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A decomposição da luz proveniente de uma fonte luminosa é geralmente usada para se obter informações a respeito de sua composição química. O espectro de emissão de um átomo, que é a luz emitida por ele decomposta, funciona como se fosse sua impressão digital, pois depende das diferenças entre seus níveis de energia que são únicos para cada átomo.
Um átomo emite um fóton ao passar de um estado de maior energia para um estado de menor energia e pode absorver um fóton e passar de um estado de menor energia para um estado de maior energia. Se um gás de determinado átomo é irradiado com luz de espectro contínuo, o espectro transmitido corresponde à absorção de certos comprimentos de onda pelos átomos, que são os mesmos da luz por ele emitida.
| X | Y | Z |
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As figuras X, Y e Z representam, respectivamente,
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Um transformador é um dispositivo elétrico constituído basicamente de uma bobina primária e uma secundária. Ambas são enroladas sobre um núcleo de material magnético, conforme mostrado na figura abaixo.

Os transformadores são capazes de aumentar ou diminuir a tensão elétrica aplicada na bobina primária, dependendo da relação entre o número de espiras de cada bobina.
Os transformadores funcionam a partir da aplicação de uma corrente elétrica
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Um gerador e um motor elétrico podem ser construídos, usando-se basicamente uma bobina colocada entre os polos de um imã capaz de girar em torno de um eixo. A principal diferença entre os dois é que, enquanto o gerador precisa de energia mecânica para fazer girara a bobina e produzir uma corrente elétrica, o motor precisa de uma corrente elétrica para fazer girar a bobina e, assim, produzir energia mecânica. As figuras 01 e 02 abaixo mostram, respectivamente, os esquemas do gerador e do motor elétrico.

Considerando-se o texto e as figuras, é correto afirmar que o funcionamento do motor elétrico é explicado a partir da
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Um gerador e um motor elétrico podem ser construídos, usando-se basicamente uma bobina colocada entre os polos de um imã capaz de girar em torno de um eixo. A principal diferença entre os dois é que, enquanto o gerador precisa de energia mecânica para fazer girara a bobina e produzir uma corrente elétrica, o motor precisa de uma corrente elétrica para fazer girar a bobina e, assim, produzir energia mecânica. As figuras 01 e 02 abaixo mostram, respectivamente, os esquemas do gerador e do motor elétrico.

Considerando-se o texto e as Figuras 1 e 2, é correto afirmar que o funcionamento do gerador elétrico é explicado a partir da
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É comum se representar uma onda eletromagnética que se propaga no vácuo em um gráfico, onde se mostra a amplitude de oscilação da componente elétrica em função da sua posição, x. O gráfico a seguir corresponde a uma representação desse tipo de onda.

Na representação mostrada nesse gráfico, é correto afirmar que a amplitude, A, é medida em
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Considere o gráfico a seguir de uma onda sonora senoidal, propagando-se no ar.

Analisando esse gráfico, é correto afirmar que a amplitude, A, é medida em
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Suponha a situação em que um corpo de massa m e área de base A desloca-se com velocidade constante, v, sobre uma superfície plana de área muito maior que A.
Em relação à força de atrito cinético entre a superfície e o corpo, considere afirmativas a seguir.
I. A força de atrito depende da área das superfícies em contato.
II. A força de atrito depende da natureza das superfícies em contato.
III. A força de atrito depende da reação normal ao peso.
IV. A força de atrito depende da velocidade, v, do corpo.
Conclui-se que estão corretas as afirmativas
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Heinrich Hertz, em 1887, ao fazer incidir radiação eletromagnética sobre superfícies metálicas, verificou que elétrons eram arrancados da superfície. Aparentemente, era um fenômeno simples que foi inicialmente chamado de efeito Hertz. No entanto, quando outros pesquisadores começaram a realizar o experimento feito por Hertz em condições mais gerais, obtiveram alguns resultados que não podiam ser explicados pela física clássica.
Quando a radiação incide sobre a superfície metálica, elétrons são emitidos por ela e se deslocam em direção à placa coletora, gerando assim uma corrente elétrica que pode ser medida pelo amperímetro A. Por outro lado, variando o potencial V, é possível zerar a corrente que passa pelo amperímetro.
Na figura abaixo, é mostrado uma representação esquemática do experimento de Hertz e um gráfico da tensão aplicada nos eletrodos da ampola, em função da frequência da radiação incidente.

Alguns dos resultados não esperados estão listados a seguir.
- Quando se aumentava a intensidade da luz, ao contrário do esperado, aumentava o número de elétrons arrancados da placa, mas não aumentavam a energia cinética deles.
- O efeito era instantâneo, ou seja, não existia um intervalo de tempo mensurável entre a incidência da radiação sobre a placa e a detecção dos elétrons ejetados.
- Foi observado que existiam radiações de determinadas frequências que, quando incidiam sobre a superfície metálica, não produziam o efeito, por maior que fosse a sua intensidade.
Dos resultados apresentados anteriormente, é correto afirmar que, para que elétrons sejam arrancados da placa, a radiação incidente deve ser igual, ou maior que, a energia correspondente à função trabalho do metal, isto é, a energia mínima necessária para arrancar os elétrons da placa metálica. Tal afirmativa é verificada experimentalmente pela
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Heinrich Hertz, em 1887, ao fazer incidir radiação eletromagnética sobre superfícies metálicas, verificou que elétrons eram arrancados da superfície. Aparentemente, era um fenômeno simples que foi inicialmente chamado de efeito Hertz. No entanto, quando outros pesquisadores começaram a realizar o experimento feito por Hertz em condições mais gerais, obtiveram alguns resultados que não podiam ser explicados pela física clássica.
Quando a radiação incide sobre a superfície metálica, elétrons são emitidos por ela e se deslocam em direção à placa coletora, gerando assim uma corrente elétrica que pode ser medida pelo amperímetro A. Por outro lado, variando o potencial V, é possível zerar a corrente que passa pelo amperímetro.
Na figura abaixo, é mostrado uma representação esquemática do experimento de Hertz e um gráfico da tensão aplicada nos eletrodos da ampola, em função da frequência da radiação incidente.

Alguns dos resultados não esperados estão listados a seguir.
- Quando se aumentava a intensidade da luz, ao contrário do esperado, aumentava o número de elétrons arrancados da placa, mas não aumentavam a energia cinética deles.
- O efeito era instantâneo, ou seja, não existia um intervalo de tempo mensurável entre a incidência da radiação sobre a placa e a detecção dos elétrons ejetados.
- Foi observado que existiam radiações de determinadas frequências que, quando incidiam sobre a superfície metálica, não produziam o efeito, por maior que fosse a sua intensidade.
O efeito Hertz passou a ser conhecido como efeito fotoelétrico, e os elétrons arrancados da placa passaram a ser chamados de fotoelétrons.
A explicação correta para os resultados descritos anteriormente é:
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Considere um sistema massa–mola que tem preso em sua extremidade um bloco de massa m= 0,4 kg. A constante elástica da mola é k= 10 N/m. Suponha que a mola pode deslizar livremente, sem atrito sobre o plano horizontal, e que a frequência angular é dada por \( \sqrt{\dfrac {\text{k}} {\text{m}}} \).

Nessas condições, é correto afirmar que esse sistema funciona como um
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