Foram encontradas 140 questões.
Sobre as visões alegóricas de Hildegard von Bingen (1098-
1179), filósofa e mística medieval, pode-se dizer que “animais e
monstros aparecem como sinais da natureza e de Deus que a
razão precisa compreender. Animais desfilam como formas
significativas, unindo os mundos inferior e superior. Símbolos
animais que apresentam seus elementos para produzir monstros
na arte combinatória da alegoria, imagens da mais radical
dissimilaridade, adequadas para representar tanto o diabo
quanto Deus”.
CIRLOT, Victoria. Hildegard von Bingen y la tradición visionaria de Occidente. Barcelona: Herder Editorial, S.L., 2005., p. 94. (Adaptado).
Santa Hildegard se insere na grande tradição da filosofia alegórica. Sobre o trecho acima, é correto dizer que
CIRLOT, Victoria. Hildegard von Bingen y la tradición visionaria de Occidente. Barcelona: Herder Editorial, S.L., 2005., p. 94. (Adaptado).
Santa Hildegard se insere na grande tradição da filosofia alegórica. Sobre o trecho acima, é correto dizer que
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraDesigualdade social no Brasil
- Estratificação e desigualdade social
“O abolicionismo não se contenta em ser o advogado ex
officio da porção da raça negra ainda escravizada; não reduz a
sua missão a promover e conseguir – no mais breve prazo
possível resgate dos escravos e dos ingênuos. Essa obra – de
reparação, vergonha ou arrependimento, como a queiram
chamar – da emancipação dos atuais escravos e seus filhos é
apenas a tarefa imediata do abolicionismo. Além dessa, há outra
maior, a do futuro: a de apagar todos os efeitos de um regime
que, há três séculos, é uma escola de desmoralização e inércia,
de servilismo e irresponsabilidade para a casta dos senhores, e
que fez do Brasil a pátria da escravidão.”
NABUCO, Joaquim. Que é o abolicionismo? São Paulo: Companhia das Letras, 2011., p. 12. (Adaptado).
Sobre o trecho de Joaquim Nabuco (1849-1910), um clássico pensador liberal brasileiro, é correto afirmar que
NABUCO, Joaquim. Que é o abolicionismo? São Paulo: Companhia das Letras, 2011., p. 12. (Adaptado).
Sobre o trecho de Joaquim Nabuco (1849-1910), um clássico pensador liberal brasileiro, é correto afirmar que
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“O tempo é um conceito-chave para o entendimento do
ritmo de vida, do pensamento e das ações existentes no terreiro
de Candomblé e na sociedade global. Com o advento da
sociedade industrial surge uma nova concepção de trabalho e de
tempo incompatíveis com as sociedades norteadas por outras
relações de produção, onde o trabalho constituía parte essencial
da vida cotidiana e o tempo era marcado segundo o ritmo das
tarefas diárias necessárias e das estações do ano.”
GONÇALVES, Maria Alice Rezende. A vida lúdica de uma comunidade de Candomblé no Cubango: um estudo sobre a categoria "brincadeira". Cadernos CERU, v. 10, 1999., p. 48s. (Adaptado).
Com base no texto, sobre as diferentes formas de lidar com o tempo, é correto afirmar que
GONÇALVES, Maria Alice Rezende. A vida lúdica de uma comunidade de Candomblé no Cubango: um estudo sobre a categoria "brincadeira". Cadernos CERU, v. 10, 1999., p. 48s. (Adaptado).
Com base no texto, sobre as diferentes formas de lidar com o tempo, é correto afirmar que
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“Como os laços tradicionais dos nativos constituem a
muralha mais forte de sua organização social e a base de suas
condições materiais de existência, o método inicial do capital é a
destruição e o aniquilamento sistemáticos das estruturas sociais
não capitalistas, com que tropeça em sua expansão. Cada nova
expansão colonial é acompanhada, naturalmente, dessa luta
encarniçada do capital contra a situação social e econômica dos
nativos. O capital só conhece, como solução para esse problema,
o uso da violência, que constitui um método permanente da
acumulação de capital no processo histórico, desde sua origem
até os nossos dias. Mas, para as sociedades arcaicas, trata-se de
uma questão de vida ou morte, e como não há outra saída,
resiste e luta até o seu total esgotamento ou extinção.”
LUXEMBURGO, Rosa. A acumulação do capital. Trad. Luiz Alberto Moniz Bandeira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021., p. 367s. (Adaptado).
Sobre a perspectiva de Rosa Luxemburgo (1871-1919), é correto dizer que
LUXEMBURGO, Rosa. A acumulação do capital. Trad. Luiz Alberto Moniz Bandeira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021., p. 367s. (Adaptado).
Sobre a perspectiva de Rosa Luxemburgo (1871-1919), é correto dizer que
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“Padeceis de muitos erros e enganos sem vos perceber por
causa da ignorante devoção com que vossos doutores vos trazem
cegos, não vos permitindo, de maneira nenhuma, a tão
proveitosa, saudável e totalmente necessária lição da Sagrada
Escritura em língua vulgar, em que bem clara e distintamente,
para vossa própria Salvação, a possais entender. Esses doutores,
pintando a Sagrada Escritura de forma tão cheia de faltas, tão
feia, tão monstruosa, tão horrível, tão medonha e tão perigosa,
que nem ainda para ela quereis vós olhar.”
D’ALMEIDA, João Ferreira Annes. Differença d'a Christandade. Batávia: Henrique Brando e João Bruyningo, 1668., p. s.p. (Adaptado).
O missionário protestante João Ferreira de Almeida (1628-1691), além de ter sido o primeiro tradutor da Bíblia cristã para o português, tendo publicado o Novo Testamento em 1681, em Amsterdã, também editou o opúsculo intitulado Diferença da Cristandade, direcionado “a todos os Católicos Romanos da nação portuguesa”, em 1668. Sobre isso, é correto afirmar que
D’ALMEIDA, João Ferreira Annes. Differença d'a Christandade. Batávia: Henrique Brando e João Bruyningo, 1668., p. s.p. (Adaptado).
O missionário protestante João Ferreira de Almeida (1628-1691), além de ter sido o primeiro tradutor da Bíblia cristã para o português, tendo publicado o Novo Testamento em 1681, em Amsterdã, também editou o opúsculo intitulado Diferença da Cristandade, direcionado “a todos os Católicos Romanos da nação portuguesa”, em 1668. Sobre isso, é correto afirmar que
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Atente para o seguinte trecho da canção Alucinação do
cantor e compositor cearense Belchior (1946-2017):
Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Nem nessas coisas do Oriente, romances astrais
A minha alucinação é suportar o dia a dia
E meu delírio é a experiência com coisas reais
Um preto, um pobre, um estudante, uma mulher sozinha
Blue jeans e motocicletas, pessoas cinzas normais
Garotas dentro da noite, revólver, cheira a cachorro
Os humilhados do parque com os seus jornais
Mas eu não estou interessado em nenhuma teoria
Em nenhuma fantasia, nem no algo mais
Longe, o profeta do terror que a Laranja Mecânica anuncia
Amar e mudar as coisas me interessa mais
BELCHIOR. Alucinação, álbum Alucinação. Rio de Janeiro: PolyGram, 1976.
Essas três quadras da canção Alucinação apresentam uma compreensão “micrológica”, ou seja, uma metafísica que parte das coisas pequenas, ordinárias e cotidianas. Trata-se de um entendimento materialista que se desenvolve dentro da Teoria Crítica. Com base nisso, é correto afirmar que
Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Nem nessas coisas do Oriente, romances astrais
A minha alucinação é suportar o dia a dia
E meu delírio é a experiência com coisas reais
Um preto, um pobre, um estudante, uma mulher sozinha
Blue jeans e motocicletas, pessoas cinzas normais
Garotas dentro da noite, revólver, cheira a cachorro
Os humilhados do parque com os seus jornais
Mas eu não estou interessado em nenhuma teoria
Em nenhuma fantasia, nem no algo mais
Longe, o profeta do terror que a Laranja Mecânica anuncia
Amar e mudar as coisas me interessa mais
BELCHIOR. Alucinação, álbum Alucinação. Rio de Janeiro: PolyGram, 1976.
Essas três quadras da canção Alucinação apresentam uma compreensão “micrológica”, ou seja, uma metafísica que parte das coisas pequenas, ordinárias e cotidianas. Trata-se de um entendimento materialista que se desenvolve dentro da Teoria Crítica. Com base nisso, é correto afirmar que
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“O pecado não é senão o consentimento vicioso da vontade
livre ao nos inclinarmos àquelas coisas que a justiça proíbe, e das
quais o homem é livre de se abster; ou seja, o mal não está
nessas coisas, mas no seu uso não legítimo. O uso das coisas é
legítimo, contanto que a alma permaneça na lei de Deus e esteja
sujeita ao Deus único com um amor perfeito, e se sirva das
demais coisas, que lhe estão sujeitas, sem cupidez e sem luxúria,
ou seja, de acordo com o preceito de Deus.”
AGOSTINHO. Comentário ao Gênesis. Trad. Agustinho Belmonte. São Paulo: Paulus, 2005., p. 349.
Considerando o texto de Agostinho, é correto afirmar que
AGOSTINHO. Comentário ao Gênesis. Trad. Agustinho Belmonte. São Paulo: Paulus, 2005., p. 349.
Considerando o texto de Agostinho, é correto afirmar que
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“Foi Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716) quem primeiro
dedicou um estudo sério à análise de proposições lógicas por
meio de diagramas”, mais tarde desenvolvidos por Euler e Venn. Para Leibniz, um silogismo aristotélico clássico poderia ser
perfeitamente expresso na forma de círculos.
BARON, Margaret E. A note on the historical development of logic diagrams: Leibniz, Euler and Venn. The Mathematical Gazette, v. 53, n. 384, 1969, p. 116s.
Atente, então, para os círculos excêntricos A e B, que contêm parcialmente um ao outro.
A relação entre os conjuntos A e B pode ser expressa na seguinte sentença:
BARON, Margaret E. A note on the historical development of logic diagrams: Leibniz, Euler and Venn. The Mathematical Gazette, v. 53, n. 384, 1969, p. 116s.
Atente, então, para os círculos excêntricos A e B, que contêm parcialmente um ao outro.
A relação entre os conjuntos A e B pode ser expressa na seguinte sentença:
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“A relação entre cultura, poder e território compõe, para o
discurso da nova geografia urbana, uma rede conceitual a partir
da qual emergem sentidos outros para a cidade, além do sentido
nomoespacial (lei-território) tradicional. No discurso da nova
geografia urbana, a cidade se elabora a partir não de
individualidades autônomas, mas de sujeitos coletivos que,
agindo sobre o espaço urbano, são agentes que efetivam a
territorialização dele. A noção de territorialização, portanto,
pressupõe sujeitos sociais que se agrupam a partir de uma
identidade e promovem a ação de marcar, no território da
cidade, essa identidade.”
COSTA, Êmy Virgínia Oliveira da. Topografias e cronografias urbanas: o discurso da cidade às páginas do Caderno3. 2015. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Letras) – Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Pau dos Ferros, 2015., p. 65s. (Adaptado).
Para a Profa. Êmy Costa, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), o discurso-saber-poder da nova geografia compreende o espaço urbano como um campo, em que
COSTA, Êmy Virgínia Oliveira da. Topografias e cronografias urbanas: o discurso da cidade às páginas do Caderno3. 2015. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Letras) – Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Pau dos Ferros, 2015., p. 65s. (Adaptado).
Para a Profa. Êmy Costa, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), o discurso-saber-poder da nova geografia compreende o espaço urbano como um campo, em que
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“Em seu famoso discurso no Vale do Anhangabaú, em 1945,
Luís Carlos Prestes ensaiava o delineamento de uma proposta,
destacando a necessidade de se criar uma legislação que
disciplinasse a propriedade da terra e coibisse a existência de
latifúndios improdutivos próximos aos grandes centros
consumidores e às vias de comunicação.”
MEDEIROS, Leonilde Servolo de. Luta por terra e organização dos trabalhadores rurais: a esquerda no campo nos anos 50/60. In: Moraes, João Quartim; Roio, Marcos del (Org.). História do marxismo no Brasil. Campinas: Ed. Unicamp, 2000., p. 214s.
O discurso marxista brasileiro encontra, na questão agrária, um ponto nodal de reflexão, pois
MEDEIROS, Leonilde Servolo de. Luta por terra e organização dos trabalhadores rurais: a esquerda no campo nos anos 50/60. In: Moraes, João Quartim; Roio, Marcos del (Org.). História do marxismo no Brasil. Campinas: Ed. Unicamp, 2000., p. 214s.
O discurso marxista brasileiro encontra, na questão agrária, um ponto nodal de reflexão, pois
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