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Foram encontradas 347 questões.

2526824 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
O gráfico a seguir representa a curva de solubilidade de um sal hipotético X em água.
Enunciado 3011444-1
Um técnico de laboratório preparou uma solução saturada de X, dissolvendo 90 g do sal em 250 g de água. Essa solução foi preparada à temperatura de:
 

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2526813 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Enunciado 3011013-1
Se o trecho fosse transposto para uma quinta justa abaixo, a armadura de clave da nova tonalidade teria:
 

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2526703 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Suponha a seguinte situação idealizada:
Um carro trafega em uma pista descrita como o gráfico da função f(x) = x2. No ponto (2,4), o carro passa por uma poça de óleo e sai pela reta tangente, seguindo por essa até bater em um muro que está sobre o eixo das abscissas. O ponto xo em que o carro baterá no muro é:
Enunciado 3008120-1
 

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2526699 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Marque a resposta CORRETA para as tétrades abaixo, de acordo com o acorde que elas formam e o estado em que elas se encontram:
Enunciado 3008029-1
 

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2526652 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Considerando os conceitos de psicopatologia, alucinação, mutismo, negativismo, delírio e ecolalia, eles são, respectivamente, alterações de:
 

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2526576 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
TEXTO 1
TRABALHO ENOBRECE?
Algumas frases feitas ouvidas desde sempre ficam gravadas em nós como verdades. Amadurecendo, a gente vai se libertando desses mitos, ou compreende que só algumas vezes são verdade.
Uma delas é “Querer é poder”, o que cedo constatamos não ser bem assim... Outra poderia ser “A dor nos torna melhores”, estranha apologia do sofrimento. O que logo veremos que a muitos apenas torna amargos, eternas vítimas, queixosos, azedos, revoltados. Mais um desses ditos seria “O trabalho enobrece”, coisa que vou questionar aqui.
Trabalhar pode enobrecer, mas não sempre, não necessariamente(a): depende de inúmeras condições, então não é o trabalho em si, mas um conjunto de situações de cada indivíduo ou grupo.
Assim como a frustração de não poder tudo o que queremos, mesmo com muita luta, e de nem sempre nos tornarmos melhores com a dor, o trabalho pode nos desmoralizar, pode nos embrutecer.
Como? perguntarão os eternos indignados.
Simplesmente porque só nos dignifica aquilo que nos compensa, nos dá alegria, sentido de vida e alguma importância(b), ainda que seja a de colocar corretamente uma pecinha de engrenagem para que um carro, um avião, um aparelho cirúrgico ou uma engrenagem imensa funcione direito, salvando vidas, trazendo progresso, enfim, melhorando alguma coisa.
O bom trabalho é aquele para o qual vamos todas as manhãs (ou noites) com disposição, mesmo enfrentando agruras como condução péssima ou atrasada, distâncias, cansaço. Mas saberemos que aquela oficina, escritório, mina, avião, cozinha ou rua é um lugar nosso, à espera da nossa presença, nossa ação, nossa colaboração. Temos um lugar no vasto mundo, mesmo na mais modesta atividade: nenhuma é desimportante desde que honesta. Assim, embora em outra dimensão, o local de trabalho, o emprego, se tornam um pouco a nossa casa; e os colegas passam a ser quase uma outra família, apesar de diferenças e desentendimentos – como em qualquer família.
Estarei sendo idealista, romântica? Não creio. Estou, sim, descrevendo uma situação ideal, mas é a que temos que desejar para todo mundo(c). Pois um trabalho indigno, mal recompensado, mal gerido, no qual não somos respeitados e apreciados, nos humilha e nos faz adoecer ainda que seja na alma. E é da alma, da psique, que se trata quando falamos de nós humanos – hoje se acredita cada vez mais que também os outros animais têm uma psique que deve ser levada em conta. Um simples animal doméstico pode ser mais agressivo ou mais afetuoso conforme o ambiente em que está e foi criado.
Aos poucos, evoluímos para o trabalho instituído com operários ou trabalhadores de qualquer setor e hierarquia, com alguns direitos, cada vez mais aperfeiçoados. Temos sindicatos, temos conselhos de classe, temos leis, temos, enfim, algo que se aproxima do melhor possível para que o trabalho nos dignifique.
Em boa parte do mundo as carências também são enormes(d). Mesmo em grandes cidades organizadas, onde as leis imperam mais e melhor, diariamente assistimos a multidões espremidas em conduções inaceitáveis, ônibus, trens, até caminhões (onde vão na boleia), quase como animais. Ou melhor: como alguns animais, pois muitos, como cavalos nobres, recebem tratamento inacreditavelmente melhor do que muitos trabalhadores. Porém, temos de ter um laivo de otimismo. Temos direitos, podemos reclamar, processar, fazer manifestações, recorrer aos sindicatos.
Mesmo em condições boas o trabalho nem sempre nos gratifica, portanto, não nos enobrece: por ser mal pago, por ser algo para o qual não nascemos para fazer, por ser demasiado mecânico e desinteressante, por nos obrigar a grandes sacrifícios físicos, enfim, talvez porque sonhemos demais, além de nossa real possibilidade.
O que fazer então? É preciso atendimento humano, psicológico, interessado, a cada operário ou funcionário de qualquer escalão, para que ele se conscientize de que o que deseja é possível e pode tentar mudar, ou de que seu sonho é irreal, e adaptar-se à realidade pode ser a melhor saída.
Nenhuma condição, nem mesmo alto salário ou localização ideal, é tão importante quanto se sentir necessário, ser apreciado, ainda que seja por colocar diariamente centenas de vezes o mesmo parafuso no mesmo lugar da mesma engrenagem.
Pois, sem esse mínimo objeto bem posto, alguma coisa há de falhar, e cabe ao empregador, no meio de tantas teorias, setores especializados, recursos humanos e psicólogos, em vez de tentar burlar as leis, aperfeiçoá-las, ir além da letra fria, e dar a quem trabalha a sensação essencial de que o seu trabalho, seja qual for, é importante e o está enobrecendo.
E para isso, mesmo cada dia dando um passo em frente, parece que ainda nos falta um longo caminho.
Lya Luft
O texto é construído a partir da seguinte premissa:
 

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2526550 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Ácidos graxos apresentam o grupo carboxila (–COOH) ligado a uma cadeia carbônica, que pode ser saturada ou insaturada. Assinale a alternativa na qual as características apresentadas correspondem a: 1 – Ácidos graxos saturados e 2 – Ácidos graxos insaturados:
 

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2526320 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Enunciado 2969321-1
Sabendo que o último acorde do segundo sistema se encontra na primeira inversão, o grau das escalas maiores em que é encontrado é o:
VI
 

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2526276 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Os valores de entalpia-padrão de formação (!$ \Delta !$f) para NH3(g), HCl(g), e NH4Cl(s) são, respectivamente, iguais a -46,1 kJmol-1, -92,3 kJmol-1 e -314,4 kJmol-1. Marque a alternativa que corresponde ao valor da entalpia-padrão para a reação entre amônia e cloreto de hidrogênio, formando um mol de NH4Cl(s), representada por:
NH3 (g) + HCl (g) !$ \rightarrow !$ NH4Cl (s).
 

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2526229 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Entre as estruturas de I a V representadas abaixo:
Enunciado 2965672-1
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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