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A respeito da teoria do bem-estar social, pode-se afirmar que:
I) pelo critério de Pareto, se for possível que uma mudança na alocação de bens melhore a posição de um indivíduo, sem piorar a situação de qualquer outro indivíduo, não pode ser considerada uma alocação eficiente.
II) uma alocação na qual todos os indivíduos possuem quantidades estritamente positivas de todas as mercadorias é dita ser eficiente de Pareto, se não for possível melhorar nenhum indivíduo sem piorar ao menos algum outro indivíduo.
III) a função bem-estar social é definida pela soma das funções, utilidade de todos os membros da sociedade.
Julgue qual opção as classifica como verdadeira (V) ou falsa (F), respectivamente.
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Leia com a atenção o seguinte texto e volte a ele sempre que julgar necessário.
Uma geração descobre o prazer de ler
( 1 ) Deixe-se o sexo para uma discussão posterior. No que diz respeito à leitura, uma graciosa menina carioca é uma das inúmeras evidências do que se lê na capa de VEJA. Em janeiro, a universitária Iris Figueiredo, de 18 anos, anunciou em seu blog a intenção de organizar encontros para discutir clássicos da literatura. A ideia era reunir jovens que estavam cansados de ler as séries de ficção que lideram as vendas nas livrarias e passar a ler obras de grandes autores. Trinta respostas chegaram rapidamente. No mês seguinte, o evento notável de Iris começou: vinte adolescentes procuraram uma sombra junto ao Museu de Arte Contemporânea de Niterói – cada um com seu exemplar de Orgulho e Preconceito, da inglesa Jane Austen, debaixo do braço e sentaram-se para conversar. Durante duas horas, leram os trechos de sua preferência, analisaram a influência da autora sobre escritores contemporâneos (descobriram, por exemplo, que certas frases do romance foram emuladas em diálogos da série O Diário de Bridget Jones, de Helen Fielding) e destrincharam os dilemas pelos quais passaram a vivaz Elizabeth Bennett e o arrogante Mr. Darcy, os protagonistas do romance. Iris se entusiasma ao falar do sucesso de suas reuniões que já abordaram títulos como O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde, 1984, de George Orwell, e Feliz Ano Novo, de Rubem Fonseca. Desde pequena, ela é boa leitora. Mas foi só ao descobrir a série Harry Potter que se apaixonou pela leitura e a transformou em parte central de seu dia a dia. (...)
( 2 ) Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, dos videogames, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor social fundamental e até dados muito práticos, como a falta e a pobreza de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram, ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as expectativas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país movida, sim, por sucessos globais como as séries Harry Porter, Crepúsculo e Percy Jackson. Em 2005, a rede de livrarias Saraiva vendeu 277000 exemplares de títulos voltados para o público infantojuvenil. Em 2010, foram 1,7 milhão - um estarrecedor aumento de 514%. O crescimento deve-se em parte à ampliação da rede, com a compra da Siciliano, em 2008. Mas nenhum outro segmento se desenvolveu tanto quanto o juvenil.
( 3 )Também para os cidadãos mais maduros abriram-se largas portas de entrada à leitura. A autoajuda (e os romances com fortes tintas de autoajuda, como A Cabana) é uma delas; os volumes que às vezes caem nas graças do público, como A Menina que Roubava Livros, ou os autores que têm o dom de fisgar com suas histórias, como o romântico Nicholas Sparks, são outra. E os títulos dedicados a recuperar a história do Brasil, como 1808, 1822 ou Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, são uma terceira, e muito acolhedora, dessas portas. É mais fácil tornar a leitura um hábito, claro, quando ela se inicia na infância. Mas qualquer idade é boa, é favorável, para adquirir esse gosto. Basta sentir aquela comichão do prazer, e da curiosidade – e então fazer um esforço, bem pequeno, para não se acomodar a uma zona de conforto, mas seguir adiante e evoluir na leitura. (...)
( 4 ) Veja-se o exemplo da universitária catarinense Taize Odelli, de 21 anos. Taize, como a carioca Iris Figueiredo, caiu de amores pela leitura por meio de Harry Potter; anos atrás. Hoje, discute com desenvoltura sobre a obra do clássico russo Fiodor Dostoievski ou a do contemporâneo anglo-indiano Salman Rushdie. Taize percorreu esse trajeto levada por sua curiosidade, e agora cuida de despertá-la em outros jovens como ela. A cada mês, recebe cerca de dez lançamentos de quatro editoras nacionais e os resenha em seu blog. Para as editoras, ela é uma ponte com um público que resiste aos canais tradicionais de divulgação, como jornais e revistas. Para a garotada que acompanha seu blog (ou o de Iris, que, funcionando nos mesmos moldes, conta cerca de 16000 acessos mensais), ela é um caminho alternativo: os livros, na escola, costumam ser motivo de tédio; redescobri-los como fonte de deleite, passo a passo com pessoas da mesma idade, é um papel que a internet – sim, uma daquelas invenções que iriam assassinar a leitura, segundo os pessimistas – vem desempenhando de forma espontânea e com surpreendente eficácia. "Não gosto de Machado de Assis até hoje porque lembro que fui obrigado a lê-lo no colégio quando ainda não estava preparado", diz o administrador paulista Eduardo Ribeiro. Machado de Assis é frequentemente um dos primeiros autores a ser indicados como leitura obrigatória em sala de aula e tem se tornado um pesadelo para qualquer docente que deseja transformar a leitura em fruição e não em aversão. "Exigir a leitura de Memórias Póstumas de Brás Cubas e marcar uma prova semanas depois definitivamente não é o caminho", diz a pedagoga Elizabeth Baldi, fundadora da Escola Projeto, em Porto Alegre.
( 5 ) Os leitores adolescentes impulsionaram os maiores sucessos das livrarias na última década. Nunca se produziu, traduziu e fez circular tanto livro para eles como agora e na lista de mais vendidos de VEJA, na categoria ficção, eles figuram nas melhores posições. (...)
( 6 ) No meio do curso na faculdade, garotas como a carioca Iris Figueiredo e a catarinense Taize Odelli não estão ainda pensando em emprego. Mas não é exagero especular que, com seus blogs de resenhas, já estão se profissionalizando. Mesmo quando os benefícios dos livros não parecem tão imediatos, porém, eles são concretos e até quantificáveis. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade Oxford demonstra uma conexão inequívoca entre leitura e sucesso profissional. Conduzida pelo americano Mark Taylor, do departamento de sociologia, a pesquisa ouviu 17 200 pessoas nascidas em 1970. Comparou as atividades extracurriculares desenvolvidas por elas quando tinham 16 anos com a sua posição hierárquica aos 33. A leitura se revelou o único fator que, de forma consistente, esteve associado à ascensão profissional (...).
MEIER, Bruno. Uma geração descobre o prazer de ler. Veja, São Paulo, v. 44, n. 20, p. 98-104, maio, 2011.
Leia o segmento:
“(...) Durante duas horas, leram os trechos de sua preferência, analisaram a influência da autora sobre escritores contemporâneos (descobriram, por exemplo, que certas frases do romance foram emuladas em diálogos da série O Diário de Bridget Jones, de Helen Fielding) e destrincharam os dilemas pelos quais passaram a vivaz Elizabeth Bennett e o arrogante Mr. Darcy, os protagonistas do romance.” (§ 1)
Considerando o fragmento transcrito, considere as proposições:
I) A primeira vírgula do trecho se justifica para separar adjunto adverbial.
II) Os parênteses foram usados para isolar um comentário feito pelo autor.
III) O autor empregou a forma “emuladas” como sinônimo de “rivalizadas”.
IV) A última vírgula foi usada para separar oração substantiva apositiva.
V) A sequência “pelos quais” poderia, com acerto na ortografia e na regência, ser substituída pela expressão “por quê”.
Analisadas as proposições, aponte a alternativa CORRETA.
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A denominada “música de câmara”, adequada à performance em uma câmara ou aposento privativo, designa um conjunto de obras compostas para (ou interpretadas por) um número relativamente pequeno de instrumentistas e/ou cantores. As partes interpretadas por esses músicos podem ser concertantes ou não. Se são concertantes, significa que:
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O Diagrama de GANTT é construído para planejar e controlar as atividades executadas ou a serem executadas em escala de tempo. A seguir, um exemplo do diagrama de GANTT:

Considere as afirmativas a seguir:
I) Um dos maiores limitadores do Diagrama de GANTT é a representação da interdependência entre as atividades.
II) Entre as suas vantagens, atribui-se a visualização dos conflitos entre as ações ou atividades.
III) No exemplo acima descrito, podemos afirmar que a ação 5 inicia-se posteriormente ao termino da Ação 2.
IV) Ainda, podemos afirmar, categoricamente, que havendo um atraso de um mês na Ação 4, o projeto também será atrasado em um mês.
Marque a opção CORRETA.
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No âmbito da Atenção Hospitalar, a PNH (BRASIL, 2004) possui vários parâmetros, distribuídos em níveis A e B. Entre eles, estão:
I) A garantia de visita aberta por meio da presença do acompanhante e de sua rede social, respeitando a dinâmica de cada unidade hospitalar e as peculiaridades das necessidades do acompanhante é parâmetro tanto do nível A quanto do B.
II) A equipe multiprofissional, minimamente com médico e enfermeiro, de atenção à saúde para seguimento dos pacientes internados e com horário pactuado para atendimento à família e/ou à sua rede social, é parâmetro somente do nível A.
III) O Grupo de Trabalho de Humanização (GTH), com plano de trabalho implantado, e o Conselho Gestor local, com funcionamento adequado, são parâmetros para o nível A.
IV) A ouvidoria em funcionamento e a existência de acolhimento com avaliação de risco nas áreas de acesso (pronto-atendimento, pronto-socorro, ambulatório, serviço de apoio diagnóstico e terapia) são parâmetros tanto do nível A quanto do B.
V) A existência de mecanismos de desospitalização, visando a alternativas às práticas hospitalares, como as de cuidados domiciliares, é parâmetro tanto do nível A quanto do B.
Com base em sua leitura, pode-se afirmar que:
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O custo unitário básico de construção (CUB) publicado pelo SINDUSCON é um índice que:
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Considere o modelo IS-LM-BP, com câmbio flutuante e com perfeita mobilidade de capital. Partindo de uma situação de equilíbrio interno e externo, uma política monetária expansionista teria como efeito final:
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Deseja-se preparar 500 mL de uma solução de NaOH a 1,8M, cujo PM=40 g/mol. A porcentagem desta solução corresponde a:
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Marque a alternativa CORRETA.
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Pretende-se preparar 1600mL de solução contendo 2,5g% de lactato de cálcio. A quantidade a ser adicionada de cloreto de sódio para isotonizar a solução deverá ser:
Dado: E=0,20
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