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Foram encontradas 490 questões.

1334273 Ano: 2012
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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O fornecimento de nutrientes para as plantas está diretamente relacionado à qualidade do produto final obtido. Entre os principais nutrientes envolvidos no desenvolvimento das plantas, está CORRETO afirmar que:

 

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1334215 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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O valor 1010101, expresso em binário, corresponde aos seguintes valores:

 

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1334184 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Na concepção dos projetos, as atividades comumente incluídas na etapa do anteprojeto são as apresentas a seguir, EXCETO:

 

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1334182 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Na teoria do Consumidor, com respeito à classificação dos bens (normal, de luxo, necessário, inferior, comum e de Giffen) e às demandas por esses bens, avalie as afirmativas:

I) Se um bem é de Giffen então ele não pode ser comum.

II) Todo bem de Giffen é um bem inferior.

III) Suponha que existam apenas dois bens, 1 e 2. Suponha ainda que o consumidor gaste ao menos uma parcela positiva de sua renda na aquisição de cada um dos bens e que o bem 1 é um bem de Giffen. Então o bem 2 é um bem normal, podendo ser ou necessário ou de luxo.

Julgue qual opção as classifica como verdadeira (V) ou falsa (F), respectivamente.

 

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1334167 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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No capítulo intitulado “A família do paciente”, Elisabeth Kübler-Ross (2008) afirma, EXCETO:

 

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1334107 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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O termo Hipodermóclise se refere:

 

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1334090 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Medicamentos contendo diclofenaco, piroxicam ou ácido acetilsalicílico são usados como anti-inflamatórios. Marque a opção que explica o mecanismo destes fármacos.

 

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1334088 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Quanto a um concreto cujo fck é igual a 25 MPa, leia as seguintes afirmativas:

I) A resistência à compressão média, medida em corpos de prova em laboratório, deverá ser igual a 25 MPa.

II) O valor da resistência à compressão média encontrada em laboratório em ensaios em corpos de prova deverá ultrapassar 25 MPa.

III) Em ensaios de resistência à compressão em laboratório com um grande número de amostras, apenas 5% dos resultados de rompimentos de corpos de prova poderão ocorrer abaixo de 25 MPa.

Assinale a afirmativa CORRETA.

 

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1334084 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Analise o gráfico abaixo que demonstra o Orçamento Geral da União de 2011, por função - executado até 31/12/2011 - total: R$ 1,571 trilhão.

Enunciado 1334084-1

Fonte: Disponível em: <http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/artigo.2012-01-15.2486469250/document_view>. Acesso em: 28 maio 2012.

Acerca da finalidade do fundo público, Elaine Rossetti Behring (2008), afirma:

I) O fundo público participa do processo de rotação do capital, tendo em perspectiva o processo de reprodução capitalista como um todo, especialmente em contextos de crise.

II) O fundo público realiza mediações na própria repartição da mais-valia – pelo que é disputado politicamente pelas várias facções burguesas, cada vez mais dependentes dessa espécie de retorno mediado por um Estado, por sua vez, embebido do papel central de assegurar as condições gerais de produção.

III) Os trabalhadores participam do processo que envolve o fundo público, retomando parte do trabalho necessário na forma de salários indiretos (políticas sociais) ou na forma de bens públicos de maneira geral, disputando, igualitariamente, segundo princípios constitucionais, os interesses que envolvem o Estado e a sociedade civil.

 

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1334083 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Leia com atenção o seguinte texto, ao qual se refere a questão.

A sociologia do jeito

Roberto Campos

O jeito não é uma instituição legal nem ilegal, é “paralegal”.

Em primeiro lugar, essa instituição viceja assaz nos países latinos e é quase desconhecida nos anglosaxões, porque naqueles perduraram por mais tempo hábitos feudais, quer nas relações jurídicas, quer nas econômicas. O feudalismo é um sistema de profunda desigualdade jurídica, em que a lei a rigor só é aplicável ao servo e aos vassalos, porém extremamente flexível para o barão e o suserano. Estes se governam por relações voluntarísticas; aqueles por fórmulas impositivas.

Na Inglaterra, graças ao precoce desenvolvimento de sua burguesia mercantil, que se afirmou contra o Rei e os nobres, estabelecendo formas jurídicas de validade mais universal, feneceu muito antes que na Europa Latina o molde feudal.

Isso cerceou barbaramente as possibilidades de florescimento da instituição “paralegal” do jeito, a qual pressupõe, evidentemente, como diria Orwell, que todos os animais sejam em princípio iguais perante a lei, conquanto alguns sejam mais iguais que outros. Ou, como praticam, entre nós, os mineiros e os gaúchos: “Para os amigos tudo, para os indiferentes nada, para os inimigos a lei!”

A segunda explicação sociológica reside na diferença de atitudes entre latinos e anglo-saxões, no tocante às relações entre a lei e o fato social. Para o empiricismo jurídico anglo-saxão, a lei é muito menos uma construção lógica que uma cristalização de costumes. Ao contrário do Direito Civil, a Common Law é uma coletânea de casos e precedentes, antes que um sistema apriorístico e formal de relações.

Até mesmo na Lex Magna – a Constituição – prevalece essa diferença de atitudes. A Constituição inglesa, por exemplo, nunca foi escrita e a americana se cinge a três admiráveis páginas. Já as Constituições de tipo latino são miudamente norminativas e regulamentares. Com isso nos arriscamos, quase sempre, a um descompasso em relação ao fato social, o que nos leva ora à solução elegante e proveitosa (para os juristas) da mudança da Constituição, ora a interregnos deselegantes de ditaduras inconstitucionais.

As consequências sociológicas dessa díspar atitude – de um lado a tradição interpretável, do outro o preceito incontroverso – são profundas. No caso anglo-saxão, a lei pode ser obedecida, porque ordinariamente apenas codifica o costume corrente. Torna-se menos provável a ocorrência de grave tensão institucional por desadaptação da norma legal ao comportamento aceito. Não há grande necessidade de se dar um jeito, pois que a lei raramente é inexequível; nos casos em que é violada, é possível configurar-se, então, a existência de dolo ou crime praticado por pequena minoria social.

Dentro do formalismo jurídico latino, frequentemente o descumprimento da lei é uma condição de sobrevivência do indivíduo, e de preservação do corpo social sem inordinato atrito. Como dizia um meu criado português: “Esta lei não pegou, senhor doutor.” Pois (...) há leis que “pegam” e leis que não “pegam”. Estas, ordinariamente, são construções teóricas que não nasceram do costume e que às vezes transplantam formas jurídicas importadas de além-mar, sem relevância para as possibilidades econômicas de nosso ambiente. Textos fora de contexto.

Resta saber se não há uma terceira explicação, em termos de atitudes religiosas. No catolicismo, rígido é o dogma, e a regra moral, intolerante. No protestantismo, complacente é a doutrina, e a moral, utilitária. Há menos beleza e também menos angústia.

É bem verdade que numa visão mais comprida da história e do tempo, o catolicismo tem revelado surpreendente plasticidade para se adaptar à evolução dos povos e instituições. A curto prazo, entretanto, pode gerar intolerável tensão institucional, que não fora a válvula de escape do jeito, arriscaria perturbar o funcionamento da sociedade.

Já o protestantismo nasceu sob o signo revisionista. Elidiu-se praticamente a doutrina revelada ab alto, e quando as necessidades institucionais criam a ameaça de uma generalização do pecado, é muito mais fácil o protestantismo entortar as normas éticas. Assim, quando as exigências de um emergente capitalismo mercantil impuseram a organização de um mercado financeiro, Calvino fez da cobrança de juros um esporte legítimo, lançando às urtigas o preconceito aristotélico de que o dinheiro é estéril e o belo arrazoado aquiniano de ser o juro ilegítimo porque implica em cobrar o tempo, coisa que pertence a Deus e não aos homens. Ante a revolução trazida pelas grandes descobertas marítimas e a necessidade de acumulação para financiar investimentos na exploração comercial e industrial, os puritanos passaram a enxergar a opulência como manifestação exterior da bênção divina e não um desvario cúpido. E quando os mórmons se viram frente ao problema de povoar um deserto, não hesitaram em sancionar a poligamia. Ainda hoje, desaparecida a questão do povoamento acelerado, e proibida a bigamia simultânea, permanece legal a poligamia sucessiva, através do divórcio.

Procurou-se evitar a tensão social mediante uma frontal modificação das normas éticas, ao invés de recorrer-se ao instituto do jeito.

Não se tome a disquisição acima, entretanto, como uma justificação indiscriminada e licenciosa do jeito. Assim como há rua e rua, há jeito e jeito; em muitos casos não passa ele de molecagem de inadaptados sociais que ao invés de jeitosos são rematados facínoras.

Mas forçoso é reconhecer que há raízes sociológicas mais profundas; e que, se amputada essa instituição “paralegal”, dado o irrealismo de nossas formulações legais, a tensão social poderia levar-nos a duas extremas posições: a da sociedade paralítica, por obediente, e da sociedade explosiva, pelo descompasso entre a lei, o costume e o fato.

Daí, irmãos, a essencialidade do jeito.

CAMPOS, Roberto. A sociologia do jeito. Senhor, Rio de Janeiro, n. 7, p. 28-9, jul. 1960.

A leitura conjugada dos quatro primeiros parágrafos NÃO permite o entendimento apresentado em uma das alternativas. Assinale-a.

 

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