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Foram encontradas 420 questões.

588868 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

As esplancnotécnicas são diversos procedimentos utilizados na preservação de:

 

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588852 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Leia as sentenças abaixo e marque a opção CORRETA.

I) Os benzodiazepínicos podem induzir síndrome de abstinência.

II) Os benzodiazepinicos potencializam os efeitos depressores do álcool.

III) O baclofeno pertence à classe dos benzodiazepínicos.

IV) Alguns benzodiazepínicos são usados como anticonvulsivantes.

V) Os barbitúricos são usados no tratamento de distúrbios da ansiedade.

 

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588411 Ano: 2012
Disciplina: Nutrição
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Sobre a determinação de proteínas em alimentos, pelo método de Kjeldahl, pode-se afirmar:

 

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587606 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Sobre acomodações e condições ambientais, é CORRETO afirmar:

 

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575879 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Leia o seguinte segmento: “Segundo dados da ONU, em 2005, o Brasil era a 8ª nação mais desigual do mundo”. A classificação morfológica da palavra destacada é:

 

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575865 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Programas podem ser compilados ou interpretados. Por exemplo, programas elaborados em PHP são interpretados, enquanto programas elaborados em C ou C++ devem ser compilados. Quanto às linguagens de programação, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Texto I
O pior é que os pais são cúmplices

(Fragmento de entrevista)

(1) Faixa-preta no caratê, a americana Rosalind Wiseman dava aulas de defesa pessoal para garotas em Washington, capital dos Estados Unidos, quando se impressionou com as conversas das adolescentes sobre os constantes abusos físicos e psicológicos que sofriam ou infligiam a colegas na escola, o bullying. Interessou-se pelo assunto, aprofundou as conversas e hoje é uma das maiores especialistas nesse triste fenômeno. (...)

(2) O bullying está fugindo ao controle dos pais e das escolas? Conflitos em que ocorre abuso de poder e força para demarcar território são tão antigos quanto a própria espécie humana. Não estamos, portanto, diante de um fenômeno moderno, como alguns apregoam. Por outro lado, há, sim, certos aspectos da sociedade em que vivemos que conferem ao bullying feições particularmente cruéis, e é isso que o torna mais difícil de ser controlado. A principal mudança está na internet, com a qual a atual geração de crianças e adolescentes mantém uma relação quase que visceral. É justamente ali, onde constroem sua identidade e seus laços de amizade, que eles começam a se ver alvo de humilhações capazes de se difundir por toda a escola em questão de horas. O problema passa a ganhar uma escala que nunca teve antes, enchendo a vítima de vergonha, solidão e medo. Os pais e os educadores, por sua vez, são frequentemente tomados de um sentimento de profunda impotência que os mantém paralisados.

(3) A senhora está dizendo que as escolas não estão sabendo lidar com os casos de bullying? Minha experiência mostra que a maioria não encara esse problema como sendo também seu, prova de uma visão ainda antiquada sobre a educação. Nos últimos anos, a internet demoliu certas fronteiras físicas de forma avassaladora, como a que separava a casa da escola, mas muitos educadores continuam alheios a isso. Eles se esquivam de suas responsabilidades, limitando-se a dizer apenas que "o caso não aconteceu dentro da sala de aula, me desculpe, estamos de mãos atadas". Pois, ao ignorarem a questão, dão sinal verde para que os agressores sigam adiante, seguros, e com razão, de que não serão punidos. Aqueles que são alvo das intimidações passam a odiar profundamente o colégio, onde não recebem o mais básico: segurança. Ouço muito nas escolas que elas estão, sim, em plena cruzada de combate ao bullying. Mas isso não costuma se traduzir em nada verdadeiramente efetivo. Toda essa discussão acaba por chamar atenção para uma enorme fragilidade que vejo na instituição escolar, nos Estados Unidos e em outros países.

(...)

(4) Os próprios pais acabam sendo condescendentes com o bullying? Exatamente isso. Existe um grupo, e com certeza não é pequeno, de pais que se arvoram em defesa dos filhos incondicionalmente, qualquer que seja a situação, ainda que às vezes não tomem consciência disso. Alguns até bradam: "Quem se meter com meu filho está se metendo comigo também". É um instinto de proteção cego, irracional. Mesmo alertados pela escola e por outros pais, eles se recusam a ver e a ouvir o óbvio. Estão se furtando assim à tarefa de dar uma boa educação aos filhos.

(5) Como deveriam agir nesses casos? Como adultos. Eles devem não só assumir como enfatizar o problema, advertindo a criança, punindo-a prontamente quando preciso e procurando a escola, se esse for o caso. É básico, mas não tão comum. Vou além na crítica que faço. Muitos pais acabam não apenas agindo como cúmplices juvenis de seus filhos como também dando o mau exemplo em casa. Depois de tantos anos nesse campo, estou convencida de que tratar mal o outro, tentando se sobrepor à base da força e do medo, não é apenas um instituto humano, mas também um comportamento cultivado e assimilado socialmente.

(6) Como isso ocorre? Não é tão óbvio, mas sutil. Observando as famílias das crianças que costumam liderar o bullying, descobri um padrão comum à maioria. Em geral, elas vêm de ambientes em que os próprios pais não lidam bem com as diferenças. Costumam supervalorizar características físicas e psicológicas universalmente aceitas e desconfiar de quem destoa delas. Eles reforçam, por exemplo, o ideal de magreza que tanto preocupa as crianças e adolescentes de hoje - inclusive os magros que querem ficar cada vez mais esbeltos. É curioso que esse tipo de manifestação preconceituosa aparece até mesmo naquelas famílias de gente muito lúcida, de forma quase invisível. Mas a mensagem está lá. O bullying nada mais é do que uma demonstração exacerbada da aversão às diferenças. Escuto muito pais criticando uns aos outros. É como um esporte nacional. Está claro que falta um olhar mais realista sobre si próprios.

(...)

(7) Por que elegeu o universo feminino como campo de estudo de seu primeiro livro sobre o assunto? As meninas podem ser mais cruéis entre si do que os garotos. Elas têm uma compreensão muito clara sobre como a outra se sente e, com isso, conseguem ferir-se com requintes de maldade. Na adolescência, criam uma severa hierarquia no grupo, pautada por aquilo que vestem e possuem e também pela maneira como se expressam e se posicionam. São regras invisíveis, que se fazem perceber da pior forma possível - quando alguém as quebra e é punido por isso. As meninas se policiam umas às outras o tempo todo e costumam ser implacáveis com quem transgride. Praticam uma agressão de fundo mais psicológico, mas profundamente dolorosa, segundo relatos que venho colhendo ao longo desses anos de trabalho nas escolas. Muitas pessoas ainda se espantam quando trato dessas coisas. Preferem trilhar o caminho mais fácil, o do politicamente correto, a falar abertamente e ajudar.

WEINBERG, Mônica. O pior é que os pais são cúmplices. Veja, São Paulo, v. 45, n. 9, p. 17 e 20-21, fev. 2012. Entrevista. (Adaptado).

Assinale a alternativa que MELHOR registra o tema central da entrevista.

 

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575776 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Sobre o relacionamento mostrado na figura abaixo, pode-se afirmar.

Enunciado 575776-1

 

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575759 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

A hepatite é causada pelo vírus C da família Flaviviridae. O genótipo mais encontrado em infecções no Brasil é o tipo I. Porém, são também observados com relativa frequência os tipos II e III. Dentre os métodos citados abaixo, qual apresenta maior sensibilidade diagnóstica para a genotipagem desse processo infeccioso viral?

 

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1491530 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Na habilitação do processo de licitação pública é exigido dos interessados comprovações documentais, EXCETO:

Questão Anulada

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