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Considerando-se uma interpretação, sob uma abordagem ecológica e evolutiva, em relação à estratégia dos leucócitos na infecção humana por leishmaniose, pode-se afirmar:
A relação existente entre as diferentes Leishmanias se caracteriza como competição intraespecífica, resultando em populações mais numerosas desses organismos.
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Considerando-se uma interpretação, sob uma abordagem ecológica e evolutiva, em relação à estratégia dos leucócitos na infecção humana por leishmaniose, pode-se afirmar:
As possibilidades de resposta humana frente às leishmanioses revelam flexibilidade genética do sistema de defesa frente a invasores.
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Considerando-se uma interpretação, sob uma abordagem ecológica e evolutiva, em relação à estratégia dos leucócitos na infecção humana por leishmaniose, pode-se afirmar:
A relação da Leishmania com o ser humano sugere a existência de uma longa história coevolutiva expressa na convivência dos organismos envolvidos.
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A leishmaniose é um problema de saúde pública para todos os países em desenvolvimento localizados em regiões tropicais e subtropicais, como o Brasil.
Para agravar o caso, o tratamento é difícil, caro e provoca muitos efeitos colaterais.
A Organização Mundial da Sáude – OMS – inclui as leishmanioses no quadro das doenças negligenciadas e estima que cerca de 12 milhões de pessoas estejam infectadas pelos parasitos em todo o mundo.
Até recentemente, sabia-se que os neutrófilos – células sanguíneas enviadas rapidamente para o local de uma infecção – usavam dois processos para matar os micro-organismos, mas agora uma terceira estratégia (netose) atrai o interesse dos cientistas: essas células liberam armadilhas que prendem os invasores (como as redes de pesca) e os atacam com diversas substâncias. Estudos realizados no Brasil revelam como essas redes atuam contra os protozoários causadores das leishmanioses. (NASCIMENTO; GUIMARÃES-COSTA; SARAIVA, 2011, p. 30-35).
A ilustração apresenta, esquematicamente, a formação dessas armadilhas.

Em relação a aspectos morfofuncionais dos neutrófilos, pode-se afirmar:
As leishmanioses são doenças causadas por organismos unicelulares com características que permitem sua inclusão no Reino Monera.
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A leishmaniose é um problema de saúde pública para todos os países em desenvolvimento localizados em regiões tropicais e subtropicais, como o Brasil.
Para agravar o caso, o tratamento é difícil, caro e provoca muitos efeitos colaterais.
A Organização Mundial da Sáude – OMS – inclui as leishmanioses no quadro das doenças negligenciadas e estima que cerca de 12 milhões de pessoas estejam infectadas pelos parasitos em todo o mundo.
Até recentemente, sabia-se que os neutrófilos – células sanguíneas enviadas rapidamente para o local de uma infecção – usavam dois processos para matar os micro-organismos, mas agora uma terceira estratégia (netose) atrai o interesse dos cientistas: essas células liberam armadilhas que prendem os invasores (como as redes de pesca) e os atacam com diversas substâncias. Estudos realizados no Brasil revelam como essas redes atuam contra os protozoários causadores das leishmanioses. (NASCIMENTO; GUIMARÃES-COSTA; SARAIVA, 2011, p. 30-35).
A ilustração apresenta, esquematicamente, a formação dessas armadilhas.

Em relação a aspectos morfofuncionais dos neutrófilos, pode-se afirmar:
A função de defesa dos neutrófilos está associada à diapedese exibida por essas células.
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A leishmaniose é um problema de saúde pública para todos os países em desenvolvimento localizados em regiões tropicais e subtropicais, como o Brasil.
Para agravar o caso, o tratamento é difícil, caro e provoca muitos efeitos colaterais.
A Organização Mundial da Sáude – OMS – inclui as leishmanioses no quadro das doenças negligenciadas e estima que cerca de 12 milhões de pessoas estejam infectadas pelos parasitos em todo o mundo.
Até recentemente, sabia-se que os neutrófilos – células sanguíneas enviadas rapidamente para o local de uma infecção – usavam dois processos para matar os micro-organismos, mas agora uma terceira estratégia (netose) atrai o interesse dos cientistas: essas células liberam armadilhas que prendem os invasores (como as redes de pesca) e os atacam com diversas substâncias. Estudos realizados no Brasil revelam como essas redes atuam contra os protozoários causadores das leishmanioses. (NASCIMENTO; GUIMARÃES-COSTA; SARAIVA, 2011, p. 30-35).
A ilustração apresenta, esquematicamente, a formação dessas armadilhas.

Em relação a aspectos morfofuncionais dos neutrófilos, pode-se afirmar:
A característica polimorfonuclear reflete a poliploidia das células brancas do sangue.
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A leishmaniose é um problema de saúde pública para todos os países em desenvolvimento localizados em regiões tropicais e subtropicais, como o Brasil.
Para agravar o caso, o tratamento é difícil, caro e provoca muitos efeitos colaterais.
A Organização Mundial da Sáude – OMS – inclui as leishmanioses no quadro das doenças negligenciadas e estima que cerca de 12 milhões de pessoas estejam infectadas pelos parasitos em todo o mundo.
Até recentemente, sabia-se que os neutrófilos – células sanguíneas enviadas rapidamente para o local de uma infecção – usavam dois processos para matar os micro-organismos, mas agora uma terceira estratégia (netose) atrai o interesse dos cientistas: essas células liberam armadilhas que prendem os invasores (como as redes de pesca) e os atacam com diversas substâncias. Estudos realizados no Brasil revelam como essas redes atuam contra os protozoários causadores das leishmanioses. (NASCIMENTO; GUIMARÃES-COSTA; SARAIVA, 2011, p. 30-35).
A ilustração apresenta, esquematicamente, a formação dessas armadilhas.

Em relação a aspectos morfofuncionais dos neutrófilos, pode-se afirmar:
O formato específico do núcleo e a presença de granulação no citoplasma são características que permitem identificar os neutrófilos ao microscópio óptico.
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A leishmaniose é um problema de saúde pública para todos os países em desenvolvimento localizados em regiões tropicais e subtropicais, como o Brasil.
Para agravar o caso, o tratamento é difícil, caro e provoca muitos efeitos colaterais.
A Organização Mundial da Sáude – OMS – inclui as leishmanioses no quadro das doenças negligenciadas e estima que cerca de 12 milhões de pessoas estejam infectadas pelos parasitos em todo o mundo.
Até recentemente, sabia-se que os neutrófilos – células sanguíneas enviadas rapidamente para o local de uma infecção – usavam dois processos para matar os micro-organismos, mas agora uma terceira estratégia (netose) atrai o interesse dos cientistas: essas células liberam armadilhas que prendem os invasores (como as redes de pesca) e os atacam com diversas substâncias. Estudos realizados no Brasil revelam como essas redes atuam contra os protozoários causadores das leishmanioses. (NASCIMENTO; GUIMARÃES-COSTA; SARAIVA, 2011, p. 30-35).
A ilustração apresenta, esquematicamente, a formação dessas armadilhas.

Em relação a aspectos morfofuncionais dos neutrófilos, pode-se afirmar:
A estratégia celular identificada como netose é eficiente no combate ao protozoário porque mantém a integridade do neutrófilo.
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A hepatite C é a principal causa de cirrose e de câncer de fígado no mundo. No Brasil, a doença já é uma epidemia, com 14873 mortes registradas nos últimos dez anos. Não existe uma vacina para esse tipo de hepatite, o que é o mais grave. Mas uma pesquisa publicada recentemente, na Science Translational Medicine, apresenta uma esperança: uma vacina que se mostrou eficiente em animais. Desenvolvida por pesquisadores franceses, a nova vacina usa as chamadas “partículas semelhantes ao vírus” (VLPs, na sigla em inglês).(MOUTINHO, 2011).
A ilustração compara o vírus causador da doença com a VLP correspondente.

Considerando-se os conhecimentos gerais sobre os vírus e as estratégias fisiológicas de defesa contra essas partículas infecciosas, pode-se afirmar:
O contato do organismo com as VLPs lhe confere uma imunidade transitória e inespecífica.
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A hepatite C é a principal causa de cirrose e de câncer de fígado no mundo. No Brasil, a doença já é uma epidemia, com 14873 mortes registradas nos últimos dez anos. Não existe uma vacina para esse tipo de hepatite, o que é o mais grave. Mas uma pesquisa publicada recentemente, na Science Translational Medicine, apresenta uma esperança: uma vacina que se mostrou eficiente em animais. Desenvolvida por pesquisadores franceses, a nova vacina usa as chamadas “partículas semelhantes ao vírus” (VLPs, na sigla em inglês).(MOUTINHO, 2011).
A ilustração compara o vírus causador da doença com a VLP correspondente.

Considerando-se os conhecimentos gerais sobre os vírus e as estratégias fisiológicas de defesa contra essas partículas infecciosas, pode-se afirmar:
Proteínas integrais presentes na bicamada lipídica das partículas semelhantes aos vírus atuam como antígenos no organismo receptor.
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