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Foram encontradas 60 questões.

2243175 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Na sequência de figuras a seguir, são representadas algumas formas para o pronome pessoal ‘NÓS’.
Enunciado 2693625-1
Assinale a alternativa correta quanto à flexão do referido pronome em Libras.
 

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2243171 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 1
As línguas de sinais no Mundo
Assim como entre os idiomas falados, é grande a variedade de línguas de sinais ao redor do mundo.
Muitos linguistas se dedicaram a estudar diferentes línguas gestuais, concluindo que estas apresentavam diferenças consideráveis entre si. Deve-se levar em conta que diferenças culturais são determinantes nos modos de representação do mundo. Assim, os surdos sentem as mesmas dificuldades que os ouvintes quando necessitam comunicar com outros que utilizam uma língua diferente.
Cada país tem a sua própria língua gestual. Considerando os países lusófonos, sabemos que alguns utilizam diferentes línguas de sinais: no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em Portugal, existe a Língua Gestual de Sinais (LGP), por exemplo.
Além disso, da mesma forma que acontece nas línguas faladas oralmente, existem variações linguísticas dentro da própria língua de sinais, isto é, regionalismos ou sotaques diferentes. Essas variações se devem a ligeiras diferenças culturais e influências diversas no sistema de ensino do país, por exemplo. Há, inclusive, uma língua de sinais pretensamente universal, análoga ao Esperanto, conhecida como Gestuno, que é usada em convenções e competições internacionais.
Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época ou a épocas anteriores àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais. Uma pista interessante para admitir esta possibilidade é o fato de que o bebê humano desenvolve a coordenação motora dos membros antes de se tornar capaz de coordenar o aparelho fono-articulatório. As línguas de sinais são criações espontâneas do ser humano e se aprimoram exatamente da mesma forma que as línguas orais. Nenhuma língua é superior ou inferior a outra; cada língua se desenvolve e expande na medida da necessidade de seus usuários.
Também é comum aos ouvintes pressupor que as línguas de sinais sejam versões sinalizadas das línguas orais. No entanto, embora haja semelhanças ou aspectos comuns entre as línguas de sinais, devido a um certo contágio linguístico, as línguas de sinais são autônomas, não derivando das orais e possuindo peculiaridades que as distinguem umas das outras e das línguas orais.
A língua de sinais é tão natural e tão complexa quanto as línguas orais, dispondo de recursos expressivos suficientes para permitir aos seus usuários expressar-se sobre qualquer assunto, em qualquer situação, domínio do conhecimento e esfera de atividade. Mais importante, ainda: é uma língua adaptada à capacidade de expressão dos surdos.
(HTTP:PT.wikipedia.org/wiki/L%C3%. Acesso em 14 de março de 2015).
Observe o trecho seguinte: “Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época ou a épocas anteriores àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais.” Nesse trecho, sobretudo por conta do advérbio sublinhado, está expressa:
 

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2243148 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Em alguns contextos de sinalização, opta-se por gesticular de maneira associada um sinal correspondente para cada palavra. Isso acontece quando, por exemplo, numa aula de Língua Portuguesa como segunda língua para surdos usuários de Libras, com o objetivo de evidenciar a estrutura sintática da língua em estudo. Essa forma de sinalização é conhecida como:
 

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2243092 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A função de traduzir/interpretar é singular, dado que a atuação desse profissional leva-o a interagir com outros sujeitos, a manter relações interpessoais e profissionais, que envolvem pessoas com surdez e ouvintes, sem que esteja efetivamente implicado nelas, pois sua função é unicamente a de mediador da comunicação. Neste sentido, a postura ético-profissional do tradutor/intérprete de Libras, em sala de aula, exige que ele:
 

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2243046 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 2
As línguas
Uma língua viva não é uma língua perfeitamente ajustada a um conjunto de prescrições que estabelece o que é certo e o que é errado. Os modos de falar estão encharcados das marcas do lugar em que se fala, do tempo, das características sociais de quem fala, das particularidades da situação comunicativa. Ainda que se observe uma enorme diversidade nos usos da língua, a imagem de uma língua única e homogênea é um fantasma difícil de combater.
Sabemos que falar uma variedade ou outra pode provocar efeitos diferentes sobre os interlocutores: cumplicidade, exclusão, admiração. Isso porque o valor social das variedades linguísticas não é o mesmo. As manifestações de preconceito linguístico que ecoam pela mídia impressa e as que, silenciosamente, ocorrem dentro das salas de aulas das escolas brasileiras, dão mostra de seu poder de discriminação.
Ao corrigir o emprego “impróprio” do léxico ou o uso “inexato” das regras de sintaxe, não se intervém apenas na forma, se intervém nos sentidos produzidos e na identidade de quem fala. (...)
A correção do outro sempre rompe o fluxo do sentido, porque atinge o enunciador e nem sempre é possível a este retomar o rumo.
(José Carlos de Azeredo (Org.). Língua portuguesa em debate. Petrópolis: Vozes, 2000, p. 83).
A ideia central abordada no Texto 2 defende o princípio de que:
 

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2243028 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 2
As línguas
Uma língua viva não é uma língua perfeitamente ajustada a um conjunto de prescrições que estabelece o que é certo e o que é errado. Os modos de falar estão encharcados das marcas do lugar em que se fala, do tempo, das características sociais de quem fala, das particularidades da situação comunicativa. Ainda que se observe uma enorme diversidade nos usos da língua, a imagem de uma língua única e homogênea é um fantasma difícil de combater.
Sabemos que falar uma variedade ou outra pode provocar efeitos diferentes sobre os interlocutores: cumplicidade, exclusão, admiração. Isso porque o valor social das variedades linguísticas não é o mesmo. As manifestações de preconceito linguístico que ecoam pela mídia impressa e as que, silenciosamente, ocorrem dentro das salas de aulas das escolas brasileiras, dão mostra de seu poder de discriminação.
Ao corrigir o emprego “impróprio” do léxico ou o uso “inexato” das regras de sintaxe, não se intervém apenas na forma, se intervém nos sentidos produzidos e na identidade de quem fala. (...)
A correção do outro sempre rompe o fluxo do sentido, porque atinge o enunciador e nem sempre é possível a este retomar o rumo.
(José Carlos de Azeredo (Org.). Língua portuguesa em debate. Petrópolis: Vozes, 2000, p. 83).
Podemos perceber uma espécie de ‘comparação’ (ou de metáfora) no trecho:
1) “falar uma variedade ou outra pode provocar efeitos diferentes sobre os interlocutores”.
2) “a imagem de uma língua única e homogênea é um fantasma difícil de combater”.
3) “As manifestações de preconceito linguístico (...) ocorrem dentro das salas de aulas das escolas brasileiras”.
4) “o valor social das variedades linguísticas não é o mesmo”.
5) “Os modos de falar estão encharcados das marcas do lugar em que se fala”.
Estão corretas:
 

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2243014 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Sobre a Comunicação Total (CT), analise as proposições abaixo.
1) A base conceitual da Comunicação Total visa apenas minimizar as barreiras comunicativas entre surdos e ouvintes, que confere à família o direito de escolha para a educação de seus filhos surdos, desde que busque, em última instância, o aprendizado da Libras.
2) Os aspectos cognitivos, sociais e emocionais também são levados em consideração por esse paradigma, tendo em vista o aprendizado da criança surda, que não é percebida apenas como uma pessoa que porta uma patologia fisiológica, mas como uma pessoa, no sentido mais amplo do termo.
3) No Brasil, a Comunicação Total se utiliza da língua de sinais, do alfabeto manual (datilologia), do português sinalizado (utilização dos sinais dentro da estrutura sintática da língua portuguesa).
4) A Comunicação Total é o paradigma de educação de surdos que valoriza todo e qualquer recurso ou modalidade linguística que possibilite a comunicação entre surdos/ouvintes/surdos: oralização, leitura orofacial, gestos, mímicas, sinalização da língua oral, língua de sinais.
Estão corretas apenas:
 

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2243001 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os parâmetros fonológicos da Libras compreendem:
 

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2242973 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
As Filosofias Educacionais para Surdos abrangem:
 

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2242919 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 3
“Se, por não sei que excesso de socialismo ou de barbárie, todas as disciplinas tivessem de ser expulsas do ensino, exceto uma, é a disciplina literária que devia ser salva, pois todas as ciências estão presentes no monumento literário.”
(Roland Barthes, Aula, 2001, p. 18).
Na pequena citação do Livro do Prof. Roland Barthes, fica patente o apelo para se manter, nos programas de ensino:
 

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