Foram encontradas 40 questões.
Em Libras, o pronome pessoal é realizado pelo dedo indicador diretamente apontado para um ponto de referência. Com relação ao assunto, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Se o referente estiver presente na situação comunicativa, pode-se apontar para qualquer ponto no espaço, pois o receptor relaciona o ponto arbitrário com o referente presente.
( ) A apontação será feita para um ponto arbitrário no espaço de sinalização e esse ponto passará a ser associado ao referente, no caso de referentes ausentes.
( ) O mesmo referente pode ocupar diferentes pontos no espaço.
( ) Os referentes são construídos a cada bloco de sinalização.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Assinale a alternativa que corresponde à principal diferença entre intérprete e tradutor.
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O domínio dos textos legais que asseguram o direito à Libras e à educação bilíngue para surdos é um conhecimento necessário ao Tradutor Intérprete de Libras. Sobre a legislação nacional e o direito assegurado aos surdos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Os 007 da ajuda humanitária
Como a morte de Osama Bin Laden influenciou a incidência de doenças 1 graves e a mortalidade de crianças e adultos? Parece uma pergunta com apenas duas possíveis respostas. Ou aumentaram a guerra, os conflitos e as bombas no Oriente Médio, em decorrência da ação militar que o matou e assim muitas pessoas atingidas diretamente foram mortas. Ou o desfecho de Bin Laden não teve absolutamente nada a ver com a saúde dos cidadãos daquela região. Infelizmente, existe uma terceira realidade, que foi recentemente constatada e descrita, e que alertou e preocupou autoridades em saúde pública e especialistas ao redor do mundo.
Em artigo publicado na The New England Journal of Medicine, a revista médica mais respeitada da área, dois cientistas americanos do Departamento de Saúde Pública da Universidade de Columbia, Nova York, e do Departamento de Emergência Médica de Harvard, Boston, os doutores L. F. Roberts e M. J. Van Rooyen, respectivamente, lançaram um alerta dirigido ao presidente Barack Obama. Clamam por neutralidade humanitária na área de saúde pública. A razão é muito clara. Na sua campanha para caçar Bin Laden, os militares americanos e os serviços de inteligência forjaram uma campanha de vacinação falsa. A CIA contratou um médico paquistanês, doutor Afridi, para ir de casa em casa com o propósito de vacinar as famílias. Também aproveitava para coletar pequenas amostras de sangue.
O secretário de Defesa americano Leon Panetta confirmou que a atuação de Afridi foi importante para chegar a Bin Laden. Afridi foi preso e sentenciado a 33 anos de prisão. Os problemas de saúde pública logo surgiram. O Paquistão expulsou os médicos e paramédicos estrangeiros envolvidos no programa Save the Children (Salvem as Crianças) que atuavam na região, suspeitos de trabalharem para a CIA. Alguns foram assassinados. Como resultado, a campanha de vacinação foi interrompida em províncias onde anualmente morrem mais de 100 mil crianças infectadas por doenças de fácil prevenção com vacinas disponíveis.
Em 6 de janeiro de 2013, reitores indignados de 12 universidades e faculdades de Saúde Pública americanas enviaram carta aberta ao presidente Obama, protestando contra a conduta dos serviços militares e de inteligência, que resultou em comprometimento de programas sérios de ajuda humanitária à população necessitada daquela região. Recomendaram fortemente que o governo americano suspendesse as ações militares disfarçadas de atividades de saúde pública.
Os autores lamentam que ações como essas tornaram cada enfermeiro com seringa na mão um espião em potencial, cada ambulância ou avião de carga um transporte disfarçado de tropas. Milhões de pessoas ficam obviamente excluídas de ações humanitárias urgentes, sem relação alguma com credo ou nacionalidade. A política pode ser mais letal do que as próprias bombas, as guerras ou os conflitos. E as crianças são as primeiras vítimas. Sempre...
(YOUNES, Riad. CartaCapital, 23 mar. 2015. Adaptado)
Com base no texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O Dr. L. F. Roberts atua no Departamento de Emergência Médica de Harvard, Boston.
( ) Os médicos assassinados, mencionados na linha 16, atuavam no Paquistão.
( ) O médico paquistanês Dr. Afridi executou as ações que permitiram a captura de Bin Laden.
( ) Os reitores que enviaram a carta aberta ao presidente Obama condenam a participação de militares em ações humanitárias.
( ) Os médicos assassinados, mencionados na linha 16, atuavam no Paquistão.
( ) O médico paquistanês Dr. Afridi executou as ações que permitiram a captura de Bin Laden.
( ) Os reitores que enviaram a carta aberta ao presidente Obama condenam a participação de militares em ações humanitárias.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Pública e as disposições da Lei 9.784/99, assinale a alternativa correta.
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Com base nos três tipos de tradução – a tradução intralingual, a tradução interlingual e a tradução intersemiótica –, assinale a alternativa que NÃO expressa exemplos de tradução interlingual.
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As líderes e intelectuais surdas Ana Regina Campello e Patrícia de Souza Rezende, em seu artigo “Em defesa da escola bilíngue para surdos: a história de lutas do movimento surdo brasileiro” (Educar em Revista, 2014), relatam que a maior mobilização da história de todo o Movimento Surdo Brasileiro teve início no ano de 2010 e foi marcada pela ampla articulação de lideranças surdas nacionais na defesa de seus direitos.
Sobre as proposições defendidas pelo Movimento, considere as seguintes afirmativas:
1. As famílias e os surdos teriam o direito de optar pela modalidade de ensino mais adequada para o pleno desenvolvimento de crianças, jovens e adultos surdos: oral ou bilíngue.
2. A garantia da oferta de educação bilíngue em escolas bilíngues e em escolas inclusivas.
3. A luta contra o fechamento da secular e pioneira escola para surdos, o Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), anunciada pelo MEC/Secretaria de Educação Especial.
Assinale a alternativa correta.
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Os 007 da ajuda humanitária
Como a morte de Osama Bin Laden influenciou a incidência de doenças 1 graves e a mortalidade de crianças e adultos? Parece uma pergunta com apenas duas possíveis respostas. Ou aumentaram a guerra, os conflitos e as bombas no Oriente Médio, em decorrência da ação militar que o matou e assim muitas pessoas atingidas diretamente foram mortas. Ou o desfecho de Bin Laden não teve absolutamente nada a ver com a saúde dos cidadãos daquela região. Infelizmente, existe uma terceira realidade, que foi recentemente constatada e descrita, e que alertou e preocupou autoridades em saúde pública e especialistas ao redor do mundo.
Em artigo publicado na The New England Journal of Medicine, a revista médica mais respeitada da área, dois cientistas americanos do Departamento de Saúde Pública da Universidade de Columbia, Nova York, e do Departamento de Emergência Médica de Harvard, Boston, os doutores L. F. Roberts e M. J. Van Rooyen, respectivamente, lançaram um alerta dirigido ao presidente Barack Obama. Clamam por neutralidade humanitária na área de saúde pública. A razão é muito clara. Na sua campanha para caçar Bin Laden, os militares americanos e os serviços de inteligência forjaram uma campanha de vacinação falsa. A CIA contratou um médico paquistanês, doutor Afridi, para ir de casa em casa com o propósito de vacinar as famílias. Também aproveitava para coletar pequenas amostras de sangue.
O secretário de Defesa americano Leon Panetta confirmou que a atuação de Afridi foi importante para chegar a Bin Laden. Afridi foi preso e sentenciado a 33 anos de prisão. Os problemas de saúde pública logo surgiram. O Paquistão expulsou os médicos e paramédicos estrangeiros envolvidos no programa Save the Children (Salvem as Crianças) que atuavam na região, suspeitos de trabalharem para a CIA. Alguns foram assassinados. Como resultado, a campanha de vacinação foi interrompida em províncias onde anualmente morrem mais de 100 mil crianças infectadas por doenças de fácil prevenção com vacinas disponíveis.
Em 6 de janeiro de 2013, reitores indignados de 12 universidades e faculdades de Saúde Pública americanas enviaram carta aberta ao presidente Obama, protestando contra a conduta dos serviços militares e de inteligência, que resultou em comprometimento de programas sérios de ajuda humanitária à população necessitada daquela região. Recomendaram fortemente que o governo americano suspendesse as ações militares disfarçadas de atividades de saúde pública.
Os autores lamentam que ações como essas tornaram cada enfermeiro com seringa na mão um espião em potencial, cada ambulância ou avião de carga um transporte disfarçado de tropas. Milhões de pessoas ficam obviamente excluídas de ações humanitárias urgentes, sem relação alguma com credo ou nacionalidade. A política pode ser mais letal do que as próprias bombas, as guerras ou os conflitos. E as crianças são as primeiras vítimas. Sempre...
(YOUNES, Riad. CartaCapital, 23 mar. 2015. Adaptado)
O título do artigo menciona o agente 007, conhecido personagem de ficção, para criticar:
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Em 2012, a Bic lançou uma linha de canetas especiais para mulheres. Elas vinham nas cores rosa e roxo e, segundo a companhia francesa, eram feitas para caber perfeitamente nas mãos de uma mulher.
Assinale a alternativa que reúne as duas frases sem alterar o sentido e respeitando as normas do português escrito.
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Os 007 da ajuda humanitária
Como a morte de Osama Bin Laden influenciou a incidência de doenças 1 graves e a mortalidade de crianças e adultos? Parece uma pergunta com apenas duas possíveis respostas. Ou aumentaram a guerra, os conflitos e as bombas no Oriente Médio, em decorrência da ação militar que o matou e assim muitas pessoas atingidas diretamente foram mortas. Ou o desfecho de Bin Laden não teve absolutamente nada a ver com a saúde dos cidadãos daquela região. Infelizmente, existe uma terceira realidade, que foi recentemente constatada e descrita, e que alertou e preocupou autoridades em saúde pública e especialistas ao redor do mundo.
Em artigo publicado na The New England Journal of Medicine, a revista médica mais respeitada da área, dois cientistas americanos do Departamento de Saúde Pública da Universidade de Columbia, Nova York, e do Departamento de Emergência Médica de Harvard, Boston, os doutores L. F. Roberts e M. J. Van Rooyen, respectivamente, lançaram um alerta dirigido ao presidente Barack Obama. Clamam por neutralidade humanitária na área de saúde pública. A razão é muito clara. Na sua campanha para caçar Bin Laden, os militares americanos e os serviços de inteligência forjaram uma campanha de vacinação falsa. A CIA contratou um médico paquistanês, doutor Afridi, para ir de casa em casa com o propósito de vacinar as famílias. Também aproveitava para coletar pequenas amostras de sangue.
O secretário de Defesa americano Leon Panetta confirmou que a atuação de Afridi foi importante para chegar a Bin Laden. Afridi foi preso e sentenciado a 33 anos de prisão. Os problemas de saúde pública logo surgiram. O Paquistão expulsou os médicos e paramédicos estrangeiros envolvidos no programa Save the Children (Salvem as Crianças) que atuavam na região, suspeitos de trabalharem para a CIA. Alguns foram assassinados. Como resultado, a campanha de vacinação foi interrompida em províncias onde anualmente morrem mais de 100 mil crianças infectadas por doenças de fácil prevenção com vacinas disponíveis.
Em 6 de janeiro de 2013, reitores indignados de 12 universidades e faculdades de Saúde Pública americanas enviaram carta aberta ao presidente Obama, protestando contra a conduta dos serviços militares e de inteligência, que resultou em comprometimento de programas sérios de ajuda humanitária à população necessitada daquela região. Recomendaram fortemente que o governo americano suspendesse as ações militares disfarçadas de atividades de saúde pública.
Os autores lamentam que ações como essas tornaram cada enfermeiro com seringa na mão um espião em potencial, cada ambulância ou avião de carga um transporte disfarçado de tropas. Milhões de pessoas ficam obviamente excluídas de ações humanitárias urgentes, sem relação alguma com credo ou nacionalidade. A política pode ser mais letal do que as próprias bombas, as guerras ou os conflitos. E as crianças são as primeiras vítimas. Sempre...
(YOUNES, Riad. CartaCapital, 23 mar. 2015. Adaptado)
Segundo o texto, as ações dos Estados Unidos no Oriente Médio para encontrar Bin Laden:
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