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Foram encontradas 60 questões.

2243363 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 1
As línguas de sinais no Mundo
Assim como entre os idiomas falados, é grande a variedade de línguas de sinais ao redor do mundo.
Muitos linguistas se dedicaram a estudar diferentes línguas gestuais, concluindo que estas apresentavam diferenças consideráveis entre si. Deve-se levar em conta que diferenças culturais são determinantes nos modos de representação do mundo. Assim, os surdos sentem as mesmas dificuldades que os ouvintes quando necessitam comunicar com outros que utilizam uma língua diferente.
Cada país tem a sua própria língua gestual. Considerando os países lusófonos, sabemos que alguns utilizam diferentes línguas de sinais: no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em Portugal, existe a Língua Gestual de Sinais (LGP), por exemplo.
Além disso, da mesma forma que acontece nas línguas faladas oralmente, existem variações linguísticas dentro da própria língua de sinais, isto é, regionalismos ou sotaques diferentes. Essas variações se devem a ligeiras diferenças culturais e influências diversas no sistema de ensino do país, por exemplo. Há, inclusive, uma língua de sinais pretensamente universal, análoga ao Esperanto, conhecida como Gestuno, que é usada em convenções e competições internacionais.
Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época ou a épocas anteriores àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais. Uma pista interessante para admitir esta possibilidade é o fato de que o bebê humano desenvolve a coordenação motora dos membros antes de se tornar capaz de coordenar o aparelho fono-articulatório. As línguas de sinais são criações espontâneas do ser humano e se aprimoram exatamente da mesma forma que as línguas orais. Nenhuma língua é superior ou inferior a outra; cada língua se desenvolve e expande na medida da necessidade de seus usuários.
Também é comum aos ouvintes pressupor que as línguas de sinais sejam versões sinalizadas das línguas orais. No entanto, embora haja semelhanças ou aspectos comuns entre as línguas de sinais, devido a um certo contágio linguístico, as línguas de sinais são autônomas, não derivando das orais e possuindo peculiaridades que as distinguem umas das outras e das línguas orais.
A língua de sinais é tão natural e tão complexa quanto as línguas orais, dispondo de recursos expressivos suficientes para permitir aos seus usuários expressar-se sobre qualquer assunto, em qualquer situação, domínio do conhecimento e esfera de atividade. Mais importante, ainda: é uma língua adaptada à capacidade de expressão dos surdos.
(HTTP:PT.wikipedia.org/wiki/L%C3%. Acesso em 14 de março de 2015).
Observe que, nas alternativas abaixo, houve alteração na ordem sintática das palavras. Em qual das alternativas essa alteração sintática provocou também uma mudança de sentido?
 

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2243322 Ano: 2015
Disciplina: Braille
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Relacione as colunas, conforme o uso dos espaços mentais integrados, recurso ricamente utilizado na Libras no nível morfossintático, e suas respectivas caracterizações.
1) Espaço real
2) Espaço token
3) Espaço sub-rogado
( ) é a conceitualização de algo acontecido ou por acontecer. É representado visualmente por uma espécie de encenação.
( ) é a concepção do que é fisicamente real no ambiente em que ocorre a enunciação. São “reais” no sentido de referir as pessoas que estão fisicamente presentes no local e no tempo da conversação.
( ) espaço em que se indicam entidades ou coisas representadas sob a forma de um ponto fixo no espaço físico; são entidades “invisíveis”. Este espaço se limita à representação da terceira pessoa.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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2243319 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 1
As línguas de sinais no Mundo
Assim como entre os idiomas falados, é grande a variedade de línguas de sinais ao redor do mundo.
Muitos linguistas se dedicaram a estudar diferentes línguas gestuais, concluindo que estas apresentavam diferenças consideráveis entre si. Deve-se levar em conta que diferenças culturais são determinantes nos modos de representação do mundo. Assim, os surdos sentem as mesmas dificuldades que os ouvintes quando necessitam comunicar com outros que utilizam uma língua diferente.
Cada país tem a sua própria língua gestual. Considerando os países lusófonos, sabemos que alguns utilizam diferentes línguas de sinais: no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em Portugal, existe a Língua Gestual de Sinais (LGP), por exemplo.
Além disso, da mesma forma que acontece nas línguas faladas oralmente, existem variações linguísticas dentro da própria língua de sinais, isto é, regionalismos ou sotaques diferentes. Essas variações se devem a ligeiras diferenças culturais e influências diversas no sistema de ensino do país, por exemplo. Há, inclusive, uma língua de sinais pretensamente universal, análoga ao Esperanto, conhecida como Gestuno, que é usada em convenções e competições internacionais.
Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época ou a épocas anteriores àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais. Uma pista interessante para admitir esta possibilidade é o fato de que o bebê humano desenvolve a coordenação motora dos membros antes de se tornar capaz de coordenar o aparelho fono-articulatório. As línguas de sinais são criações espontâneas do ser humano e se aprimoram exatamente da mesma forma que as línguas orais. Nenhuma língua é superior ou inferior a outra; cada língua se desenvolve e expande na medida da necessidade de seus usuários.
Também é comum aos ouvintes pressupor que as línguas de sinais sejam versões sinalizadas das línguas orais. No entanto, embora haja semelhanças ou aspectos comuns entre as línguas de sinais, devido a um certo contágio linguístico, as línguas de sinais são autônomas, não derivando das orais e possuindo peculiaridades que as distinguem umas das outras e das línguas orais.
A língua de sinais é tão natural e tão complexa quanto as línguas orais, dispondo de recursos expressivos suficientes para permitir aos seus usuários expressar-se sobre qualquer assunto, em qualquer situação, domínio do conhecimento e esfera de atividade. Mais importante, ainda: é uma língua adaptada à capacidade de expressão dos surdos.
(HTTP:PT.wikipedia.org/wiki/L%C3%. Acesso em 14 de março de 2015).
Faça a releitura de alguns fragmentos do Texto 1 e analise os comentários que são feitos acerca de cada um. Identifique a alternativa em que esse comentário está corretamente formulado.
 

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2243301 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Em Milão, na Itália, no ano de 1880, aconteceu o Congresso Internacional de Educadores de Surdos. Neste evento, algumas decisões foram tomadas para a educação de surdos, dentre as quais:
1) o uso das línguas de sinais ficou oficialmente proibido nas salas de aula para surdos.
2) o surdo poderia desenvolver-se como os ouvintes aprendendo a língua oral.
3) as línguas de sinais seriam utilizadas para os que não se adaptavam à oralização.
4) o treino vocal tomou grande espaço de tempo no processo de educação para a reabilitação oral.
Estão corretas apenas:
 

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2243289 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
São verbos direcionais:
 

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2243248 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A repetição de um sinal em Libras como em “ESTUDAR – ESTUDAR – ESTUDAR”; “ESPERAR – ESPERAR – ESPERAR”; e “COMER – COMER – COMER”, indica o processo da:
 

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2243235 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Há sinais que podem denotar mais de um significado, apesar de apresentarem uma única forma na LIBRAS. A esse fenômeno, denominamos:
 

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2243210 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Analisando a sequência de figuras abaixo, percebe-se a flexão de número para o sinal MÊS, assimilada no próprio sinal. A este fenômeno denomina-se:
Enunciado 2702975-1
Quadros e Karnopp, 2004, p. 107
 

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2243209 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A Lei 10.436/2002:
1) reconhece a Língua Brasileira de Sinais como língua oficial do país, garantindo direitos dos seus usuários.
2) garante o apoio ao uso e à difusão da Libras por parte do poder público e empresas concessionárias de serviços públicos.
3) garante a inclusão da disciplina Libras em cursos de Educação Especial, Fonoaudiologia e de Magistério em níveis médio e superior.
4) justifica a substituição da Libras pela Língua Portuguesa escrita, uma vez que esta é apenas uma segunda língua para os usuários da Libras.
Está(ão) correta(s), apenas:
 

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2243186 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A morfologia dos verbos em Libras não apresenta desinências de tempo como acontece na Língua Portuguesa. Esse processo se realiza, na Libras, por meio de:
 

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