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Foram encontradas 40 questões.

2505529 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Identifique a sequência textual do seguinte conjunto de ideias (extraído de: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2015/329/em-busca-de-um-substituto-para-o-sangue/view):
( ) Posteriormente, descobriu o fator Rh, que complementa a classificação do sangue e também está relacionado a problemas de incompatibilidade nas transfusões.
( ) Apenas na década de 1920, isto é, há menos de 100 anos, os três maiores riscos associados a transfusões foram efetivamente controlados: a coagulação sanguínea, a infecção e a incompatibilidade dos grupos sanguíneos.
( ) O controle deste último fator de risco deve-se às pesquisas feitas pelo médico austríaco Karl Landsteiner (1868-1943), que classificou diferentes tipos sanguíneos, atribuindo-lhes as letras A B e O (o que ficou conhecido como sistema ABO) – trabalho que lhe rendeu o prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1930.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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2505501 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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M.C. procura atendimento clínico na Unidade Básica de Saúde apresentando quadro de tosse há 30 dias. Assinale a alternativa que apresenta uma causa provável para tosse há mais de três semanas.
 

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T.C., Delegado de Polícia, deixa de instaurar inquérito policial, mesmo diante de fortes indícios de crime, a fim de agradar antigo colega de faculdade que se apresentara como advogado do interessado. Assinale a alternativa que indica o delito praticado, se houver.
 

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2505257 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Na prática clínica, muitos pacientes nos procuram para fazer check-up, muitas vezes estimulados pelos meios de comunicação. Quanto à periodicidade dos exames e abordagens preventivas para pessoas hígidas, sem fatores de risco ou história familiar de patologias, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
1. A cada três anos.
2. A cada dois anos.
3. Em todas as consultas.
4. A cada ano.
5. Não estabelecido.
( ) Mamografia em mulheres acima de 50 anos.
( ) Aferição da pressão arterial.
( ) Hábitos alimentares.
( ) Medida de glicemia de jejum.
( ) Papanicolau, em mulheres acima de 25 anos com 2 exames normais consecutivos no intervalo de 1 ano.
( ) Tabagismo.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
 

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2505086 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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O senhor J.C. comparece na Unidade de Saúde próxima a sua casa com quadro de dor em queimação em região epigástrica há 2 semanas, associada a sensação de estufamento. Não tem mais nenhum sintoma ou sinal de alerta. A partir desse quadro, assinale a alternativa correta.
 

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2505082 Ano: 2015
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, o suicídio está entre as 10 principais causas de morte no mundo, cabendo ao médico identificar fatores de risco para que sejam tomadas as medidas necessárias. Assinale a alternativa que apresenta um fator de risco para suicídio.
 

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2505071 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
A coluna da esquerda é composta por perguntas feitas à especialista em violência doméstica e ex-diretora do Departamento de Justiça americano, Cindy Dier, em entrevista concedida à revista IstoÉ.
(http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalh /412054 _
TERAPIA + PARA + MAR ID O + AGRESSOR + E +I GUAL + A+TRATAMENTO+ANTI+DROGAS+)
Numere a coluna da direita, relacionando as perguntas com as respectivas respostas.
1. A lei Maria da Penha tem 9 anos e observa-se um aumento de até 18% de casos de violência contra a mulher. Isso prova que lei não muda comportamento?
2. Há preparo de juízes, delegados, promotores, investigadores no Brasil?
3. Como a senhora explica os dilemas femininos nessa hora?
4. Como evitar que certas mulheres se submetam a esse controle?
( ) As mulheres querem que a violência acabe, mas desejam a família unida. Até que se convencem que a violência não vai parar. Muitas não querem os agressores na prisão. Primeiro, para não impedi-lo de trabalhar e sustentar os filhos. E para proteger seus filhos do estigma de ter um pai na prisão.
( ) Cada mulher é diferente. Elas têm que passar pelo seu próprio processo. Um dos modos de ajudar a vítima é mostrar o padrão de evolução da violência. Mostramos os efeitos que as crianças vão sofrer por testemunhar essa violência.
( ) Não há mágica. O processo de mudança exige tempo, mas é poderoso. No Brasil, o aumento de casos pode ser atribuído a mais boletins de ocorrência e à demonstração de que mulheres estão denunciando crimes, o que talvez não acontecesse tanto antes. Nos Estados Unidos, o departamento de estatísticas registrou um declínio de 64% dos casos de violência cometida por parceiros íntimos entre 1993 e 2010.
( ) A resposta curta é sim. Conduzo esse treinamento em todo o mundo, incluindo Estados Unidos. Os 70 profissionais que estiveram aqui têm conhecimento, estão familiarizados e comprometidos em produzir efeitos com essa lei.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
 

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O retorno à atividade de servidor aposentado por invalidez, quando a junta médica oficial declara insubsistentes os motivos da aposentadoria, é uma hipótese de:
 

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2504896 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Dona Maria, 86 anos vem à consulta por dor abdominal em quadrante inferior esquerdo. Refere que tem piora após a alimentação e alivia após a eliminação de gases ou evacuação. Não é tabagista e de comorbidade apresenta hipertensão leve e bem controlada com clortalidona. Usa paracetamol esporadicamente para dores. Diante dessa história e dos diagnósticos diferenciais possíveis, assinale a alternativa correta.
 

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2504811 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
As lições do analfabetismo
Marcos Fabrício Lopes da Silva
Sobre o analfabetismo, Étienne Bonnot de Condillac (1714-1780) apresenta argumentação taxativa: “O verdadeiro órfão é aquele que não recebeu educação”. O professor emérito da UnB Isaac Roitman, no artigo “Os órfãos da educação” (Correio Braziliense, 24/08/2015), explica a oração proferida pelo filósofo francês, considerando a realidade brasileira: “O que se espera de um país que ocupa o oitavo lugar no planeta em número de analfabetos adultos? Temos 14 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever, sem contar os analfabetos funcionais. Eles são cegos sociais porque não conseguem decodificar o código escrito ao seu redor. Entre outras dificuldades, eles não conseguem ler o destino dos ônibus, a bula dos remédios, o cardápio das lanchonete e até mesmo o que está escrito na bandeira brasileira. Eles podem ser considerados como órfãos da educação, pois não tiveram oportunidade de se alfabetizar no sistema educacional ou nunca tiveram oportunidade de frequentar uma escola”.
É necessário, contudo, destacar que os analfabetos historicamente sofrem com a indiferença impetrada pelos alfabetizados, percebidos como “cidadãos de primeira classe”.
Como consequência desse quadro, Machado de Assis (1839-1908) concluiu argutamente, numa crônica publicada no periódico Ilustração Brasileira, de 15/08/1876, que era falacioso pensar em opinião pública nacional formada pelo saber de todos os brasileiros. O alto índice de analfabetismo diagnosticado desde o Brasil Império oferecia margem para constatar esse parecer machadiano. Tais circunstâncias inquietaram o escritor-jornalista, a ponto de ele se certificar de que: “As instituições existem, mas por e para 30% dos cidadãos. Proponho uma reforma no estilo político. Não se deve dizer: ‘consultar a nação, representantes da nação, os poderes da nação’; mas – ‘consultar os 30%, representantes dos 30%, poderes dos 30%’. A opinião pública é uma metáfora sem base; há só a opinião dos 30%. Um deputado que disser na Câmara: ‘Sr. presidente, falo deste modo porque os 30% nos ouvem…’ dirá uma coisa extremamente sensata”.
Outro entrave para a erradicação do analfabetismo se refere à timidez de uma comunidade acadêmica que palidamente reserva suas ações de pesquisa e extensão para promover a formação educacional daqueles que não foram contemplados pelos ganhos da alfabetização e do letramento. As unidades de ensino e aprendizagem precisam ter como meta principal de suas ações incentivar e compartilhar as benesses da educação para além das prerrogativas formais de instrução. A respeito, o saudoso escritor José Saramago (1922-2010), em Democracia e universidade (2005), esclarece:
“Dir-me-ão: ‘Mas instrução e educação não são o mesmo?’. Não, senhores, não é o mesmo. Instruir é, obviamente, transmitir conhecimentos acerca das distintas matérias que estão no programa; educar é, segundo o dicionário, dirigir, encaminhar, doutrinar, e os professores, tenho de dizê-lo, ainda que isso possa incomodar alguém, não estão lá para educar mas para instruir, não podem educar porque não sabem e porque não têm meios para fazê-lo. Para instruir, sim, para isso receberam o encargo da sociedade, que lhes proporcionou os meios científicos, as ferramentas adequadas e os programas pertinentes, o necessário para transmitir um nível de conhecimentos que permita aos alunos progredir técnica e cientificamente na sociedade”.
Para que a instrução e a educação se encontrem no denominador comum da escolaridade, não adianta simplesmente enxergar os analfabetos como “cegos sociais” ou “órfãos da educação”. Uma família de analfabetos, com os seus valores, com as suas tradições, sejam camponeses ou da cidade, pode educar, é a educação mais básica que há, a primeira orientação para governar-se na vida com retidão. Num mundo instruído, as pessoas acolhidas verdadeiramente por ele podem encontrar algo diferente, fórmulas para acrescentar à primeira educação recebida. Assim complementarão e ampliarão a base. Ou seja, a educação recebida no seio da família.
(Disponível em: <http://observatorioda
imprensa.com.br/jornal-de-debates/as-licoes-do-analfabetismo/>. Acesso em 29 ago. 2015. Adaptado)
Com base no texto, é correto afirmar:
 

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