade por aproximação ideológica de forças) com presidencialismo de cooptação fisiológica (espúrio mecanismo de governabilidade mercadológica ou pela troca de favores redutíveis a pecúnia e empoderamento pessoal). Visão equivocada de exercício do poder, porquanto cumulativamente antiética e distanciada da voz ideológica das urnas. Ambas as instâncias estatais a tomar gosto no ofício de apenas representar que representam o povo. Espécie de feudal aparelhamento do Estado para a impudente festa (diria o poeta Castro Alves) do loteamento de ministérios de “porteiras fechadas” e do abocanho individual-parlamentar de dotações orçamentárias. Este último adocicadamente chamado de “orçamento imperativo”, que outra majoritária destinação não costuma ter senão a de custear mal disfarçados quadros oficiosos de pessoal e organizações civis de questionável préstimo coletivo. Quando não “fantasmas”, no plano dos fatos.
É isso. É tal provinciana atmosfera mental de troca de favores pessoais e fidelização de viés partidário meramente utilitarista que habitua os agentes políticos do País a mal servir às respectivas instituições. Tanto quanto estas a desservir às respectivas finalidades. Modo de ser e de agir que tende a perpetuar um distorcido conceito social de governabilidade. Duplamente distorcido, porquanto contrário à vontade objetiva da Constituição e indutor de uma subjetiva resignação do povo quanto à impossibilidade popular de transformação das coisas. Donde a mais visível percepção de falta de unidade qualitativa na formação dos quadros ministeriais do Poder Executivo da União, nos últimos tempos, independentemente de quem esteja à testa desse Poder. Mais nítida percepção de que os governantes centrais do país tendem a enxergar mais os bastidores do seu entorno partidário do que o céu aberto da sociedade civil. Com o que se expõem ao gravíssimo risco de deixar de ser pontes para se tornarem muros perante essa mesma sociedade.
A saída, no entanto, é fácil. Basta cumprir a Constituição! Basta comparar com a letra e o espírito da Lei Maior do País (modo metafórico de se falar do sentido e do significado de cada norma constitucional) tudo o que se pretenda fazer como governante mesmo! Das nomeações de auxiliares à formação de bases partidárias. Do respeito à Lei Orçamentária Anual à Lei de Responsabilidade Fiscal. Das concretas políticas públicas às prioridades que para elas a Constituição mesma já estabelece, como sucede, por ilustração, com os setores do meio ambiente ecologicamente equilibrado e da educação e da saúde pública. Da proibição do preconceito contra determinados segmentos sociais às ações afirmativas do direito a reparação dos danos historicamente sofridos por eles. Da prossecução das políticas públicas de distribuição de renda aos economicamente débeis ao prestígio das instâncias estatais de cobrança de responsabilidades penais, civis e administrativas de quantos se encarreguem ou, então, ilicitamente se apropriem de bens, valores e dinheiros públicos. Sem jamais esquecer que toda a “ordem econômica” brasileira se lastreia em dois pilares constitucionais: a livre-iniciativa dos empresários e a valorização do trabalho humano (artigo 170). Trabalho de cujo “primado” a Constituição ainda dá conta como base da “Ordem Social” igualmente brasileira (artigo 193). Numa frase, basta otimizar em concreta funcionalidade poder e pudor, inclusão social e integração institucional ou comunitária. Tudo sob o império da mais ativada cidadania e plenitude da liberdade de expressão em sentido lato.
Uma comparação ainda me parece cabível. Assim como a mais inteligente forma de ser do indivíduo é trilhar, sem nenhum desvio o caminho da honestidade, o modo mais inteligente de governar é seguir, assim, retilineamente a estrada da Constituição. Nessa perspectiva, o ser humano e todo governante deve não temer jamais polícia, Ministério Público, Poder Judiciário, Tribunais de Contas, Receita Federal, imprensa, blogs, redes sociais, e por aí vai. Cônscios do dever cumprido e em paz com o seu travesseiro. O chefe do Poder Executivo tendo apenas de se perguntar se tudo o que vier a fazer “está no livrinho” a que se referia o presidente Eurico Gaspar Dutra, chefe de governo e de Estado que esteve como inquilino do Palácio do Catete entre 1946 e 1950.
Disponível em: <http://opiniao.estadao.com.br>. Acesso em: 22 jul. 2016. [texto adaptado]
Considere o trecho:
Da prossecução das políticas públicas de distribuição de renda aos economicamente débeis [...]
A palavra em destaque mantém relação de
 

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931697 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCERN
Orgão: TJ-RN
A produção de uma peça audiovisual pode ser dividida em três etapas, denominadas de pré-produção, produção e pós-produção.
Sobre essas etapas, é correto afirmar:
 

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