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O fechamento do defeito do septo atrial ou Comunicação Interatrial (CIA) leva à melhora sintomática, regressão do tamanho do Ventrículo Direito (VD) e hipertensão pulmonar. São consideradas indicações/recomendações para fechamento percutâneo do defeito do septo atrial do tipo ostium secundum, EXCETO:
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Homem, 54 anos, natural de Ariquemes, com quadro de dispneia aos esforços há quatro meses e palpitações, realizou o seguinte eletrocardiograma:

Após alguns dias, o paciente deu entrada no pronto-socorro com quadro de palpitações, dispneia e episódio de síncope.
Apresentava-se com hipotensão, sudorese e extremidades frias. Realizou o seguinte eletrocardiograma:

Qual a melhor conduta?
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O caso clínico hipotético contextualiza as questões 53 e 54. Leia-o atentamente.
Homem, 54 anos, natural de Ariquemes, com quadro de dispneia aos esforços há quatro meses e palpitações, realizou o seguinte eletrocardiograma:

Quais as principais alterações eletrocardiográficas encontradas?
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O Forame Oval Patente (FOP) está presente em 25 a 30% da população e pode estar associado a patologias como acidente vascular encefálico criptogênico, síndrome da orteodóxia-platipneia, enxaqueca e síndrome da descompressão. Sobre o FOP e, ainda, as evidências das Diretrizes da SCAI (Society for Cardiovascular Angiography and Interventions) – 2022, assinale a afirmativa correta.
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O caso clínico hipotético contextualiza as questões 50 e 51. Leia-o atentamente.
Mulher, 56 anos, diabética e dislipidêmica, com dor torácica típica iniciada há três horas. Deu entrada no pronto-socorro de hospital com serviço de hemodinâmica estável hemodinamicamente com presença de supra de 2 mm em V1 e V2 revertido após medidas iniciais. Não houve recorrência da dor ou outras alterações eletrocardiográficas e a paciente se manteve estável.
De acordo com a Diretriz Europeia (ESC) sobre manejo de síndrome coronariana aguda – 2023, considerando o risco da paciente, qual a melhor estratégia terapêutica na sala de emergência desse hospital?
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O caso clínico hipotético contextualiza as questões 50 e 51. Leia-o atentamente.
Mulher, 56 anos, diabética e dislipidêmica, com dor torácica típica iniciada há três horas. Deu entrada no pronto-socorro de hospital com serviço de hemodinâmica estável hemodinamicamente com presença de supra de 2 mm em V1 e V2 revertido após medidas iniciais. Não houve recorrência da dor ou outras alterações eletrocardiográficas e a paciente se manteve estável.
De acordo com a Diretriz Europeia (ESC) sobre manejo de síndrome coronariana aguda – 2023, qual a classificação de risco dessa paciente e o tempo para realização do cateterismo cardíaco?
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A morte súbita causada por arritmias ventriculares é uma das principais causas de morte em pacientes com insuficiência cardíaca, em especial a cardiopatia isquêmica, cardiomiopatia hipertrófica, cardiomiopatia arritmogênica do ventrículo direito, cardiomiopatia chagásica, canalopatias, entre outras. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis – 2023, corresponde à indicação classe I de cardioversor-desfibrilador implantável como prevenção primária:
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Existem inúmeras patologias, congênitas ou mais frequentemente adquiridas, que podem afetar a condução atrioventricular e gerar bloqueio atrioventricular. As causas degenerativas são as mais comuns na prática, mas também pode ser causada por isquemia, doença iatrogênica (pós-medicamentos ou pós-procedimentos), infecções (miocardites ou doença de Chagas), entre outras. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis – 2023, trata-se de indicação de marcapasso definitivo no Bloqueio Atrioventricular (BAV) ou bloqueio de ramo alternante:
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Os índices de risco habituais para avaliação perioperatória de cirurgias não cardíacas perdem a acurácia ao discriminar classes de risco e subestima eventos em pacientes submetidos a operações vasculares, notadamente cirurgias de aorta abdominal, sendo proposto o VSG Cardiac Risk Index (VSG-CRI). De acordo com as recomendações da Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2024, qual dos critérios relacionados a seguir NÃO está incluído na avaliação de risco de pacientes que serão submetidos a procedimentos vasculares?
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Pacientes com valvopatias apresentam maior risco de complicações do perioperatório de cirurgias não cardíacas. De acordo com as recomendações da Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2024, qual das valvopatias relacionadas a seguir deve ser tratada antes de procedimentos não cardíacos de risco intermediário a alto, em pacientes assintomáticos, independentemente dos complicadores?
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