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A partir da análise do gráfico, que apresenta dados referentes ao número de faltas por dia dos funcionários de uma empresa durante um certo período, conclui-se que ocorreram 58 faltas em 35 dias.
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TEXTO:
Recorrendo aos clássicos da teoria social, Habermas descreve a passagem das sociedades tradicionais para as sociedades modernas como sendo a expressão de um processo de crescente racionalização de diferentes dimensões da vida social. Por um lado, manifesta-se uma dimensão de racionalização cultural que se expressa na secularização e no desencantamento do mundo. Isso significa que, com a destruição de representações religiosas e metafísicas, é criada uma cultura profana caracterizada pela diferenciação de diferentes esferas culturais de valor (ciência e técnica, direito e moral, arte e crítica de arte), cada uma das quais se desenvolvendo por meio de uma lógica própria. Por outro lado, ocorre um processo de racionalização social segundo o qual as estruturas sociais vão se diferenciando em dois sistemas funcionalmente interligados: o sistema econômico, dirigido pelos mercados de trabalho, de bens e de capital e que se reproduz pelo meio “dinheiro”, e o aparelho burocrático do Estado, monopolizador da força, que se vale do meio “poder”.
À medida que essa racionalização cultural e social se estende para a vida cotidiana, ocorre a dissolução da eticidade das formas de vida tradicionais, o que se reflete na decomposição das cosmovisões religiosas, das ordens estratificadas de dominação e das instituições definidoras de funções, que outrora abarcavam a sociedade como um todo. Habermas descreve esse último processo por meio do conceito de mundo da vida racionalizado. Este caracteriza-se por uma relação crítica e reflexiva com tradições que perdem sua autoridade natural, pela universalização de normas e generalização de valores, permitindo um leque maior de opções para o desenvolvimento da ação comunicativa; e por modelos de socialização marcados por uma crescente individualização e pela formação de identidades do eu cada vez mais abstratas.
WERLE, D. L. Indivíduo e sociedade. Mente • Cérebro & Filosofia, São Paulo: Duetto, n. 8, 2008. p. 40-42.
Julgue o item a seguir.
A expressão “Por um lado” conduz à ideia de ambivalência da argumentação contida no texto.
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TEXTO:
Recorrendo aos clássicos da teoria social, Habermas descreve a passagem das sociedades tradicionais para as sociedades modernas como sendo a expressão de um processo de crescente racionalização de diferentes dimensões da vida social. Por um lado, manifesta-se uma dimensão de racionalização cultural que se expressa na secularização e no desencantamento do mundo. Isso significa que, com a destruição de representações religiosas e metafísicas, é criada uma cultura profana caracterizada pela diferenciação de diferentes esferas culturais de valor (ciência e técnica, direito e moral, arte e crítica de arte), cada uma das quais se desenvolvendo por meio de uma lógica própria. Por outro lado, ocorre um processo de racionalização social segundo o qual as estruturas sociais vão se diferenciando em dois sistemas funcionalmente interligados: o sistema econômico, dirigido pelos mercados de trabalho, de bens e de capital e que se reproduz pelo meio “dinheiro”, e o aparelho burocrático do Estado, monopolizador da força, que se vale do meio “poder”.
À medida que essa racionalização cultural e social se estende para a vida cotidiana, ocorre a dissolução da eticidade das formas de vida tradicionais, o que se reflete na decomposição das cosmovisões religiosas, das ordens estratificadas de dominação e das instituições definidoras de funções, que outrora abarcavam a sociedade como um todo. Habermas descreve esse último processo por meio do conceito de mundo da vida racionalizado. Este caracteriza-se por uma relação crítica e reflexiva com tradições que perdem sua autoridade natural, pela universalização de normas e generalização de valores, permitindo um leque maior de opções para o desenvolvimento da ação comunicativa; e por modelos de socialização marcados por uma crescente individualização e pela formação de identidades do eu cada vez mais abstratas.
WERLE, D. L. Indivíduo e sociedade. Mente • Cérebro & Filosofia, São Paulo: Duetto, n. 8, 2008. p. 40-42.
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O “que” destacado no texto constitui uma forma pronominal que substitui “sistema econômico”
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TEXTO:
Recorrendo aos clássicos da teoria social, Habermas descreve a passagem das sociedades tradicionais para as sociedades modernas como sendo a expressão de um processo de crescente racionalização de diferentes dimensões da vida social. Por um lado, manifesta-se uma dimensão de racionalização cultural que se expressa na secularização e no desencantamento do mundo. Isso significa que, com a destruição de representações religiosas e metafísicas, é criada uma cultura profana caracterizada pela diferenciação de diferentes esferas culturais de valor (ciência e técnica, direito e moral, arte e crítica de arte), cada uma das quais se desenvolvendo por meio de uma lógica própria. Por outro lado, ocorre um processo de racionalização social segundo o qual as estruturas sociais vão se diferenciando em dois sistemas funcionalmente interligados: o sistema econômico, dirigido pelos mercados de trabalho, de bens e de capital e que se reproduz pelo meio “dinheiro”, e o aparelho burocrático do Estado, monopolizador da força, que se vale do meio “poder”.
À medida que essa racionalização cultural e social se estende para a vida cotidiana, ocorre a dissolução da eticidade das formas de vida tradicionais, o que se reflete na decomposição das cosmovisões religiosas, das ordens estratificadas de dominação e das instituições definidoras de funções, que outrora abarcavam a sociedade como um todo. Habermas descreve esse último processo por meio do conceito de mundo da vida racionalizado. Este caracteriza-se por uma relação crítica e reflexiva com tradições que perdem sua autoridade natural, pela universalização de normas e generalização de valores, permitindo um leque maior de opções para o desenvolvimento da ação comunicativa; e por modelos de socialização marcados por uma crescente individualização e pela formação de identidades do eu cada vez mais abstratas.
WERLE, D. L. Indivíduo e sociedade. Mente • Cérebro & Filosofia, São Paulo: Duetto, n. 8, 2008. p. 40-42.
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A oração “que se vale do meio ‘poder’.” é adjetivadora de “o aparelho burocrático do Estado”.
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TEXTO:
Recorrendo aos clássicos da teoria social, Habermas descreve a passagem das sociedades tradicionais para as sociedades modernas como sendo a expressão de um processo de crescente racionalização de diferentes dimensões da vida social. Por um lado, manifesta-se uma dimensão de racionalização cultural que se expressa na secularização e no desencantamento do mundo. Isso significa que, com a destruição de representações religiosas e metafísicas, é criada uma cultura profana caracterizada pela diferenciação de diferentes esferas culturais de valor (ciência e técnica, direito e moral, arte e crítica de arte), cada uma das quais se desenvolvendo por meio de uma lógica própria. Por outro lado, ocorre um processo de racionalização social segundo o qual as estruturas sociais vão se diferenciando em dois sistemas funcionalmente interligados: o sistema econômico, dirigido pelos mercados de trabalho, de bens e de capital e que se reproduz pelo meio “dinheiro”, e o aparelho burocrático do Estado, monopolizador da força, que se vale do meio “poder”.
À medida que essa racionalização cultural e social se estende para a vida cotidiana, ocorre a dissolução da eticidade das formas de vida tradicionais, o que se reflete na decomposição das cosmovisões religiosas, das ordens estratificadas de dominação e das instituições definidoras de funções, que outrora abarcavam a sociedade como um todo. Habermas descreve esse último processo por meio do conceito de mundo da vida racionalizado. Este caracteriza-se por uma relação crítica e reflexiva com tradições que perdem sua autoridade natural, pela universalização de normas e generalização de valores, permitindo um leque maior de opções para o desenvolvimento da ação comunicativa; e por modelos de socialização marcados por uma crescente individualização e pela formação de identidades do eu cada vez mais abstratas.
WERLE, D. L. Indivíduo e sociedade. Mente • Cérebro & Filosofia, São Paulo: Duetto, n. 8, 2008. p. 40-42.
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O termo “segundo o qual” equivale semanticamente a “porque”, explicativo.
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TEXTO:
Recorrendo aos clássicos da teoria social, Habermas descreve a passagem das sociedades tradicionais para as sociedades modernas como sendo a expressão de um processo de crescente racionalização de diferentes dimensões da vida social. Por um lado, manifesta-se uma dimensão de racionalização cultural que se expressa na secularização e no desencantamento do mundo. Isso significa que, com a destruição de representações religiosas e metafísicas, é criada uma cultura profana caracterizada pela diferenciação de diferentes esferas culturais de valor (ciência e técnica, direito e moral, arte e crítica de arte), cada uma das quais se desenvolvendo por meio de uma lógica própria. Por outro lado, ocorre um processo de racionalização social segundo o qual as estruturas sociais vão se diferenciando em dois sistemas funcionalmente interligados: o sistema econômico, dirigido pelos mercados de trabalho, de bens e de capital e que se reproduz pelo meio “dinheiro”, e o aparelho burocrático do Estado, monopolizador da força, que se vale do meio “poder”.
À medida que essa racionalização cultural e social se estende para a vida cotidiana, ocorre a dissolução da eticidade das formas de vida tradicionais, o que se reflete na decomposição das cosmovisões religiosas, das ordens estratificadas de dominação e das instituições definidoras de funções, que outrora abarcavam a sociedade como um todo. Habermas descreve esse último processo por meio do conceito de mundo da vida racionalizado. Este caracteriza-se por uma relação crítica e reflexiva com tradições que perdem sua autoridade natural, pela universalização de normas e generalização de valores, permitindo um leque maior de opções para o desenvolvimento da ação comunicativa; e por modelos de socialização marcados por uma crescente individualização e pela formação de identidades do eu cada vez mais abstratas.
WERLE, D. L. Indivíduo e sociedade. Mente • Cérebro & Filosofia, São Paulo: Duetto, n. 8, 2008. p. 40-42.
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O termo “de identidades do eu cada vez mais abstratas.” complementa o sentido de “formação”.
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TEXTO:
PACIÊNCIA
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...
Será que é tempo
Que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...
A vida não pára!...
A vida é tão rara!...
LENINE; FALCÃO, D. Paciência. Disponível em: <http://letras.terra.com.br/lenine/47001>. Acesso em:
22 nov. 2008.
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O texto apresenta marcas linguísticas do uso informal da língua.
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