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Sr. Ernesto é dono de uma fábrica de doces. Ele precisa proceder à contagem das caixas de matéria-prima de seu estoque, porém a porta de entrada do depósito travou e não é possível abri-la. Lembrou-se, entretanto, da câmera de segurança que fica instalada acima da porta de entrada. Foi até o monitor e a imagem que ele teve foi a seguinte:

O empilhamento era sempre feito da mesma forma, tendo 4 caixas de altura, 4 de profundidade e 4 de largura. Com essa informação, o Sr. Ernesto fez o pedido para completar seu estoque novamente. Considerando que ele pagou R$ 50,00 por caixa do produto, pode-se afirmar que ele gastou:
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Para o clareamento das peças ósseas, utiliza-se amônia, peróxido de hidrogênio, hidróxido de sódio, dentre outras soluções. Identifique a alternativa INCORRETA quanto a esse procedimento:
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- Backup e RecuperaçãoConceitos e Fundamentos de Backup
- Backup e RecuperaçãoEstratégias de Backup
- Backup e RecuperaçãoTipos de BackupBackup Completo
Os backups podem ser feitos de forma completa (conhecido como backups completos) ou parcialmente (backups incrementais e diferenciais). Com relação a essas abordagens de backup, assinale a sentença INCORRETA.
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Utopia ou Solução?
José Passini
1. Uma vez reconhecida a necessidade de uma língua internacional, resta o problema da escolha daquela que deverá desempenhar esse papel. O uso de línguas naturais nessa função não tem conseguido preencher a lacuna deixada pelo abandono do uso do latim, que foi instrumento de comunicação diplomática, de divulgação científica e de discussão filosófica e política durante toda a Idade Média. É de se notar que o latim usado como interlíngua não era aquele falado quotidianamente pelo povo, o “sermo vulgaris”. Não era a língua que, sujeita à instabilidade do processo evolutivo natural, viria a se transformar e se diversificar nas várias línguas românicas. O idioma usado nas comunicações internacionais era o produto estável, altamente elaborado pelos gramáticos e estilistas da latinidade.
2. O fato de não pertencer a povo algum dava ao latim a condição primeira para o desempenho do papel de interlíngua: a neutralidade política. As línguas naturais encontram sempre fortes restrições em seu uso como língua internacional, restrições que variam, segundo as áreas onde se pretenda usá-las. Não há uma única língua natural que garanta ao seu usuário livre trânsito em todo o mundo, para não dizer nem mesmo em toda a Europa. Apesar disso, as nações econômica e politicamente poderosas concentram grandes esforços e despendem enormes recursos financeiros no sentido de difundirem e, até certo ponto, imporem seus idiomas para uso internacional, visto serem inegáveis os rendimentos em prestígio político e as vantagens econômicas que retornam como altos dividendos, em razão de investimentos bem aplicados. É muito fácil, para o falante nativo, parlamentar, influenciar, convencer, vender, e até mesmo dominar, quando o interlocutor fala uma língua que não seja a sua própria.
3. Assim, eleger, em âmbito mundial, uma língua natural para o desempenho da tarefa de interlíngua é conceder ao povo que a fala como nativo uma série de prerrogativas contra as quais se insurgiriam os demais povos, a arguírem o mesmo direito de não serem obrigados às despesas e aos esforços necessários ao aprendizado de uma língua estrangeira.
4. Aceitar oficialmente o idioma de outro povo como segunda língua é elevar o país de origem desse idioma à condição de metrópole intelectual. É submeter-se-lhe psicologicamente, aceitando a sua influência política e a sua cultura, no sentido mais abrangente do termo. Não se defende, ao pôr-se em relevo a gravidade desse problema, um nacionalismo absurdo, fechado às ideias renovadoras vindas do exterior. É de senso comum que nenhum país pode progredir de forma apreciável, se fechado ao confronto salutar com as ideias geradas em outras culturas. O que se busca demonstrar é o perigo de uma descaracterização nacional como consequência da forte influência de uma determinada cultura, aceita, às vezes, inconscientemente, através da adoção da língua de um outro povo como segunda língua.
5. No caso de se adotar alguma língua neutra, as influências recebidas do exterior se originariam de fontes diversas, porque conduzidas através de uma língua igualmente acessível a todos os povos. A adoção de uma língua internacional neutra permitiria àqueles povos, cujas línguas não têm penetração internacional, a divulgação da sua posição política, do seu pensamento filosófico, dos seus progressos sociais e científicos, diretamente, ao resto do mundo, sem ter de se sujeitar ao processo seletivo da corrente de informação a que a tradução em uma língua natural conduziria. Ao traduzir-se uma obra para um idioma natural, raramente tem-se em vista a sua divulgação mundial. As traduções são quase sempre feitas em função dos interesses e do gosto do povo ou dos povos falantes nativos dessa língua, o que constitui um fator altamente seletivo e restritivo na divulgação de ideias em ambiente mundial, em desfavor dos usuários de línguas minoritárias. A tradução em uma língua neutra, ao contrário, destinar-se-ia indistintamente a todos os povos e facilitaria sobremaneira o acesso a uma literatura muito mais vasta aos povos em cujas línguas as traduções não seriam rentáveis.
6. Se, como foi demonstrado, as línguas naturais não se prestam à função de interlíngua, só resta a alternativa do uso de uma língua construída, neutra, indene de vinculação étnica, política, filosófica, cultural, enfim. Essa condição ideal, como se depreende, só poderá ser conseguida por um idioma não vinculado a povo algum, um idioma conscientemente elaborado para o papel de interlíngua mundial, a ser aprendida por todos os povos, na condição de segunda língua.
7. Para o desempenho desse papel, relevante sob todos os aspectos, propõe-se o esperanto, porque dentre os idiomas criados para esse fim, que surgiram até agora, é aquele que se destaca pela facilidade de aprendizado, graças à simplicidade e regularidade que seu criador conseguiu imprimir-lhe. Entretanto, essa simplicidade não implica pobreza de recursos de expressão, visto ter-lhe sido possível acompanhar, desde a sua publicação, em 1887, o progresso sem precedentes que se constata em todos os setores da atividade humana, dando conta do discurso científico, filosófico, político e religioso de todos os tempos, como atesta a extensa bibliografia existente. Sua regularidade, que o livra daqueles caminhos sinuosos que dificultam o aprendizado de um novo idioma, principalmente na idade adulta, não o desfigura como idioma humano, não o torna um código matemático, frio, monótono, artificial. A esse respeito, consulte-se a vasta literatura, original e traduzida, em poesia e prosa, sobre os mais variados temas.
8. A prova mais concludente a respeito da adequação do esperanto ao papel a que se propõe é dada pela sua sobrevivência e pelo progresso que, embora lento, sem apoio direto de nenhum governo, é sempre crescente em todo o mundo. Dezenas de línguas surgiram antes dele; outras lhe foram contemporâneas no lançamento; várias outras, posteriores. Não obstante, nenhuma conseguiu ameaçar-lhe o progresso.
9. Assim, ao Homem, que adotou conscientemente a linguagem internacional das notas musicais, do Código Morse, dos sinais de tráfego, dos códigos de computação e de tantos e tantos sistemas e códigos usados em âmbito mundial, não lhe será impossível adotar a língua elaborada pelo gênio de Zamenhof como código de comunicação falada e escrita, o que constituirá mais do que uma vitória do esperanto, uma demonstração de espírito prático, de bom-senso e, sobretudo, de justiça.
PASSINI, José. Utopia ou solução. In: ______. Bilinguismo: utopia ou antibabel. Campinas: Pontes, 1995. p. 151-4.
Atentando para o emprego do sinal indicativo da crase, aponte a alternativa em que seu uso é INCORRETO, considerando as modificações feitas em segmentos do texto.
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
Os processadores atuais utilizam de forma intensiva a técnica de pipeline. Podemos citar como uma vantagem e uma desvantagem da técnica de pipeline, respectivamente:
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Marque a opção que há somente cefalosporina de primeira geração.
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Texto II
Tempos ansiosos?
(1) Saber lidar com as preocupações se tornou uma característica desejada, porque a ansiedade foi relegada ao posto de vilã do mundo moderno. Apesar de ser essencial para a sobrevivência, ela ganhou o estigma de atrapalhar as relações pessoais, a competência no trabalho e todo tipo de situação delicada. “Se o candidato não consegue dominar a ansiedade na hora da seleção de emprego, já questionamos como ele agirá no ambiente de trabalho”, diz Adriana Vilela, analista de recursos humanos da RHBrasil, empresa que recruta candidatos para o mercado de trabalho. É muito comum, aliás, as pessoas reclamarem que são ansiosas demais e os especialistas chamarem os nossos tempos de “era da ansiedade”.
(2) Mas essa noção de que vivemos numa época especialmente estressante é coisa ultrapassada, na verdade. A ideia de “era da ansiedade” nasceu antes da internet e do computador. Apareceu pela primeira vez em 1947, num poema do inglês Wystan Hugh Auden, que, desiludido com a humanidade depois da 2ª Guerra Mundial, criticou o homem e sua busca sem sentido por significado. Desde então, há pelo menos uma obra por década que afirma que o ser humano está passando pelos tempos mais difíceis de sua história e que, coitados de nós, sofremos demais com a ansiedade. Na década de 1950, a 2ª Sinfonia do músico americano Leonard Bernstein foi chamada de “era da ansiedade”. Além disso, há quase 4 mil trabalhos acadêmicos que usam essa expressão como base teórica – de dissertações sobre religião a doutorados em farmacologia. Parece que a ansiedade está intrinsecamente ligada à noção de modernidade. Mas será que há realmente épocas mais ansiosas do que outras?
(3) “É impossível dizer que somos mais preocupados hoje em dia, porque não tínhamos tantos indicadores antigamente. E não podemos nos esquecer que vivemos hoje num tempo onde a psicologia e a psiquiatria têm um papel muito importante”, diz o professor de sociologia da Universidade de Kent, Iain Wilkinson, que também escreveu um livro sobre o assunto. Antes da ascensão da psicologia, no começo do século 20, ninguém tinha o hábito de pensar em seus problemas mentais e todos os distúrbios espirituais eram tratados como doença.
HUECK, Karin. Ansioso, eu? – Tempos ansiosos? Super Interessante, São Paulo, v. 22, n. 11, p. 70-71, nov. 2008. 09.
Leia o seguinte trecho: “Desde então, há pelo menos uma obra por década que afirma que o ser humano está passando pelos tempos mais difíceis de sua história e que, coitados de nós, sofremos demais com a ansiedade” (§ 2).
Assinale a alternativa CORRETA em que a forma verbal está sendo usada no mesmo sentido da forma verbal grifada e de acordo com a norma culta da língua escrita.
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São modalidades de licitação, EXCETO:
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São analgésicos de ação central, EXCETO:
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A prateleira da estante da sala de reuniões suporta, no máximo, 8 Kg. Um auxiliar administrativo deseja arquivar algumas pastas. Quantas pastas ele poderá colocar nessa prateleira, sem ultrapassar a sua capacidade máxima, se cada pasta pesa 320 g?
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