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Os riscos profissionais ou laborais podem ser entendidos como:
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Um observador analisa um sistema constituído por uma massa que oscila para cima e para baixo na extremidade de uma mola e verifica que o período de oscilações é T. Outro observador, que está se movendo com a massa, também mede o período. O período medido pelo segundo observador
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Quanto aos cuidados de saúde do trabalhador e primeiros socorros, podemos afirmar que:
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Considerando o registro escrito formal e a manutenção do sentido, a alternativa que melhor substitui a estrutura “Muitos não se dão conta que chegariam mais longe” é:
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Segundo os requisitos estabelecidos pela NR-26 - Sinalização, é possível afirmar que o uso das cores:
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A introdução das correntes de deslocamento nas equações do eletromagnetismo veio a corrigir a lei de
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Pode-se afirmar que a energia do elétron, de massa m, nesse estado é
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Assinale a alternativa que completa adequadamente os espaços na frase:
“___ a sele___ dos alunos fica___ na mão das empre___, ___ garant____ que o aluno não compra____ a vaga do Pro-UNI?”
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Lendo o trecho “Os investimentos em educação realizados a partir dos governos militares alteraram, entre os anos de 1980 a 2006, o papel da educação na desigualdade de renda na economia brasileira”, pode-se afirmar que:
I – A preposição “em”, nas estruturas “na desigualdade” e “na economia” constitui casos de concordância nominal.
II – A expressão “a partir dos” aponta, extra-textualmente, para uma época da política brasileira.
III – A forma verbal “alteraram” relaciona-se com os investimentos em educação.
Está(ão) corretas:
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Responda a questão, com base no Texto II
Texto II
Qualificação profissional, como ela faz falta!
Existe uma unanimidade no mercado de trabalho: qualificação faz muita falta. Essa é uma verdade sentida na pele tanto por profissionais quanto por empregadores. Os profissionais podem nem notar, talvez imaginando que “apenas um diploma basta” – pode até mesmo ser um diploma de nível superior. No entanto, muitos não se dão conta de que chegariam mais longe em suas carreiras e conseguiriam salários mais atrativos se investissem, direta (pagando do próprio bolso, na medida do possível) ou indiretamente (buscando apoio das empresas em que trabalham), na própria especialização.
As empresas também sentem, talvez mais diretamente, os efeitos da falta de qualificação. No final do ano passado, o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – divulgou um estudo que revela que apenas 18% dos desempregados brasileiros têm requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de mão-de-obra especializada. A realidade aponta que há oportunidades, mas falta gente preparada para aproveitá-las.
Há, porém, casos notáveis de programas mantidos por empresas, especialmente de grande porte, visando à qualificação da mão-de-obra. Essas empresas utilizam-se de institutos que formam profissionais capacitados para seu negócio ou formam parcerias com instituições de ensino.
A educação, que é a mãe da qualificação, é a chave de um ciclo virtuoso que inevitavelmente resulta no crescimento do país e na redução das abismais desigualdades sociais. O caminho é esse, inevitavelmente.
(Jornal da Paraíba – Caderno Concursos e Empregos, domingo, 4 de maio de 2008, p. 1). Com adaptação.
Considerando o registro escrito formal e a manutenção do sentido, a oração “pagando do próprio bolso”, no primeiro parágrafo, deveria ser reescrita como:
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