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Foram encontradas 347 questões.

2513543 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Em um experimento de psicologia, um grupo de pessoas é analisado da maneira que se segue. Cada par de pessoas do grupo é classificado em uma das seguintes relações: (I) Ou são amigas; (II) Ou são inimigas; (III) Ou são indiferentes. Para representar graficamente esse grupo, com essas relações, cada pessoa é representada por um ponto, cada relação de amizade por uma linha reta cheia, cada relação de inimizade por uma linha reta tracejada e cada relação de indiferença é representada pela ausência de ligação entre os pontos. Esse grupo de pessoas será denominado um sistema social balanceado, se esse grupo de pessoas puder ser dividido em dois subgrupos de pessoas, tais que: (a) Entre as pessoas de um mesmo subgrupo tem-se sempre relação de amizade ou indiferença; (b) As relações de inimizade sempre ocorrem entre pessoas de subgrupos diferentes. Entre os grupos representados, graficamente, nas alternativas A, B, C e D, assinale a alternativa em que o grupo não representa um sistema social balanceado:
 

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2513540 Ano: 2016
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Considerando o que estabelece o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/94 e suas alterações), é CORRETO afirmar:
 

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2513406 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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A Síndrome de Abstinência Alcoólica (SAA) é um indicador da existência de dependência, sinalizando consumo crônico e abusivo. Ela é desencadeada quando o indivíduo diminui ou cessa a ingestão do álcool abruptamente. Sobre o tratamento da SAA, é CORRETO afirmar:
 

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2513218 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFLA
Orgão: UFLA

Segundo o art. 5º da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 e suas alterações, é CORRETO afirmar:

 

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2513142 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Apresentam-se a seguir, na Coluna I, as vidrarias e, na Coluna II, as suas funções. Relacione a Coluna II com a Coluna I:
Coluna I
I – Bureta
II – Proveta
III – Balão volumétrico
IV – Funil de Buchner
Coluna II
( ) Ajuste do volume no preparo de soluções
( ) Titulação e análise volumétrica
( ) Filtração por sucção
( ) Medição e transferência de volumes
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 

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2513063 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Um quadrado é subdividido em retângulos menores de acordo com o esquema:
Enunciado 2720252-1
O número de pequenos retângulos na 22ª etapa é de:
 

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2513053 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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TEXTO 2:
PAIS SEM LIMITES
O avião estava cheio. Eu no fundão. Duas poltronas atrás de mim, uma criança começou a chorar. Abriu o berreiro. Ninguém disse uma palavra, fazer o que quando uma criança chora? A mãe, em vez de tentar acalmar o filho, reclamou em voz alta.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
Tudo bem. Criança chora. Mas a gente ouve. Ninguém havia reclamado do incômodo em voz alta. Suponho que algumas pessoas tenham olhado para a mãe como se pedindo que fizesse alguma coisa. Em vez de acalmar o filho, ela brigou. Sinceramente, nem olhar a gente pode? E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho? Vai ter noção de limite? Ou se transformará num briguento, achando que tem direito a tudo? No caso dos aviões, eu acho que há uma irresponsabilidade enorme dos pais. Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade. Mas não são a maioria. Um bebê sente dor nos ouvidos, talvez até mais intensa que nós. Quando eu sinto, tento mascar chiclete, chupar bala, ou pelo menos, racionalmente, posso entender o que está acontecendo e suportar. Um bebê não. De repente, vem aquela dor horrível, ele não sabe o porquê. Chora. Grita. Os outros passageiros têm de suportar o barulho, ficam até com dor de cabeça. Mas um bebê é um bebê, e todos temos de entender. E os pais? Como obrigam a criança a suportar essa dor? E os passageiros, os gritos? Eu já vim da Turquia certa vez, em uma viagem que durou o dia todo, com duas crianças pequenas logo atrás de mim. Classe executiva. Gritaram e choraram quase a viagem toda. E não têm razão? Como suportariam passar o dia todo sentados, cintos afivelados? Os pais eram pessoas simpáticas. Tinham ido a turismo. É certo deixar os filhos presos um dia inteiro? É justo enlouquecer os outros passageiros? Claro que criança tem o direito de viajar. Mas é preciso escolher o roteiro mais adequado.
Certa vez fui a uma pousada na serra carioca. Deliciosa. Um diretor de cinema, mais tarde, comentou:
– Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha. Na pousada não aceitam crianças.
É fato. Já existem hotéis e pousadas que não hospedam crianças. Muita gente acha um horror. Por outro lado, o problema não está nos pais? Em qualquer lugar onde os pais estejam com os filhos, agem como se eles tivessem direito a tudo. Podem correr, gritar. Dá para ler um livro embaixo de uma árvore, no alto da serra, com crianças correndo e gritando? E com os pais apreciando a algazarra tranquilamente, sem se importar com os outros hóspedes?
Eu poderia citar outros exemplos. Visitas que chegam com filhos que pulam no sofá. Ou brincam com algum objeto de estimação. Que batem no prato e dizem que não gostam da comida, em restaurantes. (E com razão. Agora criança tem de apreciar sashimi quando quer hambúrguer?) O problema está nos pais.
Muitos foram reprimidos quando crianças. Antes era assim: podia, não podia. A educação tradicional impunha limites, às vezes de forma rígida. Eu mesmo acredito que o excesso de rigidez é péssimo. Por outro lado, essas crianças vão crescer, e terão de viver com normas. A vida é cheia de isso pode e aquilo não pode. O respeito ao outro implica entender os próprios limites. Senão é aquilo: todo mundo querendo furar fila, tirando vantagem. O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo. Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola. Há casos, extremos, em que a professora tem de explicar a importância de escovar os dentes todos os dias. Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos. Deixar rolar.
Mas um dia os filhos terão de aprender a viver em sociedade. Podem contar com a mãe ou o pai para chorar as pitangas se forem demitidos. Um ombro sempre é bom. Mas só terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações. A educação extremamente liberal é atraente. Principalmente, porque confortável para os pais. Mas fica a pergunta: se os pais não dão noção de limites, como os filhos um dia vão ter?
Walcyr Carrasco. Revista Época.
Leia as proposições abaixo.
I – “Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos.” => o termo grifado indica oposição.
II – “Mas terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações.” => o termo grifado indica restrição.
III – “O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo”. => o termo grifado indica adição.
IV – “E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho?” => o termo grifado indica inclusão.
Assinale a alternativa que apresenta uma análise adequada sobre o uso dos recursos linguísticos destacados:
 

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2512821 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
TEXTO 1
TRABALHO ENOBRECE?
Algumas frases feitas ouvidas desde sempre ficam gravadas em nós como verdades. Amadurecendo, a gente vai se libertando desses mitos, ou compreende que só algumas vezes são verdade.
Uma delas é “Querer é poder”, o que cedo constatamos não ser bem assim... Outra poderia ser “A dor nos torna melhores”, estranha apologia do sofrimento. O que logo veremos que a muitos apenas torna amargos, eternas vítimas, queixosos, azedos, revoltados. Mais um desses ditos seria “O trabalho enobrece”, coisa que vou questionar aqui.
Trabalhar pode enobrecer, mas não sempre, não necessariamente: depende de inúmeras condições, então não é o trabalho em si, mas um conjunto de situações de cada indivíduo ou grupo.
Assim como a frustração de não poder tudo o que queremos, mesmo com muita luta, e de nem sempre nos tornarmos melhores com a dor, o trabalho pode nos desmoralizar, pode nos embrutecer.
Como? perguntarão os eternos indignados.
Simplesmente porque só nos dignifica aquilo que nos compensa, nos dá alegria, sentido de vida e alguma importância, ainda que seja a de colocar corretamente uma pecinha de engrenagem para que um carro, um avião, um aparelho cirúrgico ou uma engrenagem imensa funcione direito, salvando vidas, trazendo progresso, enfim, melhorando alguma coisa.
O bom trabalho é aquele para o qual vamos todas as manhãs (ou noites) com disposição, mesmo enfrentando agruras como condução péssima ou atrasada, distâncias, cansaço. Mas saberemos que aquela oficina, escritório, mina, avião, cozinha ou rua é um lugar nosso, à espera da nossa presença, nossa ação, nossa colaboração. Temos um lugar no vasto mundo, mesmo na mais modesta atividade: nenhuma é desimportante desde que honesta. Assim, embora em outra dimensão, o local de trabalho, o emprego, se tornam um pouco a nossa casa; e os colegas passam a ser quase uma outra família, apesar de diferenças e desentendimentos – como em qualquer família.
Estarei sendo idealista, romântica? Não creio. Estou, sim, descrevendo uma situação ideal, mas é a que temos que desejar para todo mundo. Pois um trabalho indigno, mal recompensado, mal gerido, no qual não somos respeitados e apreciados, nos humilha e nos faz adoecer ainda que seja na alma. E é da alma, da psique, que se trata quando falamos de nós humanos – hoje se acredita cada vez mais que também os outros animais têm uma psique que deve ser levada em conta. Um simples animal doméstico pode ser mais agressivo ou mais afetuoso conforme o ambiente em que está e foi criado.
Aos poucos, evoluímos para o trabalho instituído com operários ou trabalhadores de qualquer setor e hierarquia, com alguns direitos, cada vez mais aperfeiçoados. Temos sindicatos, temos conselhos de classe, temos leis, temos, enfim, algo que se aproxima do melhor possível para que o trabalho nos dignifique.
Em boa parte do mundo as carências também são enormes. Mesmo em grandes cidades organizadas, onde as leis imperam mais e melhor, diariamente assistimos a multidões espremidas em conduções inaceitáveis, ônibus, trens, até caminhões (onde vão na boleia), quase como animais. Ou melhor: como alguns animais, pois muitos, como cavalos nobres, recebem tratamento inacreditavelmente melhor do que muitos trabalhadores. Porém, temos de ter um laivo de otimismo. Temos direitos, podemos reclamar, processar, fazer manifestações, recorrer aos sindicatos.
Mesmo em condições boas o trabalho nem sempre nos gratifica, portanto, não nos enobrece: por ser mal pago, por ser algo para o qual não nascemos para fazer, por ser demasiado mecânico e desinteressante, por nos obrigar a grandes sacrifícios físicos, enfim, talvez porque sonhemos demais, além de nossa real possibilidade.
O que fazer então? É preciso atendimento humano, psicológico, interessado, a cada operário ou funcionário de qualquer escalão, para que ele se conscientize de que o que deseja é possível e pode tentar mudar, ou de que seu sonho é irreal, e adaptar-se à realidade pode ser a melhor saída.
Nenhuma condição, nem mesmo alto salário ou localização ideal, é tão importante quanto se sentir necessário, ser apreciado, ainda que seja por colocar diariamente centenas de vezes o mesmo parafuso no mesmo lugar da mesma engrenagem.
Pois, sem esse mínimo objeto bem posto, alguma coisa há de falhar, e cabe ao empregador, no meio de tantas teorias, setores especializados, recursos humanos e psicólogos, em vez de tentar burlar as leis, aperfeiçoá-las, ir além da letra fria, e dar a quem trabalha a sensação essencial de que o seu trabalho, seja qual for, é importante e o está enobrecendo.
E para isso, mesmo cada dia dando um passo em frente, parece que ainda nos falta um longo caminho.
Lya Luft
Leia as proposições a seguir sobre o texto 1:
I – A máxima de que o trabalho enobrece apresenta uma relativização.
II – O trabalho causa sofrimento e submissão.
III – O enobrecimento trazido pelo trabalho depende da função exercida pelo trabalhador.
IV – O prazer pelo trabalho é um dos fatores que trazem dignidade ao trabalhador.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS:
 

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2512717 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Enunciado 2715107-1
Os tons vizinhos diretos da tonalidade transcrita são:
 

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2512635 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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A massa molar da água é 18 g mol-1. Um recipiente contendo 900 mL de água com densidade igual a 1 g cm-3 contém:

 

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