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Foram encontradas 100 questões.

1656835 Ano: 2008
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Uma empresa precavida tomou todos os cuidados para que nenhum acidente previsível ocorra durante a execução de suas atividades, porém algum acidente pode ocorrer devido a:
 

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1654790 Ano: 2008
Disciplina: Química
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Com relação às bases teóricas da análise qualitativa, leia atentamente as afirmativas sobre as reações ácido-base, a dissociação e a hidrólise da água:
I) Um ácido tribásico, \( H_3A \), dissocia-se em três estágios e as três constantes de dissociação são \( K_1 \), \( K_2 \) e \( K_3 \) para o 1º, 2º e 3º estágios respectivamente. Logo, \( K_1 < K_2 < K_3 \), ou seja, o primeiro estágio é menos completo enquanto que o terceiro é mais completo.
II) A mais pura das águas apresenta uma pequena, porém bem definida condutância. A água é, portanto, fracamente ionizada no seu equilíbrio de dissociação: \( H_2O \) \( H^+ + OH^- \)
III) Quando se dissolvem sais em água, sempre a solução se apresenta neutra à reação, devido aos sais reagirem com água
IV) Segundo a teoria de Brönsted-Lowry sobre os ácidos e bases, a definição mais genérica é que um ácido é uma substância que recebe prótons e base é uma substância que libera prótons.
Está(ão) correta(s):
 

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1644661 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Com relação à espectroscopia de absorção atômica (AAS), é ERRADO afirmar que:
 

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1638136 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Na análise por complexiometria são usados indicadores metalocrômicos. Podem-se fazer as seguintes considerações, sobre a volumetria de complexação.
I) Para se conseguir boa detecção do ponto final da titulação, deve-se usar grande quantidade do indicador metalocrômico.
II) O ácido etilenodiaminotetraacético (EDTA) não é um complexante e é um ácido muito forte.
III) Os indicadores metalocrômicos são compostos orgânicos coloridos que formam quelatos com os íons metálicos.
IV) O negro de Eriocromo® T não é um tipo de indicador metalocrômico.
Assinale a resposta correta:
 

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1629796 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
Sobre as regências nominal e verbal, são feitas as seguintes afirmações:
I - os usos de “a”, antes de “a um experimento”, no 1º parágrafo, e antes de “ampla”, no 4º parágrafo, constituem casos de regência verbal e nominal, respectivamente.
II - os usos de “a”, em “ao aparecimento” e em “a um experimento”, no 1º parágrafo, constituem casos de regência nominal.
III – os de “à”, antes de universalização, no último parágrafo, e de “a”, antes de “reforma educacional”, no 1º parágrafo, constituem casos de regência nominal.
Está(ão) corretas:
 

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1629352 Ano: 2008
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Dentre os grandes responsáveis pela degradação mental, podem ser destacados:
 

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1629308 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Qual a massa de carbonato de sódio (substância primária) necessária para preparar 5 litros (5 L) de uma solução 0,1 molar (0,1 M) de carbonato de sódio \( (Na_2CO_3) \) ?
Dado: Massa Molar \( (Na_2CO_3) \) = 106 \( g.mol^{-1} \)
 

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1629107 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto II
Texto II
Qualificação profissional, como ela faz falta!
Existe uma unanimidade no mercado de trabalho: qualificação faz muita falta. Essa é uma verdade sentida na pele tanto por profissionais quanto por empregadores. Os profissionais podem nem notar, talvez imaginando que “apenas um diploma basta” – pode até mesmo ser um diploma de nível superior. No entanto, muitos não se dão conta de que chegariam mais longe em suas carreiras e conseguiriam salários mais atrativos se investissem, direta (pagando do próprio bolso, na medida do possível) ou indiretamente (buscando apoio das empresas em que trabalham), na própria especialização.
As empresas também sentem, talvez mais diretamente, os efeitos da falta de qualificação. No final do ano passado, o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – divulgou um estudo que revela que apenas 18% dos desempregados brasileiros têm requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de mão-de-obra especializada. A realidade aponta que há oportunidades, mas falta gente preparada para aproveitá-las.
Há, porém, casos notáveis de programas mantidos por empresas, especialmente de grande porte, visando à qualificação da mão-de-obra. Essas empresas utilizam-se de institutos que formam profissionais capacitados para seu negócio ou formam parcerias com instituições de ensino.
A educação, que é a mãe da qualificação, é a chave de um ciclo virtuoso que inevitavelmente resulta no crescimento do país e na redução das abismais desigualdades sociais. O caminho é esse, inevitavelmente.
(Jornal da Paraíba – Caderno Concursos e Empregos, domingo, 4 de maio de 2008, p. 1). Com adaptação.
Julgue como CERTAS ( C ) ou ERRADAS ( E ) as seguintes afirmações:
I - A expressão “gente”, no segundo parágrafo, refere-se genericamente a “profissionais” e a “desempregados brasileiros”.
II – A palavra “uma”, antes de “unanimidade” e de “verdade”, no primeiro parágrafo, aponta para um fato a ser comentado no texto.
III – A palavra “chave”, no último parágrafo, funciona, no texto, com o sentido de solução para os efeitos da falta de qualificação.
A seqüência correta é:
 

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1627889 Ano: 2008
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Quanto aos locais de trabalho, onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constante, tal como laboratórios, as condições ambientais são:
I) Temperatura entre 25 e 30 ºC.
II) Umidade relativa do ar não inferior a 40%
III) Sem controle de ruído.
Assinale a alternativa correta:
 

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1627821 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
Julgue como Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as seguintes afirmações:
I - As vírgulas que intercalam “pois”, no 4º parágrafo, realçam um item lingüístico que introduz uma conclusão.
II - As ocorrências de vírgulas antes e depois de “o Brasil”, nos 2º e 4º parágrafos, intercalam adjuntos de natureza adnominal.
III – As duas últimas ocorrências de dois pontos no 4º parágrafo separam explicações de fatos antes enunciados.
A seqüência correta é:
 

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