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Foram encontradas 60 questões.

1589971 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Há ambiguidade decorrente da disposição sintática das palavras no enunciado do item:
 

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1473999 Ano: 2013
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: UFC
Orgão: UFC
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O Decreto-Lei N° 25, de 30 de novembro de 1937, “organiza a proteção do patrimônio histórico e artístico nacional” no Brasil. (Legislação sobre patrimônio cultural. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2010, p.25 e 26).
Sobre o que são considerados “bens móveis e imóveis” segundo o Capítulo I “Do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional” desse decreto, é correto afirmar que:
 

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1429516 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: UFC
Orgão: UFC
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“A memória social (...) tem em sua essência uma caráter derivado da sociedade, e, assim, sua formação e seu papel são compostos por um todo social das relações estabelecidas no mundo da vida. Em outras palavras, (...) a memória que é só minha tem em sua formação a memória do outro, então, não é só minha, mas nossa, pois é social.” (AZEVEDO, Patrícia Bastos de. Ensino de História e Memória Social: a argumentação como possibilidade pedagógica para a história ensinada. Revista Contemporânea de Educação, vol. 5, n. 10, pp. 149-166, jul./dez. 2010, p. 149). Ao refletir sobre o conceito de memória social para pensarmos a construção de memoriais, é correto afirmar que:
 

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1429045 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Sobre as reivindicações presentes nos Movimentos das Diretas Já no Brasil em 1984, é correto afirmar que:
 

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1423085 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: UFC
Orgão: UFC
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“Na atualidade, a afirmação de que os museus constituem lugares de memória passou a ser um lugar comum. Se nos anos 80 e 90 as investigações de Pierre Nora sobre os lugares de memória eram capazes de produzir impactos criativos, hoje seus impactos tendem a ser absorvidos, neutralizados e naturalizados.” (CHAGAS, Mário. Só a antropofagia nos une: o poder devorador dos museus. Revista Eletrônica do Patrimônio, n.5, mai./ jun., 2006.). Sobre a superação da estagnação ocorrida no tratamento do museu como lugar de memória é correto afirmar que:
 

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1422201 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: UFC
Orgão: UFC
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“A cidade passa a ditar modas, a difundir ideias, a alterar a própria sensibilidade social cada vez mais voltada para o novo, para o moderno, para o artificial, para o não-familiar”. (ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz. Nordestino: uma invenção do falo. Maceió: Catavento, 2003, p. 101). De acordo com a problematização exposta por Durval Muniz, é correto afirmar que:
 

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1422026 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Acerca das circunstâncias gerais que melhor caracterizam o patrimônio documental no Brasil, é correto afirmar que:
 

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1421537 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Está de acordo com as regras de regência verbal da gramática normativa a frase do item:
 

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1421462 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
No final do texto, com o comentário “É o tipo de coisa que acaba com uma amizade”, o autor:
 

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1421435 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
A ideia central no texto pode ser resumida na seguinte frase:
 

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