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Foram encontradas 347 questões.

2516566 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Em um experimento para determinar a densidade de um cubo de metal com massa de 25g, um aluno colocou, em um recipiente de vidro, 100 mL de água. Após mergulhar o cubo no recipiente, o volume aumentou para 110 mL. A densidade do cubo metálico, em g mL-1, é:

 

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2516545 Ano: 2016
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Conforme o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/94 e suas alterações), é correto afirmar que o servidor deve, EXCETO:
 

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2516503 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Uma das condições clínicas crônicas mais prevalentes na atualidade é o Diabetes Mellitus, especialmente o do tipo 2 (DM2), que, geralmente, está associado ao excesso de peso, ao sedentarismo e a hábitos alimentares inadequados. Do ponto de vista do diagnóstico e monitoramento do DM2, o laboratório clínico tem fundamental importância nas dosagens sanguíneas bioquímicas em amostras de pacientes acometidos pelo DM2. Nesse sentido, é correto afirmar que todas as alternativas a seguir apresentam avaliações bioquímicas ROTINEIRAS para o diagnóstico ou o monitoramento do DM2, EXCETO:
 

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2516181 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA

Para a determinação de cálcio (40,0 g mol-1) em um suplemento para osteoporose, 0,500 g do suplemento em pó foram dissolvidos em ácido clorídrico e transferidos para um balão de 100 mL, o qual foi completado com água. Do balão, 10 mL foram transferidos para um erlenmeyer, ao qual foram adicionados 10 mL de tampão pH 10 e indicador apropriado. A titulação foi realizada com EDTA 0,02 mol L-1 e foram consumidos 20,00 mL. A concentração, em % (m/m), do cálcio no suplemento sólido, utilizada foi de:

 

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2515983 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Sobre o art. 5º da Constituição da Republica Federativa do Brasil de 1988 e suas alterações, leia as proposições abaixo:

I – É livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.

II – Após a entrada em exercício, o servidor público deve associar-se ao sindicato de sua categoria no prazo máximo de 15 dias.

III – As entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente.

IV – Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.

Marque a alternativa CORRETA:

 

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2515848 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA

Deseja-se preparar 0,1 L de solução de hidróxido de sódio (NaOH) 0,1 mol L-1, a partir de uma solução concentrada da mesma base. A alternativa que apresenta o(s) material(is), reagente(s) e/ou vidraria(s) adequado(s) para a execução do procedimento é:

 

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Em conformidade com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais (Lei nº 8.112/90 e suas alterações), a investidura em cargo público ocorrerá:
 

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2515726 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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TEXTO 3
OS DOZE TRABALHOS
O que lhe faltava de estudo lhe sobrava de boa vontade e inteligência. No escritório improvisado na salinha da casa, anunciava seus serviços de bombeiro hidráulico e eletricista. Nas horas vagas entregava panfletos e lavava carros. Quando a cidade fervia com alguma festa, se postava à entrada vendendo cerveja. Se fosse algum show infantil, cocadas. Aos sábados, era pedreiro e, nos domingos, conservava um jardim de uma mansão, além de tratar da piscina e dos cachorros. Nas férias, abrigava-se na fazenda dos donos da mansão, onde trabalhava como caseiro e motorista.
Seu nome: João Antonio da Silva.
Mas pode chamar de Hércules.
Glauber Vieira Ferreira
Leia o trecho a seguir:
“Seu nome: João Antonio da Silva.
Mas pode chamar de Hércules.”
O nome João Antonio da Silva é um nome bastante comum no Brasil. Associando-se o nome João Antonio da Silva à proposição “mas pode chamar de Hércules”, pode-se inferir que o trabalhador brasileiro:
 

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2515581 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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TEXTO 2:
PAIS SEM LIMITES
O avião estava cheio. Eu no fundão. Duas poltronas atrás de mim, uma criança começou a chorar. Abriu o berreiro. Ninguém disse uma palavra, fazer o que quando uma criança chora? A mãe, em vez de tentar acalmar o filho, reclamou em voz alta.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
Tudo bem. Criança chora. Mas a gente ouve. Ninguém havia reclamado do incômodo em voz alta. Suponho que algumas pessoas tenham olhado para a mãe como se pedindo que fizesse alguma coisa. Em vez de acalmar o filho, ela brigou. Sinceramente, nem olhar a gente pode? E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho? Vai ter noção de limite? Ou se transformará num briguento, achando que tem direito a tudo? No caso dos aviões, eu acho que há uma irresponsabilidade enorme dos pais. Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade. Mas não são a maioria. Um bebê sente dor nos ouvidos, talvez até mais intensa que nós. Quando eu sinto, tento mascar chiclete, chupar bala, ou pelo menos, racionalmente, posso entender o que está acontecendo e suportar. Um bebê não. De repente, vem aquela dor horrível, ele não sabe o porquê. Chora. Grita. Os outros passageiros têm de suportar o barulho, ficam até com dor de cabeça. Mas um bebê é um bebê, e todos temos de entender. E os pais? Como obrigam a criança a suportar essa dor? E os passageiros, os gritos? Eu já vim da Turquia certa vez, em uma viagem que durou o dia todo, com duas crianças pequenas logo atrás de mim. Classe executiva. Gritaram e choraram quase a viagem toda. E não têm razão? Como suportariam passar o dia todo sentados, cintos afivelados? Os pais eram pessoas simpáticas. Tinham ido a turismo. É certo deixar os filhos presos um dia inteiro? É justo enlouquecer os outros passageiros? Claro que criança tem o direito de viajar. Mas é preciso escolher o roteiro mais adequado.
Certa vez fui a uma pousada na serra carioca. Deliciosa. Um diretor de cinema, mais tarde, comentou:
– Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha. Na pousada não aceitam crianças.
É fato. Já existem hotéis e pousadas que não hospedam crianças. Muita gente acha um horror. Por outro lado, o problema não está nos pais? Em qualquer lugar onde os pais estejam com os filhos, agem como se eles tivessem direito a tudo. Podem correr, gritar. Dá para ler um livro embaixo de uma árvore, no alto da serra, com crianças correndo e gritando? E com os pais apreciando a algazarra tranquilamente, sem se importar com os outros hóspedes?
Eu poderia citar outros exemplos. Visitas que chegam com filhos que pulam no sofá. Ou brincam com algum objeto de estimação. Que batem no prato e dizem que não gostam da comida, em restaurantes. (E com razão. Agora criança tem de apreciar sashimi quando quer hambúrguer?) O problema está nos pais.
Muitos foram reprimidos quando crianças. Antes era assim: podia, não podia. A educação tradicional impunha limites, às vezes de forma rígida. Eu mesmo acredito que o excesso de rigidez é péssimo. Por outro lado, essas crianças vão crescer, e terão de viver com normas. A vida é cheia de isso pode e aquilo não pode. O respeito ao outro implica entender os próprios limites. Senão é aquilo: todo mundo querendo furar fila, tirando vantagem. O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo. Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola. Há casos, extremos, em que a professora tem de explicar a importância de escovar os dentes todos os dias. Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos. Deixar rolar.
Mas um dia os filhos terão de aprender a viver em sociedade. Podem contar com a mãe ou o pai para chorar as pitangas se forem demitidos. Um ombro sempre é bom. Mas só terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações. A educação extremamente liberal é atraente. Principalmente, porque confortável para os pais. Mas fica a pergunta: se os pais não dão noção de limites, como os filhos um dia vão ter?
Walcyr Carrasco. Revista Época.
Leia os excertos:
I – “Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade.”.
II – “(...) eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha.”.
III – “Senão é aquilo: todo mundo querendo furar fila, tirando vantagem.”.
A ideia sugerida por excerto, respectivamente, é de:
 

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2515579 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Provas:
Enunciado 2755279-1
A tonalidade principal do trecho é:
 

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