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Foram encontradas 49 questões.

2147570 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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A bovinocultura é uma das maiores atividades agropecuárias brasileiras, entretanto alguns ecologistas a criticam com o argumento de que esta atividade aumenta o desmatamento sobre a Amazônia brasileira, principalmente nos últimos anos. São atividades ou ações que podem mitigar o impacto ambiental da bovinocultura brasileira:
 

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2147495 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Para a avaliação químico-bromatológica de ingredientes utilizados na alimentação animal, o método tradicionalmente utilizado tem sido o de Weende ou método proximal. Ele baseia-se na divisão dos alimentos em seis frações: água, cinzas, proteína bruta, extrato etéreo, fibra bruta e extrato não nitrogenado. Posteriormente, Van Soest propôs métodos alternativos para estimar a fração fibrosa do alimento, constituindo-se da fibra em detergente neutro – FDN e fibra em detergente ácido – FDA. Com base numa avaliação químico-bromatológica de determinado alimento, podemos afirmar que:
 

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2147475 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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A desinfecção é o conjunto de medidas empregadas para impedir a penetração e crescimento de microorganismos em determinado ambiente ou estrutura, tornando-o livre de agentes infectantes, com o uso de substâncias desinfetantes ou outras formas físicas de desinfecção. São fatores que devem ser levado em consideração na escolha do desinfetante a ser utilizado em uma instalação para caprinos:
 

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2147454 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Na elaboração de rações para animais ruminantes e não ruminantes, há diferentes critérios quanto à composição de ingredientes das rações, para assegurar o fornecimento de aminoácidos necessários para a nutrição proteica do animal. Neste sentido, assinale a alternativa correta.
 

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2147452 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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A silagem é um método de conservação resultante da fermentação anaeróbia da planta forrageira, armazenada em estruturas chamados silos. A silagem é um alimento suculento e volumoso e entra na alimentação animal para suprir a falta de pasto em determinadas épocas do ano. Em relação ao processo de ensilagem, é correto afirmar:
 

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2147417 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Com base no fato de que os vários parâmetros do ambiente podem favorecer ou prejudicar o desempenho animal, atualmente o manejo do ambiente tem sido amplamente difundido. Existem duas classes de modificações ambientais, as primárias, de simples execução, adotadas para proteger o animal das adversidades climáticas, e as secundárias, correspondentes ao manejo do microambiente interno das instalações, geralmente envolvendo maiores níveis de sofisticação (BAÊTA, C. F. e SOUZA, F. C. Ambiências em edificações rurais – conforto animal. Viçosa: Ed. UFV, 1997, p. 246.).
Diante do exposto, é correto afirmar:
 

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2147408 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Segundo Coradi et al. (2009), o programa de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) é uma importante ferramenta, devido à abrangência, exigindo procedimentos interdependentes e ações simultâneas. A aplicação dos princípios do APPCC é realizada, considerando-se uma sequência lógica das etapas e dos princípios básicos da fabricação da ração. Em uma fábrica de ração animal, podemos definir como ponto crítico de controle?
 

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2147390 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Verminose gastrintestinal de ruminantes é uma das doenças que ocasionam maior prejuízo na criação de ovinos e caprinos. Qual ação abaixo pode reduzir a infecção por nematódeos gastrintestinais nesses animais?
 

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2147385 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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No Excel, com relação às fórmulas =B1 e =B$1, é possível afirmar:
 

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Os meios de comunicação como exercício de poder
Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...]
O enunciado que respeita o padrão culto escrito é:
 

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