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O Eletrocardiograma (ECG) é um exame simples, barato e não invasivo. Permite uma ideia da condição cardíaca do indivíduo e pode eventualmente identificar situações de risco de morte súbita. Assim, o achado de um ECG dentro dos limites da normalidade permite antecipar que a função ventricular deve estar normal ou próxima disso, fato importante no primeiro contato com o paciente.
(Samesima N, God EG, Kruse JCL, Leal MG, França FFAC, Pinho C, et al. Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre a Análise e Emissão de Laudos Eletrocardiográficos – 2022. Arq. Bras. Cardiol. 2022.)
De acordo com as recomendações da Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia, sobre a análise eletrocardiográfica dos bloqueios de condução, assinale a alternativa correta.
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As síndromes coronarianas podem estar acompanhadas de elevação da PA, devido a um reflexo desencadeado pelo miocárdio isquêmico. Em consequência, o aumento da resistência vascular periférica eleva a demanda de oxigênio pelo miocárdio. O objetivo é reduzir a pós-carga sem aumentar a frequência cardíaca ou sem reduzir exageradamente a pré-carga, poisisso levaria a um incremento no consumo de oxigênio pelo miocárdio. A meta de pressão arterialsistólica < 140 mmHg (evitar < 120 mmHg) e de pressão arterial diastólica entre 70-80 mmHg deve ser buscada.
(Barroso WKS, Rodrigues CIS, Bortolotto LA, Mota-Gomes MA, Brandão AA, Feitosa ADM, et al. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020. Arq. Bras. Cardiol. 2021.)
De acordo com as orientações das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, são medicamentos de primeira linha (grau de recomendação I e nível de evidência A) no controle de emergências hipertensivas associadas a síndromes coronarianas agudas:
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Paciente, sexo masculino, 62 anos, negro, hipertenso há 25 anos, portador de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, comparece em consulta ambulatorial. Está há anos sem acompanhamento médico. Atualmente, por recomendação de seu farmacêutico de confiança, está fazendo uso de carvedilol, hidralazina, clortalidona e anlodipina.
Considerando o caso clínico hipotético, bem como as orientações das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, assinale a afirmativa correta.
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Paciente, sexo masculino, 55 anos, tabagista, hipertenso, alérgico a Ácido Acetilsalicílico (AAS), comparece ao hospital com queixa de dor torácica em aperto, sem irradiação. Ao exame: bom estado geral, sudoreico, eupneico em ar ambiente, ritmo cardíaco regular em 2 tempos, sem sopros, FC: 110 bpm, PA: 140 x 90 mmHg, SatO2: 96%. Foi iniciado protocolo para síndrome coronariana aguda. Eletrocardiograma revelou infradesnivelamento do segmento ST em V1, V2 e V3.
Sobre a condução de casos de síndrome coronariana aguda sem supradesnível do segmento ST (SCASSST), analise as afirmativas a seguir.
I. Há indicação rotineira de se iniciarinibidores da P2Y12 como pré-tratamento em pacientesindicados para estratégia invasiva precoce (< 48h).
II. Pacientes com dor torácica no setor de emergência, identificados como risco baixo ou intermediário, não podem ser submetidos ao teste ergométrico na sala de emergência.
III. Empacientes alérgicos aAAS,está indicadamonoterapia inicial cominibidor P2Y12, comuso preferencial de ticagrelor ouprasugrel.
IV. Recomenda-se o uso de enoxaparina em pacientes sem disfunção renal grave até a revascularização, por 8 dias, ou até a alta hospitalar.
De acordo com as orientações das Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre angina instável e infarto agudo do miocárdio sem supradesnível do segmento ST, está correto o que se afirma em
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Um grupo de pesquisadores realizou um estudo para investigar a relação entre a diabetes mellitus tipo 1 (DM1) e a ocorrência de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Para isso, recrutaram um grande número de participantes sem antecedente de IAM e os dividiram em dois grupos: um grupo de portadores de DM1 e outro de não diabéticos. Ambos os grupos foram acompanhados ao longo de dez anos, durante os quais os pesquisadores registraram a ocorrência de IAM entre os participantes. Ao final do período de acompanhamento, a incidência de IAM foi comparada entre os dois grupos para verificarse havia diferença significativa associada a DM1. Qual o tipo de estudo apresentado?
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O caso clínico hipotético contextualiza as questões de 38 a 40. Leia-o atentamente.
Paciente, sexo feminino, 76 anos, hipertensa, com insuficiência cardíaca congestiva, diabética, obesidade grau 1, faz seguimento ambulatorial por quadro de Fibrilação Atrial (FA) crônica. Foi aplicado o escore CHA2DS2-VA para a tomada de decisão quanto à anticoagulação.
O critério apresentado pela paciente com maior pontuação no escore CHA2DS2-VA é:
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O caso clínico hipotético contextualiza as questões de 38 a 40. Leia-o atentamente.
Paciente, sexo feminino, 76 anos, hipertensa, com insuficiência cardíaca congestiva, diabética, obesidade grau 1, faz seguimento ambulatorial por quadro de Fibrilação Atrial (FA) crônica. Foi aplicado o escore CHA2DS2-VA para a tomada de decisão quanto à anticoagulação.
De acordo com a diretriz sobre fibrilação atrial, da European Society of Cardiology (ESC), sobre o tromboembolismo em pacientes com FA, assinale a afirmativa INCORRETA.
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O caso clínico hipotético contextualiza as questões de 38 a 40. Leia-o atentamente.
Paciente, sexo feminino, 76 anos, hipertensa, com insuficiência cardíaca congestiva, diabética, obesidade grau 1, faz seguimento ambulatorial por quadro de Fibrilação Atrial (FA) crônica. Foi aplicado o escore CHA2DS2-VA para a tomada de decisão quanto à anticoagulação.
Sobre o tratamento da FA, analise as afirmativas a seguir.
I. Inibidores do cotransportador de sódio-glicose-2 são recomendados para pacientes com Insuficiência Cardíaca (IC) e FA, independentemente da Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE), para reduzir o risco de hospitalização por IC e morte cardiovascular.
II. Betabloqueadores, diltiazem, verapamil ou digoxina são recomendados como medicamentos de primeira escolha em pacientes com FA e FEVE >40% para controlar a frequência cardíaca e reduzir os sintomas.
III. A ablação do nó atrioventricular combinada com a terapia de ressincronização cardíaca deve ser considerada em pacientes gravemente sintomáticos com FA permanente e, pelo menos, uma hospitalização por IC para reduzir sintomas, limitações físicas, hospitalização recorrente por IC e mortalidade.
De acordo com a diretriz sobre fibrilação atrial, da European Society of Cardiology (ESC), está correto o que se afirma em
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A realização de Eletrocardiograma (ECG) de 12 derivações é recomendada na avaliação inicial de todos os pacientes comInsuficiência Cardíaca (IC), para avaliarsinais de cardiopatia estrutural como hipertrofia ventricular esquerda, isquemia miocárdica, áreas de fibrose, distúrbios da condução atrioventricular, bradicardia ou taquiarritmias, que podem demandar cuidados e tratamentos específicos. Vários desses aspectos são marcadores prognósticos em muitas cardiopatias.
(Comitê Coordenador da Diretriz de Insuficiência Cardíaca. Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda. Arq. Bras. Cardiol. 2018.)
De acordo com as orientações da Diretriz citada, NÃO é considerado um marcador de pior prognóstico na avaliação eletrocardiográfica na IC:
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Paciente, sexo masculino, 65 anos, hipertenso, tem suspeita diagnóstica de insuficiência cardíaca congestiva. Tem queixa de dispneia aos moderados esforços, dispneia paroxística noturna e ortopneia. Ao exame físico constatou-se ritmo cardíaco regular em três tempos (presença de B3), frequência cardíaca de 105 bpm, crepitações pulmonares em bases, hepatomegalia, edema simétrico de membros inferiores e extremidades frias. De acordo com a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda, é considerado um sinal mais específico de insuficiência cardíaca:
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