Foram encontradas 60 questões.
1 (...) a democracia moderna, regime que admite
conflitos, também gera um certo teor de conflito que
poderia não existir. Quando um cargo é colocado em
disputa, no âmbito público, aparecem candidatos. Ora,
não é óbvio que sempre haja divergências, justificando
candidaturas opostas. Mas é o que acontece. E, desde
que os partidos foram considerados pilares da
democracia representativa, a tendência deles é se
diferenciarem, oporem-se. Então, a democracia não se
limita a retratar divergências existentes na sociedade:
ela aprofunda algumas, acentua-as, até mesmo as
agrava.
2 Crítica parecida, por sinal, foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos", que é a principal forma moderna de democracia – desde os totalitários até o presidente francês de Gaulle e pensadores marxistas não autoritários. Mas o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade. Admite como normal que haja tensões entre pessoas ou grupos. Pela primeira vez na história do mundo, desobriga os humanos de viver num todo harmônico, equilibrado. Porque a harmonia é uma empulhação. Na Ásia, o discurso confuciano, assentado na ideia de que a sociedade se organiza como uma família, leva a entender a discórdia como traição. No Ocidente, a comparação do Estado a um corpo harmônico e saudável autorizou considerar o divergente um membro gangrenado ou doente, que deve ser amputado. Quem não obedece ao amor do príncipe não é apenas um divergente, uma pessoa livre para pensar de outra forma: é um traidor, um ingrato, um infame.
3 Diante dessa representação hipócrita das relações sociais como amorosas e da conversão do amor em autoritarismo – porque quem não retribui o amor do ditador obedecendo-lhe em todas as coisas atrai o castigo –, a democracia simplesmente deixa as coisas acontecerem. Discorda? É um direito seu. Haverá regras para dizer a discordância e, mesmo, submetê-las ao voto. A democracia cria procedimentos para garantir o direito de oposição – que também reduzem o teor dos confrontos.
4 Isso quer dizer que o conflito político não pode ser excessivo, e geralmente não o é. Primeiro, porque a política é a substituição da guerra. Em vez de armas, brigamos com votos. Eles não matam. O adversário não é inimigo. Não está em jogo, ao contrário do que pretendia Carl Schmidt, a extinção do outro. Pelo menos não se quer sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo. Segundo, porque a política se dá com palavras, que manejam emoções que se expressam no voto. Lembremos o que é “voto": o significado deste termo se vê em “votos de felicidade" ou de “feliz ano-novo". Votos são desejos. Expressamos nosso desejo em palavras, as do debate político, elaborando a decisão de votar em Fulano ou Beltrano.
5 Assim, a democracia representativa de partidos gera necessariamente conflitos, mas não os deixa transbordar para a forma bélica. Ela exige um certo teor de conflito, mas não excessivo. Não vive sem conflitos, mas morre se o conflito se exacerbar.
(RIBEIRO, Renato Janine. Rev. Filosofia: set., 2014, p. 82.)
Em relação ao ponto de vista emitido no tópico
do quarto parágrafo, o que se segue, no seu
desenvolvimento, tem o seguinte papel na
argumentação do autor:2 Crítica parecida, por sinal, foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos", que é a principal forma moderna de democracia – desde os totalitários até o presidente francês de Gaulle e pensadores marxistas não autoritários. Mas o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade. Admite como normal que haja tensões entre pessoas ou grupos. Pela primeira vez na história do mundo, desobriga os humanos de viver num todo harmônico, equilibrado. Porque a harmonia é uma empulhação. Na Ásia, o discurso confuciano, assentado na ideia de que a sociedade se organiza como uma família, leva a entender a discórdia como traição. No Ocidente, a comparação do Estado a um corpo harmônico e saudável autorizou considerar o divergente um membro gangrenado ou doente, que deve ser amputado. Quem não obedece ao amor do príncipe não é apenas um divergente, uma pessoa livre para pensar de outra forma: é um traidor, um ingrato, um infame.
3 Diante dessa representação hipócrita das relações sociais como amorosas e da conversão do amor em autoritarismo – porque quem não retribui o amor do ditador obedecendo-lhe em todas as coisas atrai o castigo –, a democracia simplesmente deixa as coisas acontecerem. Discorda? É um direito seu. Haverá regras para dizer a discordância e, mesmo, submetê-las ao voto. A democracia cria procedimentos para garantir o direito de oposição – que também reduzem o teor dos confrontos.
4 Isso quer dizer que o conflito político não pode ser excessivo, e geralmente não o é. Primeiro, porque a política é a substituição da guerra. Em vez de armas, brigamos com votos. Eles não matam. O adversário não é inimigo. Não está em jogo, ao contrário do que pretendia Carl Schmidt, a extinção do outro. Pelo menos não se quer sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo. Segundo, porque a política se dá com palavras, que manejam emoções que se expressam no voto. Lembremos o que é “voto": o significado deste termo se vê em “votos de felicidade" ou de “feliz ano-novo". Votos são desejos. Expressamos nosso desejo em palavras, as do debate político, elaborando a decisão de votar em Fulano ou Beltrano.
5 Assim, a democracia representativa de partidos gera necessariamente conflitos, mas não os deixa transbordar para a forma bélica. Ela exige um certo teor de conflito, mas não excessivo. Não vive sem conflitos, mas morre se o conflito se exacerbar.
(RIBEIRO, Renato Janine. Rev. Filosofia: set., 2014, p. 82.)
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1 (...) a democracia moderna, regime que admite
conflitos, também gera um certo teor de conflito que
poderia não existir. Quando um cargo é colocado em
disputa, no âmbito público, aparecem candidatos. Ora,
não é óbvio que sempre haja divergências, justificando
candidaturas opostas. Mas é o que acontece. E, desde
que os partidos foram considerados pilares da
democracia representativa, a tendência deles é se
diferenciarem, oporem-se. Então, a democracia não se
limita a retratar divergências existentes na sociedade:
ela aprofunda algumas, acentua-as, até mesmo as
agrava.
2 Crítica parecida, por sinal, foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos", que é a principal forma moderna de democracia – desde os totalitários até o presidente francês de Gaulle e pensadores marxistas não autoritários. Mas o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade. Admite como normal que haja tensões entre pessoas ou grupos. Pela primeira vez na história do mundo, desobriga os humanos de viver num todo harmônico, equilibrado. Porque a harmonia é uma empulhação. Na Ásia, o discurso confuciano, assentado na ideia de que a sociedade se organiza como uma família, leva a entender a discórdia como traição. No Ocidente, a comparação do Estado a um corpo harmônico e saudável autorizou considerar o divergente um membro gangrenado ou doente, que deve ser amputado. Quem não obedece ao amor do príncipe não é apenas um divergente, uma pessoa livre para pensar de outra forma: é um traidor, um ingrato, um infame.
3 Diante dessa representação hipócrita das relações sociais como amorosas e da conversão do amor em autoritarismo – porque quem não retribui o amor do ditador obedecendo-lhe em todas as coisas atrai o castigo –, a democracia simplesmente deixa as coisas acontecerem. Discorda? É um direito seu. Haverá regras para dizer a discordância e, mesmo, submetê-las ao voto. A democracia cria procedimentos para garantir o direito de oposição – que também reduzem o teor dos confrontos.
4 Isso quer dizer que o conflito político não pode ser excessivo, e geralmente não o é. Primeiro, porque a política é a substituição da guerra. Em vez de armas, brigamos com votos. Eles não matam. O adversário não é inimigo. Não está em jogo, ao contrário do que pretendia Carl Schmidt, a extinção do outro. Pelo menos não se quer sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo. Segundo, porque a política se dá com palavras, que manejam emoções que se expressam no voto. Lembremos o que é “voto": o significado deste termo se vê em “votos de felicidade" ou de “feliz ano-novo". Votos são desejos. Expressamos nosso desejo em palavras, as do debate político, elaborando a decisão de votar em Fulano ou Beltrano.
5 Assim, a democracia representativa de partidos gera necessariamente conflitos, mas não os deixa transbordar para a forma bélica. Ela exige um certo teor de conflito, mas não excessivo. Não vive sem conflitos, mas morre se o conflito se exacerbar.
(RIBEIRO, Renato Janine. Rev. Filosofia: set., 2014, p. 82.)
Em: “que poderia não existir” (§ 1) e “que deve
ser amputado” (§ 2), o autor emprega os auxiliares
“poder” e “dever” para sinalizar que o leitor deve
interpretar o conteúdo dos enunciados em apreço,
respectivamente, como:2 Crítica parecida, por sinal, foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos", que é a principal forma moderna de democracia – desde os totalitários até o presidente francês de Gaulle e pensadores marxistas não autoritários. Mas o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade. Admite como normal que haja tensões entre pessoas ou grupos. Pela primeira vez na história do mundo, desobriga os humanos de viver num todo harmônico, equilibrado. Porque a harmonia é uma empulhação. Na Ásia, o discurso confuciano, assentado na ideia de que a sociedade se organiza como uma família, leva a entender a discórdia como traição. No Ocidente, a comparação do Estado a um corpo harmônico e saudável autorizou considerar o divergente um membro gangrenado ou doente, que deve ser amputado. Quem não obedece ao amor do príncipe não é apenas um divergente, uma pessoa livre para pensar de outra forma: é um traidor, um ingrato, um infame.
3 Diante dessa representação hipócrita das relações sociais como amorosas e da conversão do amor em autoritarismo – porque quem não retribui o amor do ditador obedecendo-lhe em todas as coisas atrai o castigo –, a democracia simplesmente deixa as coisas acontecerem. Discorda? É um direito seu. Haverá regras para dizer a discordância e, mesmo, submetê-las ao voto. A democracia cria procedimentos para garantir o direito de oposição – que também reduzem o teor dos confrontos.
4 Isso quer dizer que o conflito político não pode ser excessivo, e geralmente não o é. Primeiro, porque a política é a substituição da guerra. Em vez de armas, brigamos com votos. Eles não matam. O adversário não é inimigo. Não está em jogo, ao contrário do que pretendia Carl Schmidt, a extinção do outro. Pelo menos não se quer sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo. Segundo, porque a política se dá com palavras, que manejam emoções que se expressam no voto. Lembremos o que é “voto": o significado deste termo se vê em “votos de felicidade" ou de “feliz ano-novo". Votos são desejos. Expressamos nosso desejo em palavras, as do debate político, elaborando a decisão de votar em Fulano ou Beltrano.
5 Assim, a democracia representativa de partidos gera necessariamente conflitos, mas não os deixa transbordar para a forma bélica. Ela exige um certo teor de conflito, mas não excessivo. Não vive sem conflitos, mas morre se o conflito se exacerbar.
(RIBEIRO, Renato Janine. Rev. Filosofia: set., 2014, p. 82.)
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1 (...) a democracia moderna, regime que admite
conflitos, também gera um certo teor de conflito que
poderia não existir. Quando um cargo é colocado em
disputa, no âmbito público, aparecem candidatos. Ora,
não é óbvio que sempre haja divergências, justificando
candidaturas opostas. Mas é o que acontece. E, desde
que os partidos foram considerados pilares da
democracia representativa, a tendência deles é se
diferenciarem, oporem-se. Então, a democracia não se
limita a retratar divergências existentes na sociedade:
ela aprofunda algumas, acentua-as, até mesmo as
agrava.
2 Crítica parecida, por sinal, foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos", que é a principal forma moderna de democracia – desde os totalitários até o presidente francês de Gaulle e pensadores marxistas não autoritários. Mas o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade. Admite como normal que haja tensões entre pessoas ou grupos. Pela primeira vez na história do mundo, desobriga os humanos de viver num todo harmônico, equilibrado. Porque a harmonia é uma empulhação. Na Ásia, o discurso confuciano, assentado na ideia de que a sociedade se organiza como uma família, leva a entender a discórdia como traição. No Ocidente, a comparação do Estado a um corpo harmônico e saudável autorizou considerar o divergente um membro gangrenado ou doente, que deve ser amputado. Quem não obedece ao amor do príncipe não é apenas um divergente, uma pessoa livre para pensar de outra forma: é um traidor, um ingrato, um infame.
3 Diante dessa representação hipócrita das relações sociais como amorosas e da conversão do amor em autoritarismo – porque quem não retribui o amor do ditador obedecendo-lhe em todas as coisas atrai o castigo –, a democracia simplesmente deixa as coisas acontecerem. Discorda? É um direito seu. Haverá regras para dizer a discordância e, mesmo, submetê-las ao voto. A democracia cria procedimentos para garantir o direito de oposição – que também reduzem o teor dos confrontos.
4 Isso quer dizer que o conflito político não pode ser excessivo, e geralmente não o é. Primeiro, porque a política é a substituição da guerra. Em vez de armas, brigamos com votos. Eles não matam. O adversário não é inimigo. Não está em jogo, ao contrário do que pretendia Carl Schmidt, a extinção do outro. Pelo menos não se quer sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo. Segundo, porque a política se dá com palavras, que manejam emoções que se expressam no voto. Lembremos o que é “voto": o significado deste termo se vê em “votos de felicidade" ou de “feliz ano-novo". Votos são desejos. Expressamos nosso desejo em palavras, as do debate político, elaborando a decisão de votar em Fulano ou Beltrano.
5 Assim, a democracia representativa de partidos gera necessariamente conflitos, mas não os deixa transbordar para a forma bélica. Ela exige um certo teor de conflito, mas não excessivo. Não vive sem conflitos, mas morre se o conflito se exacerbar.
(RIBEIRO, Renato Janine. Rev. Filosofia: set., 2014, p. 82.)
Para persuadir o leitor a concluir como ele, vale-se
o autor de todas as estratégias argumentativas a seguir,
EXCETO:2 Crítica parecida, por sinal, foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos", que é a principal forma moderna de democracia – desde os totalitários até o presidente francês de Gaulle e pensadores marxistas não autoritários. Mas o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade. Admite como normal que haja tensões entre pessoas ou grupos. Pela primeira vez na história do mundo, desobriga os humanos de viver num todo harmônico, equilibrado. Porque a harmonia é uma empulhação. Na Ásia, o discurso confuciano, assentado na ideia de que a sociedade se organiza como uma família, leva a entender a discórdia como traição. No Ocidente, a comparação do Estado a um corpo harmônico e saudável autorizou considerar o divergente um membro gangrenado ou doente, que deve ser amputado. Quem não obedece ao amor do príncipe não é apenas um divergente, uma pessoa livre para pensar de outra forma: é um traidor, um ingrato, um infame.
3 Diante dessa representação hipócrita das relações sociais como amorosas e da conversão do amor em autoritarismo – porque quem não retribui o amor do ditador obedecendo-lhe em todas as coisas atrai o castigo –, a democracia simplesmente deixa as coisas acontecerem. Discorda? É um direito seu. Haverá regras para dizer a discordância e, mesmo, submetê-las ao voto. A democracia cria procedimentos para garantir o direito de oposição – que também reduzem o teor dos confrontos.
4 Isso quer dizer que o conflito político não pode ser excessivo, e geralmente não o é. Primeiro, porque a política é a substituição da guerra. Em vez de armas, brigamos com votos. Eles não matam. O adversário não é inimigo. Não está em jogo, ao contrário do que pretendia Carl Schmidt, a extinção do outro. Pelo menos não se quer sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo. Segundo, porque a política se dá com palavras, que manejam emoções que se expressam no voto. Lembremos o que é “voto": o significado deste termo se vê em “votos de felicidade" ou de “feliz ano-novo". Votos são desejos. Expressamos nosso desejo em palavras, as do debate político, elaborando a decisão de votar em Fulano ou Beltrano.
5 Assim, a democracia representativa de partidos gera necessariamente conflitos, mas não os deixa transbordar para a forma bélica. Ela exige um certo teor de conflito, mas não excessivo. Não vive sem conflitos, mas morre se o conflito se exacerbar.
(RIBEIRO, Renato Janine. Rev. Filosofia: set., 2014, p. 82.)
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Chiavenato, adaptando um modelo de Nadler,
Hackman e Lawler, apresenta três abordagens de
administração de conflitos: estruturais, mistas e de
processo. A abordagem mista procura administrar o
conflito se utilizando tanto de aspectos processuais
quanto de estruturais. Sobre estas outras duas
abordagens, é possível se afirmar que:
I - A abordagem de processos procura reduzir os conflitos criando um processo específico para esse fim dentro da organização.
II - Uma das maneiras de redução de conflito na abordagem de processos é a reunião de confrontação entre as partes.
III - A abordagem estrutural considera que o conflito surge das condições de diferenciação, de recursos limitados e escassos e de interdependência.
IV - Na abordagem estrutural o único mecanismo de redução de conflitos são os sistemas de recompensas formais que redistribuem recursos limitados.
Das afirmativas acima:
I - A abordagem de processos procura reduzir os conflitos criando um processo específico para esse fim dentro da organização.
II - Uma das maneiras de redução de conflito na abordagem de processos é a reunião de confrontação entre as partes.
III - A abordagem estrutural considera que o conflito surge das condições de diferenciação, de recursos limitados e escassos e de interdependência.
IV - Na abordagem estrutural o único mecanismo de redução de conflitos são os sistemas de recompensas formais que redistribuem recursos limitados.
Das afirmativas acima:
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- Psicologia OrganizacionalGestão Estratégica de PessoasGrupos e Equipes
- Psicologia OrganizacionalTrabalho em Equipe
Equipes de alto desempenho possuem
disciplinas que são comumente seguidas. Baldwin,
Rubin e Bommer estabelecem alguns elementos
destas disciplinas que precisam ser trabalhados para
garantir a manutenção e o desenvolvimento do alto
desempenho. Exemplos destes elementos são:
I - Manter um tamanho ótimo de equipe entre 15 e 30 pessoas.
II - Garantir conjuntos de habilidades complementares nos membros da equipe.
III - Estabelecer um objetivo compartilhado e resultados claros.
IV - Criar responsabilidades mútuas.
Dos itens acima:
I - Manter um tamanho ótimo de equipe entre 15 e 30 pessoas.
II - Garantir conjuntos de habilidades complementares nos membros da equipe.
III - Estabelecer um objetivo compartilhado e resultados claros.
IV - Criar responsabilidades mútuas.
Dos itens acima:
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Baldwin, Rubin e Bommer, ao tratar do tema
sobre a aplicação dos estilos de liderança,
relacionando-os à inteligência emocional, mostram a
proposta de Goleman na qual existem seis diferentes
estilos de liderança. Entre estes diferentes estilos de
liderança, há quatro que criam o tipo de atmosfera e
ressonância que engaja as pessoas e incrementa o
desempenho. São eles:
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Aronson, Wilson e Akert analisaram a decisão
do presidente Kennedy e seus assessores em relação
à invasão de Cuba na Baía dos Porcos. Segundo os
autores desse estudo, depreende-se que grupos não
se sairiam melhor se seus membros estivessem
acostumados a trabalhar juntos e tratassem de
problemas importantes do mundo real. Uma teoria de
tomada de decisão neste tipo de grupo define que há
um fenômeno no qual manter a coesão e a
solidariedade do grupo é mais importante do que
examinar os fatos de modo realista. Este fenômeno é
denominado:
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Conforme mostram Baldwin, Rubin e Bommer ao
descrever as chaves para aprender habilidades, a
meta do aprendizado puramente cognitivo ou orientado
a conteúdo é aprender a aprender. Para passar para o
estágio da aplicação, no entanto, é preciso:
I - focalizar problemas e desafios reais que as pessoas enfrentam.
II - ter certeza de que as pessoas são normais.
III - decidir quais das diferentes habilidades seriam adequadas em situações específicas.
Dos itens acima:
I - focalizar problemas e desafios reais que as pessoas enfrentam.
II - ter certeza de que as pessoas são normais.
III - decidir quais das diferentes habilidades seriam adequadas em situações específicas.
Dos itens acima:
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Três razões que afetam o alinhamento de
atitudes e comportamentos dos argumentos de outros
são etos, patos e logos. Estes conceitos foram
introduzidos por Aristóteles, desde a Grécia antiga, e
pouco mudaram desde então. Sobre eles, pode-se
afirmar que:
I - O etos é a crença no caráter ético e profissional de alguém.
II - Logos podem ter argumentos de tipo dedutivo ou indutivo.
III - É possível desenvolver etos enfatizando os modos como se é semelhante ao seu público.
IV - Patos se refere a técnicas de argumentação denominadas, por razões históricas, de apiárias.
Das afirmativas acima:
I - O etos é a crença no caráter ético e profissional de alguém.
II - Logos podem ter argumentos de tipo dedutivo ou indutivo.
III - É possível desenvolver etos enfatizando os modos como se é semelhante ao seu público.
IV - Patos se refere a técnicas de argumentação denominadas, por razões históricas, de apiárias.
Das afirmativas acima:
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Conforme apresentam Bowditch e Buono, a
teoria denominada Leadership Grid (Grade de
Liderança) utilizada a partir dos anos 1990, se inspira
nas duas dimensões propostas por Blake e Mouton na
década de 1960, acrescentando uma terceira
dimensão. A partir da combinação com as duas
dimensões anteriores, a Grade de Liderança, permite a
exploração de um número maior de estilos de
liderança. As dimensões propostas pela teoria são:
I - preocupação com as pessoas.
II - preocupação com a produção.
III - relação de confiança e respeito.
IV - relação entre autoridade e obediência.
V - motivações pessoais.
Dos itens acima:
I - preocupação com as pessoas.
II - preocupação com a produção.
III - relação de confiança e respeito.
IV - relação entre autoridade e obediência.
V - motivações pessoais.
Dos itens acima:
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