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A Sífilis é uma doença sexualmente transmissível que pode apresentar sinais clínicos bucais tanto na sua fase primária como secundária. Com relação a essa doença e suas manifestações bucais, é CORRETO afirmar que:
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Dos documentos técnicos a apresentar em um projeto executivo arquitetônico NÃO é necessário apresentar:
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O termo “síndrome nefrótica” é utilizado para descrever pacientes com proteinúria, hipoalbuminemia, hipercolesterolemia, edema ou ascite. Por sua vez, a ocorrência de ascite pode ter uma ampla gama de diagnósticos diferenciais, tendo a análise do líquido cavitário uma etapa importante na abordagem diagnóstica. Assinale a opção que descreve o tipo mais comum de líquido ascítico apresentado por um cão secundário a uma síndrome nefrótica:
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O cobre é um microelemento essencial a todas as células e seu metabolismo tem grande dependência do fígado. O acúmulo hepático de cobre pode ocorrer por aumento no aporte dietético, defeitos no metabolismo hepático dessa substância ou por doenças hepáticas que causam colestase, devido à menor excreção do elemento. Assinale abaixo o fármaco utilizado com o propósito de ser um agente quelante do cobre no tratamento das hepatopatias em cães:
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A complicação mais comum e mais difícil de ser prevenida e tratada, relacionada à anestesia geral em bovinos, levando-se em conta as fases de indução, manutenção e recuperação é:
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O mecanismo que explica a curta duração da anestesia (5-10 minutos) após a administração de um bolus único de propofol é:
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Para o bom entendimento dos desenhos arquitetônicos, o Arquiteto Urbanista deve utilizar, de forma clara e normativa, as linhas de representação. Sobre elas pode-se afirmar:
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TEXTO I
Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento
A superioridade é um conceito ilusório, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou treinamento, você sempre pode aprender com qualquer pessoa, mesmo daqueles que considera “inferiores”.
A ignorância humana é o objeto de estudo de ensaios de todas as gerações:
De Sócrates a Darwin, muitos estudos foram realizados para determinar o que desperta o comportamento de superioridade nas pessoas, o que quase sempre resulta de um grande sentimento de falta interior.
Uma das teorias mais aceitas sobre o assunto é conhecida como o efeito Dunning-Kruger. Preparado pelos psicólogos David Dunning e Justin Kruger, da Cornell University, o efeito Dunning-Kruger é um distúrbio cognitivo, no qual as pessoas que são ignorantes em um determinado assunto acreditam que sabem mais do que aquelas que são estudadas e experimentadas, sem reconhecer sua própria ignorância e limitações.
Essas pessoas vivem em um estado de superioridade ilusória, acreditando serem muito sábias, mas na realidade estão muito atrás daquelas que as cercam.
Como diz o artigo de Dunning e Kruger, publicado em 1999: “Os incompetentes são muitas vezes abençoados com uma confiança inadequada, protegidos por algo que lhes parece conhecimento”.
As pessoas que têm essa síndrome acreditam que suas habilidades são muito mais altas que a média, mesmo quando elas claramente não entendem o que estão falando. Elas não têm a humildade de reconhecer sua necessidade de melhoria. Elas também não reconhecem o potencial daqueles que as rodeiam, pois seu egoísmo as impede.
Você provavelmente conhece alguém assim, que vive preso em sua própria ignorância, que não faz sua parte para melhorar e ainda acredita que está acima do bem e do mal, e tem o direito de julgar todos ao seu redor.
Essas pessoas, que não sabem nada de um assunto, comportam-se como se fossem mestres e tentam reverter os argumentos bem planejados de estudiosos e especialistas, isso é realmente desagradável.
Para que possamos evoluir como pessoas e sociedade, devemos nos engajar em um diálogo saudável, no qual ambas as partes têm o mesmo direito de expressar suas opiniões e de serem ouvidas. Aprender uns com os outros é uma habilidade muito importante, que deve ser encorajada, afinal, não fazemos nada por nós mesmos neste mundo. Sempre podemos usar a experiência de alguém para simplificar nossas vidas.
As pessoas estão se tornando mais convencidas e menos dispostas a crescer coletivamente. Acreditamos que um diploma nos torna imbatíveis, infalíveis. Isso está longe da verdade, e somente quando aprendemos a reconhecer nossas limitações e nos associamos a pessoas que podem nos oferecer o que nos falta, podemos realmente evoluir.
A superioridade é um conceito indescritível, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou educação, sempre podemos aprender com qualquer pessoa, mesmo a que consideramos “inferior”.
Devemos trabalhar para controlar o sentimento de superioridade dentro de nós mesmos e nos abrir para todas as oportunidades de crescimento que surgem quando somos humildes.
Fonte: Emozioni FeedAdaptado de. https://www.pensarcontemporaneo.com/sindrome-da-superioridade-ilusoria-quando-a-ignorancia-se-disfarca-de-conhecimento/?fbclid=IwAR0v41eBmPB3Mh0g2SfJ87Er4kGRtGx2GX0kJBDcPvuP7bXlEBqsJ9SSau8. Acesso: 10/06/2019.
O trecho “A superioridade é um conceito indescritível, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou educação, sempre podemos aprender com qualquer pessoa, mesmo a que consideramos ‘inferior’”, quando reescrito, tem sentido alterado em:
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O Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, embora suas normas devam ser consideradas como um todo coordenado e harmônico, estão estruturadas em uma hierarquia de subordinação relativa, em 3 (três) classes respectivamente distintas: princípios, regras e recomendações. Em relação às obrigações para com o Interesse Público, é considerado como regra:
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TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.
Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like particles, VLPs).
Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
As palavras “inoculadas” e “sucumbiriam” têm sentido, respectivamente, de:
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