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Foram encontradas 70 questões.

2517245 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Em um exame para diagnosticar uma doença, podem ocorrer as seguintes situações: (I) A pessoa está realmente doente e o exame indica que ela está saudável (resultado negativo) – tal caso é denominado como falso-negativo; (II) A pessoa está saudável e o exame indica que ela está doente (resultado positivo) – tal caso é denominado falso-positivo. Suponha que, para esse exame, a probabilidade de falso-negativo seja p, e que a probabilidade de falso-positivo seja r. Um médico recebeu os resultados dos exames de duas pessoas, a primeira com resultado negativo e a segunda com resultado positivo. A probabilidade de que, exatamente, um desses resultados não represente o verdadeiro estado do paciente é de:
 

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2517163 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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A descrição dos procedimentos para a correta e adequada aplicação do critério biopsicológico da responsabilidade penal está correta, EXCETO:
 

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2516569 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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A psicoterapia de grupo é uma modalidade de tratamento amplamente aceita, que usa as forças terapêuticas do grupo, as interações construtivas entre membros e as intervenções de um líder treinado para modificar comportamentos e sentimentos em pacientes com sofrimento. Sobre a terapia de grupo, as afirmativas abaixo estão corretas, EXCETO:
 

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Em conformidade com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais (Lei nº 8.112/90 e suas alterações), a investidura em cargo público ocorrerá:
 

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2515581 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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TEXTO 2:
PAIS SEM LIMITES
O avião estava cheio. Eu no fundão. Duas poltronas atrás de mim, uma criança começou a chorar. Abriu o berreiro. Ninguém disse uma palavra, fazer o que quando uma criança chora? A mãe, em vez de tentar acalmar o filho, reclamou em voz alta.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
Tudo bem. Criança chora. Mas a gente ouve. Ninguém havia reclamado do incômodo em voz alta. Suponho que algumas pessoas tenham olhado para a mãe como se pedindo que fizesse alguma coisa. Em vez de acalmar o filho, ela brigou. Sinceramente, nem olhar a gente pode? E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho? Vai ter noção de limite? Ou se transformará num briguento, achando que tem direito a tudo? No caso dos aviões, eu acho que há uma irresponsabilidade enorme dos pais. Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade. Mas não são a maioria. Um bebê sente dor nos ouvidos, talvez até mais intensa que nós. Quando eu sinto, tento mascar chiclete, chupar bala, ou pelo menos, racionalmente, posso entender o que está acontecendo e suportar. Um bebê não. De repente, vem aquela dor horrível, ele não sabe o porquê. Chora. Grita. Os outros passageiros têm de suportar o barulho, ficam até com dor de cabeça. Mas um bebê é um bebê, e todos temos de entender. E os pais? Como obrigam a criança a suportar essa dor? E os passageiros, os gritos? Eu já vim da Turquia certa vez, em uma viagem que durou o dia todo, com duas crianças pequenas logo atrás de mim. Classe executiva. Gritaram e choraram quase a viagem toda. E não têm razão? Como suportariam passar o dia todo sentados, cintos afivelados? Os pais eram pessoas simpáticas. Tinham ido a turismo. É certo deixar os filhos presos um dia inteiro? É justo enlouquecer os outros passageiros? Claro que criança tem o direito de viajar. Mas é preciso escolher o roteiro mais adequado.
Certa vez fui a uma pousada na serra carioca. Deliciosa. Um diretor de cinema, mais tarde, comentou:
– Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha. Na pousada não aceitam crianças.
É fato. Já existem hotéis e pousadas que não hospedam crianças. Muita gente acha um horror. Por outro lado, o problema não está nos pais? Em qualquer lugar onde os pais estejam com os filhos, agem como se eles tivessem direito a tudo. Podem correr, gritar. Dá para ler um livro embaixo de uma árvore, no alto da serra, com crianças correndo e gritando? E com os pais apreciando a algazarra tranquilamente, sem se importar com os outros hóspedes?
Eu poderia citar outros exemplos. Visitas que chegam com filhos que pulam no sofá. Ou brincam com algum objeto de estimação. Que batem no prato e dizem que não gostam da comida, em restaurantes. (E com razão. Agora criança tem de apreciar sashimi quando quer hambúrguer?) O problema está nos pais.
Muitos foram reprimidos quando crianças. Antes era assim: podia, não podia. A educação tradicional impunha limites, às vezes de forma rígida. Eu mesmo acredito que o excesso de rigidez é péssimo. Por outro lado, essas crianças vão crescer, e terão de viver com normas. A vida é cheia de isso pode e aquilo não pode. O respeito ao outro implica entender os próprios limites. Senão é aquilo: todo mundo querendo furar fila, tirando vantagem. O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo. Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola. Há casos, extremos, em que a professora tem de explicar a importância de escovar os dentes todos os dias. Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos. Deixar rolar.
Mas um dia os filhos terão de aprender a viver em sociedade. Podem contar com a mãe ou o pai para chorar as pitangas se forem demitidos. Um ombro sempre é bom. Mas só terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações. A educação extremamente liberal é atraente. Principalmente, porque confortável para os pais. Mas fica a pergunta: se os pais não dão noção de limites, como os filhos um dia vão ter?
Walcyr Carrasco. Revista Época.
Leia os excertos:
I – “Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade.”.
II – “(...) eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha.”.
III – “Senão é aquilo: todo mundo querendo furar fila, tirando vantagem.”.
A ideia sugerida por excerto, respectivamente, é de:
 

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2515293 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Um estudante universitário, de 23 anos de idade, é admitido em uma enfermaria de hospital geral, com história de "comportamento estranho e bizarro e ideias esquisitas", além de delírios paranoides e alucinações, sob forma de comentários, nos últimos sete meses. Tomografia computadorizada do encéfalo e exames laboratoriais não indicaram alterações.
Nesse paciente, o quadro mais provável, dentre os abaixo indicados, é:
 

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2515122 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Na clínica médica de uma universidade, foram analisados todos os 2.728 casos de estudantes que procuraram auxílio médico apresentando sintomas relacionados à ansiedade/pânico e depressão. Os casos foram classificados conforme a tabela:
Estado psiquiátrico relevante
Episódios de ansiedade
Ano do curso frequentes e/ou de Depressão Totais
transtornos de pânico
Primeiro ano do curso 197 114 311
Segundo ao penúltimo ano do curso 362 1.067 1.429
Último ano do curso 715 273 988
Totais 1.274 1.454 2.728
Com relação a esses dados, um teste estatístico qui-quadrado, para decidir se existe associação (dependência) entre o fator Ano do curso e o fator Estado psiquiátrico relevante, ao nível de significância de 5% (o quantil superior de 5% da estatística qui-quadrado com 2 graus de liberdade é 5,991), concluiria que (qui-quadrado calculado 558,255):
 

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2514860 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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O médico psiquiatra do ambulatório de uma instituição de ensino superior realizou pesquisa científica em conjunto com discentes e docentes do Departamento de Saúde da Universidade. Desejando participar de concurso para o hospital público municipal, publicou o resultado da pesquisa sem fazer constar o nome dos discentes e dos docentes que participaram do projeto. Diante do exposto, tendo em vista o Código de Ética Médica, é CORRETO afirmar que o professor poderia fazer a publicação:
 

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2514790 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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A Epidemiologia é um ramo da Ciência que utiliza modelos matemáticos sofisticados. Suponha uma situação simples: um indivíduo, ao ficar doente, contamina outros dez indivíduos, em uma unidade de tempo que será considerada 1 dia. Suponha, também, que esse indivíduo, após infectar os outros dez, se cura. Se um indivíduo infectado é introduzido em uma população, o número de dias em que se terá 100 mil doentes, é:
 

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2514785 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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TEXTO 2:
PAIS SEM LIMITES
O avião estava cheio. Eu no fundão. Duas poltronas atrás de mim, uma criança começou a chorar. Abriu o berreiro. Ninguém disse uma palavra, fazer o que quando uma criança chora? A mãe, em vez de tentar acalmar o filho, reclamou em voz alta.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
Tudo bem. Criança chora. Mas a gente ouve. Ninguém havia reclamado do incômodo em voz alta. Suponho que algumas pessoas tenham olhado para a mãe como se pedindo que fizesse alguma coisa. Em vez de acalmar o filho, ela brigou. Sinceramente, nem olhar a gente pode? E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho? Vai ter noção de limite? Ou se transformará num briguento, achando que tem direito a tudo? No caso dos aviões, eu acho que há uma irresponsabilidade enorme dos pais. Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade. Mas não são a maioria. Um bebê sente dor nos ouvidos, talvez até mais intensa que nós. Quando eu sinto, tento mascar chiclete, chupar bala, ou pelo menos, racionalmente, posso entender o que está acontecendo e suportar. Um bebê não. De repente, vem aquela dor horrível, ele não sabe o porquê. Chora. Grita. Os outros passageiros têm de suportar o barulho, ficam até com dor de cabeça. Mas um bebê é um bebê, e todos temos de entender. E os pais? Como obrigam a criança a suportar essa dor? E os passageiros, os gritos? Eu já vim da Turquia certa vez, em uma viagem que durou o dia todo, com duas crianças pequenas logo atrás de mim. Classe executiva. Gritaram e choraram quase a viagem toda. E não têm razão? Como suportariam passar o dia todo sentados, cintos afivelados? Os pais eram pessoas simpáticas. Tinham ido a turismo. É certo deixar os filhos presos um dia inteiro? É justo enlouquecer os outros passageiros? Claro que criança tem o direito de viajar. Mas é preciso escolher o roteiro mais adequado.
Certa vez fui a uma pousada na serra carioca. Deliciosa. Um diretor de cinema, mais tarde, comentou:
– Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha. Na pousada não aceitam crianças.
É fato. Já existem hotéis e pousadas que não hospedam crianças. Muita gente acha um horror. Por outro lado, o problema não está nos pais? Em qualquer lugar onde os pais estejam com os filhos, agem como se eles tivessem direito a tudo. Podem correr, gritar. Dá para ler um livro embaixo de uma árvore, no alto da serra, com crianças correndo e gritando? E com os pais apreciando a algazarra tranquilamente, sem se importar com os outros hóspedes?
Eu poderia citar outros exemplos. Visitas que chegam com filhos que pulam no sofá. Ou brincam com algum objeto de estimação. Que batem no prato e dizem que não gostam da comida, em restaurantes. (E com razão. Agora criança tem de apreciar sashimi quando quer hambúrguer?) O problema está nos pais.
Muitos foram reprimidos quando crianças. Antes era assim: podia, não podia. A educação tradicional impunha limites, às vezes de forma rígida. Eu mesmo acredito que o excesso de rigidez é péssimo. Por outro lado, essas crianças vão crescer, e terão de viver com normas. A vida é cheia de isso pode e aquilo não pode. O respeito ao outro implica entender os próprios limites. Senão é aquilo: todo mundo querendo furar fila, tirando vantagem. O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo. Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola. Há casos, extremos, em que a professora tem de explicar a importância de escovar os dentes todos os dias. Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos. Deixar rolar.
Mas um dia os filhos terão de aprender a viver em sociedade. Podem contar com a mãe ou o pai para chorar as pitangas se forem demitidos. Um ombro sempre é bom. Mas só terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações. A educação extremamente liberal é atraente. Principalmente, porque confortável para os pais. Mas fica a pergunta: se os pais não dão noção de limites, como os filhos um dia vão ter?
Walcyr Carrasco. Revista Época.
O objetivo central do texto é:
 

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