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Foram encontradas 30 questões.

2517089 Ano: 2016
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A função de direção de produção em um projeto de artes cênicas trata de
 

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2516389 Ano: 2016
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Há vários festivais de artes cênicas no Brasil, que assumem diferentes dimensões e formatos. De forma geral, podemos entender que: o termo se refere à pessoa ou comissão responsável pela seleção da programação artística do evento. O trata das questões técnicas e operacionais específicas da montagem de um espetáculo em determinado espaço cênico. A organiza aspectos como hospedagem, cronograma e transporte dos artistas.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto acima.
 

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A viagem do descobrimento
Em 1411, D. João I quis promover um torneio, que duraria um ano, para dar aos filhos homens, D. Duarte, D. Pedro, D. Henrique e D. Fernando, a chance de se tornarem cavaleiros. Mas uma série de fatores, reais e sobrenaturais, se conjugaram e, ao invés de organizar tal torneio, o rei decidiu planejar uma espécie de cruzada, objetivo seria a conquista da cidade de Ceuta, em Marrocos.
Em primeiro lugar, despontaram os interesses dos mercadores e da burguesia marítima lusitana, o rei estava associado: Ceuta, além de monopolizar todo o comércio do Norte da África, se tornara também um “ninho de piratas”, bloqueando a estratégica passagem do estreito de Gibraltar. Depois, havia o espírito da reconquista e o ódio aos árabes, que ainda incendiavam a nobreza, D. João fazia parte. Por fim, desenrolava- se uma complexa trama político-religiosa: como a Cristandade estava dividida entre três papas – Gregório XII, em Roma; Bento XIII, em Avignon; e João XXII, em Pisa –, um concílio fora marcado para se realizar em Constança em outubro de 1415, no qual seria escolhido o chefe supremo da Igreja. Portugal obedecia ao papa de Roma e Castela ao de Avignon. D. João concluiu que um ataque aos “infiéis” árabes aumentaria seu prestígio junto à Igreja, fosse qual fosse o papa aclamado. Dessa forma, uma vitória contra os mouros virtualmente acabaria com a permanente ameaça castelhana sobre a soberania de Portugal.
Com apenas 19 anos, D. Henrique foi encarregado de construir uma frota no Norte do país. A cruzada contra Ceuta foi desencadeada num clima de milagres e augúrios. Houve eclipse, um monge do Porto teve uma visão e a rainha Filipa – vitimada pela peste, contraída após um prolongado e imprudente jejum religioso – chamou os filhos e exortou-lhes a obter a vitória contra os infiéis.
Adaptado de BUENO, Eduardo. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da
expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998. Páginas 49-50.
Considere as seguintes afirmações.
I - A expressão o espírito da reconquista desempenha a função sintática de objeto direto.
II - A expressão aos árabes desempenha a função sintática de objeto indireto.
III - A expressão ao papa de Roma desempenha a função sintática de objeto indireto.
Quais estão corretas?
 

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2516069 Ano: 2016
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Considerando sistemas e funções da sonorização teatral, numere a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os profissionais com as respectivas funções.
(1) Operador de som
(2) Retorno
(3) P.A.
(4) Técnico de som
(5) Compositor
( ) Instala, configura e monitora sistemas de sonorização.
( ) Sistema de sonorização posicionado para os artistas.
( ) Controla equipamento de som durante o espetáculo.
( ) Cria a trilha sonora.
( ) Sistema de sonorização direcionado ao público.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
 

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O centauro no jardim
Quando fiz vinte e um anos meu pai me perguntou o que eu queria de aniversário. Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio. Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas.
Veio o telescópio, um belo instrumento, com boas lentes. Li o manual de instruções e passei imediatamente a explorar os céus. noite eu ia de Vênus para Saturno, estudava as constelações (a do Centauro por razões óbvias) – meio decepcionado, porque não via nada de muito sensacional. (O que esperava ver? Abraão e seu seio? O cavalo alado?) De dia, o telescópio oculto pelas cortinas do quarto, espiava os morros das redondezas. Foi assim que avistei moça da mansão colonial.
A mansão, muito bonita, ficava uns dois quilômetros de nossa casa, mas eu podia observá-la bem. De início, me surpreendeu a quantidade de empregadas, todas de touca e avental brancos. Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre.
Vinha todas as manhãs ao terraço. Tirava seu roupão e ficava deitada – nua, completamente nua – tomando banho de sol. Da mesa seu lado, pegava um binóculo e ficava examinando os arredores – aliás, desertos – da casa. Ela olhava pelo binóculo, eu a espreitava pelo telescópio. O rosto eu não via bem, mas imaginava um narizinho delicado, uns lábios cheios, dentes perfeitos. Os olhos, sim. Os olhos eu via bem, pelas lentes do telescópio – e do binóculo. Me deslumbravam. O olho direito, luminosamente azul. O esquerdo, ainda mais azul. O coração me batia forte. A pata escarvava o chão, mais nervosa que nunca. Em nenhum livro, e eu tinha livros com belas ilustrações, em nenhuma revista, eu vira uma moça tão bonita. Me fascinava, ela. Não podia parar de olhá-la.
Será que me via, de seu terraço? Será que me divisava o rosto, por trás das cortinas? Teria gostado de me ver? Eu corria ao espelho. Não, não era feio. Belos cabelos revoltos, belos olhos, nariz reto, boca bem traçada. Algumas espinhas na testa, só. Eu era mesmo um adolescente bonito. Até a cintura, naturalmente. Daí para baixo – centauro, centauro, irremediavelmente centauro.
Adaptado de SCLIAR, Moacyr. O centauro no jardim.
9ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2001. Páginas 60-61.
Assinale a única alternativa que apresenta corretamente as funções sintáticas de me e o que eu queria de aniversário, respectivamente.
 

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O centauro no jardim
Quando fiz vinte e um anos meu pai me perguntou o que eu queria de aniversário. Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio. Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas.
Veio o telescópio, um belo instrumento, com boas lentes. Li o manual de instruções e passei imediatamente a explorar os céus. noite eu ia de Vênus para Saturno, estudava as constelações (a do Centauro por razões óbvias) – meio decepcionado, porque não via nada de muito sensacional. (O que esperava ver? Abraão e seu seio? O cavalo alado?) De dia, o telescópio oculto pelas cortinas do quarto, espiava os morros das redondezas. Foi assim que avistei moça da mansão colonial.
A mansão, muito bonita, ficava uns dois quilômetros de nossa casa, mas eu podia observá-la bem. De início, me surpreendeu a quantidade de empregadas, todas de touca e avental brancos. Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre.
Vinha todas as manhãs ao terraço. Tirava seu roupão e ficava deitada – nua, completamente nua – tomando banho de sol. Da mesa seu lado, pegava um binóculo e ficava examinando os arredores – aliás, desertos – da casa. Ela olhava pelo binóculo, eu a espreitava pelo telescópio. O rosto eu não via bem, mas imaginava um narizinho delicado, uns lábios cheios, dentes perfeitos. Os olhos, sim. Os olhos eu via bem, pelas lentes do telescópio – e do binóculo. Me deslumbravam. O olho direito, luminosamente azul. O esquerdo, ainda mais azul. O coração me batia forte. A pata escarvava o chão, mais nervosa que nunca. Em nenhum livro, e eu tinha livros com belas ilustrações, em nenhuma revista, eu vira uma moça tão bonita. Me fascinava, ela. Não podia parar de olhá-la.
Será que me via, de seu terraço? Será que me divisava o rosto, por trás das cortinas? Teria gostado de me ver? Eu corria ao espelho. Não, não era feio. Belos cabelos revoltos, belos olhos, nariz reto, boca bem traçada. Algumas espinhas na testa, só. Eu era mesmo um adolescente bonito. Até a cintura, naturalmente. Daí para baixo – centauro, centauro, irremediavelmente centauro.
Adaptado de SCLIAR, Moacyr. O centauro no jardim.
9ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2001. Páginas 60-61.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir.
( ) A frase Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio poderia ser reescrita como Eu estava interessado em astronomia; então pedi um telescópio sem que seu sentido fosse significativamente alterado.
( ) A frase Li o manual de instruções e passei imediatamente a explorar os céus poderia ser reescrita como Li o manual de instruções imediatamente e passei a explorar os céus sem que seu sentido fosse significativamente alterado.
( ) A frase Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre poderia ser reescrita como Notei a presença da moça de cabelos cor de cobre depois de alguns dias sem que seu sentido fosse significativamente alterado.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2513644 Ano: 2016
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, sobre as tipologias da arquitetura teatral.
( ) O modelo arena tem inspiração nos edifícios teatrais da Grécia antiga e do Império Romano, onde a cena em forma esférica era contornada por toda a área da plateia.
( ) O modelo à italiana é caracterizado pela relação frontal da cena com a plateia, podendo essa última adquirir diferentes formatos: retangular, semicircular ou ferradura.
( ) O modelo "caixa preta" designa um espaço multiuso, caracterizado por um espaço retangular, com paredes pintadas de preto, que permite diferentes disposições de cena e plateia.
( ) O modelo das cenas móveis e simultâneas da Idade Média foi reeditado em 1969 por Giorgio Strehler em Orlando furioso, espetáculo apresentado em praças e mercados.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2513071 Ano: 2016
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Nos últimos quatro anos, além do FUMPROARTE, outros fundos, editais e programas de fomento direto à produção cultural viabilizaram a realização de projetos de artes cênicas em Porto Alegre, tais como:
 

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O centauro no jardim
Quando fiz vinte e um anos meu pai me perguntou o que eu queria de aniversário. Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio. Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas.
Veio o telescópio, um belo instrumento, com boas lentes. Li o manual de instruções e passei imediatamente a explorar os céus. noite eu ia de Vênus para Saturno, estudava as constelações (a do Centauro por razões óbvias) – meio decepcionado, porque não via nada de muito sensacional. (O que esperava ver? Abraão e seu seio? O cavalo alado?) De dia, o telescópio oculto pelas cortinas do quarto, espiava os morros das redondezas. Foi assim que avistei moça da mansão colonial.
A mansão, muito bonita, ficava uns dois quilômetros de nossa casa, mas eu podia observá-la bem. De início, me surpreendeu a quantidade de empregadas, todas de touca e avental brancos. Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre.
Vinha todas as manhãs ao terraço. Tirava seu roupão e ficava deitada – nua, completamente nua – tomando banho de sol. Da mesa seu lado, pegava um binóculo e ficava examinando os arredores – aliás, desertos – da casa. Ela olhava pelo binóculo, eu a espreitava pelo telescópio. O rosto eu não via bem, mas imaginava um narizinho delicado, uns lábios cheios, dentes perfeitos. Os olhos, sim. Os olhos eu via bem, pelas lentes do telescópio – e do binóculo. Me deslumbravam. O olho direito, luminosamente azul. O esquerdo, ainda mais azul. O coração me batia forte. A pata escarvava o chão, mais nervosa que nunca. Em nenhum livro, e eu tinha livros com belas ilustrações, em nenhuma revista, eu vira uma moça tão bonita. Me fascinava, ela. Não podia parar de olhá-la.
Será que me via, de seu terraço? Será que me divisava o rosto, por trás das cortinas? Teria gostado de me ver? Eu corria ao espelho. Não, não era feio. Belos cabelos revoltos, belos olhos, nariz reto, boca bem traçada. Algumas espinhas na testa, só. Eu era mesmo um adolescente bonito. Até a cintura, naturalmente. Daí para baixo – centauro, centauro, irremediavelmente centauro.
Adaptado de SCLIAR, Moacyr. O centauro no jardim.
9ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2001. Páginas 60-61.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
 

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2512042 Ano: 2016
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Considere as afirmações abaixo sobre as diferentes noções de lugar teatral e espaço cênico.
I - O lugar teatral se constitui em palco e salas, e o espaço cênico é aquele destinado ao jogo dos atores.
II - O lugar teatral se constitui na arquitetura do teatro, e o espaço cênico é onde acontece o espetáculo.
III - O lugar teatral é a caixa italiana, e o espaço cênico pode ser alternativo.
Quais estão corretas?
 

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