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Foram encontradas 255 questões.

2518962 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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O técnico de informática da Receita Federal ficou encarregado de configurar uma rede local com 12 computadores e 2 impressoras, interligando fisicamente todos os equipamentos. Para obter êxito, o técnico deve escolher:
 

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2518933 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Após o padrão de 100 megabits ter sido desenvolvido para as redes Ethernet, o IEEE iniciou o desenvolvimento do padrão Gigabit Ethernet dando origem ao IEEE 802.3-2005, composto por quatro padrões diferentes. Assinale a opção que corresponde ao padrão Gigabit Ethernet utilizado em distâncias até 5km utilizando fibras ópticas com cabos de 9 mícrons.
 

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2518930 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A praxis interpretativa da música antiga afigura-se pouco clara hoje em dia, entre outras razões porque grande parte dessa música era improvisada, omitindo-se a sua notação. Nesse sentido, afirma-se que a prática ornamental e a improvisação:
 

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2518825 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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NÃO faz parte do diagnóstico diferencial da Gravidez Ectópica.
 

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2518679 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Sobre as fresas, ferramentas utilizadas no processo de fresamento, pode-se afirmar que:
 

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2518673 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Em Usinagem CNC, as coordenadas que se referem à distância do ponto identificado a partir do ponto anterior são conhecidas como:
 

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2518578 Ano: 2016
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Sobre a arquitetura e organização de computadores, considere as afirmativas a seguir:
I. Processamento de dados, armazenamento de dados, transferência de dados e controle são funções básicas de um computador assim como unidade central de processamento, memória principal, dispositivos de entrada e são funções básicas de um computador;
II. Sistemas operacionais de 32 bits conseguem endereçar até 8 gigabytes de memória RAM;
III. Multitarefa é a característica do sistema operativo que permite repartir a utilização do processador entre várias tarefas aparentemente simultâneas;
IV. Somente processadores com mais de um núcleo permitem que o sistema operacional implemente a multitarefa.
Assinale a opção referente às afirmativas CORRETAS.
 

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2518574 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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NÃO pode ser considerado critério diagnóstico para pré-eclâmpsia:
 

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2518522 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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O CÉREBRO CORRUPTO
A corrupção não é exclusiva da espécie humana, do poder político e empresarial, mas também da sociedade que de certa forma a exerce ou, pelo menos, a tolera.
A corrupção pode ser definida, em um sentido social, como uma crença compartilhada, expandida e tolerada de que o uso da função pública é feito para o benefício de si mesmo, da própria família e de amigos. Mas não é uma novidade moderna. Como bem descreve o World Development Report de 2015, a corrupção foi a norma social por excelência na maior parte da história. O princípio de que todas as pessoas são iguais perante a lei surgiu progressivamente na história e em muitos países ainda é uma tarefa pendente. A corrupção não é exclusiva da espécie humana (foram observadas condutas corruptas em chimpanzés, abelhas e formigas). Entre os seres humanos, não é exclusividade do poder público (mas existe) e de empresários agiotas (mas existem), mas também da sociedade que de certa forma a exerce ou, pelo menos, a tolera.
O tema da corrupção foi estudado pela sociologia e as ciências políticas, pela história e o direito. Mas é importante levar em consideração que o comportamento humano pode ter causas ao mesmo tempo biológicas, psicológicas, culturais e sociais, que interagem para influenciar e não são necessariamente disjuntivas. Em 2014, a revista científica Frontiers in Behavioral Neuroscience publicou o resultado de uma experiência na qual foi medida a condutividade da pele, que é uma medida de variação emocional geral, ao se oferecer um suborno, recebê-lo e esperar para ver se foi descoberta a trama corrupta na qual a pessoa estava envolvida. Um leilão foi simulado e as pessoas tiveram a possibilidade de subornar o leiloeiro para obter benefícios. Nas primeiras vezes, podiam subornar livremente, mas depois o perdedor podia exigir que a operação fosse inspecionada. Entre os resultados viu-se que tanto leiloeiros quanto corruptores eram menos corruptos quando sabiam que poderiam ser observados. Além disso, a atividade eletro-dérmica aumentou quando a pessoa decidiu de forma positiva, honesta e pró-social. O olhar do outro (ou o possível olhar do outro) é o que sanciona o oportunismo.
É isso que também causa nos participantes da experiência o medo de serem descobertos e a ansiedade. É certo que existe um outro olhar do outro possível: um olhar cúmplice e complacente, de uma pessoa e de uma sociedade que justificam a ação. Se não existe sanção social, se perdemos o mecanismo de prêmios e punições, o crime fica naturalizado. Mediante o estudo de nosso comportamento evolutivo e a resolução de dilemas morais, foi observado que não importam a cultura, idade, classe social e religião, o homem é corrupto por natureza: pensa primeiro no bem próprio e depois considera regras morais e sociais; suas punições e suas percepções. Não realizar atos de corrupção implica uma atitude pró-social frente a uma atitude que visa exclusivamente o bem individual. A lei e o olhar social influem positivamente em nossa conduta.
A corrupção é uma condição já que, se é uma decisão individual cometer atos desse tipo, na realidade não se trata somente de uma conduta singular desviada. Em outras palavras, não existem seres humanos corruptos, mas uma sociedade corrupta na qual os seres humanos (dispostos à corrupção) agem. Em um estudo realizado pelo pesquisador Dan Ariely, foi observado que um pequeno suborno pode ter uma influência dramática no comportamento moral de um indivíduo. Nessa experiência, os participantes que receberam um pequeno suborno passaram depois a enganar e roubar em tarefas posteriores. Essa descoberta pode ter consequências importantes para a compreensão das normas sociais que conduzem à corrupção generalizada nos governos, nas instituições e na sociedade. Todos os países têm corrupção e seres humanos corruptos. A diferença, em parte, está em quanto a corrupção é tolerada nessa sociedade. Entrevistas qualitativas realizadas com especialistas em corrupção e em diversas áreas (política, comércio exterior, indústria farmacêutica e da construção, esporte), podem mostrar uma tendência comum das organizações corruptas. Dois psicólogos realizaram isso e concluíram que as organizações corruptas costumam se autoperceber como tal em situações como durante uma guerra, o que as faz manter a atitude de que os fins justificam os meios. Isso tem implicações nos valores gerais da organização: racionalizar a falta de ética e punir os que não são corruptos. Mas não, essa “guerra” é somente um pretexto do corrupto.
O relatório Mente, Sociedade e Conduta elaborado pelo Banco Mundial menciona que nesses países nos quais a corrupção é uma norma aceita e não existe punição e sanção social para tal conduta, é possível se chegar ao extremo de que parte da sociedade não respeite e até mesmo caçoe do funcionário honesto. Por sua parte, muitas dessas pessoas que no privado criticam a corrupção não se rebelam contra o sistema para não ficarem isoladas e tachadas como “diferentes”. Existem situações nas quais até mesmo policiais foram punidos (por seus colegas e por seu entorno social) por não aceitarem subornos, serem honestos e violarem a norma estabelecida. O mesmo relatório descreve como pessoas de países com alto índice de corrupção que têm imunidade diplomática em Nova York e, por conta disso, não precisam pagar por multas de trânsito, têm mais infrações do que diplomatas que vêm de países com menor índice. Isso traz evidências à ideia de que a corrupção, em parte, é influenciada por normas sociais internalizadas.
Foram feitas diversas experiências para mostrar sob quais circunstâncias as pessoas se mostram mais predispostas a agir em benefício do bem comum (como, por exemplo, quando pagam os impostos) e sob quais circunstâncias agem de modo mais egoísta. Um tipo de tarefa experimental utilizada é o “jogo dos bens públicos”. Um exemplo desse jogo seria pessoas em um grupo receberem 400 reais cada e poderem decidir quanto colocarão secretamente em um fundo comum que será duplicado pelo administrador. Ou seja, se uma pessoa não coloca nada no fundo comum e o restante coloca seus 400, essa pessoa receberá mais dinheiro (seus 400 originais somados à partilha do dobro do colocado pelo restante). Quando se joga mais de uma rodada, os jogadores começam a ver que nem todos estão colocando o que poderiam colocar e estão se beneficiando à custa dos outros (já que a partilha final poderia ser maior). Portanto, eles mesmos diminuem sua contribuição.
O resultado é que a atitude egoísta de poucos contagia os que originalmente mais cooperavam. A cooperação costuma ocorrer quando as pessoas sentem que se ajudarem, receberão algo em troca, mesmo que seja em um futuro distante (conceito essencial para o pagamento de impostos em relação aos benefícios em saúde, educação, segurança, etc.). Também se dá quando as pessoas se sentem observadas. Isso acontece até mesmo com uma foto de um par de olhos, que em uma praça faz com que se aumente a quantidade de coleta das fezes dos cachorros; em um escritório, faz aumentar a quantidade de doações para o café de todos; em um laboratório, reduz a quantidade de más ações. Nosso cérebro responde automaticamente ao olhar do outro, seja real ou artificial, produto da evolução. Sermos reconhecidos por uma atitude altruísta nos faz sentir bem com nós mesmos, mas também traz benefícios a todos.
A corrupção não é um detalhe e um desvio que causa impacto somente na moral social. Afeta também a vida das pessoas. Em um texto da prestigiosa revista científica Nature em 2011, foram publicadas estatísticas que calculavam que 83% de todas as mortes pelo desmoronamento de edifícios nos últimos trinta anos ocorreram em países que possuem, segundo os indicadores, os sistemas mais corruptos. Tudo isso não é inevitável e os seres humanos não são fatalmente dessa forma. Mas sem punição, exemplos e sanção social a corrupção pode se transformar em norma estabelecida. Não existem desculpas e tempo que a apague. Devemos estar convencidos e convencer de que a corrupção também é um crime.
Adaptado de: O CÉREBRO Corrupto. Facundo Manes. Disponível em: <http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/03/ciencia/1462289605_959427.html>. Acesso em: 23/06/2016.
Assinale V para as afirmações verdadeiras e F para as afirmações falsas, em seguida, assinale a opção com a sequência CORRETA.
( ) Segundo a World Development Report de 2015, a corrupção foi a norma social na maior parte da história e somente deixou de ser com a implantação do princípio jurídico de que todas as pessoas são iguais perante a lei.
( ) A vida em sociedade justifica a prática de corrupção, pois não são apenas humanos que a praticam, mas também chimpanzés, abelhas e formigas, podendo o gene da corrupção ter sido transmitido dos macacos aos humanos.
( ) Segundo o texto, o relatório Sociedade e Conduta do Banco Mundial mente quando afirma que nos “países nos quais a corrupção é uma norma aceita e não existe punição e sanção social” há a possibilidade de se ser punido por não ser corrupto.
( ) Segundo relatório do Banco Mundial, a corrupção é influenciada, em parte, por normas sociais internalizadas. Essas normas levam, por exemplo, diplomatas que não pagam por multas de trânsito a cometerem mais infrações na cidade de Nova Iorque, nos Estados unidos.
( ) Em virtude de a sociedade exercer ou, pelo menos, tolerar a corrupção, pode-se afirmar que esse comportamento não é praticado pelo poder público somente, mas também por representantes do setor privado.
 

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2518282 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O QUE É OBJETIFICAÇÃO DA MULHER?
Em muitas discussões sobre o papel da mulher na sociedade, exploramos diversos aspectos das desigualdades que persistem entre homens e mulheres. Diferenças de oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, disparidade salarial e acesso à esfera pública em geral são algumas dimensões onde percebemos as desigualdades de gênero.
Outras dimensões, no entanto, são mais subjetivas e manifestam-se na forma como enxergamos as mulheres e em que medida as consideramos indivíduos autônomos, donas de seus próprios corpos. É aqui que entra a objetificação do corpo feminino.
OBJETIFICAR ALGUÉM? COMO ASSIM?
Primeiramente, o que significa objetificar alguém? Segundo Belmiro et al (2015): “A objetificação, termo cunhado no início dos anos 70, consiste em analisar um indivíduo a nível de objeto, sem considerar seu emocional ou psicológico.”
Quando falamos de objetificação do corpo feminino estamos nos referindo à banalização da imagem da mulher, ou seja: a aparência das mulheres importa mais do que todos os outros aspectos que as definem enquanto indivíduos.
E COMO OBSERVAMOS ISSO HOJE?
A objetificação está presente nos mais diversos setores da sociedade. Um exemplo clássico é a forma como a mulher é retratada em peças publicitárias. Em muitas campanhas, com destaque para as de cerveja, mulheres são estereotipadas e hipersexualizadas. Em pesquisa recente do Instituto Patrícia Galvão e Instituto Data Popular, 84% dos respondentes concordam que o corpo da mulher é usado para a venda de produtos nas propagandas de TV e 58% entendem que a mulher é representada como objeto sexual nessas campanhas.
[...] a nossa sociedade do início do século XXI entendia o homem como provedor e a mulher como dependente dele. A cultura patriarcal refere-se ao comportamento esperado das mulheres nesse contexto em que elas eram economicamente dependentes dos homens. O “contrato tácito de troca” previa que as mulheres, por serem sustentadas pelos maridos, cuidassem dos afazeres domésticos e os satisfizessem sexualmente.
Atualmente, por mais que as mulheres tenham alcançado mais independência financeira, uma das características da cultura patriarcal que ainda permanece é a objetificação do corpo feminino, uma vez que essa objetificação está intimamente ligada à função do corpo da mulher enquanto mero objeto de prazer sexual masculino.
A objetificação do corpo feminino tem várias consequências danosas. A primeira delas é a estereotipação da mulher e o estabelecimento de padrões estéticos irreais. Uma vez que o julgamento inicial de uma pessoa se dá pela aparência, existe uma expectativa do que é bom ou ruim, certo ou errado e, consequentemente, a exclusão e depreciação de mulheres que não atendem a esses padrões. Muitas vezes, vemos em ambientes familiares ou profissionais mulheres sendo hostilizadas pelo seu peso, altura, cabelo, depilação, formato de corpo e demais atributos físicos.
Outra consequência danosa desse fenômeno é a auto-objetificação da mulher. Mulheres que vivem em ambientes de objetificação tendem a se auto-objetificar e também a objetificar outras mulheres, sofrendo, assim, danos de autoestima e de socialização. Em pesquisa publicada na Psychological Science em 2013, sugeriu-se que mulheres que apresentam altos níveis de auto-objetificação tendem a ser menos ativas socialmente.
Por que a mulher se auto-objetificaria? Quando lembramos que parte da cultura patriarcal compreende a satisfação sexual que a mulher precisa dar ao homem, o impacto disso no comportamento de muitas mulheres é de se empenhar em tornar seus corpos sexualmente atraentes para os homens em detrimento de suas próprias expectativas. Enxergar seu próprio corpo e o corpo de outras mulheres como objetos de satisfação do desejo sexual masculino é parte do processo de auto-objetificação.
E o que ativismo social tem a ver com isso? Ora, como explicamos no início, se a objetificação consiste em desconsiderar atributos psicológicos e emocionais que nos caracterizam enquanto indivíduos, a mulher que se auto-objetifica não se compreende totalmente como um indivíduo e não se dá conta de todas as suas capacidades e possibilidades, o que influencia no seu grau de engajamento como profissional e cidadã.
Combater a objetificação é, portanto, mostrar para as mulheres que elas são indivíduos completos e capazes, que podem ser muito mais do que objetos de prazer masculino. O primeiro passo para isso é identificar atitudes que reforçam essa cultura e combatê-las no dia a dia.
Adaptado de: http://www.politize.com.br/atualidades/o-que-e-objetificacao-da-mulher/. Acesso em 24/06/2016.
Com base no trecho de texto “O „contrato tácito de troca" previa que as mulheres cuidassem dos afazeres domésticos e os satisfizessem sexualmente”, assinale a opção CORRETA a respeito da composição do período.
 

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