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Considere o texto sobre o estágio atual da tecnologia de produção.
O aspecto marcante da mais recente revolução tecnológica é originário de um projeto na estratégia de alta tecnologia do governo alemão que promove a informatização da fabricação de produtos, devido ao aumento da demanda de bens personalizados e à crescente evolução de tecnologias habilitadoras. Dentro das fábricas inteligentes, os sistemas ciberfísicos monitoram processos, criam uma cópia virtual do mundo físico e tomam decisões descentralizadas. É a transformação digital da produção.
Disponível em: https://engeteles.com.br/industria(...)/. Acesso em: 15 dez. 2024. Adaptado.
Esse aspecto da revolução tecnológica caracteriza propriamente a chamada:
O aspecto marcante da mais recente revolução tecnológica é originário de um projeto na estratégia de alta tecnologia do governo alemão que promove a informatização da fabricação de produtos, devido ao aumento da demanda de bens personalizados e à crescente evolução de tecnologias habilitadoras. Dentro das fábricas inteligentes, os sistemas ciberfísicos monitoram processos, criam uma cópia virtual do mundo físico e tomam decisões descentralizadas. É a transformação digital da produção.
Disponível em: https://engeteles.com.br/industria(...)/. Acesso em: 15 dez. 2024. Adaptado.
Esse aspecto da revolução tecnológica caracteriza propriamente a chamada:
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Considere o texto sobre o conflito geopolítico.
A Guerra entre a Rússia e a Ucrânia é um conflito que acontece no Leste do continente europeu. Após um longo período marcado pelo acirramento das tensões entre os dois países, as tropas russas invadiram o país vizinho em 24 de fevereiro de 2022, promovendo ataques a cidades situadas próximo da capital da Ucrânia, Kyiv, e outros pontos estratégicos do território ucraniano. Os contra-ataques realizados pela Ucrânia em meados de 2022 e em 2023 fizeram com que a Rússia recuasse em alguns pontos, mas o país ainda mantém domínio sobre grandes áreas no leste e ao sul da Ucrânia. Ao mesmo tempo, a Ucrânia começou a desferir ataques a drone na capital russa, ampliando as tensões na região. Mais de dois anos após o início da guerra, os ataques continuam. O saldo até então é de dezenas de milhares de mortos e feridos, além de 6,5 milhões de refugiados ucranianos que buscam proteção em outros países europeus e quase 4 milhões de pessoas deslocadas dentro do território da Ucrânia. As consequências da guerra são, também, econômicas e políticas. Em um contexto global, o conflito interfere na geopolítica, nos acordos diplomáticos e no comércio internacional.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/guerra-entre-russia-e-ucrania.htm https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/g7-reitera-apoio-a-ucrania-e-mantem-sancoes-contra-a-russia/. Acesso em: 15 dez. 2024.
Identifica-se como uma causa desse conflito geopolítico:
A Guerra entre a Rússia e a Ucrânia é um conflito que acontece no Leste do continente europeu. Após um longo período marcado pelo acirramento das tensões entre os dois países, as tropas russas invadiram o país vizinho em 24 de fevereiro de 2022, promovendo ataques a cidades situadas próximo da capital da Ucrânia, Kyiv, e outros pontos estratégicos do território ucraniano. Os contra-ataques realizados pela Ucrânia em meados de 2022 e em 2023 fizeram com que a Rússia recuasse em alguns pontos, mas o país ainda mantém domínio sobre grandes áreas no leste e ao sul da Ucrânia. Ao mesmo tempo, a Ucrânia começou a desferir ataques a drone na capital russa, ampliando as tensões na região. Mais de dois anos após o início da guerra, os ataques continuam. O saldo até então é de dezenas de milhares de mortos e feridos, além de 6,5 milhões de refugiados ucranianos que buscam proteção em outros países europeus e quase 4 milhões de pessoas deslocadas dentro do território da Ucrânia. As consequências da guerra são, também, econômicas e políticas. Em um contexto global, o conflito interfere na geopolítica, nos acordos diplomáticos e no comércio internacional.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/guerra-entre-russia-e-ucrania.htm https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/g7-reitera-apoio-a-ucrania-e-mantem-sancoes-contra-a-russia/. Acesso em: 15 dez. 2024.
Identifica-se como uma causa desse conflito geopolítico:
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Observe a imagem abaixo.
Disponível em: https://pisa.tur.br/blog/2018/06/29/os-principais-pontos-turisticos-da(...)diamantina/. Acesso em: 15 dez. 2024.
Na sequência de planos da imagem, registra-se uma geomorfologia cuja estrutura geológica é:
Disponível em: https://pisa.tur.br/blog/2018/06/29/os-principais-pontos-turisticos-da(...)diamantina/. Acesso em: 15 dez. 2024.
Na sequência de planos da imagem, registra-se uma geomorfologia cuja estrutura geológica é:
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Considere o texto a seguir.
Quando tudo era meio natural, o homem escolhia da natureza aquelas suas partes ou aspectos considerados fundamentais ao exercício da vida, valorizando, diferentemente, segundo os lugares e as culturas, essas condições naturais que constituíam a base material da existência do grupo. Nesse período, os sistemas técnicos não tinham existência autônoma. Sua simbiose com a natureza resultante era total. Na sequência, o período técnico vê a emergência do espaço mecanizado. Os objetos que formam o meio não são, apenas, objetos culturais; eles são culturais e técnicos, ao mesmo tempo. Quanto ao espaço, o componente material é crescentemente formado do “natural” e do “artificial”. O terceiro período começa praticamente após a segunda guerra mundial e, sua afirmação, incluindo os países do terceiro mundo, vai realmente dar-se nos anos 1970. É a fase que R. Richta distingue das anteriores pela profunda interação da ciência e da técnica, a tal ponto que certos autores preferem falar de tecnociência para realçar a inseparabilidade atual dos dois conceitos e das duas práticas.
SANTOS, M. A Natureza do Espaço. São Paulo: Hucitec, 1996, pp.187-190. Adaptado.
O terceiro período mencionado é especificamente denominado pelo autor de:
Quando tudo era meio natural, o homem escolhia da natureza aquelas suas partes ou aspectos considerados fundamentais ao exercício da vida, valorizando, diferentemente, segundo os lugares e as culturas, essas condições naturais que constituíam a base material da existência do grupo. Nesse período, os sistemas técnicos não tinham existência autônoma. Sua simbiose com a natureza resultante era total. Na sequência, o período técnico vê a emergência do espaço mecanizado. Os objetos que formam o meio não são, apenas, objetos culturais; eles são culturais e técnicos, ao mesmo tempo. Quanto ao espaço, o componente material é crescentemente formado do “natural” e do “artificial”. O terceiro período começa praticamente após a segunda guerra mundial e, sua afirmação, incluindo os países do terceiro mundo, vai realmente dar-se nos anos 1970. É a fase que R. Richta distingue das anteriores pela profunda interação da ciência e da técnica, a tal ponto que certos autores preferem falar de tecnociência para realçar a inseparabilidade atual dos dois conceitos e das duas práticas.
SANTOS, M. A Natureza do Espaço. São Paulo: Hucitec, 1996, pp.187-190. Adaptado.
O terceiro período mencionado é especificamente denominado pelo autor de:
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Observe a imagem de um espaço urbano na América Latina.

Disponível em: https://blogs.iadb.org/ciudadessostenibles/es/por-que-alli-una-mirada-a-la-vivienda-enamerica-latina/ Acesso em: 15 dez. 2024.
Na imagem, observa-se o espaço urbano caracterizado pela seguinte dinâmica socioespacial:
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Considere o texto sobre a organização produtiva do espaço brasileiro.
No Brasil, a expulsão com que se processa a proletarização do campesinato é a decorrência direta do aprofundamento da divisão local do trabalho. Todavia, é um processo que se dá dentro dos contornos de divisão do trabalho dos movimentos regionalizados de acumulação primitiva, variando no seu formato segundo esse contexto. É assim que no planalto paulista tem um caráter geral de abrangência do colonato, ao passo que no âmbito nordestino tem caráter parcial, atingindo parcela das formas de trabalho egressas da abolição da escravatura e mantendo outra parcela nos termos instituídos, proletarizando e liberando a primeira e contendo e mantendo a segunda dentro das grandes fazendas de lavoura da mata e de gado do sertão.
MOREIRA, R. Formação Espacial Brasileira. Rio de Janeiro: Consequência, 2012, p. 126. Adaptado.
No contexto mencionado, no planalto paulista ocorre o processo de transferência de força de trabalho do campo para a cidade, que provoca a seguinte consequência:
No Brasil, a expulsão com que se processa a proletarização do campesinato é a decorrência direta do aprofundamento da divisão local do trabalho. Todavia, é um processo que se dá dentro dos contornos de divisão do trabalho dos movimentos regionalizados de acumulação primitiva, variando no seu formato segundo esse contexto. É assim que no planalto paulista tem um caráter geral de abrangência do colonato, ao passo que no âmbito nordestino tem caráter parcial, atingindo parcela das formas de trabalho egressas da abolição da escravatura e mantendo outra parcela nos termos instituídos, proletarizando e liberando a primeira e contendo e mantendo a segunda dentro das grandes fazendas de lavoura da mata e de gado do sertão.
MOREIRA, R. Formação Espacial Brasileira. Rio de Janeiro: Consequência, 2012, p. 126. Adaptado.
No contexto mencionado, no planalto paulista ocorre o processo de transferência de força de trabalho do campo para a cidade, que provoca a seguinte consequência:
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Considere o texto sobre a história do pensamento geográfico.
Ao colocar a reflexão da relação do homem com a natureza no plano da fronteira da geografia com a antropologia e a sociologia, Ratzel praticamente inaugura uma tradição de ver o homem em sua relação com a natureza pela mediação do espaço político do Estado. Nisso difere dos demais criadores das geografias setoriais, que elaboraram uma geografia física pura ou uma geografia humana pura. Daí a forte impressão que dá a sua obra de uma grande virada, e, assim, um novo momento paradigmático na história do pensamento geográfico.
MOREIRA, R. Para Onde vai o Pensamento Geográfico? São Paulo: Contexto, 2006, p. 30. Adaptado.
Na geografia de Ratzel, identifica-se uma distinção dentro do pensamento geográfico em grande medida decorrente de sua referência ao:
Ao colocar a reflexão da relação do homem com a natureza no plano da fronteira da geografia com a antropologia e a sociologia, Ratzel praticamente inaugura uma tradição de ver o homem em sua relação com a natureza pela mediação do espaço político do Estado. Nisso difere dos demais criadores das geografias setoriais, que elaboraram uma geografia física pura ou uma geografia humana pura. Daí a forte impressão que dá a sua obra de uma grande virada, e, assim, um novo momento paradigmático na história do pensamento geográfico.
MOREIRA, R. Para Onde vai o Pensamento Geográfico? São Paulo: Contexto, 2006, p. 30. Adaptado.
Na geografia de Ratzel, identifica-se uma distinção dentro do pensamento geográfico em grande medida decorrente de sua referência ao:
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Considere o texto sobre o processo de desterritorialização.
A fragmentação e a fragilização que atingiram o campo do trabalho e da produção nas últimas décadas podem ser consideradas componentes essenciais para configurar aquilo que a maioria dos autores denomina como processos de desterritorialização. Em relação ao tema da globalização muitos autores o associam, direta ou indiretamente, a processos de desterritorialização. Nesse sentido, podemos identificar a perspectiva sob a qual, numa interpretação um pouco mais restrita, a ênfase é dada a um dos momentos do processo de globalização – ou ao mais típico -, aquele chamado capitalismo pós-fordista ou capitalismo de acumulação flexível, flexibilidade esta que seria responsável pelo enfraquecimento das bases territoriais ou, mais amplamente, espaciais, em especial na lógica locacional das empresas e no âmbito das relações de trabalho (precarização dos vínculos entre trabalhador e empresa, por exemplo).
HAESBAERT, R. O Mito da Desterritorialização. Bertrand Brasil, 2004, p. 173. Adaptado.
No texto, o processo de desterritorialização é abordado especificamente na perspectiva:
A fragmentação e a fragilização que atingiram o campo do trabalho e da produção nas últimas décadas podem ser consideradas componentes essenciais para configurar aquilo que a maioria dos autores denomina como processos de desterritorialização. Em relação ao tema da globalização muitos autores o associam, direta ou indiretamente, a processos de desterritorialização. Nesse sentido, podemos identificar a perspectiva sob a qual, numa interpretação um pouco mais restrita, a ênfase é dada a um dos momentos do processo de globalização – ou ao mais típico -, aquele chamado capitalismo pós-fordista ou capitalismo de acumulação flexível, flexibilidade esta que seria responsável pelo enfraquecimento das bases territoriais ou, mais amplamente, espaciais, em especial na lógica locacional das empresas e no âmbito das relações de trabalho (precarização dos vínculos entre trabalhador e empresa, por exemplo).
HAESBAERT, R. O Mito da Desterritorialização. Bertrand Brasil, 2004, p. 173. Adaptado.
No texto, o processo de desterritorialização é abordado especificamente na perspectiva:
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Considere o texto acerca dos fundamentos do conceito de espaço.
No longo e infindável processo de organização do espaço, o Homem estabeleceu um conjunto de práticas através das quais são criadas, mantidas, desfeitas e refeitas as formas e as interações espaciais. São as práticas espaciais, isto é, um conjunto de ações espacialmente localizadas que impactam diretamente sobre o espaço, alterando-o no todo, em parte ou preservando-o em suas formas e interações espaciais. (...) As práticas são ações que contribuem para garantir os diversos projetos. São meios efetivos através dos quais objetiva-se a gestão do território. (...) Há uma prática espacial por meio da qual o Homem decide sobre um determinado lugar segundo este apresente atributos julgados de interesse ou em condições favoráveis, de acordo com os diversos projetos estabelecidos. A fertilidade do solo, um sítio defensivo, a proximidade da matéria-prima, o acesso ao mercado consumidor ou a presença de um porto, de uma força de trabalho não qualificada e sindicalmente pouco ativa, são alguns exemplos de atributos que podem levar a localizações específicas, definindo essa prática espacial.
CORRÊA, R. Espaço, um conceito-chave da Geografia. In. CASTRO, I. et al. (Org.). Geografia: Conceitos e Temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995, p. 36. Adaptado.
A prática espacial acima mencionada é a:
No longo e infindável processo de organização do espaço, o Homem estabeleceu um conjunto de práticas através das quais são criadas, mantidas, desfeitas e refeitas as formas e as interações espaciais. São as práticas espaciais, isto é, um conjunto de ações espacialmente localizadas que impactam diretamente sobre o espaço, alterando-o no todo, em parte ou preservando-o em suas formas e interações espaciais. (...) As práticas são ações que contribuem para garantir os diversos projetos. São meios efetivos através dos quais objetiva-se a gestão do território. (...) Há uma prática espacial por meio da qual o Homem decide sobre um determinado lugar segundo este apresente atributos julgados de interesse ou em condições favoráveis, de acordo com os diversos projetos estabelecidos. A fertilidade do solo, um sítio defensivo, a proximidade da matéria-prima, o acesso ao mercado consumidor ou a presença de um porto, de uma força de trabalho não qualificada e sindicalmente pouco ativa, são alguns exemplos de atributos que podem levar a localizações específicas, definindo essa prática espacial.
CORRÊA, R. Espaço, um conceito-chave da Geografia. In. CASTRO, I. et al. (Org.). Geografia: Conceitos e Temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995, p. 36. Adaptado.
A prática espacial acima mencionada é a:
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Considere o texto sobre uma das correntes do pensamento geográfico.
Trata-se de uma geografia que utiliza a teoria marxista como fundamental para a análise científica. Com ela, pretende-se construir uma sociedade mais equitativa, sem pobreza nem sofrimento, trabalhar para a mudança social e criar uma organização, com uma ação efetiva, dentro da geografia acadêmica. Esta geografia analisa principalmente as relações estruturais dos problemas sociais. Uma das noções básicas é a de que o espaço não pode ser percebido independentemente do objeto de estudo. A geografia quantitativa, pelo contrário, considerava o espaço como uma variável explicativa. Teoricamente o maior contributo deve-se a David Harvey, que recusa igualmente o idealismo, o positivismo e a fenomenologia, porque essas teorias ou se centram sobre o indivíduo, não considerando as limitações à liberdade individual por parte das estruturas sociais, ou esquecem o papel das elites na manipulação das estruturas sociais.
FERREIRA, C.; SIMÕES, N. A Evolução do Pensamento Geográfico. Lisboa: Gradiva, 1986, p. 100. Adaptado.
No texto, são apresentadas as características próprias da Geografia:
Trata-se de uma geografia que utiliza a teoria marxista como fundamental para a análise científica. Com ela, pretende-se construir uma sociedade mais equitativa, sem pobreza nem sofrimento, trabalhar para a mudança social e criar uma organização, com uma ação efetiva, dentro da geografia acadêmica. Esta geografia analisa principalmente as relações estruturais dos problemas sociais. Uma das noções básicas é a de que o espaço não pode ser percebido independentemente do objeto de estudo. A geografia quantitativa, pelo contrário, considerava o espaço como uma variável explicativa. Teoricamente o maior contributo deve-se a David Harvey, que recusa igualmente o idealismo, o positivismo e a fenomenologia, porque essas teorias ou se centram sobre o indivíduo, não considerando as limitações à liberdade individual por parte das estruturas sociais, ou esquecem o papel das elites na manipulação das estruturas sociais.
FERREIRA, C.; SIMÕES, N. A Evolução do Pensamento Geográfico. Lisboa: Gradiva, 1986, p. 100. Adaptado.
No texto, são apresentadas as características próprias da Geografia:
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