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Foram encontradas 40 questões.

Sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Pública e as disposições da Lei 9.784/99, assinale a alternativa correta.
 

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2507184 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Com relação a sopros cardíacos, é correto afirmar:
 

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2506965 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
As lições do analfabetismo
Marcos Fabrício Lopes da Silva
Sobre o analfabetismo, Étienne Bonnot de Condillac (1714-1780) apresenta argumentação taxativa: “O verdadeiro órfão é aquele que não recebeu educação”. O professor emérito da UnB Isaac Roitman, no artigo “Os órfãos da educação” (Correio Braziliense, 24/08/2015), explica a oração proferida pelo filósofo francês(A, considerando a realidade brasileira: “O que se espera de um país que ocupa o oitavo lugar no planeta em número de analfabetos adultos? Temos 14 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever, sem contar os analfabetos funcionais. Eles são cegos sociais porque não conseguem decodificar o código escrito ao seu redor. Entre outras dificuldades, eles não conseguem ler o destino dos ônibus, a bula dos remédios, o cardápio das lanchonete e até mesmo o que está escrito na bandeira brasileira. Eles podem ser considerados como órfãos da educação, pois não tiveram oportunidade de se alfabetizar no sistema educacional ou nunca tiveram oportunidade de frequentar uma escola”.
É necessário, contudo, destacar que os analfabetos historicamente sofrem com a indiferença impetrada pelos alfabetizados, percebidos como “cidadãos de primeira classe”.
Como consequência desse quadro, Machado de Assis (1839-1908) concluiu argutamente, numa crônica publicada no periódico Ilustração Brasileira, de 15/08/1876, que era falacioso pensar em opinião pública nacional formada pelo saber de todos os brasileiros(B. O alto índice de analfabetismo diagnosticado desde o Brasil Império oferecia margem para constatar esse parecer machadiano(B. Tais circunstâncias inquietaram o escritor-jornalista, a ponto de ele se certificar de que: “As instituições existem, mas por e para 30% dos cidadãos. Proponho uma reforma no estilo político. Não se deve dizer: ‘consultar a nação, representantes da nação, os poderes da nação’; mas – ‘consultar os 30%, representantes dos 30%, poderes dos 30%’. A opinião pública é uma metáfora sem base; há só a opinião dos 30%. Um deputado que disser na Câmara: ‘Sr. presidente, falo deste modo porque os 30% nos ouvem…’ dirá uma coisa extremamente sensata”.
Outro entrave para a erradicação do analfabetismo se refere à timidez de uma comunidade acadêmica que palidamente reserva suas ações de pesquisa e extensão para promover a formação educacional daqueles que não foram contemplados pelos ganhos da alfabetização e do letramento. As unidades de ensino e aprendizagem precisam ter como meta principal de suas ações incentivar e compartilhar as benesses da educação para além das prerrogativas formais de instrução. A respeito, o saudoso escritor José Saramago (1922-2010), em Democracia e universidade (2005), esclarece:
“Dir-me-ão: ‘Mas instrução e educação não são o mesmo?’. Não, senhores, não é o mesmo. Instruir é, obviamente, transmitir conhecimentos acerca das distintas matérias que estão no programa; educar é, segundo o dicionário, dirigir, encaminhar, doutrinar, e os professores(D, tenho de dizê-lo, ainda que isso possa incomodar alguém, não estão lá para educar mas para instruir, não podem educar porque não sabem e porque não têm meios para fazê-lo(C. Para instruir, sim, para isso receberam o encargo da sociedade, que lhes(D proporcionou os meios científicos, as ferramentas adequadas e os programas pertinentes, o necessário para transmitir um nível de conhecimentos que permita aos alunos progredir técnica e cientificamente na sociedade”.
Para que a instrução e a educação se encontrem no denominador comum da escolaridade, não adianta simplesmente enxergar os analfabetos como “cegos sociais” ou “órfãos da educação”. Uma família de analfabetos, com os seus valores, com as suas tradições, sejam camponeses ou da cidade, pode educar(C, é a educação mais básica que há, a primeira orientação para governar-se na vida com retidão. Num mundo instruído(E, as pessoas acolhidas verdadeiramente por ele(E podem encontrar algo diferente, fórmulas para acrescentar à primeira educação recebida. Assim complementarão e ampliarão a base. Ou seja, a educação recebida no seio da família.
(Disponível em: <http://observatorioda
imprensa.com.br/jornal-de-debates/as-licoes-do-analfabetismo/>. Acesso em 29 ago. 2015. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a relação entre a expressão destacada do texto e o elemento a que ela se refere está INCORRETA.
 

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2506328 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Com relação à avaliação de edema de membros inferiores, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O edema bilateral de membros inferiores pode ser associado a hipertensão pulmonar sem disfunção ventricular esquerda.
( ) A insuficiência venosa crônica sempre cursa com edema bilateral de membros inferiores.
( ) Quando há edema unilateral de membros inferiores, é fundamental excluir trombose venosa profunda.
( ) Entre os fármacos que causam edema de membros inferiores, estão clonidina, betabloqueadores e anti-inflamatórios não esteroides.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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2506302 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
As lições do analfabetismo
Marcos Fabrício Lopes da Silva
Sobre o analfabetismo, Étienne Bonnot de Condillac (1714-1780) apresenta argumentação taxativa(A: “O verdadeiro órfão é aquele que não recebeu educação”. O professor emérito da UnB Isaac Roitman, no artigo “Os órfãos da educação” (Correio Braziliense, 24/08/2015), explica a oração proferida pelo filósofo francês, considerando a realidade brasileira: “O que se espera de um país que ocupa o oitavo lugar no planeta em número de analfabetos adultos? Temos 14 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever, sem contar os analfabetos funcionais. Eles são cegos sociais porque não conseguem decodificar o código escrito ao seu redor. Entre outras dificuldades, eles não conseguem ler o destino dos ônibus, a bula dos remédios, o cardápio das lanchonete e até mesmo o que está escrito na bandeira brasileira. Eles podem ser considerados como órfãos da educação, pois não tiveram oportunidade de se alfabetizar no sistema educacional ou nunca tiveram oportunidade de frequentar uma escola”.
É necessário, contudo, destacar que os analfabetos historicamente sofrem com a indiferença impetrada pelos alfabetizados, percebidos como “cidadãos de primeira classe”.
Como consequência desse quadro, Machado de Assis (1839-1908) concluiu argutamente(B, numa crônica publicada no periódico Ilustração Brasileira, de 15/08/1876, que era falacioso pensar em opinião pública nacional formada pelo saber de todos os brasileiros. O alto índice de analfabetismo diagnosticado desde o Brasil Império oferecia margem para constatar esse parecer machadiano. Tais circunstâncias inquietaram o escritor-jornalista, a ponto de ele se certificar de que: “As instituições existem, mas por e para 30% dos cidadãos. Proponho uma reforma no estilo político. Não se deve dizer: ‘consultar a nação, representantes da nação, os poderes da nação’; mas – ‘consultar os 30%, representantes dos 30%, poderes dos 30%’. A opinião pública é uma metáfora sem base; há só a opinião dos 30%. Um deputado que disser na Câmara: ‘Sr. presidente, falo deste modo porque os 30% nos ouvem…’ dirá uma coisa extremamente sensata”.
Outro entrave para a erradicação do analfabetismo se refere à timidez de uma comunidade acadêmica que palidamente(C reserva suas ações de pesquisa e extensão para promover a formação educacional daqueles que não foram contemplados pelos ganhos da alfabetização e do letramento. As unidades de ensino e aprendizagem precisam ter como meta principal de suas ações incentivar e compartilhar as benesses da educação para além das prerrogativas(D formais de instrução. A respeito, o saudoso escritor José Saramago (1922-2010), em Democracia e universidade (2005), esclarece:
“Dir-me-ão: ‘Mas instrução e educação não são o mesmo?’. Não, senhores, não é o mesmo. Instruir é, obviamente, transmitir conhecimentos acerca das distintas matérias que estão no programa; educar é, segundo o dicionário, dirigir, encaminhar, doutrinar, e os professores, tenho de dizê-lo, ainda que isso possa incomodar alguém, não estão lá para educar mas para instruir, não podem educar porque não sabem e porque não têm meios para fazê-lo. Para instruir, sim, para isso receberam o encargo da sociedade, que lhes proporcionou os meios científicos, as ferramentas adequadas e os programas pertinentes(E, o necessário para transmitir um nível de conhecimentos que permita aos alunos progredir técnica e cientificamente na sociedade”.
Para que a instrução e a educação se encontrem no denominador comum da escolaridade, não adianta simplesmente enxergar os analfabetos como “cegos sociais” ou “órfãos da educação”. Uma família de analfabetos, com os seus valores, com as suas tradições, sejam camponeses ou da cidade, pode educar, é a educação mais básica que há, a primeira orientação para governar-se na vida com retidão. Num mundo instruído, as pessoas acolhidas verdadeiramente por ele podem encontrar algo diferente, fórmulas para acrescentar à primeira educação recebida. Assim complementarão e ampliarão a base. Ou seja, a educação recebida no seio da família.
(Disponível em: <http://observatorioda
imprensa.com.br/jornal-de-debates/as-licoes-do-analfabetismo/>. Acesso em 29 ago. 2015. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta uma expressão que poderia substituir a destacada do texto, sem prejuízo do significado original.
 

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2506295 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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O hipotireoidismo é uma doença comum nas Unidades de Saúde. Sobre o assunto, considere as seguintes afirmativas:
1. O TSH é um exame de rastreio que deve ser realizado como rotina, e sempre deve-se solicitar dosagem de T4 livre e T3.
2. A levotiroxina pode provocar angina e, por isso, deve-se considerar a adição de propranolol se houver história de doença cardiovascular ou em idosos.
3. O aumento do TSH, independentemente da dosagem do T4 livre e da existência de sintomas, deve ser tratado com levotiroxina.
Assinale a alternativa correta.
 

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2505929 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Quanto à abordagem do transtorno de ansiedade, assinale a alternativa correta.
 

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2505673 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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A prova tuberculínica é conduta indicada no manejo clínico da família do paciente com tuberculose. Quanto a essa prática, assinale a alternativa correta.
 

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2505651 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Quanto à hipertensão arterial, é correto afirmar:
 

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2505535 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Senhor A.C., 44 anos, vem à consulta médica com quadro de dor lombar intensa com 4 dias de evolução. Refere que trabalha em construção civil. Já teve episódios de dores, mas sempre de fraca intensidade, com melhora ao uso de paracetamol. Não tem doença anterior e não faz uso crônico de medicação. Com relação ao quadro acima, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) É necessário pedir uma radiografia de coluna lombar.
( ) Deve-se investigar os sinais de alerta, como déficit neurológico grave ou progressivo.
( ) O sinal de alerta mais informativo para diagnóstico de malignidade é uma história previa de câncer.
( ) A tomografia computadorizada deve ser solicitada sempre na investigação de dor lombar não associada ao trauma.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, se cima para baixo.
 

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