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1176864 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

Sífilis aumenta no Brasil.

Segundo dados do Ministério da Saúde, os casos de sífilis em adultos, gestantes e bebês cresceram 28% entre 2015 e 2016. Um dos maiores desafios das autoridades é a prevenção, pois a sífilis é uma doença sexualmente transmissível, que deixa o organismo da pessoa vulnerável. O uso de preservativos é uma das melhores alternativas para evitá-la. A sífilis pode ser passada de uma gestante contaminada para o seu bebê durante a gravidez. O ideal é que todas as grávidas façam exames de sífilis até o terceiro mês de gestação. Assim, o bebê já poderá ser tratado durante todo o período do pré-natal e não nascerá doente. Se a criança não for tratada pelo menos até um mês após seu nascimento, há grande risco de ela apresentar cegueira, surdez e retardo mental.

Fonte: adaptado de Zero Hora, Sua Vida, publicado em 01/11/2017.

Na frase Assim, o bebê já poderá ser tratado durante todo o período do pré-natal e não nascerá doente, se trocássemos a expressão o bebê por as crianças, quantos outros vocábulos da frase teriam de ser, obrigatoriamente, alterados para ser mantida a correção?

 

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1176863 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

enunciado 1176863-1

Adaptado de VERISSIMO, E. Incidente em Antares. 49.ed.

São Paulo: Globo, 1997.

Assinale com 1 aqueles pronomes que se referem ao narrador do texto e com 2 aqueles pronomes que não se referem ao narrador do texto.

( ) me (l. 01)

( ) me (l. 07)

( ) lhe (l. 08)

( ) me (l. 09)

( ) me (l. 27)

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

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1176862 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

Considere as afirmações abaixo sobre o processo de produção de iogurte.

I - Uma cultura mista de Streptococcus termophilus e Lactobacillus bulgaricus é utilizada para a produção do iogurte.

II - Na produção mecanizada de iogurte, a mistura de leite em pó desnatado ao leite tem como objetivo aumentar o teor de sólidos do leite e, assim, aumentar a consistência final do iogurte.

III - O ácido láctico resultante da fermentação auxilia na desestabilização da micela de caseína.

Quais estão corretas?

 

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Ser dono da bola dava a Ramon certos privilégios.

Um deles era o de determinar que o jogo só começasse após ele contar uma história de seu livro de autores latinos. Essa condição, muito antes de soar antipática, a Roberto sempre serviu de estímulo à sua curiosidade por aprender coisas novas. Ele havia sido acolhido pela família de Ramon quando, junto aos irmãos e mãe, chegou fugido do Brasil, no final dos anos 1960. A viagem levara horas até a cidade argentina de San António, na província de Misiones, divisa com o estado do Paraná, onde Roberto nascera e do qual partiram no meio da noite. “Conheci toda a América do Sul com aquele livro”, conta Roberto, que na época tinha menos de dez anos. Tudo ia bem até o momento em que ele foi convidado pelo dono da bola para falar alguma coisa sobre Monteiro Lobato, autor brasileiro que escrevera a história que ele escolhera para ler naquele dia. “Foi a primeira vergonha que eu passei. Eu não podia falar nada sobre Monteiro Lobato, nem sabia quem era”. Por outro lado, a partir daquele episódio, Roberto passou a ler tudo o que lhe passasse pela frente.

Quando voltaram para o Brasil, depois de dois anos e oito meses, foram morar num lugarejo no interior do Paraná, em Pranchita. A vontade de ler o acompanhava, mas os parcos recursos da família não permitiam que comprasse livros. Ele e um amigo, Romário, costumavam passar horas frente vitrine de uma livraria no centrinho da cidade, apreciando as capas de gibis e livros de literatura. Receosos de que os mandassem sair dali, poderiam estar sujando o vidro que era cuidadosamente esfregado por uma senhorinha, eles mantinham as mãos para trás. Até que certa manhã o dono da livraria, um italiano magro e alto, saiu e perguntou aos meninos o que eles queriam. A primeira reação foi sair correndo. Três dias depois, eles voltaram, e o proprietário do estabelecimento refez a pergunta. Então os garotos comentaram a respeito de um gibi que há seis meses estivera exposto na vitrine. Gentilmente foram convidados a entrar para ler o que quisessem – hábito que mantiveram ao longo de quatro anos.

“Ele nunca nos pediu nada em troca”, rememora Roberto. Antes abrissem o primeiro gibi, no entanto, receberam instruções minuciosas de como folhear sem deixar dobras ou marcas nas páginas; tudo deveria ficar como novo, pronto para a venda.

Hoje Roberto Sampaio tem pouco mais de 56 anos, é conselheiro tutelar em Taquara, no interior do Rio Grande do Sul, e pintor de parede por ofício, como gosta de dizer. Aos 32 anos começou a ficar decepcionado consigo mesmo por ainda não ter conseguido cumprir o sonho que acalentava desde os 12 anos de idade: montar uma biblioteca aberta ao público, quando tivesse um acervo de quatro mil livros. Depois de anos guardando em todas as peças da casa os títulos que conseguiu por meio de doações, no dia 28 de setembro de 1988 ele pendurou
na fachada de sua casa: Biblioteca Amigos do Livro. Eram 10 horas da noite, e Roberto estava realizado.

Adaptado de: O homem que não conhecia Machado de Assis e outras histórias. Jornal da Universidade. Caderno JU. n. 49, ed. 203, jul. 2017.

Assinale a alternativa INCORRETA quanto à regência verbal.

 

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Ser dono da bola dava a Ramon certos privilégios.

Um deles era o de determinar que o jogo só começasse após ele contar uma história de seu livro de autores latinos. Essa condição, muito antes de soar antipática, a Roberto sempre serviu de estímulo à sua curiosidade por aprender coisas novas. Ele havia sido acolhido pela família de Ramon quando, junto aos irmãos e mãe, chegou fugido do Brasil, no final dos anos 1960. A viagem levara horas até a cidade argentina de San António, na província de Misiones, divisa com o estado do Paraná, onde Roberto nascera e do qual partiram no meio da noite. “Conheci toda a América do Sul com aquele livro”, conta Roberto, que na época tinha menos de dez anos. Tudo ia bem até o momento em que ele foi convidado pelo dono da bola para falar alguma coisa sobre Monteiro Lobato, autor brasileiro que escrevera a história que ele escolhera para ler naquele dia. “Foi a primeira vergonha que eu passei. Eu não podia falar nada sobre Monteiro Lobato, nem sabia quem era”. Por outro lado, a partir daquele episódio, Roberto passou a ler tudo o que lhe passasse pela frente.

Quando voltaram para o Brasil, depois de dois anos e oito meses, foram morar num lugarejo no interior do Paraná, em Pranchita. A vontade de ler o acompanhava, mas os parcos recursos da família não permitiam que comprasse livros. Ele e um amigo, Romário, costumavam passar horas frente vitrine de uma livraria no centrinho da cidade, apreciando as capas de gibis e livros de literatura. Receosos de que os mandassem sair dali, poderiam estar sujando o vidro que era cuidadosamente esfregado por uma senhorinha, eles mantinham as mãos para trás. Até que certa manhã o dono da livraria, um italiano magro e alto, saiu e perguntou aos meninos o que eles queriam. A primeira reação foi sair correndo. Três dias depois, eles voltaram, e o proprietário do estabelecimento refez a pergunta. Então os garotos comentaram a respeito de um gibi que há seis meses estivera exposto na vitrine. Gentilmente foram convidados a entrar para ler o que quisessem – hábito que mantiveram ao longo de quatro anos.

“Ele nunca nos pediu nada em troca”, rememora Roberto. Antes abrissem o primeiro gibi, no entanto, receberam instruções minuciosas de como folhear sem deixar dobras ou marcas nas páginas; tudo deveria ficar como novo, pronto para a venda.

Hoje Roberto Sampaio tem pouco mais de 56 anos, é conselheiro tutelar em Taquara, no interior do Rio Grande do Sul, e pintor de parede por ofício, como gosta de dizer. Aos 32 anos começou a ficar decepcionado consigo mesmo por ainda não ter conseguido cumprir o sonho que acalentava desde os 12 anos de idade: montar uma biblioteca aberta ao público, quando tivesse um acervo de quatro mil livros. Depois de anos guardando em todas as peças da casa os títulos que conseguiu por meio de doações, no dia 28 de setembro de 1988 ele pendurou
na fachada de sua casa: Biblioteca Amigos do Livro. Eram 10 horas da noite, e Roberto estava realizado.

Adaptado de: O homem que não conhecia Machado de Assis e outras histórias. Jornal da Universidade. Caderno JU. n. 49, ed. 203, jul. 2017.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.

 

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Por volta das 6 horas da manhã de quinta-feira, 23 de abril de 1500, quando o sol nasceu na ampla baía em frente ao morro batizado de Monte Pascoal, a esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral estava ancorada a 36 quilômetros da costa. Assim que o dia raiou, a frota se pôs cuidadosamente em marcha, avançando cerca de 30 quilômetros em três horas, no rumo daquelas praias banhadas de luz. Por volta das 10 da manhã, os navios lançaram âncoras, fundeando outra vez. Estavam agora a 3 quilômetros da praia, em frente à foz de um pequeno rio, cujas águas se jogavam contra o mar, depois de serpentear em meio ao emaranhado de uma floresta densa.

Então, na areia, às margens daquele regato, entre a mata e o mar, os portugueses viram “homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito”. A um sinal do comandante-mor, os capitães dos outros navios embarcaram em batéis e esquifes e se dirigiram à nau capitânia para uma breve reunião. Logo após ela, Cabral decidiu enviar à terra o experiente Nicolau Coelho, que estivera na Índia com Vasco da Gama. Junto com ele, seguiram Gaspar da Gama – que, além do árabe, falava os dialetos hindus da costa do Malabar –, mais um grumete da Guiné e um escravo de Angola. Os portugueses conseguiram reunir, assim, homens dos três continentes conhecidos até então, e capazes de falar seis ou sete línguas diferentes.

Mas, quando o batel de Nicolau Coelho chegou à foz do pequeno rio, não foi possível travar diálogo algum com os nativos – agora já “cerca de 18 ou 20”. Os rugidos de um mar que começava a se encapelar impediram que houvesse “fala ou entendimento”. De todo modo, os tripulantes do batel concluíram que nunca haviam visto homens como aqueles, “pardos, todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cobrisse suas vergonhas”.

Os nativos se aproximaram do bote, “todos rijamente, trazendo nas mãos arcos e setas. Nicolau Coelho fez sinal para que pousassem seus arcos. Eles os pousaram”. E então, mesmo que não pudessem ouvir o que gritavam uns para os outros, portugueses e indígenas fizeram sua primeira troca. Sem descer do barco, Coelho jogou à praia um gorro vermelho, típico dos marujos lusos, um sombreiro preto e a carapuça de linho que usava na própria cabeça. Os nativos retribuíram dando-lhe um cocar, além de um colar de contas brancas. De certa forma, estava iniciando-se ali uma aliança entre aquela tribo e os portugueses.

Adaptado de BUENO, E. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

Assinale a alternativa que apresenta uma expressão ou oração que NÃO desempenha a função sintática de objeto direto.

 

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Quem me leva à residência de Menandro Olinda é o padre Pedro Paulo. Disse ao maestro que eu queria conhecê-lo pessoalmente e o pobre homem ficou lisonjeado. Subimos a velha e estreita escada que cheira a mofo de porão, e cujos degraus rangem ao passo dos que sobem ou descem. O professor nos recebe à sua porta, abraça-me como a um velho amigo, mas quando lhe quero apertar a mão ele sacode a cabeça negativamente: “Desculpe-me, mas não costumo apertar a mão de ninguém. Tenho de poupá-las. São a minha fortuna. Com elas quero ainda conquistar o mundo”. Dá-me outro abraço apertado do qual suas mãos não participam. “Entrem. Sentem-se. Esta é a vossa casa. Desculpem a desordem. É a caverna dum eremita”.

Curioso. Conheço esta sala. Talvez duma peça de teatro. Ou dum romance. Cheiro de bolor e tempo. O tapete, de tipo persa, muito poído e desbotado. Móveis antigos. O piano de cauda a um canto. Retratos de gente morta nas paredes. A máscara de gesso de Beethoven, copiada de bronze que está na escultura de Fernando Corona, na praça da Matriz de Porto Alegre. Poeira nos móveis. Num ângulo da sala, uma pilha de partituras de piano. Uma estante de tipo art noveau com livros. Um divã com uma coberta de veludo grená. Velhas cadeiras estofadas de brocado cor de ouro velho, mas já muito seboso e esfiapado.

– Venha ver a vista aqui da sacada! – convida-me o professor.

Aproximo-me dele. Um ranço de suor muitas vezes dormido exala-se do corpo deste homem alto e descarnado, de rosto longo, testa olímpica e pele alva. Seus cabelos, com grandes entradas, são ralos, já meio grisalhos, compridos e esfarripados.

Avisto a Praça da República, as paineiras floridas, as torres da Matriz, gente andando pelas calçadas, namorados sentados nos bancos, o fotógrafo lambe-lambe postado perto do coreto.

Voltamos para a sala. Os olhos do professor estão fitos em mim, como se ele estivesse procurando avaliar-me, tentando descobrir que espécie de homem sou.

Adaptado de VERISSIMO, E. Incidente em Antares. 49.ed. São Paulo: Globo, 1997.

Se a forma verbal participam fosse substituída por se envolvem em Dá-me outro abraço apertado do qual suas mãos não participam , qual das alternativas abaixo estaria gramaticalmente correta?

 

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Por volta das 6 horas da manhã de quinta-feira, 23 de abril de 1500, quando o sol nasceu na ampla em frente ao morro batizado de Monte Pascoal, a esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral estava ancorada a 36 quilômetros da costa. Assim que o dia raiou, a frota se pôs cuidadosamente em marcha, avançando cerca de 30 quilômetros em três horas, no rumo daquelas praias banhadas de luz. Por volta das 10 da manhã, os navios lançaram âncoras, fundeando outra vez. Estavam agora a 3 quilômetros da praia, em frente foz de um pequeno rio, cujas águas se jogavam contra o mar, depois de serpentear em meio ao emaranhado de uma floresta densa.

Então, na areia, margens daquele regato, entre a mata e o mar, os portugueses viram “homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito”. A um sinal do comandante-mor, os capitães dos outros navios embarcaram em batéis e esquifes e se dirigiram à nau capitânia para uma breve reunião. Logo após ela, Cabral decidiu enviar à terra o experiente Nicolau Coelho, que estivera na Índia com Vasco da Gama. Junto com ele, seguiram Gaspar da Gama – que, além do árabe, falava os dialetos hindus da costa do Malabar –, mais um grumete da Guiné e um escravo de Angola. Os portugueses conseguiram reunir, assim, homens dos três continentes conhecidos até então, e capazes de falar seis ou sete línguas diferentes.

Mas, quando o batel de Nicolau Coelho chegou à foz do pequeno rio, não foi possível travar diálogo algum com os nativos – agora já “cerca de 18 ou 20”. Os rugidos de um mar que começava a se encapelar impediram que houvesse “fala ou entendimento”. De todo modo, os tripulantes do batel concluíram que nunca haviam visto homens como aqueles, “pardos, todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cobrisse suas vergonhas”.

Os nativos se aproximaram do bote, “todos rijamente, trazendo nas mãos arcos e setas. Nicolau Coelho fez sinal para que pousassem seus arcos. Eles os pousaram”. E então, mesmo que não pudessem ouvir o que gritavam uns para os outros, portugueses e indígenas fizeram sua primeira troca. Sem descer do barco, Coelho jogou à praia um gorro vermelho, típico dos marujos lusos, um sombreiro preto e a carapuça de linho que usava na própria cabeça. Os nativos retribuíram dando-lhe um cocar, além de um colar de contas brancas. De certa forma, estava iniciando-se ali uma aliança entre aquela tribo e os portugueses.

Adaptado de BUENO, E. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.

 

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1107996 Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

Analise o trecho de código abaixo, escrito em XML.

1. <?xml version “1.0” encoding=”UTF-8”?>
2. <!- File Name: PurchaseOrder.xml -->
3.
4. <PurchaseOrder>
5. <Customer>
6. <Name> John Arthur </Name>
7. <Address>.. </Address>
8. </Customer>
9. <Customer>
10. …
11. </Customer>
12. </PurchaseOrder>

Com base nesse código, assinale a alternativa correta.

 

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3011446 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA
A Instrução Normativa n° 62 (IN 62), de 29 de dezembro de 2011, define a identidade e os requisitos mínimos de qualidade para o leite cru, produzido em propriedades rurais. Assinale a alternativa que apresenta os indicadores que visam à detecção de fraude referente à adição de água ao leite.
Questão Anulada

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