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De acordo com a Lei nº 11.091/2005, o Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, está estruturado em níveis de classificação, com níveis de capacitação cada, conforme Anexo I-C desta Lei.

 

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De acordo com a Lei nº 9.784/99, o direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em , contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé.

 

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é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede.

 

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Conforme previsão da Lei nº 8.112/90, a posse do servidor público ocorrerá no prazo de dias contados da publicação do ato de provimento.

 

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No Word 2007, para alterar o espaçamento entre linhas, deve-se

 

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Os modos de endereçamento estão relacionados com a forma utilizada para especificar o valor ou endereço de um operando de uma instrução. O modo de endereçamento em que o campo de endereço contém o endereço efetivo do operando na memória, requerendo, portanto, apenas um acesso para determinar o valor do operando é o

 

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A alternativa que apresenta o número 145 (sistema decimal) convertido, respectivamente, para as bases 2, 8 e 16 é

 

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O termo usado para designar quem quebra um sistema de segurança na Internet de forma ilegal ou sem ética é

 

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Longe da árvore

Contardo Calligaris

O título do novo livro de Andrew Solomon, "Longe da Árvore - Pais, Filhos e a Busca da Identidade", se refere ao ditado segundo o qual os frutos nunca caem longe da árvore que os produziu – ou seja, "tais pais, tais filhos". Só que, às vezes, nossos filhos nos parecem diferentes de nós: frutos caídos longe da árvore. De qualquer forma, a árvore quase sempre acha que seus frutos caíram mais longe do que ela gostaria. E, na nossa cultura, amar os filhos que são diferentes de nós não é nada óbvio.

A obra de Solomon é um extraordinário elogio da diversidade e da possibilidade de amar e respeitar a diferença, mesmo e sobretudo nos nossos filhos. [...] A leitura de "Longe da Árvore" ajudará qualquer pai a não transformar suas expectativas em condições de seu amor. Retomo uma distinção que Solomon usa. Chamemos de identidades verticais as que são impostas ou transmitidas de geração em geração: elas são consequência da família, da tribo, da nação na qual nascemos e também das expectativas dos pais (quando elas moldarem os filhos). Chamemos de identidades horizontais as que inventamos ou às quais aderimos junto com nossos pares e coetâneos: elas são tentativas de definir quem somos por nossa conta, sem nada dever à árvore da qual caímos.

O paradoxo é o seguinte: a ideia crucial da modernidade é que as identidades verticais não constituem mais nosso destino (por exemplo, o fato de nascer nobre ou camponês não decide o lugar que o indivíduo ocupará na sociedade).

Os filhos, portanto, conhecem uma liberdade sem precedentes (viajam, mudam de país, de status, de profissão etc.), atrás do sonho moderno de "se realizarem" – e não do sonho antigo de repetirem seus antepassados. Mas acontece que esse sonho de "se realizarem" é também o dos pais, os quais, como qualquer um, só "aconteceram" pela metade (quando muito).

Consequência e conflito: os filhos deveriam correr livres atrás de seus próprios sonhos, enquanto os pais esperam e pedem que os filhos vivam para contrabalançar as frustrações da vida de seus genitores.

Será que um dia seremos capazes de um amor não narcisista pelos nossos filhos? Será que seremos capazes de querer produzir vidas por uma razão diferente da de reproduzir a nós mesmos?

Se isso acontecer um dia, será possível dizer que "Longe da Árvore" foi o primeiro indicador de uma mudança que transformou nossa cultura para sempre. [...]

Das centenas de entrevistas nas quais se baseia, Solomon sai com um certo otimismo sobre a possibilidade de os pais aprenderem a amar filhos diferentes deles.

Entendo seu otimismo assim: as diferenças extremas (como as que ele contempla) derrotam o narcisismo dos pais de antemão (esses filhos nunca serão uma continuação trivial de vocês) e portanto levam à possibilidade de amar os filhos como entes separados de nós.

No dia a dia corriqueiro da relação pai-filho, o narcisismo dos pais e dos adultos produz uma falsa e incurável infantolatria: parecemos adorar as crianças, mas mal as enxergamos – apenas amamos nelas a esperança de que elas realizem nossos entediantes sonhos frustrados.

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2013/10/1360907-longe-da-arvore.shtml

Acesso em: 15 out. 2013

Avalie as afirmações a seguir com base nas regras de regência, concordância e colocação.

I. Em relação à norma culta, há desvio de colocação pronominal em “mas mal as enxergamos”.

II. O substantivo “elogio” pode ser usado tanto com a preposição “de” quanto com a preposição “a”.

III. Em “dos” (“é também o dos pais” ), o emprego de “dos” é uma exigência do substantivo “sonho” e do artigo “os”, de “pais”.

IV. A correção gramatical do período não seria respeitada se as formas verbais em “as que são impostas ou transmitidas” fossem substituídas por “as que se impõem ou se transmitem”.

Está correto o que se afirma em

 

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Longe da árvore

Contardo Calligaris

O título do novo livro de Andrew Solomon, "Longe da Árvore - Pais, Filhos e a Busca da Identidade", se refere ao ditado segundo o qual os frutos nunca caem longe da árvore que os produziu – ou seja, "tais pais, tais filhos". Só que, às vezes, nossos filhos nos parecem diferentes de nós: frutos caídos longe da árvore. De qualquer forma, a árvore quase sempre acha que seus frutos caíram mais longe do que ela gostaria. E, na nossa cultura, amar os filhos que são diferentes de nós não é nada óbvio.

A obra de Solomon é um extraordinário elogio da diversidade e da possibilidade de amar e respeitar a diferença, mesmo e sobretudo nos nossos filhos. [...] A leitura de "Longe da Árvore" ajudará qualquer pai a não transformar suas expectativas em condições de seu amor. Retomo uma distinção que Solomon usa. Chamemos de identidades verticais as que são impostas ou transmitidas de geração em geração: elas são consequência da família, da tribo, da nação na qual nascemos e também das expectativas dos pais (quando elas moldarem os filhos). Chamemos de identidades horizontais as que inventamos ou às quais aderimos junto com nossos pares e coetâneos: elas são tentativas de definir quem somos por nossa conta, sem nada dever à árvore da qual caímos.

O paradoxo é o seguinte: a ideia crucial da modernidade é que as identidades verticais não constituem mais nosso destino (por exemplo, o fato de nascer nobre ou camponês não decide o lugar que o indivíduo ocupará na sociedade).

Os filhos, portanto, conhecem uma liberdade sem precedentes (viajam, mudam de país, de status, de profissão etc.), atrás do sonho moderno de "se realizarem" – e não do sonho antigo de repetirem seus antepassados. Mas acontece que esse sonho de "se realizarem" é também o dos pais, os quais, como qualquer um, só "aconteceram" pela metade (quando muito).

Consequência e conflito: os filhos deveriam correr livres atrás de seus próprios sonhos, enquanto os pais esperam e pedem que os filhos vivam para contrabalançar as frustrações da vida de seus genitores.

Será que um dia seremos capazes de um amor não narcisista pelos nossos filhos? Será que seremos capazes de querer produzir vidas por uma razão diferente da de reproduzir a nós mesmos?

Se isso acontecer um dia, será possível dizer que "Longe da Árvore" foi o primeiro indicador de uma mudança que transformou nossa cultura para sempre. [...]

Das centenas de entrevistas nas quais se baseia, Solomon sai com um certo otimismo sobre a possibilidade de os pais aprenderem a amar filhos diferentes deles.

Entendo seu otimismo assim: as diferenças extremas (como as que ele contempla) derrotam o narcisismo dos pais de antemão (esses filhos nunca serão uma continuação trivial de vocês) e portanto levam à possibilidade de amar os filhos como entes separados de nós.

No dia a dia corriqueiro da relação pai-filho, o narcisismo dos pais e dos adultos produz uma falsa e incurável infantolatria: parecemos adorar as crianças, mas mal as enxergamos – apenas amamos nelas a esperança de que elas realizem nossos entediantes sonhos frustrados.

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2013/10/1360907-longe-da-arvore.shtml

Acesso em: 15 out. 2013

Julgue os itens a seguir com base nas regras de escrita.

I. Há desvio de ortografia nos vocábulos “antemão”, “atrás” e “expectativa”.

II. As palavras “título” e “árvore” são acentuadas em decorrência da mesma regra gramatical.

III. Para se produzir uma generalização de sentido, é possível eliminar o sinal indicativo de crase em “levam à possibilidade”.

IV. Se substituíssemos o travessão por um ponto e grafássemos a palavra subsequente com letra maiúscula, a correção do texto seria preservada.

V. Os parênteses em “(esses filhos nunca serão uma continuação trivial de vocês)” introduzem uma explicação importante ao desenvolvimento textual.

Estão corretas as afirmativas

 

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