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Foram encontradas 80 questões.

2243543 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Na televisão, o roteiro de programação é criado para introduzir hábitos de consumo na audiência. As televisões abertas investem forte no entretenimento. A TV Globo consagrou uma fórmula para dar audiência aos seus telejornais: ensanduichá-los entre as novelas. Qual foi a motivação principal?
 

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2243463 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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“De um lado a criação, do outro o recebedor da mensagem e, acima, o anunciante, estabelecem uma produção de compromisso, escoradas em padrões-modelos da cultura de massas, em processo de estandardização que constitui um dos fatores mais ativos do imobilismo de estrutura e conteúdos programáticos, dos ciclos mais marcantes da radiodifusão brasileira”. A partir dessa análise evidencia-se que:
 

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2243430 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Viabilizar recursos financeiros para produção depende, em primeiro lugar, de um pré-projeto e de um orçamento aproximado do que será gasto na ideia. Para apresentar à emissora um projeto de um programa que ainda não está no ar, é preciso:
 

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2243396 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Uma emissora de rádio e TV pode usar o conteúdo produzido com exclusividade por uma empresa privada desde que:
 

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2243395 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Quando realiza cobertura especial uma empresa de comunicação pública pode receber apoio externo para reduzir o seu orçamento? Sobre essa questão analise as assertivas abaixo.
1) Pode receber apoio logístico e operacional de outros órgãos públicos ou de instituições privadas sem restrições.
2) Pode receber apoio logístico e operacional de outras instituições públicas ou privadas, desde que deixe claro ao público esse apoio.
3) Pode pagar a pessoas por entrevistas e declarações.
4) Não deve pagar cachê às fontes de informação.
5) Deve reproduzir material feito por outra empresa desde que tenha obtido prévia autorização.
Estão corretas, apenas:
 

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2243365 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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O diretor de produção, para desenvolver novas abordagens para o rádio, precisa:
 

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2243342 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Com uma sociedade interligada em rede, as empresas de comunicação estão em constantes transformações para se adaptar ao ambiente de convergência tecnológica. Nesse contexto, o profissional é levado a criar conteúdo de texto, imagem e som para multiplataformas. Dentro dos organogramas das empresas, como esse profissional é chamado?
 

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2243330 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A edição é a montagem final do produto que vai ao ar. É nessa etapa que fica mais clara a ação de suprimir e excluir parte do material colhido. Neste sentido, a edição começa no processo de:
 

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TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
Do ponto de vista da regência verbal, analise o seguinte fragmento: “A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído”. Também estaria de acordo com a norma padrão a seguinte formulação:
 

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TEXTO 2
O hipertexto
(1) Uma sociedade grafocêntrica, na qual o texto escrito está presente em várias situações sociais e cumpre papel significativo, exige dos falantes um grau cada vez maior de letramento, ou seja, de condições para participação efetiva nas práticas sociais que envolvem a escrita. Na chamada “era digital”, o conceito de escrita se expandiu e não diz mais respeito apenas ao texto impresso. É necessário saber se relacionar com a escrita nas diversas mídias em que ela se faz presente. Em muitas delas, um tipo especial de texto circula: o hipertexto.
(2) Por hipertexto entende-se o texto disponibilizado em espaço virtual que possibilita uma leitura não linear em função de sua organização em blocos de conteúdo que se conectam por nós ou elos hipertextuais (também conhecidos como links). A rigor, as habilidades mobilizadas para produzir ou ler um hipertexto são as mesmas que se utilizam para a leitura ou escrita de um texto convencional . No entanto, o hipertexto torna mais evidentes alguns desses processos, como o percurso realizado durante o planejamento e a elaboração do texto e a construção de sentidos pelo leitor.
(3) Um texto escrito convencionalmente é a materialização de um processo de interação discursiva que exige do seu produtor atividades como pesquisa, seleção e articulação de dados e opiniões. Embora esse texto possa contar com alguns indícios desse processo de elaboração (como a hierarquização por meio de títulos e subtítulos, notas de rodapé, divisão em capítulos etc.), o hipertexto torna esse percurso mais evidente. Ele demanda de seu autor, desde o início, o desenho de um mapa de leitura, no qual se estabelece uma clara hierarquia entre informações centrais e secundárias, possibilidades de percursos distintos entre os blocos de conteúdo, conexões com textos externos, palavras-chave, para servir de elos hipertextuais, entre outros. Diante de um hipertexto, o leitor tem mais liberdade para escolher dentre os caminhos oferecidos pelo autor, em que aspectos aprofundar sua leitura, que blocos de conteúdo ignorar ou retomar, que sugestões de conexão externa acatar. Todas essas possibilidades, embora já estivessem colocadas pelo texto convencional, ampliam-se com o hipertexto.
(Ricardo Gonçalves Barreto. Português, 3º. Ano Ensino Médio. Ser protagonista. São Paulo: Edições SM. 2010, p. 356).
Observe o trecho seguinte: “A rigor, as habilidades mobilizadas para produzir ou ler um hipertexto são as mesmas que se utilizam para a leitura ou escrita de um texto convencional. No entanto, o hipertexto torna mais evidentes alguns desses processos, como o percurso realizado durante o planejamento e a elaboração do texto e a construção de sentidos pelo leitor.” A expressão sublinhada:
 

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