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Foram encontradas 80 questões.

2243245 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Quanto às transmissões externas no rádio, assinale a alternativa correta.
 

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2243220 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Ao decupar o roteiro de um programa, o produtor tem que realizar algumas marcações no script para que o editor identifique o trecho entrevista gravada que será, posteriormente, editada e veiculada. Isso facilitará a localização da fala por parte do editor no estúdio de gravação e orientará o apresentador na hora do ao vivo. Quais são essas marcações?
 

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2243205 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Segundo a Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, Lei Geral de Telecomunicações do Brasil, radiodifusão é o serviço de telecomunicações que permite a transmissão de sons (radiodifusão sonora) ou a transmissão de sons e imagens (televisão), destinados ao recebimento direto e livre pelo público. Segundo o texto, os serviços de radiodifusão podem ser:
1) de sons em ondas médias (OM).
2) de sons em ondas curtas (OC).
3) serviço de radiodifusão de sons em ondas tropicais (OT).
4) de sons em frequência modulada (FM).
5) de radiodifusão comunitária (Radcom).
Estão corretas:
 

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2243189 Ano: 2015
Disciplina: Direito Civil
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A Lei nº 9.610, de 1998, altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais. O artigo 29, do capítulo III, trata da exigência de autorização prévia e expressa do autor para a utilização da obra para fins de:
1) reprodução parcial ou integral.
2) edição, adaptação, arranjo musical ou qualquer outra transformação.
3) citação da fonte em programa de entretenimento ou jornalístico.
4) tradução para qualquer idioma.
Está(ão) correta(s):
 

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2243156 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 223, estabelece que “Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observado o princípio da complementaridade dos sistemas:
 

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2243147 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Com o objetivo de viabilizar a realização de um programa, pode-se realizar entre duas ou mais empresas para que a marca de um produto apareça nas imagens ou para a veiculação de comerciais nos intervalos. A expressão que preenche corretamente a lacuna é:
 

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2243128 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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“A multiplicidade de fórmulas de produção, a migração entre as categorias e a criatividade dos diretores fazem alguns programas de TV não terem um rótulo que defina seu gênero ou sua origem. Alguns são experiências únicas, que poderiam ser classificadas de ”. O termo que preenche corretamente a lacuna é:
 

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TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
No texto 3, consta o seguinte fragmento: “Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto”. O verbo sublinhado também estaria flexionado conforme a norma padrão na alternativa:
 

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2243074 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A partir do Decreto Presidencial Nº 8.139, as emissoras de rádio em frequência AM foram autorizadas a solicitar a migração de sua transmissão para o espectro FM. Tal processo, para ser viabilizado, inclui a desocupação dos canais 5 e 6, então ocupados por canais analógicos de TV, e cessão destes para a transmissão de rádio. Isso faz com que, após a mudança, o espectro FM passe a abarcar as faixas:
 

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A linguagem politicamente correta
(1) A linguagem politicamente correta é a expressão do aparecimento na cena pública de identidades que eram reprimidas e recalcadas: mulheres, negros, homossexuais e outras minorias que eram discriminadas, ridicularizadas, desconsideradas. Pretende-se, com essa linguagem, combater o preconceito, proscrevendo-se um vocabulário que é fortemente negativo em relação a tais grupos sociais. A ideia é que, alterando-se a linguagem, mudam-se as atitudes discriminatórias.
(2) Sem dúvida nenhuma, a presença de certas palavras num determinado texto faz que ele seja racista, machista etc., criando uma imagem de que seu autor é alguém que tem preconceito contra as mulheres, os negros, os índios, os homossexuais e assim por diante. O que é preciso saber é se combater o uso de palavras ou expressões que patenteiam a discriminação é um instrumento eficaz de luta contra ela.
(3) De um lado, é verdade que usar uma linguagem não marcada por fortes conotações pejorativas é um meio de diminuir comportamentos preconceituosos ou discriminatórios. De outro lado, porém, é preciso atentar para dois aspectos. O primeiro é que o cuidado excessivo com a busca de eufemismos para designar certos grupos sociais revela a existência de preconceitos arraigados na vida social... Em segundo lugar, os defensores da linguagem politicamente correta acreditam que existam termos neutros ou objetivos, o que absolutamente não é verdade. Todas as palavras são assinaladas por uma apreciação social. Isso ocorre porque as condições de produção de discursos sobre a mulher, o negro, o homossexual etc. são aquelas de existência de fortes preconceitos em nossa formação social. Isso significa que não basta mudar a linguagem para que a discriminação deixe de existir. Entretanto, como a conotação negativa é uma questão de grau, não é irrelevante deixar de usar os termos mais fortemente identificados com atitudes racistas, machistas etc.
(4) Há, porém, duas posições de defensores da linguagem politicamente correta que contrariam a natureza do funcionamento da linguagem e que, portanto, são irrelevantes para a causa que defendem. A primeira é a crença de que a palavra isolada carrega sentido e apreciação social. Na verdade, um termo funciona num discurso e não isoladamente. Por isso, nem todos os usos do vocábulo negro com valor negativo denotam racismo. Por exemplo, dizer que há racismo na expressão “nuvens negras no horizonte do país” é um equívoco, porque o sentido conotativo de “situação preocupante”, que aparece no discurso político ou econômico, está relacionado à meteorologia, nada tendo a ver com raças ou etnias. Outra coisa que produz efeito contrário ao pretendido é o uso de eufemismos francamente cômicos, para fazer uma designação que é vista como preconceituosa: por exemplo, dizer “pessoa verticalmente prejudicada” em lugar de anão. Isso gera descrédito para os que pretendem relações mais civilizadas entre as pessoas.
(5) As palavras ferem e, como diz o poeta Pepe, “as lágrimas não cicatrizam”. Por isso, para criar um mundo melhor, é importante usar uma linguagem que não machuque os outros, que não revele preconceitos, que não produza discriminações. É necessário, porém, que, para ter eficácia, esse trabalho sobre a palavra respeite a natureza e o funcionamento da linguagem.
(José Luiz Fiorin. A linguagem politicamente correta. )
O Texto 1, em seu desenvolvimento global, pretende :
 

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