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3214363 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG

INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao TEXTO.

Leia-o atentamente antes de respondê-la.

TEXTO

Novas estatísticas sobre o mercado de trabalho mostram que um número crescente de brasileiros está ocupado em empregos aquém de suas necessidades ou se afastaram do mercado por causa da falta de oportunidades em meio à recessão econômica.

Além dos 11,6 milhões de desempregados em busca de trabalho no país, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no segundo trimestre de 2016 havia 4,8 milhões de pessoas subocupadas e 6,2 milhões que estão em idade produtiva, mas se afastaram do mercado na crise.

Enunciado 3368421-1

Os três grupos representam 13,6% dos 166,3 milhões de pessoas com idade para trabalhar no país, com mais de 14 anos. “São pessoas que poderiam estar trabalhando, mas não estão”, afirma Cimar Azeredo, da coordenação de Emprego e Renda do IBGE.

O instituto considera subocupados os trabalhadores que fazem menos de 40 horas semanais, ou oito horas por dia, considerando os cinco dias úteis da semana. Essas pessoas, no momento em que responderam à pesquisa do IBGE, disseram ter interesse em complementar suas rendas no tempo livre porque a posição ocupada atualmente não lhes garante remuneração considerada suficiente.

Na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2016, 700 mil pessoas entraram nessa condição. Tecnicamente, essas pessoas estão no grupo de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas.

Os dados, colhidos pela Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua, a pesquisa oficial de emprego do país, indicam que o mercado de trabalho continua a se deteriorar com a crise, o que tende a prejudicar a capacidade de a economia se recuperar com vigor.

Os 6,2 milhões afastados do mercado são classificados pelo IBGE como uma “força de trabalho potencial”, brasileiros têm idade para trabalhar, mas saíram do mercado por várias circunstâncias, desistindo de buscar emprego após muitas tentativas fracassadas, o chamado desalento, ou que não encontraram trabalho que julgassem recompensador.

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“Existe um número crescente de pessoas que gostaria de trabalhar, mas elas desistiram em função da baixa oferta e dos baixos salários no mercado”, afirma Rafael Bacciotti, economista da consultoria Tendências.

Bacciotti lembra que as taxas de trabalhadores por conta própria também têm caído. Isso significa que o movimento, visto no início da crise, de desempregados que vão para negócios informais, está sofrendo mudança.

“No fundo, o que vimos mesmo é o aumento do desalento das pessoas com o mercado. Muitos parecem estar optando por esperar antes de fazer qualquer outro movimento”, diz o economista.

As estatísticas divulgadas pelo IBGE trazem novos detalhes sobre o mercado, mas não mudam a taxa de desemprego. Em julho, os 11,6 milhões de desocupados representaram uma taxa de desemprego de 11,3%. No trimestre encerrado em agosto, o número de desempregados chegou a 12 milhões e a taxa, a 11,8%.

Fonte: Folha de S.Paulo, Mercado Aberto, 14 out. 2016, p, A12. Disponível em: <http://www.jcnet.com.br/Nacional/

2016/10/falta-trabalho-para-136-da-populacao-em-idade-produtiva.html>. (Fragmento). Acesso em: 19 out. 2016.

Quanto aos recursos linguísticos empregados no desenvolvimento do texto, é CORRETO afirmar que são

 

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3214362 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG

INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao TEXTO.

Leia-o atentamente antes de respondê-la.

TEXTO

Novas estatísticas sobre o mercado de trabalho mostram que um número crescente de brasileiros está ocupado em empregos aquém de suas necessidades ou se afastaram do mercado por causa da falta de oportunidades em meio à recessão econômica.

Além dos 11,6 milhões de desempregados em busca de trabalho no país, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no segundo trimestre de 2016 havia 4,8 milhões de pessoas subocupadas e 6,2 milhões que estão em idade produtiva, mas se afastaram do mercado na crise.

Enunciado 3368420-1

Os três grupos representam 13,6% dos 166,3 milhões de pessoas com idade para trabalhar no país, com mais de 14 anos. “São pessoas que poderiam estar trabalhando, mas não estão”, afirma Cimar Azeredo, da coordenação de Emprego e Renda do IBGE.

O instituto considera subocupados os trabalhadores que fazem menos de 40 horas semanais, ou oito horas por dia, considerando os cinco dias úteis da semana. Essas pessoas, no momento em que responderam à pesquisa do IBGE, disseram ter interesse em complementar suas rendas no tempo livre porque a posição ocupada atualmente não lhes garante remuneração considerada suficiente.

Na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2016, 700 mil pessoas entraram nessa condição. Tecnicamente, essas pessoas estão no grupo de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas.

Os dados, colhidos pela Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua, a pesquisa oficial de emprego do país, indicam que o mercado de trabalho continua a se deteriorar com a crise, o que tende a prejudicar a capacidade de a economia se recuperar com vigor.

Os 6,2 milhões afastados do mercado são classificados pelo IBGE como uma “força de trabalho potencial”, brasileiros têm idade para trabalhar, mas saíram do mercado por várias circunstâncias, desistindo de buscar emprego após muitas tentativas fracassadas, o chamado desalento, ou que não encontraram trabalho que julgassem recompensador.

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“Existe um número crescente de pessoas que gostaria de trabalhar, mas elas desistiram em função da baixa oferta e dos baixos salários no mercado”, afirma Rafael Bacciotti, economista da consultoria Tendências.

Bacciotti lembra que as taxas de trabalhadores por conta própria também têm caído. Isso significa que o movimento, visto no início da crise, de desempregados que vão para negócios informais, está sofrendo mudança.

“No fundo, o que vimos mesmo é o aumento do desalento das pessoas com o mercado. Muitos parecem estar optando por esperar antes de fazer qualquer outro movimento”, diz o economista.

As estatísticas divulgadas pelo IBGE trazem novos detalhes sobre o mercado, mas não mudam a taxa de desemprego. Em julho, os 11,6 milhões de desocupados representaram uma taxa de desemprego de 11,3%. No trimestre encerrado em agosto, o número de desempregados chegou a 12 milhões e a taxa, a 11,8%.

Fonte: Folha de S.Paulo, Mercado Aberto, 14 out. 2016, p, A12. Disponível em: <http://www.jcnet.com.br/Nacional/

2016/10/falta-trabalho-para-136-da-populacao-em-idade-produtiva.html>. (Fragmento). Acesso em: 19 out. 2016.

A subutilização da força de trabalho agrega os seguintes grupos, EXCETO

 

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3214361 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG

INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao TEXTO.

Leia-o atentamente antes de respondê-la.

TEXTO

Novas estatísticas sobre o mercado de trabalho mostram que um número crescente de brasileiros está ocupado em empregos aquém de suas necessidades ou se afastaram do mercado por causa da falta de oportunidades em meio à recessão econômica.

Além dos 11,6 milhões de desempregados em busca de trabalho no país, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no segundo trimestre de 2016 havia 4,8 milhões de pessoas subocupadas e 6,2 milhões que estão em idade produtiva, mas se afastaram do mercado na crise.

Enunciado 3368419-1

Os três grupos representam 13,6% dos 166,3 milhões de pessoas com idade para trabalhar no país, com mais de 14 anos. “São pessoas que poderiam estar trabalhando, mas não estão”, afirma Cimar Azeredo, da coordenação de Emprego e Renda do IBGE.

O instituto considera subocupados os trabalhadores que fazem menos de 40 horas semanais, ou oito horas por dia, considerando os cinco dias úteis da semana. Essas pessoas, no momento em que responderam à pesquisa do IBGE, disseram ter interesse em complementar suas rendas no tempo livre porque a posição ocupada atualmente não lhes garante remuneração considerada suficiente.

Na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2016, 700 mil pessoas entraram nessa condição. Tecnicamente, essas pessoas estão no grupo de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas.

Os dados, colhidos pela Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua, a pesquisa oficial de emprego do país, indicam que o mercado de trabalho continua a se deteriorar com a crise, o que tende a prejudicar a capacidade de a economia se recuperar com vigor.

Os 6,2 milhões afastados do mercado são classificados pelo IBGE como uma “força de trabalho potencial”, brasileiros têm idade para trabalhar, mas saíram do mercado por várias circunstâncias, desistindo de buscar emprego após muitas tentativas fracassadas, o chamado desalento, ou que não encontraram trabalho que julgassem recompensador.

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“Existe um número crescente de pessoas que gostaria de trabalhar, mas elas desistiram em função da baixa oferta e dos baixos salários no mercado”, afirma Rafael Bacciotti, economista da consultoria Tendências.

Bacciotti lembra que as taxas de trabalhadores por conta própria também têm caído. Isso significa que o movimento, visto no início da crise, de desempregados que vão para negócios informais, está sofrendo mudança.

“No fundo, o que vimos mesmo é o aumento do desalento das pessoas com o mercado. Muitos parecem estar optando por esperar antes de fazer qualquer outro movimento”, diz o economista.

As estatísticas divulgadas pelo IBGE trazem novos detalhes sobre o mercado, mas não mudam a taxa de desemprego. Em julho, os 11,6 milhões de desocupados representaram uma taxa de desemprego de 11,3%. No trimestre encerrado em agosto, o número de desempregados chegou a 12 milhões e a taxa, a 11,8%.

Fonte: Folha de S.Paulo, Mercado Aberto, 14 out. 2016, p, A12. Disponível em: <http://www.jcnet.com.br/Nacional/

2016/10/falta-trabalho-para-136-da-populacao-em-idade-produtiva.html>. (Fragmento). Acesso em: 19 out. 2016.

De acordo com o Texto, um novo indicador divulgado pelo IBGE aponta que

 

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3214360 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:

Em relação ao pulso, de acordo com as suas características, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª.

COLUNA I COLUNA II
1. Normocardia ( ) Frequência do Pulso fino e bradicárdico.
2. Bradicardia ( ) Frequência do Pulso fino e taquicárdico.
3. Taquicardia ( ) Frequência do Pulso dentro dos limites de normalidade.
4. Taquisfigmia ( ) Frequência do pulso abaixo do normal.
5. Bradisfigmia ( ) Frequência do pulso acima do normal.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.

 

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3214359 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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As veias do braço mais comumente usadas para administração de medicamentos são

 

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3214358 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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O tipo de respiração caracterizada por aumento gradual na profundidade, seguido por decréscimo gradual na profundidade das respirações e após, segue-se um período de apneia denominada de respiração

 

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3214357 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:

O auxiliar de enfermagem, ao ser soicitado para colocar pacientes para exames vaginais, retais ou exercícios pós-parto, deve colocá-los na posição denominada

 

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3214356 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:

Segundo BORGES et al, as feridas comprometidas como tecido necrótico requerem, além da limpeza mecânica, a remoção do material estranho ou tecido desvitalizado de lesão traumática ou tecido desvitalizado de lesão traumática ou crônica, infectada ou não, até expor-se o tecido saudável. Essa remoção é denominada de

 

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3214355 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:

De acordo com o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, não se inclui nas proibições relativas às relações com a pessoa, família e coletividade a seguinte atividade

 

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3214354 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:

De acordo com o Decreto Nº 94.406 de 08 de junho de 1987, que regulamenta a lei Nº 7.498, de 25 de junho de 1986, não se incluem entre as atividades auxiliares de nível médio atribuídas ao auxiliar de enfermagem executar entre outras, a seguinte atividade

 

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