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A respeito da gênese da atuação e constituição profissional do tradutor-intérprete de Libras, pode-se afirmar que:
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O sistema pronominal em Libras apresenta grande riqueza, visto que esta é uma língua espacial. A respeito do sistema pronominal, podemos afirmar que:
1) a direcionalidade é uma das características primordiais dos pronomes, visto que o espaço serve de localização para a referenciação das pessoas do discurso.
2) os pronomes em Libras apresentam, como em português, distinção de gênero, podendo, inclusive, fazer a diferenciação entre masculino, feminino e neutro, já que a marca de gênero é incorporada ao sinal.
3) a apontação é um dos principais recursos para a realização dos pronomes em Libras, podendo envolver entidades presentes ou não-presentes no momento de produção de sinais.
4) a delimitação e a determinação dos referentes no espaço devem ser observadas e respeitadas, a fim de que sejam considerados os contrastes de pessoas presentes no ato da enunciação.
Está(ão) correta(s), apenas:
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TEXTO 1
As línguas de sinais no Mundo
Assim como entre os idiomas falados, é grande a variedade de línguas de sinais ao redor do mundo.
Muitos linguistas se dedicaram a estudar diferentes línguas gestuais, concluindo que estas apresentavam diferenças consideráveis entre si. Deve-se levar em conta que diferenças culturais são determinantes nos modos de representação do mundo. Assim, os surdos sentem as mesmas dificuldades que os ouvintes quando necessitam comunicar com outros que utilizam uma língua diferente.
Cada país tem a sua própria língua gestual. Considerando os países lusófonos, sabemos que alguns utilizam diferentes línguas de sinais: no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em Portugal, existe a Língua Gestual de Sinais (LGP), por exemplo.
Além disso, da mesma forma que acontece nas línguas faladas oralmente, existem variações linguísticas dentro da própria língua de sinais, isto é, regionalismos ou sotaques diferentes. Essas variações se devem a ligeiras diferenças culturais e influências diversas no sistema de ensino do país, por exemplo. Há, inclusive, uma língua de sinais pretensamente universal, análoga ao Esperanto, conhecida como Gestuno, que é usada em convenções e competições internacionais.
Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época ou a épocas anteriores àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais. Uma pista interessante para admitir esta possibilidade é o fato de que o bebê humano desenvolve a coordenação motora dos membros antes de se tornar capaz de coordenar o aparelho fono-articulatório. As línguas de sinais são criações espontâneas do ser humano e se aprimoram exatamente da mesma forma que as línguas orais. Nenhuma língua é superior ou inferior a outra; cada língua se desenvolve e expande na medida da necessidade de seus usuários.
Também é comum aos ouvintes pressupor que as línguas de sinais sejam versões sinalizadas das línguas orais. No entanto, embora haja semelhanças ou aspectos comuns entre as línguas de sinais, devido a um certo contágio linguístico, as línguas de sinais são autônomas, não derivando das orais e possuindo peculiaridades que as distinguem umas das outras e das línguas orais.
A língua de sinais é tão natural e tão complexa quanto as línguas orais, dispondo de recursos expressivos suficientes para permitir aos seus usuários expressar-se sobre qualquer assunto, em qualquer situação, domínio do conhecimento e esfera de atividade. Mais importante, ainda: é uma língua adaptada à capacidade de expressão dos surdos.
(HTTP:PT.wikipedia.org/wiki/L%C3%. Acesso em 14 de março de 2015).
Identifique a afirmação que, mais explicitamente, reforça a ideia e que as línguas de sinais têm “vida própria”:
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TEXTO 1
As línguas de sinais no Mundo
Assim como entre os idiomas falados, é grande a variedade de línguas de sinais ao redor do mundo.
Muitos linguistas se dedicaram a estudar diferentes línguas gestuais, concluindo que estas apresentavam diferenças consideráveis entre si. Deve-se levar em conta que diferenças culturais são determinantes nos modos de representação do mundo. Assim, os surdos sentem as mesmas dificuldades que os ouvintes quando necessitam comunicar com outros que utilizam uma língua diferente.
Cada país tem a sua própria língua gestual. Considerando os países lusófonos, sabemos que alguns utilizam diferentes línguas de sinais: no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em Portugal, existe a Língua Gestual de Sinais (LGP), por exemplo.
Além disso, da mesma forma que acontece nas línguas faladas oralmente, existem variações linguísticas dentro da própria língua de sinais, isto é, regionalismos ou sotaques diferentes. Essas variações se devem a ligeiras diferenças culturais e influências diversas no sistema de ensino do país, por exemplo. Há, inclusive, uma língua de sinais pretensamente universal, análoga ao Esperanto, conhecida como Gestuno, que é usada em convenções e competições internacionais.
Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época ou a épocas anteriores àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais. Uma pista interessante para admitir esta possibilidade é o fato de que o bebê humano desenvolve a coordenação motora dos membros antes de se tornar capaz de coordenar o aparelho fono-articulatório. As línguas de sinais são criações espontâneas do ser humano e se aprimoram exatamente da mesma forma que as línguas orais. Nenhuma língua é superior ou inferior a outra; cada língua se desenvolve e expande na medida da necessidade de seus usuários.
Também é comum aos ouvintes pressupor que as línguas de sinais sejam versões sinalizadas das línguas orais. No entanto, embora haja semelhanças ou aspectos comuns entre as línguas de sinais, devido a um certo contágio linguístico, as línguas de sinais são autônomas, não derivando das orais e possuindo peculiaridades que as distinguem umas das outras e das línguas orais.
A língua de sinais é tão natural e tão complexa quanto as línguas orais, dispondo de recursos expressivos suficientes para permitir aos seus usuários expressar-se sobre qualquer assunto, em qualquer situação, domínio do conhecimento e esfera de atividade. Mais importante, ainda: é uma língua adaptada à capacidade de expressão dos surdos.
(HTTP:PT.wikipedia.org/wiki/L%C3%. Acesso em 14 de março de 2015).
O tema central que conduz o desenvolvimento do Texto 1 pode ser visto como:
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Os sinais correspondentes em Libras às seguintes palavras “Sábado” e “aprender”, “segunda-feira” e “lembrar” apresenta, respectivamente, oposição em relação a:
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TEXTO 2
As línguas
Uma língua viva não é uma língua perfeitamente ajustada a um conjunto de prescrições que estabelece o que é certo e o que é errado. Os modos de falar estão encharcados das marcas do lugar em que se fala, do tempo, das características sociais de quem fala, das particularidades da situação comunicativa. Ainda que se observe uma enorme diversidade nos usos da língua, a imagem de uma língua única e homogênea é um fantasma difícil de combater.
Sabemos que falar uma variedade ou outra pode provocar efeitos diferentes sobre os interlocutores: cumplicidade, exclusão, admiração. Isso porque o valor social das variedades linguísticas não é o mesmo. As manifestações de preconceito linguístico que ecoam pela mídia impressa e as que, silenciosamente, ocorrem dentro das salas de aulas das escolas brasileiras, dão mostra de seu poder de discriminação.
Ao corrigir o emprego “impróprio” do léxico ou o uso “inexato” das regras de sintaxe, não se intervém apenas na forma, se intervém nos sentidos produzidos e na identidade de quem fala. (...)
A correção do outro sempre rompe o fluxo do sentido, porque atinge o enunciador e nem sempre é possível a este retomar o rumo.
(José Carlos de Azeredo (Org.). Língua portuguesa em debate. Petrópolis: Vozes, 2000, p. 83).
Identifique a afirmação que, mais explicitamente, reforça as ideias que o Texto 2 defende.
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Relacione as colunas, conforme a constituição do léxico da Libras.
1) Léxico nativo
2) Soletração manual (alfabeto):
3) Léxico não-nativo
( ) é a constituição de um sinal advindo da soletração da palavra correspondente em português. Geralmente, ocorre uma redução de letras, como vemos no exemplo a seguir. Neste caso, o sinal AZUL é realizado pela soletração das letras A-L, ou seja a primeira e última letras da palavra ‘azul’ em português.
( ) é a soletração manual de palavras do português que não apresentam sinal correspondente em Libras. Geralmente, são nomes próprios de pessoas e lugares, palavras específicas de áreas distintas, etc. Esse tipo de léxico é considerado como um empréstimo linguístico.
( ) é formado pelos classificadores, que “são formas complexas em que a configuração de mão, a locação e o movimento podem especificar qualidades de um referente”. O uso dos classificadores acontece quando se quer “especificar o movimento e a posição de objetos e pessoas ou para descrever o tamanho e a forma de objetos”.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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O ensino de Língua Portuguesa para surdos usuários de Libras no Brasil adotou a proposta bilíngue para o ensino do português como segunda língua (L2). Dentre várias outras características, essa proposta:
1) utiliza a Libras como língua de interação, mesmo que muitos dos professores não a dominem, mas sejam auxiliados pelos tradutores-intérpretes de Libras.
2) vê o intérprete como um mediador em sala de aula, devendo ser ele uma pessoa fluente em duas línguas: Língua Portuguesa e Libras.
3) possibilita a presença de surdos e ouvintes na mesma sala, a fim de que um grupo ensine formalmente ao outro sua língua natural.
4) confere ao tradutor-intérprete competência de avaliar os textos produzidos pelos alunos surdos usuários de Libras.
Está(ão) correta(s), apenas:
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Sobre os verbos direcionais, analise as proposições abaixo.
1) São também chamados verbos sem concordância.
2) Concordam com o sujeito e/ou com o objeto direto/indireto da frase.
3) Apresentam relação entre os pontos estabelecidos no espaço e os argumentos que estão incorporados no verbo.
4) São um tipo de flexão próprio das línguas de sinais.
2) Concordam com o sujeito e/ou com o objeto direto/indireto da frase.
3) Apresentam relação entre os pontos estabelecidos no espaço e os argumentos que estão incorporados no verbo.
4) São um tipo de flexão próprio das línguas de sinais.
Estão corretas apenas:
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“A formação do tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa deve efetivar-se por meio de curso superior de Tradução e Interpretação, com habilitação em Libras - Língua Portuguesa”. Esse tema é previsto:
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