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Foram encontradas 115 questões.

3051046 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
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Esta noite a onça atacará

A menina Ruth tremia de medo: o dia terminava e a noite se aproximava. Mas não era medo do escuro, pois já estava acostumada a viver no escuro. Criada na mata, todos os sons lhe eram peculiares e aquele mundo de terra selvagem com muito verde, era seu lar. Nem sabia se estava no Brasil, nem sabia se estava na Bolívia, tamanha a distância daquele seringal de tudo que se movesse a gasolina ou a óleo diesel.

Seu medo era interno: da mãe querida, por sua enfermidade que a cada dia roubava-lhe as forças e definhava o corpo da maior amiga e incentivadora.

E do pai, que praticamente com ela não falava mas vociferava, resmungava e intimidava. Era um homem crente, mas era um homem da mata, onde valia a lei da selva nos relacionamentos – em todos eles: pouca fala, muita intimidação, quem sabe até por defesa. No meio das feras o homem transformava-se em uma delas aos poucos.

Com filhos pequenos, com Ruth, seis, a mãe procurava os últimos instantes de vida para ensinar-lhe tudo: cozinhar, cuidar das crianças, da casa, mexer com o fogo, remendar o fogão de barro que ela mesmo enfraquecida fizera, cuidar dos cachorros e caçar.

“É assim que se caça, minha filha”. Deitada a maior parte do tempo, a enferma Emília repassava à menina Ruth – de pouco mais de 10 anos, como ela deveria fazer na prática, senão, ninguém comeria naquele dia ou quem sabe, naquela semana.

...O pai levantava cedo, ainda escuro, colocava a poronga na cabeça e se emaranhava na mata fechada para colher látex. Poronga é a lamparina acreana, um capacete segurando a única forma de luminosidade possível ali.

BORGES FILHO, Jáder. Faith & Book: crônicas e situações que vivi...

São José dos Campos, 2015, pp. 125-126.

A regência nominal e verbal está CORRETA na alternativa:

 

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3051045 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
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Esta noite a onça atacará

A menina Ruth tremia de medo: o dia terminava e a noite se aproximava. Mas não era medo do escuro, pois já estava acostumada a viver no escuro. Criada na mata, todos os sons lhe eram peculiares e aquele mundo de terra selvagem com muito verde, era seu lar. Nem sabia se estava no Brasil, nem sabia se estava na Bolívia, tamanha a distância daquele seringal de tudo que se movesse a gasolina ou a óleo diesel.

Seu medo era interno: da mãe querida, por sua enfermidade que a cada dia roubava-lhe as forças e definhava o corpo da maior amiga e incentivadora.

E do pai, que praticamente com ela não falava mas vociferava, resmungava e intimidava. Era um homem crente, mas era um homem da mata, onde valia a lei da selva nos relacionamentos – em todos eles: pouca fala, muita intimidação, quem sabe até por defesa. No meio das feras o homem transformava-se em uma delas aos poucos.

Com filhos pequenos, com Ruth, seis, a mãe procurava os últimos instantes de vida para ensinar-lhe tudo: cozinhar, cuidar das crianças, da casa, mexer com o fogo, remendar o fogão de barro que ela mesmo enfraquecida fizera, cuidar dos cachorros e caçar.

“É assim que se caça, minha filha”. Deitada a maior parte do tempo, a enferma Emília repassava à menina Ruth – de pouco mais de 10 anos, como ela deveria fazer na prática, senão, ninguém comeria naquele dia ou quem sabe, naquela semana.

...O pai levantava cedo, ainda escuro, colocava a poronga na cabeça e se emaranhava na mata fechada para colher látex. Poronga é a lamparina acreana, um capacete segurando a única forma de luminosidade possível ali.

BORGES FILHO, Jáder. Faith & Book: crônicas e situações que vivi...

São José dos Campos, 2015, pp. 125-126.

Quanto à produção dos segmentos consonantal e vocálico, temos que:

I. As vogais são sons produzidos com o estreitamento da cavidade oral devido à aproximação do corpo da língua e do palato sem que haja fricção de ar.

II. Na identificação e descrição das vogais usam-se, como parâmetros, o avanço ou recuo e altura do corpo da língua e a presença ou ausência de protrusão labial.

III. Não temos um aparelho especial para a fala; produzimos os fonemas servindo-nos de órgãos do aparelho respiratório e da parte superior do aparelho digestivo, que secundariamente se adaptam às exigências da comunicação.

IV. Os sons utilizados no exercício da linguagem humana são vibrações com frequências, intensidades e durações características, produzidas por uma coluna de ar em movimento, iniciado nos pulmões, na fase expiratória do processo de respiração, percorre o chamado aparelho fonador, finalizando-se na cavidade nasal.

Julgue as proposições acima e marque uma alternativa correta abaixo:

 

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3051044 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
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Esta noite a onça atacará

A menina Ruth tremia de medo: o dia terminava e a noite se aproximava. Mas não era medo do escuro, pois já estava acostumada a viver no escuro. Criada na mata, todos os sons lhe eram peculiares e aquele mundo de terra selvagem com muito verde, era seu lar. Nem sabia se estava no Brasil, nem sabia se estava na Bolívia, tamanha a distância daquele seringal de tudo que se movesse a gasolina ou a óleo diesel.

Seu medo era interno: da mãe querida, por sua enfermidade que a cada dia roubava-lhe as forças e definhava o corpo da maior amiga e incentivadora.

E do pai, que praticamente com ela não falava mas vociferava, resmungava e intimidava. Era um homem crente, mas era um homem da mata, onde valia a lei da selva nos relacionamentos – em todos eles: pouca fala, muita intimidação, quem sabe até por defesa. No meio das feras o homem transformava-se em uma delas aos poucos.

Com filhos pequenos, com Ruth, seis, a mãe procurava os últimos instantes de vida para ensinar-lhe tudo: cozinhar, cuidar das crianças, da casa, mexer com o fogo, remendar o fogão de barro que ela mesmo enfraquecida fizera, cuidar dos cachorros e caçar.

“É assim que se caça, minha filha”. Deitada a maior parte do tempo, a enferma Emília repassava à menina Ruth – de pouco mais de 10 anos, como ela deveria fazer na prática, senão, ninguém comeria naquele dia ou quem sabe, naquela semana.

...O pai levantava cedo, ainda escuro, colocava a poronga na cabeça e se emaranhava na mata fechada para colher látex. Poronga é a lamparina acreana, um capacete segurando a única forma de luminosidade possível ali.

BORGES FILHO, Jáder. Faith & Book: crônicas e situações que vivi...

São José dos Campos, 2015, pp. 125-126.

No texto, o trecho “O pai levantava cedo, ainda escuro, colocava a poronga na cabeça e se emaranhava na mata fechada para colher látex”, poderia ser reescrito, sem prejuízo do sentido original, assim:

 

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3051043 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
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Esta noite a onça atacará

A menina Ruth tremia de medo: o dia terminava e a noite se aproximava. Mas não era medo do escuro, pois já estava acostumada a viver no escuro. Criada na mata, todos os sons lhe eram peculiares e aquele mundo de terra selvagem com muito verde, era seu lar. Nem sabia se estava no Brasil, nem sabia se estava na Bolívia, tamanha a distância daquele seringal de tudo que se movesse a gasolina ou a óleo diesel.

Seu medo era interno: da mãe querida, por sua enfermidade que a cada dia roubava-lhe as forças e definhava o corpo da maior amiga e incentivadora.

E do pai, que praticamente com ela não falava mas vociferava, resmungava e intimidava. Era um homem crente, mas era um homem da mata, onde valia a lei da selva nos relacionamentos – em todos eles: pouca fala, muita intimidação, quem sabe até por defesa. No meio das feras o homem transformava-se em uma delas aos poucos.

Com filhos pequenos, com Ruth, seis, a mãe procurava os últimos instantes de vida para ensinar-lhe tudo: cozinhar, cuidar das crianças, da casa, mexer com o fogo, remendar o fogão de barro que ela mesmo enfraquecida fizera, cuidar dos cachorros e caçar.

“É assim que se caça, minha filha”. Deitada a maior parte do tempo, a enferma Emília repassava à menina Ruth – de pouco mais de 10 anos, como ela deveria fazer na prática, senão, ninguém comeria naquele dia ou quem sabe, naquela semana.

...O pai levantava cedo, ainda escuro, colocava a poronga na cabeça e se emaranhava na mata fechada para colher látex. Poronga é a lamparina acreana, um capacete segurando a única forma de luminosidade possível ali.

BORGES FILHO, Jáder. Faith & Book: crônicas e situações que vivi...

São José dos Campos, 2015, pp. 125-126.

Nos detalhes do trecho da obra de Jáder Borges, que ideia se enquadra no enredo:

 

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3051042 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
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Esta noite a onça atacará

A menina Ruth tremia de medo: o dia terminava e a noite se aproximava. Mas não era medo do escuro, pois já estava acostumada a viver no escuro. Criada na mata, todos os sons lhe eram peculiares e aquele mundo de terra selvagem com muito verde, era seu lar. Nem sabia se estava no Brasil, nem sabia se estava na Bolívia, tamanha a distância daquele seringal de tudo que se movesse a gasolina ou a óleo diesel.

Seu medo era interno: da mãe querida, por sua enfermidade que a cada dia roubava-lhe as forças e definhava o corpo da maior amiga e incentivadora.

E do pai, que praticamente com ela não falava mas vociferava, resmungava e intimidava. Era um homem crente, mas era um homem da mata, onde valia a lei da selva nos relacionamentos – em todos eles: pouca fala, muita intimidação, quem sabe até por defesa. No meio das feras o homem transformava-se em uma delas aos poucos.

Com filhos pequenos, com Ruth, seis, a mãe procurava os últimos instantes de vida para ensinar-lhe tudo: cozinhar, cuidar das crianças, da casa, mexer com o fogo, remendar o fogão de barro que ela mesmo enfraquecida fizera, cuidar dos cachorros e caçar.

“É assim que se caça, minha filha”. Deitada a maior parte do tempo, a enferma Emília repassava à menina Ruth – de pouco mais de 10 anos, como ela deveria fazer na prática, senão, ninguém comeria naquele dia ou quem sabe, naquela semana.

...O pai levantava cedo, ainda escuro, colocava a poronga na cabeça e se emaranhava na mata fechada para colher látex. Poronga é a lamparina acreana, um capacete segurando a única forma de luminosidade possível ali.

BORGES FILHO, Jáder. Faith & Book: crônicas e situações que vivi...

São José dos Campos, 2015, pp. 125-126.

Na crônica “Esta noite a onça atacará”, o autor relata a história de uma menina na convivência do seu lar. Que verdade condiz com o relato da história?

 

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1150132 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
Considerando o art. 13, da Lei 8.112/1990, a posse ocorrerá no prazo de quantos dias, contados da publicação do ato de provimento?
 

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229026 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
No Microsoft Power Point 2013, em sua versão em português, o que é um texto do tipo WordArt?
 

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229025 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
Qual o navegador padrão do Microsoft Windows 8?
 

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229024 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
No teclado normal de um computador desktop existem as teclas especiais "caps lock" e "num lock", assinale abaixo a alternativa que define corretamente a utilidade das duas teclas.
 

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229023 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
Um computador possui vários componentes fundamentais para seu funcionamento, tais como processador, memórias, periféricos, entre outros. Em um computador de mesa (desktop) qual o principal componente responsável por armazenar todas as informações, mesmo depois que o computador é desligado?
 

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