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A doença diverticular hemorrágica é a causa mais comum de sangramento digestivo baixo, com elevado custo de hospitalização. Ela é autolimitada em 70% a 80% dos casos e o ressangramento não é incomum. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
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De acordo com a classificação de Atlanta, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a paciente portadora de pancreatite aguda grave.
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Paciente com queixas de pirose retroesternal e regurgitação foi submetido à endoscopia digestiva alta (EDA), que foi normal. Foi também submetido à pHmetria que mostrou exposição ácida normal no esôfago e mostrou, ainda, que os sintomas do paciente estavam relacionados à exposição ácida normal. Sobre o diagnóstico desse paciente, assinale a alternativa correta.
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Em relação à pancreatite aguda, assinale a alternativa correta.
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A fisiopatologia da constipação intestinal funcional pode ser classificada como de trânsito normal, trânsito lento e obstrução da via de saída. Sobre a constipação intestinal por obstrução da via de saída, assinale a alternativa correta.
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Paciente etilista crônico é acompanhado no ambulatório de Cirurgia do Aparelho Digestivo com diagnóstico de pancreatite crônica. Há três anos, foi submetido à pancreatojejunostomia para tratamento de dor crônica da pancreatite crônica, porém nega melhora da dor, referindo inclusive que atualmente tem dor ao toque da pele do hemiabdome e flanco esquerdo. Sobre a dor na pancreatite crônica, considere as afirmativas a seguir.
I. A “teoria da canalização” (plumbing theory) considera que a presença de estenoses e cálculos intraductais pancreáticos pode causar hipertensão intraductal e do parênquima, levando à dor por isquemia.
II. A “teoria da sensibilização nociceptiva” (wiring theory) explica a alodinia e a hiperalgesia referidas por alguns pacientes com pancreatite crônica e justifica o uso de gabapentina no tratamento da dor nesses casos.
III. A drenagem cirúrgica ou endoscópica do ducto de Wirsung alivia a dor da pancreatite crônica em 90% dos casos.
IV. Metanálises mostram melhora significante da dor em pacientes com pancreatite crônica que utilizaram extrato de enzimas pancreáticas, sendo esta então a primeira opção no tratamento da dor crônica nesses pacientes.
Assinale a alternativa correta.
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Paciente procedente de zona rural de Minas Gerais queixa-se de disfagia há 10 anos. No último ano, houve piora desse sintoma, referindo também regurgitação e perda de 5 kg. Procurou médico que solicitou endoscopia digestiva alta (EDA), cujo laudo foi: “Esôfago com calibre aparentemente aumentado, com pequena quantidade de restos alimentares e mucosa sem lesões ativas. Houve dificuldade de passagem do aparelho pela cárdia. Estômago e duodeno sem lesões ativas.” Sobre esse caso, considere as afirmativas a seguir.
I. Os próximos exames a serem solicitados seriam: sorologia para doença de Chagas, manometria esofágica e R-X contrastado esôfago técnica padrão.
II. Se o R-X contrastado esôfago técnica padrão mostrar esôfago com 5,5 cm de calibre, ondas terciárias no terço distal, retarde de esvaziamento e sinal de bird-beak a nível da cárdia, indica-se acalásia mais megaesôfago grau II.
III. Se o R-X contrastado esôfago técnica padrão mostrar megaesôfago grau
IV, a melhor conduta terapêutica é a cirurgia cardiomiotomia a Heller. IV. Se a sorologia para doença de Chagas for negativa, afasta-se o diagnóstico de acalásia.
Assinale a alternativa correta.
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Quanto ao tratamento clínico da doença de Crohn, considere as afirmativas a seguir.
I. Para pacientes com doença grave em atividade e localizada na região ileocecal, a terapia imunobiológica com ou sem imunomodulador é uma opção adequada.
II. O uso precoce da azatioprina/6-mercaptopurina em combinação com corticoesteroides é uma opção apropriada na doença ileocecal com atividade moderada.
III. A azatioprina e o anti-TNF em monoterapia constituem opção terapêutica para manutenção da remissão da doença de Crohn.
IV. A supressão da medula óssea pela azatioprina é idiossincrática e ocorre em 10 a 15% dos casos.
Assinale a alternativa correta.
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Sobre o rastreamento e o seguimento com colonoscopia na prevenção de câncer colorretal, relacione a coluna da esquerda com a da direita.
(I) Síndrome de Lynch. (A) Colonoscopia imediata.
(II) Adenoma séssil com remoção incerta. (B) Colonoscopia em 6 meses.
(III) Um ou dois adenomas tubulares < 1 cm, com displasia de baixo grau. (C) Colonoscopia em 1 a 2 anos.
(IV) Três a dez adenomas tubulares. (D) Colonoscopia em 3 anos.
(V) Pesquisa de sangue oculto nas fezes positiva (paciente > 50 anos de idade). (E) Colonoscopia em 5 a 10 anos.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
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Em relação à hemorragia digestiva alta não varicosa, considere as afirmativas a seguir.
I. A endoscopia digestiva alta deve ser realizada nas primeiras 24 horas após o evento de hemorragia.
II. Nos casos suspeitos de hemorragia por úlcera péptica, o uso de inibidores de bomba de prótons em altas doses antes da endoscopia reduz as taxas de mortalidade e ressangramento.
III. Entre as terapias endoscópicas de hemostasia no sangramento digestivo alto não varicoso, a modalidade térmica de contato inclui o heat probe e o plasma de argônio, métodos que são eficazes no controle de sangramento por úlceras pépticas.
IV. O second look endoscópico deve ser realizado na evidência de ressangramento ou em casos em que a terapêutica inicial não foi totalmente satisfatória.
Assinale a alternativa correta.
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